Equipa d´O Ciclista

Clube de Jornalismo O Ciclista:

Coordenação: Dra. Graça Matos e Dra. Sara Castela

Dra. Miquelina Melo – Membro Honorário

Endereço de correio eletrónico - cj.eb23anadia@gmail.com

quinta-feira, 30 de abril de 2015

Onde ter uma vida mais saudável



Nos dias de hoje, há quem opte por viver no campo e há quem prefira viver na cidade.
De facto, o campo e a cidade têm muitas diferenças. Claro que a cidade tem mais ofertas que o campo, mas este acaba por ter outras vantagens.
Na minha opinião, o campo tem outras vantagens que a cidade não tem, por exemplo, o facto de não haver barulho, ser um ambiente sossegado. Além disso, as pessoas podem cultivar os seus próprios alimentos, as rendas de casa são mais baratas, as ruas têm menos trânsito e a poluição é mais reduzida, entre outros aspetos. Porém, o campo não tem hospitais, tem poucos transportes públicos e as casas são muito mais antigas.
A cidade, por sua vez, tem melhores estradas, melhores casas, hospitais e, consequentemente, melhores cuidados de saúde. Mas reconheço que nos deparamos com mais desvantagens do que vantagens, porque uma cidade não tem tantos espaços verdes como os campos, havendo mais acidentes e a poluição da atmosfera é mais elevada.
Em conclusão, eu viveria mais facilmente no campo devido à envolvência da natureza, ao pouco trânsito e ao facto de comermos aquilo que cultivamos, tendo assim a possibilidade de termos uma vida mais saudável.
Alexandre Arromba, nº 1, 9º C - Vilarinho

quarta-feira, 29 de abril de 2015

A revolução dos Cravos



Hoje em dia é muito importante ter liberdade, porque, se as pessoas não a tivessem, não poderiam falar livremente, nem fazer nada daquilo que gostassem.
Se não houvesse liberdade, muitas situações iriam ser muito complicadas, uma vez que voltaríamos aos velhos tempos, em que, por exemplo, as mulheres não poderiam fazer nada ou até sair de casa. Só os homens é que iriam trabalhar ou saírem para se encontrarem com os amigos. As mulheres teriam de ser unicamente donas de casa, para tratarem das limpezas, das refeições, das roupas e de todas aquelas coisas que uma mulher tem sempre para fazer em casa, mas o mais essencial seria cuidar dos seus filhos, quando estes não estivessem na escola. Certamente, elas só poderiam sair ao fim de semana, acompanhadas do seu marido e dos seus filhos. Na realidade, seriam poucas aquelas mulheres que trabalhariam fora de casa.
Ora, é do nosso conhecimento que a 25 de abril de 1974 houve uma revolução: a Revolução dos Cravos, denominada historicamente Revolução de 25 de Abril. Nessa altura, a política portuguesa alterou-se completamente e, como tal, os portugueses ganharam novamente o direito à liberdade. Consequentemente, para as mulheres o mundo parecia ter levado uma reviravolta, uma vez que foram produzidas profundas alterações na legislação em diversos domínios, consagrando o direito à igualdade das mulheres, nomeadamente no trabalho, na família, bem como na participação social, política e cultural.
De facto, é importante que todas as pessoas tenham liberdade para poderem ser elas próprias. E ainda bem que houve esta revolução, graças à qual as pessoas passaram a ter direito à liberdade de pensamento bem como de expressão e ação.
Mariana Abreu, nº15, 9ºE

terça-feira, 28 de abril de 2015

Qual a importância da Liberdade?



Liberdade é um direito do Homem poder agir e/ou pensar de acordo com a sua vontade, livre de qualquer coação ou impedimento.
Na atualidade, este direito é garantido para todas as pessoas, embora nem em todos os países seja uma realidade, pois nos países com regimes ditatoriais ainda se priva um pouco a liberdade dos seus cidadãos.
Se falássemos sobre liberdade com uma pessoa com mais idade e, de seguida, com uma pessoa mais jovem, a conversa levaria a diferentes graus de importância, pois a liberdade nem sempre foi um direito do Homem. Sendo assim, uma pessoa que viveu antes do 25 de abril de 1974 sabe perfeitamente o que é não ter nenhum tipo de liberdade, uma vez que entre 1933 e 1974 o regime que vigorava em Portugal era o ditatorial que impedia os seus cidadãos da mesma, enquanto uma pessoa que nasceu depois desse dia já não dá tanta importância ao tema da liberdade, já que sempre a teve como garantida e nunca teve de viver privado dos seus direitos.
 Na minha opinião, a liberdade é muito importante, pois sem ela não poderíamos expressar as nossas ideias e/ou opiniões, não andaríamos informados sobre a evolução do mundo, viveríamos com medo de ser presos devido a qualquer deslize cometido e haveria grandes probabilidades de haver um número muito elevado de pessoas analfabetas e/ou doentes.
Vamos, então, imaginar que voltávamos a ter um regime ditatorial em vez de um democrático, tudo iria mudar drasticamente e aí, provavelmente, os jovens começariam a dar a devida importância à liberdade.
Em suma, a liberdade é um tema que abrange vários subtemas e que ganha mais ou menos importância consoante a faixa etária de cada pessoa e embora ainda haja alguns países em que privam as pessoas da sua liberdade, o mundo já teve uma melhoria muito significativa quanto a esta matéria.
Sara Martins, nº 19, 9º E

segunda-feira, 27 de abril de 2015

Tudo não passa de uma opção



Para a maioria dos jovens, viver na cidade é um desejo, devido ao facto de existir uma maior oportunidade para socializar. Ainda assim, há pessoas que consideram o ambiente citadino perigoso.
A meu ver, viver no campo traz mais vantagens, uma vez que o ambiente é muito mais calmo, já para não falar do menor risco de assaltos. Há também maior concentração por parte dos jovens, por exemplo, para estudarem para os testes ou realizarem os trabalhos de grupo. Embora haja todas estas vantagens, existem também desvantagens, como ter de ir fazer compras à cidade, o que é um problema para muitas pessoas, pelo facto de não terem carro ou então estão impossibilitadas de os conduzirem. É claro que existem pequenos “mercados” no campo, e, na verdade, em questões de qualidade e variedade, é impossível comparar à dos grandes supermercados citadinos.
Em relação a viver na cidade, considero que não há muitas vantagens. De facto, todos nós sabemos que o ambiente é muito barulhento e, por vezes, chega até a ser perturbador devido ao barulho dos carros e ao som das buzinas. Por outro lado, a maior parte das pessoas que vivem nas cidades têm um bom salário e uma boa casa, o que contribui negativamente para uma maior onda de assaltos. Estas são, pois, algumas desvantagens em viver na cidade.
Para concluir, ambos os ambientes são lugares de conforto, de felicidade e harmonia. Mas indubitavelmente eu prefiro viver no campo.
Ana Santos, nº 2, 9º E

domingo, 26 de abril de 2015

Tudo não passa de incertezas



Uma das incertezas dos jovens, nos dias de hoje, é optar por viver numa cidade ou no campo, devido às suas múltiplas vantagens e desvantagens que cada uma lhes oferece. Cidade ou campo mas qual será melhor?
A meu ver, viver no campo é mais vantajoso do que viver numa cidade, embora muita gente não pense da mesma forma! Para mim, o campo é um espaço muito superior ao da cidade, pensamos, pois, de imediato no facto de apresentar um baixo nível de poluição. Por outro lado, o número de pessoas é mais reduzido, o que na minha opinião é ótimo, uma vez que permite a criação de laços como a amizade, a solidariedade e o espírito de entreajuda. Há também a referir a deslocação nos campos que é muito mais facilitada do que nas cidades e, para além disso, o modo de vida não é tão stressante, não temos de nos preocupar de sair mais cedo para não apanharmos trânsito, e até, assistirmos a casos de acidentes preocupantes.
De facto, a meu ver, a vida no campo é mais tranquila, é pois um espaço onde ainda podemos até ter o nosso quintal para nele cultivar pequenos produtos biológicos tais como: alface, batatas entre muitos outros, sem termos de nos dirigir ao supermercado e, para além disso, podemos poupar algum dinheiro. O campo chega a ser melhor para todas as taxas etárias, ou seja, para pessoas de todas as idades. Infelizmente, o nosso país é um país envelhecido. Contudo, os idosos, que estão ainda capacitados para trabalhar, podem facilmente cultivar para consumir mas não só, uma vez que esta é uma atividade que lhes permite ter uma vida mais ativa. Felizmente ainda há idosos que cultivam para vender, o que é bom, porque também ajudam economicamente o nosso país que tanto precisa.
Concluindo, nunca é de mais lembrar que o campo permite a qualquer pessoa ter um modo de vida mais calmo, surgindo como um espaço indiscutivelmente maravilhoso, devido às suas paisagens, e bom para todos nós, isto é, todos os que não querem viver na agitação, nem assistir a casos de sinistralidade que, por vezes, ocorrem nos grandes centros urbanos.
Márcia Fernandes, nº 15, 9º A - Vilarinho