Equipa d´O Ciclista

Clube de Jornalismo O Ciclista:

Coordenação: Dra. Graça Matos e Dra. Sara Castela

Dra. Miquelina Melo – Membro Honorário

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sábado, 31 de janeiro de 2015

A amizade

A amizade é um sentimento que todos acabam por cultivar, seja com maior ou menor intensidade. Na verdade, cada pessoa tem um melhor amigo ou alguém que se destaca no seu grupo de amigos.
  
A amizade é, sem dúvida, algo de bom, porque através dela podemos aprender muitas coisas, tais como a maneira de lidar com outros tipos de pessoas mesmo que os seus defeitos sejam mais ou menos complicados. Por outro lado, a amizade proporciona-nos alegria e bem-estar no convívio uns com os outros e não podemos ignorar que é sempre bom ter um amigo seja para desabafar ou para passar o tempo, quando não há nada de importante para fazer.
Porém, não podemos ignorar que a amizade, às vezes, é posta de parte, quando as pessoas se envolvem em disputas, seja de dinheiro, seja de promoção no emprego ou em outras situações. Claro que cada um de nós tem um melhor amigo ou uma pessoa que se destaca pela atenção que nos dá ou pela ajuda que nos fornece, quando estamos em dificuldades oferecendo assim o seu ombro amigo a fim de cuidar de nós. E isso, sim, é de valorizar.
Reconheço assim que as vantagens de ter um melhor amigo são muitas. E é, pois, por estas e por outras razões que a amizade é uma das melhores coisas da vida.  

Joel Gonçalo Ferreira, nº 5, 9º C – Vilarinho

quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

A amizade

A amizade é um sentimento deveras importante na vida e tem a capacidade de originar outros sentimentos como o amor, o ódio, entre outros.
Eu acredito assim que, na amizade, todos temos que cooperar, todos temos que demonstrar ser fiéis para com aqueles que nos rodeiam e tudo o resto que compete à amizade.
A amizade foi e é muito importante na minha vida e na de toda a gente, uma vez que com ela passamos muitos momentos, uns bons e outros maus. E, se pensarmos bem, ajuda-nos quase sempre a perceber o que está bem e o que está mal, porque quem é nosso amigo quer o nosso melhor tal como nós queremos o dele. Por vezes, é ele que nos ajuda quando estamos em baixo emocional ou fisicamente e, na verdade, esse apoio que nos é dado conta muito.
Certo dia, houve alguém, meu conhecido, que estava muito triste porque a pessoa de que ele mais gostava lhe tinha dito que a relação deles já não podia continuar, é claro que essa pessoa ficou muito triste e, se não fosse pelos seus amigos, ele teria ficado ainda muito mais desolado e desesperado, sem rumo na vida. Está, então, aqui um exemplo de como a amizade é importante na vida do ser humano.
Por outro lado, tal como nós, a amizade relaciona-se com todos os sentimentos entre os quais, o ódio, o amor, a angústia e, na minha opinião, cada um deles completa o outro, por isso há as chamadas ‘’ amizades coloridas’’ e os ‘’ódios amorosos’’.
E é assim a amizade na minha vida e, a meu ver, na vida de todos. Por vezes angustia, andando nós tristes e outras vezes alegra, andando nós felizes, pois, é assim que ela é.

Pedro Louro, nº 14, 9º C – Vilarinho

quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

O Mistério da Amizade

Neste meu pequeno texto, vou falar-vos da amizade. Aliás, do que penso sobre este sentimento que surge no coração das pessoas e que, a meu ver, é indubitavelmente maravilhoso.
Para mim, a amizade é de facto algo muito importante na nossa vida. Está, pois, mais que comprovado que o ser humano não consegue viver sozinho, e muito menos viver sem felicidade, sem amor. A amizade é assim, no meu ponto de vista, um sentimento lindíssimo, forte, que faz frente a qualquer tempestade, permitindo cultivar sentimentos como a harmonia, a felicidade, o amor, a união, entre outros.
Eu, pessoalmente, estabeleço facilmente relações de amizade com várias pessoas. Porém, duas das que eu considero mais importantes no meu dia a dia são duas simples e fiéis amigas, e que são a Márcia e a Inês.
Para mim a amizade, para além de ser uma ligação entre as pessoas, uma ligação que não se vê, não se pode agarrar, apesar de, quando esta é forte, nos agarramos a ela com toda a nossa força, é também uma relação que se sente nos nossos frágeis corações, que também sofrem, quando algo está mal. Sofrem como se fôssemos apunhalados. Sim! Uma vez que nem tudo numa amizade é perfeito. Como tudo na vida, tem os seus altos e baixos mas, como é de amizade que se trata, tudo passa.
Para finalizar, vou apenas dizer que a amizade é um misto de emoções, que nos põe à prova várias vezes até mas, se realmente criamos com lealdade este sentimento com alguém, ultrapassamos tudo o que nos surge como obstáculos. Sendo assim, a chave da amizade é dar e receber, saber ouvir e saber dizer o que for preciso a quem nós consideramos ser nosso verdadeiro amigo.

Andreia Lopes, nº 3, 9º A – Vilarinho

terça-feira, 27 de janeiro de 2015

Relações

É um facto bem visível que a amizade e a confiança apresentam muitas semelhanças. Geralmente andam sempre entrelaçadas, pois não há amizade verdadeira sem confiança nem verdadeiramente confiança sem amizade.
Os sentimentos e as pessoas têm algo em comum: a mudança. Nem todas as amizades ou relacionamentos duram para sempre. Para sempre é muito tempo, mas não é razão para dizer que a vida é muito curta, uma vez que o nosso tempo de vida é muito curto e de facto, o nosso tempo de vida será o único que estaremos aptos a viver.
Durante esse tempo, conhecemos pessoas, criamos ligações. Tornamo-nos pontos dependentes de linhas. Essas ligações são, nada mais, nada menos, que um enlace ou um cruzamento de linhas. Por sua vez, estas linhas, estes fios podem ser fortes e suportar os anos e guardar histórias ou então fracas e às quais basta um sopro para se separarem, para se partirem, para desaparecerem. É assim que eu vejo as relações de amizade, de confiança, de ambas ou de outras.
Atualmente, estas relações já não são fios sólidos. A maioria depende de imagens, de um ecrã e de um teclado. Fios assim quebram-se a toda a hora e o porquê é bastante simples: relações como essas consistem em fios transparentes. Como se pode amar, manter ou cuidar de algo que não existe concretamente, sendo de fios transparentes?
Em conclusão, a amizade, a confiança e outros valores preciosos no ser humano desapareceram há muito. Desde que a imagem passou a valer mais que a palavra e a personalidade menos do que a pessoa…

Beatriz Agante de Almeida, nº 7, 9º E

segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

A Amizade

A amizade é um sentimento que eu e muitas outras pessoas procuram cultivar no seu dia a dia.
Eu, por exemplo, conheço uma amiga há nove anos e entre nós nunca houve zangas nem aborrecimentos, aliás, nós sempre nos demos muito bem. Sendo assim, perante os momentos que eu já vivi com ela, reconheço que a amizade não serve só para dizermos que temos muitos amigos, serve também para ter confiança na pessoa em causa, dar conselhos, ou até mesmo para ajudar os nossos amigos em tudo o que for preciso, fazendo assim de tudo o que está ao nosso alcance para tornar a nossa amizade cada vez mais sólida.
Já me perguntaram se tinha muitos amigos, eu respondi talvez sim ou talvez não, porque não sei se as pessoas que dizem que são minhas amigas as são por interesse ou por sentirem esse sentimento a que damos o nome de amizade.
Há pessoas que dizem que sentem uma grande amizade pela outra pessoa mas, dizendo a verdade, acho que não passa de uma grande farsa, porque há aqueles momentos em que é preciso ter um amigo por perto para nos ajudar devido a qualquer problema ou até mesmo para desabafar e essas pessoas não querem saber de nós.
A meu ver, esses seres não são amigos verdadeiros, porque amigos verdadeiros são aqueles que querem ajudar, percebendo assim o que se passa na realidade, mesmo quando é uma questão familiar e principalmente alertar a pessoa se está a ir por bons ou até maus caminhos.
Em suma, para mim ter uma boa amizade é sentir que a pessoa confia em nós ou nós podermos confiar nela, é ajudar quando for possível, e o principal, é levá-la para um bom caminho, no caso de estar a enveredar por caminhos tortuosos.

Mariana Abreu, nº 15, 9º E

domingo, 25 de janeiro de 2015

A importância da amizade

A amizade é um sentimento que está muito presente na vida do ser humano e sendo os nossos alunos jovens adolescentes, para os quais este sentimento é de facto muito importante no seu dia a dia, foi-lhes assim pedido que escrevessem um pequeno texto a fim de poderem expressar a sua opinião sobre este tema. Eis, então, alguns desses textos que vos vamos dar a conhecer.

A importância da amizade

 Na vida, a amizade tem vários significados, por vezes uns mais importantes do que outros. E, claro, para criarmos uma boa amizade necessitamos de ter amigos especiais.
 Na minha opinião, para se ter um boa amizade é necessário estar junto de quem consideramos ser nosso verdadeiro amigo, quer nos momentos bons quer nos maus e criticar de forma construtiva sempre que a situação assim é exigida. Durante a minha vida até agora, já passei por momentos em que pensava que aquela amizade nunca iria acabar e, de um momento para o outro, as pessoas desiludiram-me. Mas, à medida que vou passando pela experiência de ver quem são as pessoas em quem posso ou não confiar, também vou ganhando a maturidade de fazer as minhas escolhas.
 Geralmente passo a vida a ouvir dos meus colegas que têm muitos amigos, e que nunca se vão aborrecer com eles e isto e aquilo, mas passado algum tempo já nem se falam e, por vezes, são procurados por pessoas que menos esperam, sendo estas as que lhes dão o maior apoio. E isto, de facto, dá que pensar.
 Hoje, eu sei que tenho amigos espetaculares que nunca me vão abandonar e que, por mais que eu precise deles, eles vão lá estar. Apesar de as nossas vidas nos separarem, sei que nunca vamos perder o contacto e para mim, isso sim é uma amizade para toda a vida ou pelo menos para uma parte dela.

Ana Rita Silva, nº 2, 9º A – Vilarinho

sábado, 24 de janeiro de 2015

O Poder das Palavras

As palavras, que são apenas letras ligadas entre si, com diversos significados, têm um enorme poder em nós.
A meu ver, as palavras têm o poder de nos conseguir fazer viajar para mundos imaginários, criados por nós, onde reinam, por exemplo, as guloseimas; conseguem ainda levar-nos para lugares distantes, onde podemos ter a sorte de conhecer o nosso ator favorito.
As palavras fazem-nos assim sonhar. Mas porquê?
Porque é que as palavras têm esse poder em nós?
Se refletirmos na situação, quando escrevemos algo, importante e sentido, deixamo-nos envolver nelas. As ideias correm e as palavras surgem, é como uma dança no papel. E envolvemo-nos de tal maneira que, por vezes, não conseguimos parar de escrever, nem o queremos fazer. E isto pode de facto acontecer, porque muitas pessoas encontram na escrita uma fuga à nossa vida, ao nosso mundo.
Na verdade, as palavras transportam-nos para lugares remotos, para ações que podemos ou não ter feito, para momentos e sentimentos inesquecíveis, que correspondem a recordações vividas unicamente por nós.
Basicamente, as palavras levam-nos ao nosso próprio mundo, ao nosso “cantinho” onde tudo é perfeito e somos felizes.
Andreia Lopes, nº 3, 9º A - Vilarinho



sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

O poder das palavras

A palavra…
Muitas vezes, usamos as palavras sem pensar no que estamos a dizer.
Acima de tudo, acho que as palavras que dizemos devem ser verdadeiras.
As palavras devem, de facto, tocar no coração de alguém. Por outro lado, devemos saber como as usar e em que momentos as devemos realmente usar.
Na verdade, as palavras têm aquele poder de fazer sentir uma pessoa muito feliz mas, ao mesmo tempo, têm o poder de magoar e partir o coração de alguém. Isso só acontece quando não sabemos usar as palavras corretamente e quando não pensamos no que vamos dizer.
Em suma, se pensarmos e refletirmos bem, percebemos que as palavras têm um papel muito importante e especial nas nossas vidas.

Soraia Ferreira, nº 17, 9º A - Vilarinho

quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

A Nossa Geração

Atualmente, a nossa geração é obcecada pela ideia de perfeição. A sociedade consumiu-nos com a ideia de como estamos destinados a ser. No início era o conceito de magro, atualmente é de esquelético. Por isso, pergunto-me o que será depois?
Na verdade, somos influenciados por termos, que nem sequer são palavras reais, como “lol”, “swag” ou “yolo”. Vemos celebridades que são viciadas em fama, drogas e dinheiro. Elas, por sua vez, ensinam-nos coisas como violência ou romances falhados em jeito de frases inspiradoras. Por outro lado, as letras de determinadas músicas tornaram-se agressivas, vulgares e discriminadoras. E serão mesmo estes os critérios que queremos seguir?
Nas escolas, por exemplo, estamos rodeados de grupos de alunos que se odeiam mas, no entanto, fingem ser amigos. Tudo isto, então, faz com que os estabelecimentos de ensino deixem de ser um espaço para aprender, tornando-se assim num espaço onde apenas se dá importância a passar, a falhar, às aparências e àqueles com que tu te rodeias.
Vivemos, pois, numa geração controlada por “screenshots”, “tweets”, “favoritos” e “likes”. As pessoas já não namoram. Criam “cenas” e encontros. Criam-se amizades nas redes sociais que começam por mensagens, evoluem para conversas, apanham sentimentos e acabam como estranhos. Há muito que esta geração perdeu o significado de romance e lançam-se ao ar expressões como “amo-te” como se fossem um “olá!”
As pessoas julgam-nos. Até aquelas que conhecemos. Estamos assim suscetíveis a tudo isso.
Esta geração confia em álcool, drogas e festas. Esta geração bebe para se embebedar e sofre as consequências como mensagens, encontros, condução e decisões bêbadas. Por sua vez, as drogas são demasiado fáceis de encontrar, quer estejamos stressados, sozinhos, felizes ou aborrecidos. As festas já não são para celebrar. São sim feitas para shots, fumar ou jogos.
Na minha opinião, a nossa geração tentou crescer depressa demais. As pessoas já não falam, estão mascaradas por computadores ou por ecrãs de telemóvel. Os confrontos transformaram-se em cento e quarenta carateres, em textos, em mensagens, em estados. E, se tivermos sorte, em uma chamada telefónica.
As campainhas já não tocam. Enviam-se mensagens a dizer “aqui” em vez de se ser ignorado fisicamente. Passa a mensagem lida. Dói não receber mensagens, pois isso também é uma mensagem.
As tecnologias arruinaram assim o nosso lado aventureiro. Já não saímos quando chove porque vamos arruinar o iPhone, já não vamos acampar porque o serviço de rede não está disponível. Não nos aventuramos além-fronteiras sem os nossos dispositivos eletrónicos. Os adolescentes desta geração são assim viciados em objetos superficiais como iPads, iPhones ou tablets. Estes, por sua vez, substituem as atividades ao ar livre por aplicações de download fácil e gratuito. 
Os pais queixam-se, lamentam-se e criticam esta nossa geração por ser confusa e “desarrumada”. Mas, acima de tudo, criticam a maneira como desperdiçamos a nossa juventude.  
Beatriz Agante de Almeida, nº 7, 9º E


quarta-feira, 21 de janeiro de 2015

Projeto BiblioEscola / Presença de Teresa Calçada

Presença da Dr.ª Teresa Calçada, ex. Coordenadora do Gabinete da Rede de Bibliotecas Escolas, no lançamento da 7ª Edição do Projeto BiblioEscola, dia 03 de Novembro, no Centro Escolar de Paredes do Bairro.

"Este projecto de promoção do livro e da leitura do Município de Anadia consiste em levar livros recomendados pelo Plano Nacional de Leitura, disponibilizados pela Biblioteca Municipal de Anadia, a todos os alunos que frequentem o ensino Pré-Escolar e o 1º Ciclo do Ensino Básico nos Estabelecimentos de Ensino do Município de Anadia.
Nesta edição, a Câmara Municipal de Anadia contou com o apoio da Universidade Sénior da Curia, através do projeto Voluntários de Leitura, uma iniciativa promovida pelo CITI – Universidade Nova de Lisboa em parceria com a AVL – Associação para o Voluntariado de Leitura, que se destina a potenciar o desenvolvimento de uma rede nacional de voluntariado na área da promoção da leitura"

Noémia Lopes, Professora Bibliotecária EB nº 2 de VB

terça-feira, 20 de janeiro de 2015

Teatro debate

No dia 24 de novembro de 2014, numa segunda-feira, realizou-se, na Casa do Povo de Vilarinho do Bairro, uma atividade para todas as turmas do 8º ano de escolaridade e, mais tarde, devido à existência de mais vagas não preenchidas, também foi solicitada a presença de alguns alunos do 9º ano. Esta atividade esteve a cargo do grupo USINA que apresentou uma peça teatro debate intitulada: “Nem muito simples… nem demasiado complicado”.
Certamente, os nossos leitores, neste momento, devem estar a questionar-se: “O que é um teatro debate?”.
Uma sessão de debate teatral inicia-se pela representação de uma peça de teatro composta por pequenas histórias relacionadas com temáticas específicas, que reproduzem situações comuns no dia a dia, neste caso, dos adolescentes. Após a representação da peça, com a duração de aproximadamente trinta minutos, foram escolhidas algumas situações que foram novamente apresentadas. Desta vez, os jovens presentes intervieram quando acharam que deviam, colocaram assim as suas propostas de atuação, os seus caminhos, as suas abordagens, procurando em palco explorar de forma diferente as situações problemáticas com que se foram deparando. Esta segunda parte passou-se num tempo limitado, cerca de noventa minutos. Interpretou a peça uma equipa de dois ou três atores, conforme o tema, acompanhados por um moderador que apresentou o espetáculo e, claro está, moderou o debate.
Eis as cenas que nos foram apresentadas:
Cena 1: O primeiro passo.
Tema: Iniciar uma relação.
Hugo e Luísa já se viram nos corredores da escola. A sua timidez torna difícil a primeira conversa. Para que haja uma relação é preciso que haja um encontro. Mas para haver um encontro é preciso que alguém dê o primeiro passo.
Resolução: Para haver um encontro é preciso alguém dar o primeiro passo.

Cena 2: Uma questão de equilíbrio.
Tema: Gestão da relação.
Numa relação nem sempre é simples encontrar o seu espaço e saber respeitar o espaço do outro. Joana e Luís já namoram mas ele não gosta da maneira de vestir dela e ela é muito ciumenta. Como resolver esta situação? Talvez seja tudo uma questão de equilíbrio.
Resolução: Os dois devem sentir um pouco de ciúmes um do outro. Mas quando ela se veste de uma certa forma ele devia pensar que era para o agradar, ou vice-versa.

Cena3: Como sair desta?
Tema: Como terminar uma relação.
Começar uma relação é uma coisa, terminá-la acarreta outros problemas. Sobretudo quando se quer magoar o outro. Este é o dilema do Diogo em relação à Patrícia. Ela está muito apaixonada, mas com ele as coisas são um pouco diferentes.
Resolução: Ninguém pode forçar nada a ninguém, os dois devem ter o mesmo poder e mandarem da mesma forma.

Cena 4: Uma ocasião especial.
Tema: Início da sexualidade.
Pela primeira vez, desde que começaram a namorar, o Miguel e a Marta têm a oportunidade de passarem a noite juntos. O Miguel deseja-o muito, mas a Marta não se sente ainda preparada. O que se irá passar?
Resolução: Devem esperar o tempo que for necessário, mas propriamente até aos dois se sentirem preparados.

Cena 5: A primeira vez.
Tema: Dúvidas e questões sobre a relação sexual.
João e Rita estão numa festa! E nessa festa existem muitos quartos vagos no andar de cima. Mas e se “ele não gosta do meu corpo?” e se “ela não gostar das minhas carícias?”. Como propor o preservativo? O que fazer com todas estas dúvidas?
Resolução: Antes de ter uma relação sexual deviam ter uma conversa sobre o uso de produtos contracetivos (preservativos, entre outros).

Cena 6: A cada um o seu papel.
Tema: Contraceção.
A dois partilha-se tudo ou será que numa relação cada um tem o seu papel? Após o rompimento do preservativo durante uma relação, Paulo e Teresa são postos perante a necessidade de encarar o risco de uma gravidez não desejada e a questão da contraceção de emergência.
Resolução: Há certas coisas que durante a relação não devem ser partilhadas, mas a maior parte deve ser partilhado.

Cena 7: À beira-mar.
Tema: Infidelidade e doenças sexualmente transmissíveis.
João e Carolina já namoram há algum tempo e têm plena confiança um no outro. Já fizeram análises e já sabem que está tudo bem. Decidiram deixar de usar o preservativo e Carolina toma a pílula. Estão agora a passar férias juntos pela primeira vez, mas Carolina está um pouco estranha. O que fazer quando não se tem coragem de contar coisas muito importantes às pessoas que mais amamos?
Resolução: O rapaz deve-se preocupar com o que se passa com a companheira, ou vice-versa.

Perante o exposto, constatamos que numa relação a dois há muitos aspetos que se devem ter em conta. E, em qualquer uma das situações acima apresentadas, concluímos que o diálogo entre ambos é o elo principal que vai permitir que, numa relação, reine o respeito, a honestidade, a liberdade de opção e decisão e a responsabilidade.
Rúben Saldanha, O Ciclista

segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

O presente de Bella

A história de Natal, que a seguir vos apresentamos, revela o quão é difícil para alguns pais estarem longe da sua família e do seu país. Situação esta que infelizmente tem vindo a ser mais comum no nosso país.
O presente de Bella
Era noite de Natal. Os olhos azuis de Bella, uma rapariguinha de apenas dez anos, de cabelo ruivo e sardas, brilhavam como estrelas. No lume, a lenha ardia fornecendo calor e conforto à família da jovem. Da cozinha, vinham os cheiros da comida que ia sendo cozinhada e pratos, travessas, taças e tigelas cheias de típicos doces de Natal deliciosos e que aterravam na mesa de jantar fazendo com que Bella ficasse com água na boca.
Durante o jantar, os seus familiares comeram, beberam e conversaram agradavelmente. A avó, por sua vez, estava sempre a colocar comida e quando esta acabou, encheu a mesa de doces deliciosos e fumegantes, até que chegou a hora de abrir os presentes.
 - Mamã, mamã, o Pai Natal já chegou!-anunciou Bella - Anda, mãe! Vem abrir os presentes comigo.
Então, a sua mãe pegou-lhe ao colo e levou-a até à sala onde a árvore de Natal se encontrava.
Bella abriu os presentes mais pequenos sem ajuda, e ria, ria muito, e os seus olhos brilhavam mais que estrelas, eles faiscavam. E foi assim que, depois de ter aberto a maioria das suas prendas, ela se apercebeu que havia algo estranho por detrás do pinheiro.
- Mãe!-chamou ela - O Pai Natal esqueceu-se das botas. Olha ali. E agora o que fazemos?
- Porque não as vais buscar, para depois as metermos à frente da lareira para elas aquecerem um pouco, antes de o Pai Natal as vir cá buscar?-sugeriu a avó.
E assim fez ela. Levantou-se e foi ao encontro das botas mas, quando lá chegou, ela não encontrou só um par de botas como também encontrou o seu pai.
- Feliz Natal, minha bebé linda!-disse o pai de Bella, pegando-lhe ao colo, dirigindo-se de seguida para perto da sua mulher.
O pai da menina tinha-se alistado no exército e passara os últimos três anos sem ver a filha.
- Papá! Eu não sabia que vinhas.
- Quis fazer-te uma surpresa.
- Esta foi a melhor prenda de sempre!
  Bella começou a chorar e agarrou-se ao pai e, depois de recuperadas as forças, o seu pai ajudou-a a abrir o resto das prendas, mas já era tarde e, por isso, foi deitá-la e prometeu-lhe que, a partir daquele dia, todos os anos, na noite de Natal, ele viria visitar a filha, como prova do seu amor por ela.
Ana Pires, nº 1, 9º A - Vilarinho

domingo, 18 de janeiro de 2015

Natal sinónimo de consumismo?!


Com o início de um novo ano, podemos analisar todas as ações que concretizámos no passado ou até, apenas, num acontecimento mais recente: o Natal. É verdade que se trata de uma época muito cativante, colorida e animada. É uma época festiva para dar e receber. As famílias reúnem-se e celebram, falam, discutem. Mas e se analisarmos o lado negativo?
Sim! Porque como tudo o que existe tem um lado negativo, há também algo que, do meu ponto de vista, se esconde por detrás de todas as luzes e enfeites de Natal.
Podemos começar pelo facto de em novembro já nos falarem do Natal quando este apenas acontece em dezembro. Confrontamo-nos com instituições de todas as espécies a pedir ‘ajuda’ e porquê? Porque desde novembro somos atacados por anúncios que apelam à compra. Resumidamente, nesta altura do ano, todas as pessoas sofrem da mesma ‘doença’ durante estes dois meses. Doença essa denominada de consumismo, que pode ter várias formas e fases. A meu ver, a mais comum é uma afluência constante e desenfreada a centros comerciais e/ou supermercados (obs. esta fase começa em finais de novembro e atualmente prolonga-se até janeiro).
Analisando agora as decorações: nos jardins e nas casas temos sempre as luzes coloridas, as estrelas douradas, as renas, os pais natais, as árvores e os embrulhos. Na minha opinião, todas essas múltiplas decorações não passam de puras superficialidades.
Em conclusão, só depois do Natal é que a maioria das pessoas dá o verdadeiro valor a quem tiveram ao seu lado como familiares ou amigos. Só depois é que elas se apercebem do apoio e do carinho que lhes foi dado, uma vez que a época natalícia é, por vezes, demasiado stressante e cansativa para se aperceberem realmente desse facto.
Beatriz Agante de Almeida, O Ciclista / nº 7, 9º E

sábado, 17 de janeiro de 2015

Dia de surf


Os alunos da turma de Vocacional do 8º ano de Vilarinho do Bairro, juntamente com outros alunos da escola, participaram na atividade "Dia do Surf", sobre a qual fizeram esta reportagem. Por lapso, o texto não foi publicado na altura da visita de estudo, mas "mais vale tarde do que nunca"...

No dia 29 de outubro de 2014, um grupo de alunos de várias turmas e todos os alunos da turma do 8ºD da Escola de Vilarinho do Bairro partiram às 11:00 h da referida escola e chegaram à Praia da Barra por volta das 12:20h.
Quando lá chegámos, fomos para a escola de surf, vestimos os fatos e, logo de seguida, pegámos nas pranchas e partimos para a aventura na praia!
Lá fizemos o cumprimento ao mar, aquecimentos e exercícios com e sem a prancha.
           Depois tivemos 1 h de surf e 15 min de almoço!
 





 
 

… e por último fomos ao farol…
A chegada à escola foi por volta das 17:30.
Foi uma aventura divertida!



Surf enquanto oferta turística
Encontrámos alguns turistas que praticavam surf e tivemos o privilégio de falar com um surfista que é da Nazaré, onde há boa praia com boas ondas. Perguntámos-lhe se já tinha vindo muitas vezes a esta praia, se gostava e se havia uma boa oferta turística. Obtivemos a seguinte resposta “É a segunda vez que cá venho em trabalho. Da primeira vez, vim fazer surf a esta praia e como gostei voltei cá.”
Achamos que, na nossa zona, deveriam abrir mais escolas de surf, porque é um dos desportos da atualidade que está a chamar mais turistas para o nosso país.
Aquecimento global
No dia da nossa viagem, observámos que não estava um dia de outono como nos anos normais.
Com o aquecimento global, o nosso país tem vindo a aquecer, o que faz com que a temperatura da água do mar tenha vindo a aumentar. Isto leva a que muitos turistas frequentem a praia e que comentem “a temperatura da água está ótima”.
Problemas das areias na costa Portuguesa
Na praia, verificámos que é evidente a erosão na costa portuguesa. Para combater esta situação, o secretário de Estado do Ambiente anunciou que as areias acumuladas nos portos portugueses serão a solução para repor a deriva litoral de sedimentos.

8º Ano Turma D, Escola Básica nº 2 de Vilarinho do Bairro