Equipa d´O Ciclista

Clube de Jornalismo O Ciclista:

Coordenação: Dra. Graça Matos e Dra. Sara Castela

Dra. Miquelina Melo – Membro Honorário

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sexta-feira, 31 de julho de 2015

A magia da leitura



Nos dias de hoje, é essencial incutir nas pessoas o hábito e o prazer pela leitura. Pois, cada livro pode moldar-nos de maneiras diferentes.
Neste país, que outrora teve escritores de renome, como Camões, Gil Vicente, José Saramago, entre outros, tem agora tantas pessoas que não criam hábitos de leitura, o que é realmente de lamentar.
Na verdade, é triste constatar que a maioria dos adolescentes prefira usar os seus smartphones a estar no conforto da companhia de um livro, cuja única contrapartida para o leitor possa ser o cansaço nos dedos de tanto esfolhear as suas páginas ou então até mesmo ficar  viciado, ao ponto de não querer parar de ler.
Esta realidade, isto é, a ausência de hábitos de leitura não se verifica apenas nos adolescentes, também se constata em muitos adultos e crianças. É, de facto, bastante alarmante, por exemplo, os pais incentivarem os seus filhos a brincarem com os seus gadgets em vez de lhes comprarem um livro.
Se pensarmos bem, os livros são muito menos dispendiosos e dão algo que nada eletrónico possa dar: erudição. Por outro lado, um livro pode transportar-nos para outra dimensão, pode ensinar-nos coisas que nunca pensámos vir a aprender ou até mesmo fazer com que tenhamos uma relação próxima com uma das personagens. Isto será real? Claro que não, mas a leitura cultiva em nós a sabedoria e desenvolve a nossa criatividade.
No meu ponto de vista, deveriam, por exemplo, ser criados “postos” de leitura em locais públicos. Aí as pessoas poderiam usufruir de um bom livro. Poderia até, quem sabe, ser um ponto para deixarem livros para que alguém os pudesse ‘adotar’. Estas seriam algumas iniciativas para criar o gosto  pela leitura.
Em suma, cada indivíduo sabe da sua vida, mas nunca ninguém saberá se a leitura lhe dará prazer se nunca se ‘conectar’ com um livro.
Ema Fadiga, nº 8, 9º A – Vilarinho
Nota:
Imagem Internet.

quinta-feira, 30 de julho de 2015

A importância da leitura




Ler é muito importante, não só porque ficamos mais cultos, mas também porque estimula o nosso cérebro e a nossa capacidade de estarmos mais atentos no nosso dia a dia.
Na minha opinião, todas as pessoas deveriam ler, principalmente os mais jovens, porque é muito importante desenvolver o nosso cérebro e a nossa concentração. Na verdade, as pessoas que leem muito e prosseguem estudos conseguem raciocinar melhor, atingindo assim notas escolares mais elevadas.

Eu acho, então, que para as pessoas começarem a ler é preciso que a taxa de analfabetismo baixe e que sejam criadas mais bibliotecas nas aldeias, como por exemplo: carrinhas com livros a visitarem cada aldeia do nosso país. Como sabemos, a maior parte das bibliotecas existem nas cidades, logo, as pessoas para irem buscar um livro para ler têm de gastar algum do seu tempo e dinheiro na sua deslocação. A solução que apresentei iria certamente aumentar muito a quantidade de pessoas que gostam de ler mas veem-se impossibilitadas de o fazer.
Para concluir, ler é, de facto, muito importante, porque para além de estimular o nosso cérebro, evita doenças como por exemplo: o stress, e consequentemente as depressões. Por outro lado, faz com que as pessoas vejam o mundo que as rodeia com outros olhos.
Pedro Santos, nº 13, 9º C – Vilarinho
Nota:
Imagem Internet.

quarta-feira, 29 de julho de 2015

Ler é importante!




Sendo a leitura um ato relaxante e educativo, seria normal que todas as pessoas lessem com alguma frequência, porém não é isso que se verifica nos nossos dias.
Ao longo dos anos, o ato de ler tornou-se quase uma raridade e isto devido às tecnologias, pois, nos dias de hoje, os jovens e também os
adultos preferem cada vez mais passar uma tarde agradável de sol “enfiados” em casa à frente do computador ou então a enviar os célebres SMS do que ler, apenas porque ler, na opinião de muito boa gente, é algo aborrecido e cansativo para os olhos, mas será isto verdade?
Ler pode causar efetivamente cansaço aos olhos, mas em relação aos ecrãs brilhantes que, por sua vez, causam dores de cabeça, dependência, insónia e não ensinam nada a ninguém, os livros são bastante menos ofensivos e muito mais educativos e enriquecedores de vocabulário.
Ler é, de facto, importante. Para mim, é dos atos mais magníficos que existem, pois, quando se lê, o mundo à nossa volta desaparece e nós reencarnamos as personagens, quer sejam de um livro quer de outro tipo de suporte textual.
Penso assim que todos deveríamos experimentar ler, nem que fosse só o rótulo da embalagem de cereais! Seria assim um ponto de partida.
Ana Filipa J. Pires, nº 1, 9º A – Vilarinho
Nota:
Imagem Internet.