Equipa d´O Ciclista

Clube de Jornalismo O Ciclista:

Coordenação: Dra. Graça Matos e Dra. Sara Castela

Dra. Miquelina Melo – Membro Honorário

Endereço de correio eletrónico - cj.eb23anadia@gmail.com

terça-feira, 30 de setembro de 2014

A escrita no nosso quotidiano

No dia 6 de fevereiro do ano letivo transato, os alunos do 9º ano tiveram de realizar o Teste Intermédio de Português e a proposta de escrita que lhes foi apresentada foi a seguinte:
“A expressão escrita ocupa um lugar privilegiado no nosso dia a dia, seja em situações mais formais, como, por exemplo, em contexto de sala de aula, seja em situações mais informais, como, por exemplo, na comunicação que estabelecemos no domínio privado.
Partindo da tua experiência, escreve um texto que pudesse ser divulgado num blogue de turma, no qual expresses o teu ponto de vista sobre a importância da escrita no quotidiano de cada um, apresentando razões e exemplos ilustrativos que sustentem a tua opinião.”
O Ciclista decidiu, assim, dar a conhecer alguns desses textos, através dos quais podemos constatar diversos pontos de vista sobre a importância que a escrita tem no nosso dia a dia.
Achámos ser este o momento adequado, uma vez que as aulas tiveram já o seu início e, mais uma vez, cada um de vós poderá reconhecer que a escrita tem de facto um papel importante nas nossas vidas.
Sara Castela, O Ciclista



A escrita no nosso quotidiano


 Não é novidade para ninguém que a comunicação escrita ocupa um lugar privilegiado no nosso dia à dia.
Na verdade, não é segredo nenhum que as melhores posições, em todas as profissões, são dadas aos melhores comunicadores. De facto, para estar sempre num lugar de destaque é preciso saber-se falar, e principalmente escrever bem. Porém, cada vez mais, a tecnologia vem de mansinho, como se calçasse pantufinhas de lã, ocupar o nosso dia bem como o lugar da nossa querida canetinha que sempre nos acompanhou junto ao seu tão querido e pequeno bloco cor-de-rosa com estrelinhas que a tia Maria nos oferecera quando tínhamos apenas 10 anos.
Desde que entrámos na escolinha primária que o dom da escrita nos foi transmitido como uma dádiva e para os que não compreendem, uma espécie de relíquia e como dádiva que é, devemos estimá-la e acima de tudo tentar aprofundá-la e melhorá-la num processo lento e suave enquanto subimos a escadaria da vida.
Hoje em dia, nós comunicamos cada vez mais através da Internet, e-mail, fax, e telemóvel e para tudo isto precisamos da escrita, porém esquecemo-nos cada vez mais das nossas amigas cartas e dos nossos queridos postais que ocupavam um lugar de destaque e de prestígio no tempo dos nossos avós.
Na realidade, a escrita está presente em qualquer lugar e conseguimos prová-lo quando lemos, por exemplo, o rótulo do nosso iogurte da manhã ou quando escrevemos um bilhetinho para a nossa mãe a dizer o quanto a adoramos ou para ela nos ir buscar à escola. Está presente também em contextos mais formais, como por exemplo, nos processos cuidadosamente alinhados na estante do tribunal ao pé da nossa casa ou no velho quadro de giz que a professora vai cuidadosamente salpicando com aquilo a que chamamos palavras.
Ora, um texto bem escrito pode ser fundamental em muitas situações. O estudante ou profissional, seja ele de que área for, precisa de conhecer bem o seu idioma e as normas de escrita para que assim possa elaborar textos concisos e bem estruturados que transmitam de forma clara o seu objetivo, ponto de vista ou intenção.
 Para mim, a escrita ocupa assim um lugar muito privilegiado no meu pequeno mundo, pois serve de refúgio uma vez que ela nunca me abandona e, independentemente do meu estado de espírito, ela aceita as parvoíces que escrevo e é ela a maior guardiã do mundo encantado dos segredos de adolescentes.
 E como adolescente que sou, apenas te quero lembrar, caro amigo, que, se guardares o amor pela escrita no teu coração e conseguires transmiti-lo a outros jovens, conseguirás mais facilmente ser feliz e aproveitar o melhor que a vida tem.       
Margarida Lagoa, nº 14, 9º A

segunda-feira, 29 de setembro de 2014

A união faz a força!

Hoje em dia, a nossa sociedade está cada vez mais separada, secreta e não existe muita confiança entre as pessoas. Sendo esta uma sociedade dividida, muitas vezes as pessoas apenas manifestam confiança na sua família e ter amigos fiéis começa a tornar-se muito complicado, sobretudo nas idades mais adultas.
Muitas vezes, os amigos, para além da família, dão-nos conselhos importantes para a nossa vida, tais como: um local de trabalho disponível e que seja seguro, isto se estivermos no desemprego; comprar ou não uma casa perto do nosso local de trabalho. Todas estas são informações muito importantes, que nos ajudam a resolver os problemas que vão surgindo na nossa vida. Mas, como já disse, é preciso ter pessoas com quem possamos partilhar essas dúvidas e isso é muito difícil de conseguir.
De facto, nem sempre se conseguem encontrar essas pessoas amigas e solidárias e por vezes nem a família o é, surgindo assim o perigo da pessoa começar a ficar só, abandonada e sem forças, acabando por ficar na solidão. Este problema ataca sobretudo os idosos, que já reformados são deixados pelos filhos nas suas casas e sem ninguém com quem falar e em que possam ter confiança para resolver as suas necessidades.
Outro grande problema é a ameaça de desemprego. Atualmente as pessoas que têm trabalho nunca sabem se, no dia seguinte, ainda o terão. Nos países em crise, muita gente que trabalha ganha o salário mínimo, que só dá para as despesas, e outros nem para as despesas dá, acabando por ser um problema para quem tem encargos com os filhos e não sabem como hão de resolver as situações. Outras pessoas estão no desemprego e, na minha opinião, não devem ter amigos de verdade que lhes possam dizer onde há um emprego seguro, que é difícil de encontrar, mas acredito que muitas vezes conhecemos pessoas que sabem de empregos e nada nos dizem, só por maldade, sendo assim falsas e desumanas, e nós acabamos por emigrar ou então passar fome.
Concluindo, acho que as pessoas deveriam ser mais humanas, unidas e solidárias. Afinal, “a união faz a força!”

Guilherme, 9º C (2013/2014)

domingo, 28 de setembro de 2014

Problemas sociais nos dias de hoje

Hoje em dia, deparamo-nos com muitos problemas no seio da sociedade que tornam sobretudo a população desconfortável e insatisfeita no meio onde vive, pois a cada momento deparamos com pessoas que reclamam constantemente pela vida que levam.
Como cada uma dessas pessoas, eu tenho também a minha opinião acerca dos assuntos que marcam o nosso dia à dia.
 Vejamos, a meu ver, na sociedade dos nossos dias, é cada vez mais frequente a solidão, o que é algo péssimo, pois ninguém gosta de estar sozinho. Infelizmente, o abandono dos idosos está a aumentar, pois quem vive com eles pensa que devido à sua frágil condição física já não são úteis para nada, o que está totalmente errado. Ora, todos nós precisamos sempre de alguém ao nosso lado nem que seja para oferecer o seu ombro amigo.
Os jovens, esses, cada vez se estão a tornar mais individualistas, e pensam que não precisam da ajuda de ninguém.
Outro dos problemas atuais é o da pessoa querer arranjar emprego, algo que está cada vez mais difícil, só os melhores dos melhores é que conseguem, e mesmo assim, nem sei!
Olhando para a realidade que me cerca, acho de facto que o ser humano, nos dias de hoje, com o passar do tempo, está a adquirir piores hábitos e, ao longo do tempo, vai criando assim uma situação desumana, os seus comportamentos são deseducados, devido sobretudo à falta de regras desde criança. Por outro lado, infelizmente, há muitas diferenças entre as pessoas a nível social e a distinção entre elas é cada vez maior principalmente a nível económico, pois criam-se grupos dependendo da qualidade de vida. E sendo assim, dificilmente os problemas sociais terão um fim à vista.
E é assim que caracterizo de forma breve a sociedade de hoje em dia, que de certo modo poderia ser melhor se, com boa vontade, se mudassem muitas das atitudes das pessoas. 
Sofia Ferreira, 9º A (2013/2014)

sábado, 27 de setembro de 2014

Sofrer e fazer sofrer parece ser o lema do Homem

Nos dias de hoje, infelizmente, deparamo-nos com vários problemas sociais, tais como a corrupção; o desemprego; o abandono de idosos; a solidão; a desumanidade, entre outros.
Foi, então, solicitado aos alunos do 9º A e 9º C que, com esta afirmação em mente, construíssem um texto de opinião em que dessem a conhecer a sua visão em relação à sociedade em que vives.
Vejamos, o texto que a seguir vos é apresentado.
Sara Castela, O Ciclista

Sofrer e fazer sofrer parece ser o lema do Homem
A desumanidade, a solidão, a corrupção, o desemprego e o abandono de idosos são temas imortais, que acompanham o Homem ao longo da sua existência. De facto, somos seres capazes das atitudes mais desumanas, egoístas e, por vezes, não olhamos a meios para atingir os fins. Até que nos abram os olhos ou se passe algo no nosso seio familiar somos, na maior parte das vezes, seres incapazes de compreender a vida difícil dos outros, mas como em tudo na vida há sempre exceções que confirmam a regra.
Por exemplo, o isolamento e o desemprego são duas realidades cada vez mais atuais. Na verdade, há cada vez mais pessoas profissionalmente inativas e a sofrerem de solidão e consequentemente cada vez menos gente capaz de ajudar.
Por outro lado, com o decrescente poder de compra e impossibilidade de poupança, há cada vez mais corrupção e idosos a serem abandonados.
Pergunto-me se poderá chamar-se ao Homem um ser racional, quando este afinal é capaz de abandonar idosos, maltratar outras pessoas ou até mesmo praticar a corrupção.
Todos nós desejamos certamente que a maioria das pessoas seja capaz de mudar mentalidades e acabar com a desumanidade, mas isso talvez seja impossível, uma vez que haverá sempre no mundo gente maldosa e indiferente.
Temos então de lutar pela mudança, tornarmo-nos seres racionais e ajudar, porque amanhã podemos ser nós a precisar dessa ajuda. 

Artur, 9º C (2013/2014)

sexta-feira, 26 de setembro de 2014

Amizade à distância

Sendo que a vida tende a ser muito injusta e que, por vezes, nos leva quem mais necessitamos, aqui ando eu, há um ano e meio que não a vejo… Quem é ela?
O seu nome é Marta, a rapariga mais importante da minha vida.
 Marta é uma rapariga um ano mais velha que eu. Conhecia-a no dia em que ela se transferiu para os escuteiros de Anadia. O cabelo dela já foi comprido, agora está curtinho, é alta e magra e muito bonita. Tem uma personalidade muito forte, não desiste de nada, é persistente, simpática, confiante, brincalhona e muito perspicaz. À primeira vista, parece ser agressiva, mas só quem se dá ao trabalho de a conhecer é que percebe o quão querida e meiga ela é.
O nosso último encontro foi num Natal, uma vez que ela veio passar as férias em casa com a família e como a irmã dela é minha madrinha de promessa, planeámos encontrar-nos numa festa de Natal que havia nos escuteiros. Assim que nos vimos, uma alegria enorme apoderou-se de nós e a única coisa que conseguíamos fazer era rir e abraçarmo-nos com muita força (aqueles abraços que só eu e ela tínhamos). Passámos assim toda a noite a revelar as novidades uma à outra.
Este encontro foi mesmo muito importante para mim, pois percebi que afinal tudo o que já tinha pensado sobre ela era mentira. Isto sim é amizade!

Patrícia Figueiredo, 9º C (2013/2014)

quinta-feira, 25 de setembro de 2014

Um reencontro inexplicável

Num certo sonho que tive, estava um belo dia de sol e decidi ir dar uma volta a pé pelo parque perto da minha localidade.
Por detrás de uma árvore com folhas tão reluzentes que pareciam de ouro, estava uma pessoa com umas vestes brancas que com o vento baloiçavam delicadamente. Observei e constatei que era o meu tio. Este não era um tio como os outros, era mais do que isso. Para mim era um avô que me aconselhava, que me chamava a atenção das “coisas” boas e das “coisas” más. Ele tinha sido bispo de Aveiro, era uma pessoa intelectual e com uma experiência de vida extraordinária.
Quando cheguei perto dele, caíram-me algumas lágrimas e dei-lhe o maior e mais prolongado abraço que jamais tinha dado até àquele dia. Ele, em vida, já tinha falecido, mas como eu estava a sonhar nem dei por conta disso. Então, perguntei-lhe:
- Por onde tens andado?
- Estive no mundo do Além, no Paraíso. – respondeu ele de forma suave. E, de seguida, aconselhou-me:
- Aproveita a vida que levas, desfruta-a com quem mais gostas e leva uma vida humilde e simples como sempre a tiveste.
  Conversámos de tudo e mais alguma coisa, mas o que eu queria ouvir era a sua voz meiga e melíflua. De repente, tudo desapareceu e acordei com a luz do sol. Olhei assim para cima e foi nesse momento que percebi que havia sido um sonho, mas bem lá no fundo acreditei que estivera com ele.

Manuel Garruço, 9º A (2013/2014)

quarta-feira, 24 de setembro de 2014

Umas férias de sonho!


Nestas minhas férias de verão, eu e as minhas amigas decidimos ir passar uns dias a Los Angeles, conhecer um novo país, novas culturas e novas pessoas.
Estando já em Los Angeles, num lindo dia de sol, em que a temperatura rondava os 38 graus centígrados, eu e as minhas amigas decidimos ir conhecer Hollywood e queríamos também ver o passeio da fama, onde quase todos os famosos importantes têm uma estrelinha. Porém, a primeira coisa que fizemos foi beber um refresco ao Starbucks e, de seguida, fomos ao tão esperado passeio da fama. Eu tinha passado toda a viagem a dar a conhecer o meu grande sonho que era ver a estrela do meu ator favorito, isto é, o lindo e talentoso Robert Pattinson.
Estando já no local, vi estrelas de muitos atores e cantores, mas não aparecia a que eu mais queria ver. Eu já estava a ficar deprimida e as minhas colegas só gozavam comigo até que ao fundo estava uma linda e grande passadeira vermelha com vários fotógrafos e figuras importantes. Eu e as minhas companheiras não sabíamos o que se estava a passar até destaparem uma estrela e junto a ela estava um homem alto e completamente lindo. Quando ele se virou é que percebi que era o Robert e aquela era a inauguração da sua estrela.
Nesse mesmo instante, eu senti-me desfalecer como se estivesse a viver um sonho que se tinha tornado realidade e a única coisa de que me lembro depois foi ter acordado numa cama de hospital, com uns olhos lindos a olharem para mim. Ele, Robert Pattinson, tinha-me levado um ramo de flores! Nesse momento, ele envergava uma linda camisola azul que condizia com os seus olhos e disse-me: “Olá!”
Estas foram assim as melhores férias da minha vida das quais me vou lembrar sempre!

Mariana Santos Serra, nº 17, 9º A (2013/2014) 

terça-feira, 23 de setembro de 2014

O amor da minha vida

Bem! A história que vos vou contar aconteceu comigo, quando eu ainda era jovem.
Tudo começou, quando eu tinha os meus dezassete anos, momento em que conheci uma rapariga linda, de olhos castanhos cor de mel, cabelo aos caracóis, jogava basquetebol, logo, era alta. Como ela era da minha turma, nós dávamo-nos muito bem, podia dizer-se até que havia uma química entre nós.
Entretanto, quando as aulas estavam já a acabar, ou seja, no final do ano letivo, combinámos juntamente com um casal nosso amigo ir passar umas férias no Algarve. Pelo caminho, íamos muito sentimentais um com o outro. Assim que lá chegámos, montámos as tendas e fomos ver o pôr do sol à praia. Estando ambos sozinhos, senti coragem e comentei com ela:
-Sabes… sinto que, de facto, és perfeita.
-Não sou nada! - exclamou ela, envergonhada.
-És sim e mesmo que não fosses, eu ia amar-te de igual forma! - disse eu. aproximando-me  dela e beijando-a.
A partir desse momento, começámos a namorar e decidimos apresentar as nossas famílias um ao outro. Passados uns anos, começámos a viver juntos e fomos construindo a nossa vida.
Esta, sim, foi a pessoa que mais me marcou na vida, pois continuamos juntos e hoje já temos filhos e até netos e o mais importante é que ela esteja ao meu lado, em qualquer situação e a qualquer hora!              

João Melo, 9º C (2013/2014)

segunda-feira, 22 de setembro de 2014

Um sonho tornado realidade

Nas férias de verão, finalmente eu ia realizar o meu sonho que era ir a Londres, aonde eu sempre desejei muito ir, porque assim poderia vir a conhecer a minha banda favorita que são os “One Direction”.
   Na verdade, eu estava ansiosa por ir, pois a probabilidade de os conhecer era muita, uma vez que eles vivem lá, e ia estar hospedada num hotel no centro da cidade durante quinze dias.
   Eis, então, que chegou o dia tão esperado. E estando já em Londres, adorei ver a cidade pela primeira vez. Entretanto, fui conhecendo a cidade e os dias foram passando e eu já tinha visto praticamente tudo, como o Big Ben, a famosa roda gigante e até já tinha conhecido muitos famosos, mas ainda não tinha visto os “One Direction” que era o que eu mais queria no mundo. Poder conhecer o Louis, o Zayn, o Niall, o Liam e o Harry que para mim são e serão sempre os meus heróis. De facto, sentir-me-ia a pessoa mais feliz do mundo, se os conhecesse pessoalmente. Decidi, então, consultar o Twitter, o Facebook e o resto das redes sociais e soube que eles durante as minhas férias em Londres estiveram precisamente em Portugal de férias. Fiquei muito triste e desiludida, pois tinha esperado tanto para me encontrar com eles no seu país e isso iria ser impossível.
  Infelizmente, as férias estavam a acabar. Tive de ir assim para o aeroporto para voltar para Portugal e no preciso momento em que ia para o avião, eu vi os “One Direction” a sair desse mesmo avião. Afinal tinham-me feito uma surpresa, porque uma amiga minha lhes tinha pedido, quando os viu em Portugal, que me surpreendessem e, de facto, esse sim foi o melhor dia da minha vida, porque finalmente pude vê-los realmente e, a partir desse dia, estive sempre em contacto com eles e alguns anos depois, fui para Hollywood, onde me tornei atriz e, no final, acabei por me casar com o Harry Styles.     
                                           Sandra Duarte, 9º A (2013/2014)

domingo, 21 de setembro de 2014

Heróis da nossa vida

Atualmente, através dos livros e dos filmes, todos nós, leitores, conhecemos personagens que nunca esquecemos e que, frequentemente, passamos a considerar heróis da nossa vida. O mesmo poderá acontecer na vida real. Na verdade, por vezes, conhecemos pessoas que nos deixam profundas marcas.
Foi assim pedido aos alunos do 9ºA e 9ºC, no ano letivo transato, que criassem um texto narrativo, imaginando que, num belo dia, encontravam uma das suas personagens preferidas ou alguém real que os tivesse marcado profundamente.
  O Ciclista decidiu dar-vos a conhecer seis desses textos.
Sara Castela, O Ciclista

Um encontro inesperado


Certo dia, estava eu a caminho da escola quando encontrei umas das minhas personagens preferidas, era o Tintim. Rapaz de estatura média, cabelo claro com uma pequena crista e vinha acompanhado pelo Milu, o seu cão.
Eu estava com pressa para ir para escola e não podia ficar ali a conversar com ele. Então, decidimos encontrar-nos no parque depois das aulas, aí já poderíamos conversar com mais calma.
Mal deu o toque de saída, corri de imediato para o parque para me encontrar com o Tintim, mas ele não estava lá. Então, eu esperei, esperei e nada, até que me lembrei que o poderia contactar, pois ele tinha-me dado o seu número de telemóvel caso houvesse algum problema. Entretanto, após uma tarde de espera no parque, cheguei finalmente a casa. Assim que entrei, fui abordado pela minha mãe que me perguntou onde tinha andado. Menti-lhe dizendo que estivera em casa de um amigo a fazer os trabalhos da escola. Dito isto, corri de imediato para o meu quarto, liguei ao Tintim e consegui finalmente falar com ele que me pediu desculpa por não ter aparecido no parque, mas não disse os motivos. Deduzi logo que ficara a investigar algo, pois essa era a vida dele. Pensei que talvez o pudesse ajudar. Como tal, falei com ele e perguntei-lhe se ele gostaria de ter um companheiro de aventuras e qual foi o meu espanto, quando ele disse que sim.
A partir desse dia, começámos a trabalhar juntos. Foram assim aventuras atrás de aventuras pelas quais eu e o meu amigo Tintim passámos.

Germano António Lopes Ribeiro, 9º C (2013/2014)

sábado, 20 de setembro de 2014

Alimentação e Atividade Física


Anda muito e nada bem,
Come bem e com qualidade,
Se queres ter um futuro bom,
E prolongar a idade!

Sofia Pedrosa, 10º B

sexta-feira, 19 de setembro de 2014

Educação Sexual em Meio Escolar



Pensa antes de agires.
Cuidado com o parceiro.
A SIDA não tem revés.
A tua saúde está primeiro!

Adriana Matos, 10º B

quinta-feira, 18 de setembro de 2014

Saúde Mental - Prevenção da Violência em Meio Escolar

Segurança Infantil
Apesar de grande parte da população considerar que o termo saudável apenas se aplica ao bem-estar físico, também a saúde mental é um fator muito importante para este conceito.
Cada vez mais as nossas escolas se enchem de bullies que procuram as próximas vítimas a cada instante. Como estudante que sou, reconheço que embora o “bullying”, a horrível palavra que nos preenche os dias, seja cada vez mais visível nas escolas, também existe informação sobre como agir em casos destes.
Sei que apesar destas grandes palestras que nos enchem as manhãs ou as tardes serem muito esclarecedoras, a parte mais importante continua a ser a prática e muitas vezes a teoria não se aplica.
É um problema que cada vez mais se agrava e vai contribuir para um desequilíbrio mental das nossas crianças. Na generalidade, os que supostamente estão por perto para nos ajudar nestas situações não veem tudo, por isso cabe-nos a nós, meros espectadores, atuar e colocar um travão nesta situação.
Ajuda alguém a dizer NÃO! E, se esse alguém és tu, impõe a tua posição e nega este abuso, porque, no fim, sentir-te-ás muito melhor.

Margarida Costa Pereira, 10º B
Nota: Imagem adaptada da Internet.

quarta-feira, 17 de setembro de 2014

Higiene Oral

Para dentes brancos possuíres,
Há certos caminhos para seguires…
Uma escova de dentes e elixir bucal,
E também podes usar fio dental!
Ei, vocês! Meninos comilões!
Os doces fazem mal a cada dentinho,
Optem por beber pacotes de leitinho,
E comer fruta, por exemplo: melões!
Há muitas maneiras
De ter uma boa higiene oral.
Mas lavar os dentes e comer bem?
É crucial!       

Ana Neta, 9º E

terça-feira, 16 de setembro de 2014

Nas vésperas dos 70 anos da UNESCO – 1945




Celebremos o Património Mundial Português
Mosteiro de Santa Maria da Vitória
- Mosteiro da Batalha -

O Mosteiro de Santa Maria da Vitória, também designado Mosteiro da Batalha resultou do cumprimento de uma promessa feita pelo rei D. João I, em agradecimento pela vitória na batalha de Aljubarrota, travada em 14 de agosto de 1385 contra os espanhóis, que lhe assegurou o trono e garantiu a independência de Portugal.
As obras prolongaram-se por mais de 150 anos, através de várias fases de construção. Por demorar tanto tempo o Mosteiro apresenta vários estilos arquitetónicos, sendo predominante o gótico. No entanto apresenta já alguns aspetos do estilo manuelino. Vários acrescentos foram introduzidos ao projeto inicial, resultando num vasto mosteiro que apresenta como partes essenciais: uma igreja, dois claustros, dois panteões reais, a Capela do Fundador e as Capelas Imperfeitas.
D. João I doou-o à ordem de S. Domingos. Nele se encontram os túmulos de D. João I, D. Filipa de Lencastre e dos filhos de ambos, bem como os de D. Duarte e de D. Leonor.
O Mosteiro esteve na posse dos dominicanos até à extinção das ordens religiosas em 1834. Hoje está na dependência do IGESPAR, assumindo-se como um espaço cultural, turístico e devocional.
Monumento nacional, integra a Lista do Património da Humanidade definida pela UNESCO, desde 1983.
 Sabe-se que o mosteiro não foi construído no local onde se deu a batalha, encontra-se num vale onde, a abundância de água, era um elemento fundamental para a vida dos religiosos dominicanos que o habitariam.
Ligado a este Mosteiro está a lenda da abóbada do Mosteiro, que deve ser recordada:
Estávamos em 6 de Janeiro de 1401, e o povo deslocava-se ao Mosteiro de Santa Maria da Vitória, para assistir ao Auto de Celebração dos Reis que teria a presença de D. João I. O Mosteiro, nesta altura ainda não se encontrava concluído, e o seu autor era o arquiteto Afonso Domingues, cuja idade avançada e cegueira tinham levado o rei a afastá-lo da grande obra. A sua conclusão tinha passado para as mãos de um irlandês, o mestre Huguet, mas Afonso Domingues não se conformava com o facto de o rei lhe ter retirado a direção daquela obra de arte.
D. João I vinha desejoso de visitar a Casa do Capítulo do Mosteiro que o mestre Huguet tinha recentemente concluído, seguindo o traçado do projeto de Afonso Domingues à exceção da abóbada que cobria a dita sala. Na opinião do mestre irlandês, seria impossível concretizar a abóbada imaginada por Afonso Domingues por esta ser muito achatada e, sem consultar o mestre português, decidiu concluí-la de outra forma. Como D. João I tinha chegado atrasado, o Auto dos Reis celebrou-se na igreja, deixando a visita da Casa do Capítulo para o dia seguinte. E em boa hora o fez.
Estava no Capítulo o irlandês Huguet, elogiando a construção da sua abóbada face à do mestre português, quando reparou com horror nas fendas que se abriam na abóbada e que ameaçavam a sua queda. Huguet correu para igreja como um possesso, dizendo, que o mestre Afonso Domingues lhe tinha enfeitiçado o trabalho. Huguet caiu desmaiado ao mesmo tempo que um tremendo estrondo anunciava a queda da abóbada da contígua Casa do Capítulo, apenas 24 horas depois de ter sido concluída. El-Rei D. João I chamou então Afonso Domingues à sua presença e nomeou-o novamente mestre das obras do mosteiro, pondo o irlandês sob as suas ordens. A construção da abóbada foi então retomada, agora seguindo o seu primitivo traçado.
Chegou assim o grande dia em que foram retiradas as traves que sustentavam a abóbada. Apenas foi deixada no centro da sala uma pedra onde ficou sentado Afonso Domingues, que prometeu a Cristo que ali ficaria três dias sem comer e beber para provar qua a abóbada não cairia. A abóbada não caiu e o velho mestre ficou sentado naquela pedra cumprindo o voto que tinha feito a Cristo. Ao fim do terceiro dia, El-Rei recebeu a triste notícia de que o grande arquiteto português tinha morrido e antes dissera as seguintes palavras "A abóbada não caiu… a abóbada não cairá!". Da pedra sobre a qual Afonso Domingues acabou os seus dias foi esculpida uma escultura em sua memória, que foi colocada na Casa do Capítulo, honrando assim um dos maiores mestres arquitetos de todos os tempos.

Trabalho elaborado pelas alunas
Ana Lúcia Amaral (9ºE)
Ana Luísa Santos (9ºE)
Revisão da profª. Teresa C.

segunda-feira, 15 de setembro de 2014

Início das aulas

Mais um ano letivo. Para alguns o início de uma nova caminhada. Para outros a continuação de um percurso já iniciado. Mas, quer o tenham feito há muito ou há pouco tempo, este é sempre um ótimo momento para se proceder a uma reflexão. Por isso, deixo para todos um “pensamento” de Charles Chaplin:
Que os vossos esforços desafiem as impossibilidades, lembrai-vos de que as grandes coisas do Homem foram conquistadas do que parecia impossível.”
Em nome de toda a Equipa d'O Ciclista desejo a toda a Comunidade Educativa um bom ano letivo.
Bem-vindos àqueles que o fazem pela primeira vez.
Bom regresso para todos os outros.

Graça Matos, Equipa d’O Ciclista 

domingo, 14 de setembro de 2014

Ler é uma Festa

O conto “Ler é uma Festa”, escrito pela aluna e nossa jornalista, Sofia Pedrosa, foi um dos textos enviados para o Concurso «Ler é uma Festa». Este concurso foi uma iniciativa do Plano Nacional de Leitura, em parceria com o Banco Popular, e enquadrou-se na 8ª Edição da Semana da Leitura cujo tema foi a Língua Portuguesa.

sábado, 13 de setembro de 2014

O Menino Com Guelras


O Conto "Menino com Guelras O" was apresentado AO concurso "Quem Conta hum conto ... AO Modo de Saramago? ", promovido Pelo Plano Nacional de Leitura.

sexta-feira, 12 de setembro de 2014

quinta-feira, 11 de setembro de 2014

Receção aos alunos

12 de setembro de 2014

Educação Pré-escolar
10H 30m
1º Ciclo
9H 00m
2º Ciclo
9H 00m
3º Ciclo
10H 30m
10º Ano
9H 00m

2º Ciclo – 9H00m
Escola Básica nº 2 de Anadia

Ano / Turma
Sala
5A
D1
5B
D2
5C
D6
5D
EVTD
5E
D3
5F
D4
6A
D5
6B
LD
6C
LC
6D
C5
6E
C4
6F
C3
6G
EVTC



Escola Básica nº 2 de Vilarinho do Bairro

Ano / Turma
Sala
5A-VB
5
6A-VB
6
6B-VB
7

3º Ciclo – 10H 30m

Escola Básica nº 2 de Anadia

Ano / Turma
Sala
7A
EVC
7B
C2
7C
C1
7D
B1
7E
EVB
7F
EVTB
8A
B3
8B
B4
8C
B5
8D
LB
8E
M1
8F-Voc
InfA


Escola Básica nº 2 de Vilarinho do Bairro

Ano / Turma
Sala
7A-VB
EVT1
7B-VB
EVT2
7C-VB
CN1
8A-VB
CN2
8B-VB
1
8C-VB
2
8D-VB-Voc
3
9A-VB
8
9B-VB
9
9C-VB
EV1

Escola Básica e Secundária de Anadia

3º Ciclo – 10H 30m

Ano / Turma
Sala
9A
1
9B
2
9C
3
9D
4
9E
5
9F
7
9G-Voc
8
9H-Voc
9
9I-Cef
10
10º Ano – 9H00m


Ano / Turma
Sala
10A
11
10B
12
10C
13
10D
14
10E
15