Equipa d´O Ciclista

Clube de Jornalismo O Ciclista:

Coordenação: Dra. Graça Matos e Dra. Sara Castela

Dra. Miquelina Melo – Membro Honorário

Endereço de correio eletrónico - cj.eb23anadia@gmail.com

terça-feira, 31 de dezembro de 2013

Mensagem de Ano Novo da Equipa d´O Ciclista

Neste último dia do ano, lembramos a longa caminha percorrida, em que os espinhos nos dilaceraram o corpo e o coração. Mas foram decerto suavizados por momentos em que a beleza, por muito breve e ténue que fosse, esteve presente. Esses minúsculos pedaços de vida, que nos trazem alegria e nos fazem pensar que valeu a pena erguer a cabeça e lutar, viver, sonhar!…
A Equipa d’O Ciclista despede-se assim de 2013 e deposita em 2014 uma luz de esperança. E que nos traga a todos aquilo que ansiamos!

A
Equipa
d´O Ciclista
Adriana Matos,
Ana Francisca Marques,
Ana Neta,Ana Patrícia Fernandes,
Beatriz Agante, Graça Matos, João Rocha,
Manuel Garruço, Márcia Sousa, Margarida Lagoa, 
Margarida Pereira, Rúben Saldanha, Sara Diana Castela,
Sofia  Dias Ferreira e Sofia de Matos Pedrosa

Nota:
Postal construído pela Equipa do clube de Jornalismo d'O Ciclista.

domingo, 29 de dezembro de 2013

Carta do Oceano à humanidade

Estas são as cartas criadas pelos alunos na Oferta Curricular de Oficina de Escrita Ativa. Foi-lhes pedido que se colocassem na pele de um animal, de um objeto, entre outros e que através da carta fizessem alguns apelos.


Sara Castela, O Ciclista



sábado, 28 de dezembro de 2013

Campo ou cidade?

Muitas pessoas hoje em dia já não sabem o que hão de escolher: se o barulho das cidades ou o sossego do campo.
Eu prefiro o campo à cidade, pois no campo podemos, por exemplo, fazer as nossas próprias hortas, com o cultivo de batata, feijão-verde, cenoura, beterraba, alface, couve, couve-flor, entre outros produtos que fazem parte de uma alimentação saudável.
Por outro lado, no campo, veem-se animais no pasto, respira-se o ar puro e podemos deliciar-nos com o cheirinho das inúmeras flores e das árvores frondosas e verdejantes que

embelezam a paisagem, enquanto na cidade só se veem filas enormes de carros a poluírem o ambiente, não só de fumo como também de barulho. Porém, a cidade acaba por proporcionar ao cidadão melhores condições de vida, devido à existência de hospitais, tribunais, hipermercados, entre outros espaços, para além da existência de locais que podem ser procurados para puro divertimento.
Como podemos ver, os dois sítios têm as suas vantagens e desvantagens. Ficará assim ao critério de cada um fazer a sua respetiva opção.
       
Edna Almeida, nº 9, 9º C

sexta-feira, 27 de dezembro de 2013

Viver no campo ou viver na cidade?

As cidades são o local onde muitas pessoas escolhem viver. Esta escolha deve-se ao facto de nas cidades haver mais opções de trabalho e visto que se está perto de tudo, facilita bastante a vida das pessoas.
Como mãe de crianças, prefiro viver na cidade porque, por exemplo, enquanto deixo os meus filhos nas atividades desportivas (e são muitas as escolhas de atividades), posso ir fazer compras de qualquer coisa que me seja necessária, e há sempre necessidades, quer seja para o jantar quer seja uma lâmpada ou outro utensílio. Na verdade, facilita-me bastante a vida, apesar de ter de dar algumas voltas, embora esteja tudo concentrado no centro e, por outro lado, poupo mais gasolina do que se vivesse no campo e tivesse que ir à zona rural fazer compras.
No entanto, nem tudo são vantagens ao viver na cidade. Refiro-me assim aos constantes engarrafamentos; às buzinadelas dadas pelos habituais condutores apressados; ao ambiente pesado de pessoas a andar de um lado para o outro, parecendo perdidas, mas com a clara noção do seu destino: tudo o que um indivíduo dispensa para o seu bem-estar.
Por vezes, penso que viver no campo ia ser muito bom para aliviar o stress da cidade. Afinal acordar com o chilrear dos pássaros, sentir o ar fresco e não poluído da natureza é o sonho de qualquer um.
Em suma, viver na cidade tem as suas vantagens e desvantagens, assim como no campo. Sendo assim, a escolha entre um e outro depende de cada um de nós.


Ana Sofia Monsanto, nº 2, 9º C

quinta-feira, 26 de dezembro de 2013

Postal de Natal

Apesar de nos terem chegado à "redação" um pouco atrasadas, não quisemos deixar de partilhar as fotos do belo Postal de Natal que a Mariana nos enviou:












O Natal é o amor,
É paz, é tempo sonhado,
Mas qual será a cor
Deste tempo tão amado?!

Pensámos no Deus menino,
No presépio de Belém,
Como ele é rapazinho
A cor de oiro vai ficar bem.


Mariana Martins Abreu, nº 18, 8º E

quarta-feira, 25 de dezembro de 2013

Mensagem Natalícia do Diretor do AEA, Prof. Elói Gomes

A fragilidade económica mundial é uma realidade que afeta infelizmente muitas das famílias da nossa comunidade educativa. São inúmeros os que vivenciam situações de desemprego, ou que aspiram pelo 1º emprego e este tarda em surgir. A falta de emprego gera um sem número de lacunas, tornando-se um ciclo vicioso difícil de gerir. Esta débil situação económica acaba por não lhes permite satisfazer as suas necessidades básicas. Só lhes resta uma pequena luz ao fundo do túnel chamada esperança. A esperança em recuperar ou ter o primeiro emprego. A esperança que o estado social não seja desmantelado. A esperança que quem decide, seja em Portugal ou no resto do mundo, pense mais nas pessoas e menos na economia.
Desejo a toda a comunidade um Feliz Natal.
Faço votos para que o espírito de Natal permaneça nos nossos corações e que a mente de quem nos governa se centralize mais nas pessoas e nas situações dramáticas em que muitas se encontram.

Elói Gomes, Diretor do AEA

terça-feira, 24 de dezembro de 2013

Mensagem de Natal

A Equipa d’O Ciclista deseja a todos um Natal cheio de amor, paz e que a esperança reine em todos os corações.
E não queremos deixar de partilhar convosco o belo poema de António Gedeão:
É dia de ser bom.
É dia de passar a mão pelo rosto das crianças,
de falar e de ouvir com mavioso tom,
de abraçar toda a gente e de oferecer lembranças.
É dia de pensar nos outros e, também, nos que padecem,
de perdoar aos nossos inimigos, mesmo aos que não merecem.




A
Equipa
d´O Ciclista
Adriana Matos,
Ana Francisca Marques,
Ana Neta,Ana Patrícia Fernandes,
Beatriz Agante, Graça Matos, João Rocha,
Manuel Garruço, Márcia Sousa, Margarida Lagoa, 
Margarida Pereira, Rúben Saldanha, Sara Diana Castela,
Sofia  Dias Ferreira e Sofia de Matos Pedrosa





Nota:
Imagem retirada da Internet.

domingo, 22 de dezembro de 2013

Viver no campo ou na cidade?

Tanto o campo como a cidade são sítios importantes para a vida das pessoas, mas ambos têm aspetos negativos e positivos que podemos assinalar.
   Para mim, o ambiente citadino é deprimente e poluído quer a nível ambiental quer sonoro e ainda devido à ausência de vegetação. Além disso, é muito prejudicial à saúde, pois apresenta situações que levam ao aumento de risco de cancro, bem como a problemas de coração e doenças respiratórias. O estado mental dos habitantes fica mais depressivo, pois é cada um por si e raramente há comunicação entre os vizinhos ou pessoas que passem na rua, porque a agitação é grande e o stress também. Mas é óbvio que também tem as suas vantagens, como o acesso rápido ao comércio, o facto de haver bons meios de transporte e mais empregos disponíveis.
O campo é completamente o oposto da cidade e a meu ver, é a melhor opção, principalmente pelo ar puro, pela liberdade, pela menor probabilidade de termos problemas de saúde. Sendo assim, a condição física, social e mental do cidadão é muito melhor, a acessibilidade da prática de desporto é maior e mais apelativa. Relativamente às relações humanas, eu constato uma união entre as pessoas maior, pairando no ar a simpatia e a alegria das crianças. O estado de espírito das pessoas é muito mais calmo, mais aberto e mais saudável, graças a alguns fatores como um ambiente paisagístico e tranquilizante.
Em suma, na minha opinião, como hoje em dia o mais importante é a nossa saúde, é mais valioso e favorável viver no campo.


Sofia Ferreira, nº 22º, 9º C

sábado, 21 de dezembro de 2013

Viver no campo ou na cidade?

Viver no campo ou na cidade, qual será a melhor opção para um cidadão viver?
Na minha opinião, viver no campo ou na cidade são duas situações muito diferentes, pois cada um tem as suas vantagens e desvantagens.
No campo, existem muitas vantagens, como por exemplo, o ar puro, logo podemos ter menos problemas de saúde. Predomina uma vida mais calma, deixando assim de haver tanta agitação no dia a dia e menos trânsito. Por outro lado, as pessoas no campo conhecem-se todas e é onde há uma maior amizade e confiança entre elas. No entanto, existem algumas desvantagens, tais como: a falta de meios de transporte, para que as pessoas se possam deslocar; a falta de algum comércio; uma menor empregabilidade e a falta de espaços de diversão, principalmente para os jovens.
Na cidade, algumas das vantagens são: o facto de haver bons meios de transporte, o que facilita o deslocamento das pessoas consoante as suas necessidades; mais empregos para as pessoas, devido à abundância de serviços prestados à população; um comércio diversificado e ainda, a existência de diferentes espaços culturais.
Contudo, existem desvantagens, como a poluição provocada, na maior parte das vezes, pelas grandes fábricas e um maior stress entre as pessoas, causado pela agitação das cidades. Outra grande desvantagem é a pouca confiança que as pessoas têm entre si, pois o meio em que se encontram é muito maior do que no campo, onde todas as pessoas se conhecem.
Assim, com todas estas vantagens e desvantagens assinaladas tanto em relação ao campo como à cidade, na minha opinião, apesar de viver no campo, eu preferiria viver na cidade, pelo menos enquanto sou jovem e até ao princípio da idade adulta. Depois, quando já estiver a aproximar-me do fim da minha “carreira”, talvez pense em voltar novamente para o campo, onde a vida é de facto mais calma.

                                                                             Guilherme, 9º C

sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

Recordando o filantropo Alfred Nobel

112 anos de Prémios Nobel
-10 de Dezembro -
Os Prémios Nobel são atribuídos, anualmente, a 10 de Dezembro, data de aniversário da morte do seu mentor Alfred Nobel, químico, engenheiro, industrial sueco, criador da dinamite. Em 1895, Nobel doou a sua fortuna à fundação que tem o seu nome, definindo o objetivo de distinguir personalidades importantes em diversas áreas, independentemente de critérios como a nacionalidade, a raça, a religião e a ideologia.
Os prémios Nobel são atribuídos àqueles que durante o ano anterior tenham contribuído para o bem da Humanidade, por meio de pesquisas pioneiras, da invenção de técnicas importantes ou pelos contributos que forneceram à humanidade. Deste modo, os laureados são personalidades que durante um ano se distinguem em áreas como: a Paz; a Química e a Física; a Medicina e a Literatura. Os prémios Nobel foram atribuídos pela primeira vez em 1901, cinco anos após a morte do seu fundador.
Em 1968 criou-se um novo prémio na área da Economia financiado pelo Banco Central Sueco.
Todos os prémios consistem numa medalha de ouro, num diploma e numa quantia em dinheiro e são a mais prestigiante distinção internacional nos domínios a que correspondem. Cada prémio pode ter no máximo três laureados.
As cerimónias de entrega realizam-se em Estocolmo, à exceção do nobel da paz que é entregue em Oslo.
O primeiro Nobel da Paz de 1901 pertenceu a Jean Henry Dunant, nascido em Genebra, banqueiro de profissão e fundador da Cruz Vermelha e a Frédéric Passy, economista e advogado francês, anticolonialista e fundador da Liga Iternacional para a Paz Permanente.
Os prémios Nobel não são atribuídos quando não existem candidatos nomeados ou quando não existe informação suficiente, como aconteceu durante as duas guerras mundiais.
            Na história dos prémios Nobel, Portugal obteve quatro atribuições. O mérito destas distinções foram para Egas Moniz, que recebeu o Prémio Nobel da Medicina em 1949, para Carlos Ximenes Belo e José Ramos Horta a quem foi atribuído o Nobel da Paz em 1996 e para José Saramago, que recebeu o Prémio Nobel da literatura em 1998.


                                                                                                                       João Rocha, n º 8, 9º A

quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

Campo ou cidade?

Viver no campo ou na cidade?

Eu cresci no campo. Atualmente ainda vivo no campo. Não posso negar que, às vezes, se torna monótono, porque fora do recinto da minha casa não tenho nada com que me possa divertir ali. Por vezes, preferia até viver numa grande cidade como o Porto ou Lisboa. Pelo menos, aí há sempre coisas para fazer. Acho que a confusão, por vezes, até me relaxa. Mas até que ponto é bom viver numa cidade, com todo o trânsito, todo o barulho, toda a poluição? Por outro lado, as cidades tornam-se demasiado movimentadas.
Acho, então, que viver uns meses numa cidade deve saber bem, mas não trocava por nada a minha pacata aldeia. Na medida em que sabe tão bem acordar todos os dias e ir à janela respirar o ar puro dos campos e observar a magnífica paisagem rural que se pode ver do meu quarto. Sabe tão bem poder ir correr ao fim do dia pelo meio das florestas e dos bosques. Sabe tão bem ir até ao jardim e passar lá uma tarde na companhia de um bom livro e dos sons da natureza… Enfim, para mim, não há nada melhor que todo aquele descanso e privacidade.
A meu ver, as cidades prendem muito os seus habitantes. A confusão acaba por encurralá-los. Cada habitante tem um espaço limitado para viver. Por outro lado, não é seguro andar sozinho na rua sem preocupações. E claro, ao fim de algum tempo, numa cidade, dá-se um aumento do stress.
Contudo, apesar de tudo, tenho curiosidade de viver numa cidade, mas não me importava de passar o resto dos meus dias no campo.



Clara Loureiro, 9º C

quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

O tempo passa

Dia Internacional das Migrações
Nos anos 60, do século XX, quem emigrava clandestinamente recorrendo a um passador, conhecia muito bem o “código da fotografia rasgada”. O passador guardava metade da fotografia de quem emigrava e a outra levava-a o emigrante que, uma vez chegado ao destino, a remetia à família, em sinal de que chegara bem e que poderia ser concluído o pagamento pela sua “passagem”. 
Esta é a minha história sobre esse passado…
Quero apenas contar uma de tantas histórias que ainda continuam a ser uma realidade no dia de hoje, em que se comemora o Dia Internacional das Migrações.



O tempo passa
Parece que foi ontem e, ao mesmo tempo, já quase nem recordo o dia que pela primeira vez tive consciência que iam partir. Deixámos-vos em vossa casa, a de Portugal. Mas sabia ou soube, nesse dia, que no dia seguinte já estariam longe… noutro lugar, numa outra casa, num outro país. Em frente a vós, fui sorrindo, abracei, beijei… despedi-me.
Quando regressava a casa, a torrente de lágrimas invadiu-me e então, deixei que os gritos invadissem a minha alma e explodi-os pela minha boca, tal era o vulcão em plena atividade.
Nesse dia, ainda quase um bebé, não percebia bem o que se estava a passar. Os pais explicaram que vocês tinham de ir para França, pois iam trabalhar. Mas voltariam novamente no verão… Não ia demorar. Todavia, ainda era verão e o tempo, nessa altura, era uma ilusão para mim!
Entretanto, o tempo foi passando, passando. Vocês foram indo e, de facto, regressavam sempre no verão.
Chegámos a ir visitar-vos e foi tão bom! Durante a viagem, eu sempre ia a perguntar se já estávamos perto. Depois, finalmente me deparava com a surpresa dos avós e com a beleza branca da neve. O frio lá fora fazia-se sentir, enquanto nós estávamos no quentinho a deliciarmo-nos com as pipocas estaladiças, ao mesmo tempo que víamos a neve que lá fora nos presenteava com o seu espetáculo.
Não sabem a satisfação que tivemos, quando o pai me disse que vocês estavam aposentados. Aí sonhei! Sim, era agora. Vinham definitivamente para Portugal. Erro meu!
Desculpas e mais desculpas do avô, pois a avó estaria aqui… Mas, sim vamos passar mais tempo por cá! Em tudo eu acreditei. Mas, afinal, não passou de mais uma ilusão. Feitas as contas: tal ainda não aconteceu. Tu vais por um mês, depois são dois, três,… e voltas, passado muito mas mesmo muito tempo depois.
E quando estás cá? Bem, a história repete-se. Falas sempre em partir. Papelada para aqui, papelada para ali. Há sempre tanto para fazer em França! E queres sempre arrastar a avó contigo.
Para avô! Pelo menos uma vez na tua vida pensa em ti, nos teus, pensa em mim e na tua outra neta.
Pensa em como gostaríamos de te ter connosco e de desfrutar da tua companhia. De viver sem a sombra da tua migração constante!


Adriana Matos, O Ciclista




Nota:
A primeira imagem foi retirada da Internet.

terça-feira, 17 de dezembro de 2013

Viver no campo ou na cidade?

Em qualquer sítio, quer na cidade quer no campo, encontramos vantagens e desvantagens que nos fazem escolher ou não um dos sítios para o nosso repouso, quando chegarmos à idade mais avançada.
Nas cidades, temos um ambiente muito agitado ao contrário do das aldeias que nos transmite uma paz e serenidade impossíveis de existirem na cidade.
A meu ver, nas aldeias, a população é mais unida devido às pequenas dimensões destes espaços. Nas aldeias, a pequena povoação une-se para sussurrar os caprichos dos outros, ver um simples jogo de futebol, “beber um copito”, ver se a Joana se vai casar com o Duarte, na novela diária ou para dar apenas um “Bom dia!” ou uma “Boa tarde!” a quem passa. No entanto, as oportunidades de trabalho e de carreira são muito poucas ou até mesmo nulas. Enquanto isto, nas tempestuosas cidades, não existe tempo para sorrir, apenas para andar e passar por tudo o que se encontra à nossa frente, sem olhar para trás, numa vida agitada e solitária. Esta vida que não sei se pode ser considerada vida, à que é arrastada por problemas pessoais e, pelo facto, de não termos ninguém para nos dar uma palavra amiga e para nos limpar as lágrimas. Mas, é aqui que estão concentrados os grandes postos de emprego e as grandes oportunidades.
Ora, após esta minha pequena reflexão, acabo por achar que viver no campo é melhor, pois estimula o nosso lado social. Porém, também temos de ver que as cidades nos dão um melhor nível de vida.
Para concluir, considero ser de facto uma decisão bastante difícil de tomar mas, neste momento, a minha prioridade é optar pela cidade, porque é onde se encontra o meu local de estudo que me vai permitir ter, no futuro, uma boa carreira. Já quando chegar a minha velhice, pretendo passá-la no campo junto de tudo aquilo que, a meu ver, me faz sentir feliz e pacífica.


Margarida Costa Pereira, nº 15, 9º A

segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

Campo ou cidade?

Viver no campo ou na cidade depende de uma série de fatores. Muitas das vezes, por questões profissionais, somos obrigados a residir num destes locais, mesmo contrariados.
No meu ponto de vista, entre morar no campo ou habitar na cidade, é bastante diferente, uma vez que no campo temos direito a um descanso inédito cuja sinfonia do chilrear dos pássaros não pode ser aproveitada na cidade.
No campo, quase todas as pessoas se conhecem, existindo alguns trabalhos que são executados com a ajuda de vizinhos e amigos. As relações são muito próximas, as pessoas mais idosas são visitadas não só pela família, mas também pelas pessoas que vivem nas imediações. Permanece ainda uma cooperação e um espírito de entreajuda que já não existe na cidade.
No entanto, no campo, não há acesso ao teatro, museus, bibliotecas, cinema, enfim, algumas atividades culturais que existem nas cidades.
Nas cidades, o stress provocado pela grande agitação, pelas grandes filas de trânsito, pela poluição ambiental e pela poluição sonora influenciam negativamente as pessoas que lá habitam tornando o ambiente péssimo, quase insuportável.
Assim sendo, na minha opinião, o ideal seria viver no campo próximo da cidade.

João Pedro Rocha, nº 8, 9º A

domingo, 15 de dezembro de 2013

Viver no campo ou na cidade?

O tema que venho tratar hoje é um tema que “tem pano para mangas”, já que entre as pessoas são várias as opiniões que são apresentadas e algumas chegam aos extremos, resultado talvez da faixa etária, das habilitações, das experiências de vida…Não sei!
Neste meu texto, apenas pretendo apresentar a minha opinião sobre as vantagens e desvantagens sobre ambos os locais.


Talvez pela minha tenra idade, pela minha inocência e pelos meus sonhos outrora construídos, o meu maior sonho seja viver na cidade. Porém, a meu ver, a principal desvantagem das cidades é a maneira como as pessoas se relacionam. Acho que as pessoas são muito frias umas com as outras, são insensíveis e não se preocupam com mais ninguém que não sejam elas próprias. Ao contrário do que acontece nas aldeias, onde há um calor humano incrível, onde a solidariedade e a entreajuda são palavras de ordem.
Outra parte boa de se viver no campo é o ambiente, no qual predomina o ar puro, onde paira o cheiro a flores que nos enche a alma e o chilrear dos passarinhos nos derrete o coração. Mas com isto não quero dizer que viver no campo tenha tudo de positivo. Pois, vejamos, a nível das oportunidades de emprego, por exemplo, a cidade ultrapassa o campo com uma facilidade incrível. É na cidade que se encontram os maiores hospitais, os maiores escritórios, as maiores indústrias entre outros espaços, proporcionando assim um melhor nível de vida.
É também a nível de eventos que a cidade ganha ao campo, especialmente se estivermos a falar de uma cidade como a invicta, por exemplo, onde cada dia há um espetáculo, uma corrida, um desfile, um concerto... Enfim, eventos sempre variados e inovadores!
Com este meu texto, pretendi assim mostrar algumas vantagens e desvantagens de ambos os locais, mostrando assim que ambos os espaços são agradáveis. A escolha dependerá assim da nossa personalidade e interesses.
 
Margarida Lagoa, nº 14, 9º A

sábado, 14 de dezembro de 2013

As diferenças entre o campo e a cidade

O campo e a cidade são dois mundos muito diferentes.
Na minha opinião, viver no campo é sempre melhor, pois as pessoas conhecem-se todas, sabem os horários umas das outras. Por outro lado, é mau, na medida em que há locais onde não se tem acesso a rede de telemóvel, não existe fácil acesso às moradias, não há grande vigilância nem assistência médica. Para além disso, tem poucos hipermercados, lojas, escolas e, de facto, algumas aldeias nem escolas têm. Por outro lado, as pessoas na maioria são idosas e não têm o auxílio de que tanto necessitam ao nível da saúde.
Na cidade é diferente, as pessoas têm rede de telemóvel, internet, assistência, lojas, hipermercados, farmácias, diferentes desportos e até têm mais locais de divertimento. As crianças têm mais apoio escolar como explicações. As pessoas são mais assíduas aos empregos porque têm acesso a mais transportes e comunicações. Todavia, o lado negativo das cidades é que as pessoas não se conhecem, existe mais poluição pelo facto de haver mais automóveis a circular nas estradas como também mais meios de transporte.
Em suma, quanto a mim, eu prefiro viver na aldeia, por ser um espaço mais sossegado e mais saudável. E as pessoas são mais simpáticas e solidárias, preocupadas em cultivar valores que estão a deixar de existir nestes últimos anos.

Pedro Oliveira, nº 19, 9º A

sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

Viver no campo ou viver na cidade?

Para muitos jovens, viver na cidade é um desejo devido às maiores oportunidades de socialização. Contudo, há pessoas que consideram o ambiente citadino desumanizado, inseguro, onde se exclui a abertura aos outros, criando-se uma couraça que impede os sentimentos, o calor humano, a palavra, um simples sorriso… o que não acontece quando se vive no campo.
Tendo assim em conta o que acabou de ser referido, foi pedido aos alunos da turma A e C do 9º ano de escolaridade que escrevessem um texto de opinião, correto e bem estruturado, subordinado ao tema: "Viver no campo ou viver na cidade?", no qual teriam de expor as vantagens e desvantagens dos diferentes estilos de vida e ainda os argumentos que fundamentassem o seu ponto de vista. E são alguns desses textos que O Ciclista vos dará a conhecer.

Sara Castela, O Ciclista

Nota: Imagem retirada da Internet.

quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

The witch day or Halloween


The date of 31st October is world known by “The witch day or Halloween”.
 In our school, on the 31st October, there was a parade with many dressed up participants of 5.th and 6.th grades. Ghosts, witches, monsters, mummies… showed a lot of creativity and originality. At the end, the best costumes and the best characterization had a prize…(1.st, 2.nd and 3.rd places). The parade participants were appreciated by a jury composed of three teachers.
Research works, posters and three dimension works made by the students also received prizes (1.st, 2.nd and 3.rd places).
This activity was organized by our English teachers together with our library teachers and implicated our educational community: some mothers were present and were involved helping their daughters.
It’s good in school having these good moments and not having always classes and classes…

Alunos e Professora Adelaide Martinho do 6º A
(Escola Básica nº 2 de Anadia)

terça-feira, 10 de dezembro de 2013

Eu não sou diferente!


No dia 10 de dezembro, celebra-se o Dia da Declaração Universal dos Direitos Humanos.
Esta declaração, publicada em 1948, é uma carta onde se afirma a preocupação internacional com a preservação dos direitos humanos e onde se define quais são esses mesmos direitos. Ela surgiu como um alerta à consciência humana contra as atrocidades cometidas durante a Segunda Guerra Mundial.
Com base nestas informações e com a leitura prévia desta declaração, eu decidi centrar a minha atenção num dos artigos e elaborar um pequeno texto acerca dele.

Eu não sou diferente!

Vicente era um rapaz jovem, com treze anos, e com uma vontade de viver enorme. No entanto, um problema impedia-o de fazer algumas atividades, consideradas normais. Vicente era paraplégico, um acidente de carro tê-lo-ia deixado assim. Contudo, a sua vontade de viver, a sua alegria e carisma sobressaiam.
Este jovem era um humano, pertencia à sociedade, e tinha de ser tratado como tal. Porém, pessoas designadas “ normais” não entendiam esse facto e tratavam-no como um bicho-de-mato, um monstro, alguém que não merecia sequer estar vivo. Claro que o pobre rapaz sofria com esta situação, sofria com o facto de parecer não pertencer a esta sociedade. Por outro lado, sentia-se injustiçado e envergonhado, e prometeu a si mesmo que um dia iria provar a todos aqueles, que o tinham rebaixado, que era uma pessoa normal, sem nenhuma limitação e que poderia fazer tudo bem, ou até melhor que eles.
Vicente prometeu assim ter as melhores notas, e esforçou-se para isso e, na verdade, quis isso mais que tudo, pois queria ser alguém na vida, queria mostrar que estava ali e que, embora com algumas diferenças, era um ser humano como todos os outros. Tinha os seus direitos e também, claro, os seus deveres. Não era nenhum “ coitadinho”, nenhum “ aleijado”, era só mais uma pessoa no mundo, e tinha de ser tratado como tal.
Alguns anos se passaram e Vicente conseguiu fazer jus à sua promessa, tirou o seu curso e hoje trabalha na ONU (Organização das Nações Unidas), onde todos os dias luta e tenta defender os direitos das pessoas, tentando com que a raça, a religião, a deficiência não sejam mais uma forma de discriminação, e que todos tenham os mesmos direitos.
Foi assim que Vicente mostrou a todos o quão importante é o 1º artigo da Declaração Universal dos Direitos do Homem:

“Todas as pessoas nascem livres e iguais em dignidade e direitos. São dotadas de razão e consciência e devem agir em relação umas às outras com espírito de fraternidade.”

Ana Patrícia Fernandes, O Ciclista