Equipa d´O Ciclista

Clube de Jornalismo O Ciclista:

Coordenação: Dra. Graça Matos e Dra. Sara Castela

Dra. Miquelina Melo – Membro Honorário

Endereço de correio eletrónico - cj.eb23anadia@gmail.com

sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

Dia Mundial das Doenças Raras

28 de Fevereiro de 2014

O Dia Mundial das Doenças Raras comemora-se a 28 de Fevereiro. Este dia é celebrado em mais de 60 países e pretende alertar a população para este tipo de doenças e para as dificuldades enfrentadas pelos doentes que sofrem de doenças raras.
São doenças crónicas, graves e degenerativas que colocam em risco a vida dos doentes. Na União Europeia, consideram-se doenças raras as que têm uma prevalência inferior a 5 em 10 000 pessoas.
O número de doenças raras situa-se entre 6 000 a 8 000 e a maioria é de origem genética. Estimando-se que as doenças raras afetem perto de 40 milhões de pessoas na Europa, em especial crianças. Semanalmente são descobertas novas doenças raras. A sua deteção é um processo demorado e minucioso, dado que as manifestações e sintomas deste tipo de doenças podem ser lentos e demorar anos.
As doenças raras também afetam a população portuguesa, em média 5 a 6% poderá vir a sofrer de uma doença rara.
As genéticas e as reumatológicas são as doenças raras mais frequentes e, devido ao baixo número de incidências registadas, alguns tipos de cancro são, também, considerados doenças raras.

O texto que hoje apresentamos, não fala, de forma alguma, de doenças raras. Mas, antes como a Margarida nos refere, e, infelizmente, de doenças da “moda”. Por isso, o apresentamos no dia de hoje. Porque consideramos importante que todos o leiam com a atenção que lhe é devida.

Graça Matos, O Ciclista


A anorexia e a bulimia, a “moda” do século XXI

A anorexia e a bulimia fazem parte do grupo de transtornos alimentares, sendo ambos uma grave perturbação no comportamento alimentar que muitas vezes levam à morte.
São várias as causas destes comportamentos, que passam por vários fatores como genéticos, biológicos, psicológicos, familiares e socioculturais, devendo, portanto, para o seu tratamento, recorrer a profissionais de várias especialidades, como médicos, psiquiatras, psicólogos e nutricionistas.
Os portadores destes distúrbios têm em comum uma preocupação excessiva com o peso, medo de engordar e uma distorção da imagem corporal, já que a pessoa não se vê conforme se apresenta na realidade, vê-se sim mais gorda.
Geralmente este transtorno apresenta-se com muito mais frequência entre adolescentes do sexo feminino e com boa condição socioeconómica e cultural.  
Ambas são doenças crónicas, de difícil controlo. Sendo assim, é necessário o acompanhamento a longo prazo e as recaídas são frequentes.
A anorexia e a bulimia nervosas são distúrbios da conduta alimentar caracterizados por abstenção voluntária de alimentos e pela ingestão compulsiva, seguida de métodos purgativos, respetivamente.


Margarida Carlota Lagoa, nº 14, 9º A

quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

Que maneira estranha do Homem se expressar…

A violência é das piores maneiras que o ser humano encontrou para se expressar.
A meu ver, a violência exercida sobre os seres humanos revela uma enorme falta de civismo por parte dos agressores.
Milhões de pessoas, todos os dias, no mundo inteiro, são vítimas de violência doméstica ou escolar.
Na minha opinião, estes dois tipos de violência têm várias diferenças, pois a escolar pode ser provocada pelo facto da vítima ser diferente deles, mais gordo ou mais baixo, ou também pela sua diferença social ou ainda de uma nacionalidade diferente. Já em relação à violência doméstica, existem vários fatores que a provocam, como por exemplo, a falta de dinheiro ou os problemas que o agressor pode trazer do trabalho para casa e, então, "descarrega" na primeira pessoa que vê. Mas pior do que isto são aquelas pessoas que, simplesmente por prazer, gostam de ver os outros sofrer e, por isso, recorrem à violência.

A meu ver, todo o tipo de violência deverá ser punida com graves consequências para o agressor. Apesar de em muitos países isso existir, a violência infelizmente continua a constatar-se. Por isso, se toda a gente se juntasse contra a "não-violência", as pessoas que a praticam veriam com outros olhos o que fazem e a dor que provocam à vítima.



Alícia Pina, nº 1, 9º A

quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

A violência

A violência é o primeiro instinto (e diria quase "animal"), quando uma pessoa é provocada ou insultada.
Lembremos os animais. Estes são muito violentos, quando se sentem ameaçados e atacam, por isso nós, como pessoas que somos, temos inteligência para pensar antes de agir.
Quem é sábio, sabe que se alguém der um murro a outra pessoa é capaz de receber outro ou até mais. Ora, o que eu quero dizer com isto é que a violência gera mais violência.
Para quem é religioso, interpreta esta atitude como a bem-aventurança: "Felizes os mansos porque dominaram a terra". Tendo em conta esta frase, muitas pessoas que interpretam a Bíblia pensam da seguinte forma e com a qual eu até concordo: se nos empurrarem ou derem um murro, devemos dar um abraço ao inimigo, com a certeza de que não haverá violência mesmo mostrando fraqueza, isto é o significado, então, de "manso" em relação ao ser humano.
Acho assim que poderíamos seguir o exemplo bíblico de "mansos", porque de certeza que não seremos vítimas de agressão ou, então, verão o inimigo a sofrer. É isto que nos torna Homens, e não é por andarmos de pé, mas sim por termos inteligência e quanto à violência, se pensarmos bem, é um instinto animal, que qualquer um sem inteligência e consciência porá em prática.
Para finalizar, deixo-vos com um lema de vida já muito antigo: "Violência só gera violência!" Acabemos, então, com ela!



José Costa, nº 10, 9º A

terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

Cyberbullying

O cyberbullying é uma espécie de bullying, que envolve o uso de tecnologias de informação e comunicação, para agredir verbalmente as pessoas e o meio a que os agressores mais recorrem é a internet.
Este tipo de violência é mais frequente entre jovens, utilizando redes sociais, como por exemplo, o facebook.
Muitas destas agressões começam na escola, quando por exemplo, alguém é gozado por ser feio, gordo, entre outras situações e depois, há sempre alguém que consegue entrar na conta de facebook dessa pessoa para colocar comentários ofensivos, boatos e até fotografias. A partir daí, a vítima começa a ser alvo de gozo na escola e na internet.
Muitas destas pessoas, vítimas de cyberbullying, não aguentam a pressão de serem gozadas e tentam o suicídio.
Após muita discussão à volta do cyberbullying, governos de vários países, como os E.U.A, decidiram criar uma lei. Essa lei determina que quem o praticar poderá ter graves problemas com a justiça.
Entretanto, depois de criarem esta lei, o número de vítimas de cyberbullying até tem diminuído, mas mesmo assim ainda existem pessoas dispostas a arriscar.
       

Alícia Pina, nº 1, 9º A

segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

Violência, uma palavra conhecida!

A violência é uma das palavras mais conhecidas em todo o mundo, talvez por ser uma palavra agreste e “bruta” (pelo menos, eu vejo-a assim). Talvez seja caracterizada assim pelo que demonstra ser.
Há dois tipos de violência: a psicológica e a física. A meu ver, tanto uma como a outra são brutalmente violentas e podem afetar muitas pessoas, incluindo nós, jovens. Sim! Porque não é só aos outros que acontece sofrer deste flagelo que cada vez mais domina a nossa sociedade.
Na minha mais sincera opinião, as pessoas que fazem outras sofrer são no mínimo insensíveis, gostando assim de maltratar, de entristecer as pessoas que foram as suas vítimas e ainda de as ver a fracassar. Talvez também só queiram mostrar que são os “heróis” por quererem respeito, esse mesmo respeito que se torna num medo pavoroso nas vítimas.
Porque é que a violência existe? Porque é que há pessoas que gostam de se sentir felizes ao maltratar pessoas “inocentes”? Será que gostariam de ser vítimas de violência? Ou será que são, e para o esconder, são violentos para com os outros? É fixe ser-se “herói” por julgar os outros e mentalizá-los que não prestam?
Para mim, em relação à violência física, a psicológica é a mais perigosa porque pode deixar-nos com danos mentais, podendo levar-nos até ao suicídio. Não é que a violência física não nos leve a fazer este tipo de coisas, mas as palavras por vezes conseguem magoar-nos mais.
Esta é só apenas uma opinião entre outras, aliás, entre milhares de outras.

Ana Francisca Marques, nº 2, 9º A

domingo, 23 de fevereiro de 2014

Violência, a pior solução!

Nos dias de hoje, principalmente os adolescentes têm sido vítimas de violência física e até psicológica.
A meu ver, muitos deles sofrem com esse facto devido a, por exemplo, serem de uma raça diferente ou por terem uma família pobre, entre outros fatores. A verdade é que o que leva a pessoa a praticar esse ato de violência é, na maior parte das vezes, por se sentir superior em relação aos outros ou até ser movido pela sua raiva que decide “descarregar” sobre quem lhe está mais próximo.
  Na minha opinião, todos os jovens ou mesmo os adultos devem ter consciência de que a violência nunca foi e nunca será a melhor maneira de resolver os problemas e acaba por deixar marcas irreversíveis.
 Muitas das pessoas que são agredidas tornam-se introvertidas, tímidas, tristes e também pode acontecer ficarem revoltadas interiormente e irritadas com os que lhe são mais próximos, podendo recorrer também à violência.
 Já me deparei com casos em que algumas das vítimas não falam sobre o assunto e têm medo de falar com receio que as agridam outra vez. Esses casos nunca deviam acontecer, uma vez que os problemas só são resolvidos, quando os assuntos são falados.
    A violência, de facto, é algo que provoca marcas na vida tanto física como psicológica das pessoas. Sendo assim, o ser humano deve sempre respeitar os outros, independentemente das suas diferenças, ser solidário e cultivar o espírito de entreajuda.
  Os jovens, por sua vez, têm a obrigação de saber a importância de respeitar o próximo, pois como o velho ditado diz: “Respeita em primeiro os outros, para assim seres respeitado”.


Sofia Ferreira, nº 22, 9º A

sábado, 22 de fevereiro de 2014

Dia Europeu da Vitima de Crime

22 de fevereiro de 2014

O Ciclista assinala, com a publicação de mais um texto escrito pela Margarida Pereira, o Dia Europeu da Vitima de Crime. No entanto, antes de o apresentarmos, gostaríamos de dar a conhecer alguns dos mais recentes dados estatísticos, relativos ao ano transato (2013), através do Relatório Anual e patentes no sítio da APAV (Associação Portuguesa de Apoio à Vítima):


O atual contexto de crise económica e social revela, a cada dia que passa, o crescente empobrecimento da população portuguesa. As necessidades múltiplas – de alimentação, habitação, emprego, etc. – caracterizam cada vez mais os pedidos de apoio. Por conseguinte, as diligências têm sido em maior número e mais diversas, mas os resultados menos evidentes, sobretudo a curto prazo. A experiência da APAV permite ainda supor que existem vítimas que não procuram ajuda, com receio de não terem as condições económicas para sobreviver fora de um agregado familiar violento.
O apoio à vítima dado pela APAV em 2013 refletiu-se no expressivo número de 37 222 atendimentos realizados. Na rede nacional de Gabinetes de Apoio à Vítima, Casas de Abrigo e Unidades de Apoio à Vítima Migrante, os Técnicos de Apoio à Vítima da APAV, na sua grande maioria voluntários, desenvolveram 11 800 processos de apoio, tendo apoiado 8 733 vítimas diretas. As pessoas apoiadas pela APAV em 2013 relataram ter sido vítimas de 20 642 crimes”.

Graça Matos, O Ciclista

Simples gestos mudam a vida de todos

Nos dias de hoje, são várias as pessoas que têm vindo a recorrer à violência para se sentirem melhores. Mas será que é eficaz? A verdade é que para existirem atacantes também existem presas.
Esta violência pode ocorrer em qualquer momento em que o atacante sinta necessidade de o fazer. Muitas vezes, pode ser uma falta de aceitação das diferenças. Mas será que é por lhes baterem que eles vão mudar de cor, religião, maneira de ser, …?
Quase todas as vítimas se tornam pessoas desligadas e afastadas do mundo, pois sentem uma negação por parte deste e das pessoas que o habitam. Outras transformam-se no predador devido a um enorme sentimento de revolta.
Acredita que tu é que deves mudar e aceitar o próximo como gostarias que ele te aceitasse. Por exemplo, imaginemos uma situação na escola: estás com fome e sem dinheiro para comprar comida e, de repente, decides que o melhor seria tentar roubar o lanche violentamente a alguém, ora, em vez disso, deverias sim tentar, de uma forma afetuosa, pedir que o partilhassem contigo.
São simples gestos que mudam a vida de todos.
Tenta assim mostrar o teu interior, pois tenho a certeza que ninguém é tão cruel que nem um sorriso consegue dividir com alguém.
Não deixes que aquela pessoa, que tanto gozo te dá ver sofrer, se torne alguém marcado por ti para o resto da vida.

Margarida Costa Pereira, nº 15, 9º A

sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

A violência

A violência nos nossos dias tem vindo a aumentar cada vez mais quer a psicológica quer a física, por mero prazer ou até para a pessoa que agride chegar a concretizar alguns dos seus objetivos, fazendo com que os outros sofram, e este caso é mais comum nos jovens e muitas das situações de violência ocorrem nas nossas escolas.
No meu ponto de vista, estes indivíduos deveriam pensar nas consequências que podem vir a ter pelos seus atos violentos. Estes casos acontecem mais por uns acharem ser superiores aos outros, por terem mais poder psicológico ou até por falta de dinheiro. Ora, estes indivíduos deveriam ter mais respeito pelos outros, compreender as suas situações, mas hoje em dia na maioria das vezes não é assim e os agressores dizem o que querem e fazem o que querem sem pensar no que os outros sofrem ou já terão sofrido.
Ah! Como seria bom que reinasse a solidariedade entre todos e se assim fosse, quando uma pessoa se sente mal, triste, sozinha ou até por não ter dinheiro para um simples pão, deveríamos ajudá-la bem como mostrar-lhe carinho e amizade. A isto chama-se espírito de entreajuda e é assim que deveria ser e em vez de violência, haver uma conversa civilizada entre as pessoas, uma vez que a violência não leva a nada.
Sejam cidadãos civilizados e ajudem quem mais precisa do vosso apoio, já que um dia também podem vir a ter a necessidade de serem ajudados.


Sandra Duarte, nº 21, 9º A

quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

Dia da Resistência Não Violenta

20 de fevereiro de 2014

O Dia da Resistência Não Violenta celebra-se hoje, dia 20 de Fevereiro. Os defensores deste dia pretendem mostrar que se pode lutar pelo que se acredita sem recorrer à violência. De acordo com os mesmos, a luta deve ser baseada no diálogo e em manifestações pacíficas. Nunca em circunstância alguma se deve recorrer à violência.
Durante as aulas de Português a professora estimulou os alunos a escreverem sobre este tema e são esses textos que vamos apresentar a partir de hoje.
Alguns alunos não esqueceram e deram especial ênfase ao bullying. Um tipo de violência que, infelizmente, é uma realidade incompreensível e familiar a muitos alunos das escolas portuguesas.

Graça Matos, O Ciclista


A violência
A violência, tanto física como psicológica, pode causar vítimas cujos danos são irreversíveis. São atos prejudiciais à saúde das vítimas, que deveriam ser identificados e severamente punidos.
No meu ponto de vista, em Portugal, devido à crise económica que atualmente se está a viver, as pessoas tornam-se mais stressadas, uma vez que necessitam daquela ‘espécie’ rara à qual dão o nome de dinheiro. As pessoas veem-se, então, obrigadas a furtar, roubar… Enfim, atos inaceitáveis, que acabarão certamente por desencadear uma rede de violência, razão pela qual considero que a expressão: “Violência gera mais violência” é, de facto, cem por cento verdadeira.
No entanto, também nas escolas e, cada vez mais, os estudantes entram em contacto com este tipo de violência.
Por vezes, as pessoas que praticam estes atos, outras como vítimas e ainda outras como meros espetadores, na maioria das vezes, acabam por ignorar estes casos por não saber como agir. Há ocasiões em que as vítimas se tornam os agressores consumidos pelo sentimento de revolta, mas não agridem quem os prejudicou e, sim, seres mais frágeis.
Sendo assim, a meu ver, uma das formas para combatermos estas situações é quebrar com a rede de violência, semeando nos grupos que vamos conhecendo a amizade, a solidariedade, a união e o espírito de entreajuda. Considero, de facto, esta a chave para romper com os atos desumanos que atuam no nosso mundo!


João Rocha, nº 8, 9º A

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

Exposição Dia dos Namorados

As duas escolas localizadas na bela cidade de Anadia, sede concelhia, a Secundária e a Básica nº 2, do nosso Agrupamento, têm patente uma exposição de trabalhos sobre a semana dos Afetos e o Dia dos Namorados. Alguns destes trabalhos dos alunos estão inseridos no projeto “Pinga amor por aí.”

Este Foi um projeto criado por dois amigos e iniciou-se em Portugal. Mas já se espalhou pelo mundo!
A ideia é deixar um coração, um Pingo, em locais públicos para que alguém o encontre e o leve consigo. “Aquecer a alma dum desconhecido. ...só porque sim!”
O projeto foi aberto a qualquer pessoa que tenha uma verdadeira vontade de partilhar “Amor, alegria e sorrisos, em forma de Pingos de Amor por aí”.
No âmbito do Projeto de Educação Sexual da Turma o DT/Coordenador do projeto propôs e motivou os alunos para construir um coração, o tal Pingo, em qualquer material (patchwork, feltro, tecido, origami, etc.), e juntar-lhe uma frase ou um pequeno texto de afeto, original ou de autores, com a identificação do aluno, turma e ano. Cada coração terá uma fita dada pela equipa do PES com a identificação do Agrupamento e da hiperligação do blogue do projeto: http://pingamorporai.blogspot.pt//.
Alguns dos corações estão expostos na escola. Em Maio será realizada uma exposição aberta à comunidade com os corações mais originais, realizada fora do Agrupamento.
Em Junho, cada aluno participante levará os seus corações para deixarem o seu «pingo» por aí… simplesmente!
O Ciclista apresenta a todos seus leitores as fotografias que fez dos trabalhos expostos.






Graça Matos, O Ciclista

domingo, 16 de fevereiro de 2014

Semana dos Afetos

Uma professora do nosso Agrupamento fez chegar à nossa “redação” este belo poema, que partilhamos com todos.

Graça Matos, O Ciclista

“Leva-me contigo”

A mensagem que me dão
Num prato colorido
De bolachas em coração.

Elegantemente enfeitadas
Mereceram recordação
Das professoras deliciadas
Com uma bolachinha na mão.

Amor, ternura, compreensão
Sentimentos imprescindíveis
À felicidade de qualquer cidadão.

O dia catorze de fevereiro
 é festejado em Portugal
mas há outras datas no estrangeiro.

Uma professora contemplada

sábado, 15 de fevereiro de 2014

Ainda o Dia dos Namorados …

O amor é algo fascinante
mas, por vezes entristecedor.
O nosso coração fica brilhante
mas, quando sofremos,
nasce uma grande dor.

O amor é como os pingos de chuva
que caem no inverno.
Talvez quem sabe um dia,
este amor seja eterno.

És formidável e um grande amigo,
pelo qual me apaixonei.

O momento em que estiver contigo
irá ser aquele que jamais esquecerei.

O meu amor por ti,
no teu coração está guardado.
Mal espero por te ter aqui,
comigo, a meu lado!

O dia está quase a chegar,
tremo com ansiedade.
Quero beijar-te, tocar e abraçar,
pois és o motivo da minha felicidade.

Finalmente estás junto a mim,
aqui estamos nós.
Que bom é ter-te aqui
e poder ouvir a tua voz!


Ana Luísa Santos e Ana Rita Costa, nº 2 e nº 4, 8º E

sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

Dia dos Namorados

O amor é a alegria de viver
Uma vida repleta de confiança e harmonia,
Onde deverá reinar o respeito
Entre dois seres que decidiram cultivar o amor.
Anastasiya Grachova, nº 5, 8º E
  

Se amar fosse pecado
E estivesse apaixonado,
Eu não me importaria,
Porque por ti, tudo deixaria.

Ana Pereira, nº 3, 8º E



L'amour, tous les jours


Nelly Garrelhas, nº 21, 8º F

terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

Dia Mundial da Rádio

11 de fevereiro de 2014



- Boas tardes, Senhor Rádio! – saudou a Miss Televisão.
- Boas, Miss TV! Como vai a Senhora?             
- Muito bem e como sempre, a evoluir. É curioso que já nos conhecemos há algumas décadas, aliás desde 1940, mas tu és mais velho do que eu, pois surgiste em 1920. Por acaso, desde há algum tempo que eu tenho estado a pensar em dar-te um conselho. Já estás a ficar velho, e as pessoas estão a fartar-se de ti, não evoluis nada e começas a ser uma “seca”, como a juventude dos dias de hoje diz. Devias, então, começar a pensar em reformar-te. Temos assim de admitir que já não tens tanta qualidade e potencial como eu!
- Eu não tenho de admitir nada! Pois tudo isso é claramente mentira. As pessoas aprendem muito comigo, eu acompanho-as sempre na ida para os seus trabalhos e/ou destinos e divirto-as, quando se sentem só. Tu podes ser uma senhora gabarola que pensa que tem mais qualidade e interesse que os outros, mas não é verdade. Pelo menos, eu sou um meio de comunicação saudável, pois não prejudico a saúde dos meus ouvintes.
- Ouça lá, Senhor Rádio, todos sabemos que as pessoas têm preferência pelos meus inúmeros canais, com uma grande diversidade de programas e temas que agradam ao estilo de cada pessoa. Isso de ser prejudicial, elas não querem saber, uma vez que gostam de mim na mesma e continuam a passar horas e horas a olhar para mim.
- Elas gostam de ti, no entanto não têm consciência de que tu tens consequências sobre elas. Primeiro, tu és um dos maiores causadores do sedentarismo, para além dos problemas visuais e até da solidão, entre outros. Enquanto eu, partilho músicas, as melhores novidades do momento, as melhores e mais divertidas conversas da manhã, entre outras situações que também agradam a cada estilo de pessoas, dado que também tenho várias emissoras de rádio de estilos diferentes.

 Na verdade, o rádio é um meio de comunicação que nos tem acompanhado há 94 anos evoluindo, desde então, de diferentes formas.
Não deixe assim de o acompanhar, pois ele é muito importante hoje em dia, uma vez que nos permite manter informados sobre vários assuntos do mundo e, para além disso, conseguimos aceder a ele de várias formas sem ser necessário estar em casa.
Não se esqueça, então, de manter contacto com a atualidade do mundo, através deste tão prezado meio de comunicação social, a qualquer momento do dia.



Sofia Ferreira, O Ciclista

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

Le jour des crêpes





Aujourd’hui c’est lundi et à l’école les professeurs de FRANÇAIS célèbrent la CHANDELEUR (le 2 février) avec des CRÊPES délicieuses “venues directement de Paris”.
Mnham! Mnham! Le chocolat français est fantastique, la décoration aussi et l’ambiance spectaculaire.
Bravo, la FRANCE! 

8º Ano Turma E


 Dia dos crepes - "Chandeleur" - atividade realizada no dia 3 de fevereiro.
Atividade realizada na Escola Básica nº 2 de Anadia...

 e dinamizada pelo grupo de Francês.

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

Dia Europeu da Internet Segura

5 de fevereiro de 2014
O dia europeu da Internet Segura assinala-se a 5 de fevereiro.
Para celebrar este dia, foi-me proposto fazer um pequeno texto que tem como objetivo sensibilizar os leitores para o uso desta magnífica mas perigosa ferramenta de trabalho. 


História com final feliz

Julieta andava estranha, já não falava, não ria, não tinha expressão. A rapariga extrovertida, faladora, animada foi-se perdendo gradualmente.

Todos os seus colegas se interrogavam sobre o que se andaria a passar na sua vida. Seriam problemas familiares? Problemas de saúde? E por que não queria ela contar?
Na verdade, o seu problema de nada era semelhante aos boatos que corriam, o seu problema resumia-se apenas numa palavra: Internet.
Julieta passava demasiado tempo no computador, na Internet, toda a sua vida tinha começado a girar à volta dela, mas mais precisamente de um tal rapaz com quem ela falava num desses chats públicos.
O rapaz, que se identificava como João, dizia ser da idade de Julieta, e a rapariga sem estar à alerta para estes perigos deu conversa a este estranho e, ao fim de algum tempo, era impossível não falar com ele.
Falavam de tudo. Julieta começou assim a vê-lo como seu melhor amigo, deixando para trás toda a sua vida “real” e fixando-se apenas neste amigo virtual. Em pouco tempo a comunicação com os seus verdadeiros amigos foi deixada de lado e a única ponta de felicidade que tinha era quando chegava a casa, ligava o computador e podia ir falar com ele.
Os dias foram passando e, a certa altura, João perguntou se Julieta queria finalmente encontrar-se com ele.
Julieta não hesitou, disse logo que sim, não conhecendo os riscos desta aventura, e não sabendo o que iria acontecer.
O encontro iria ser num parque, um pouco afastado da cidade onde vivia. Julieta mentiu aos pais, dizendo que ia a um aniversário de comboio com uns amigos e, em vez disso, foi para esse tal parque esperar pelo seu amigo virtual.
Qual não foi o seu espanto, quando à sua frente, apareceu Ricardo, o seu irmão e o António, um amigo do irmão.
Tudo tinha sido planeado. António que também frequentava esses chats, quando viu Julieta, decidiu logo contar ao seu amigo, e Ricardo quis dar uma lição à sua irmã.
Julieta, nesse momento, tinha um misto de sensações, tinha raiva, frustração, tristeza para com o seu irmão, mas no fundo ficou feliz e sentiu-se protegida com o seu ato.
Acho que, no fim desta história, Julieta aprendeu que a internet pode ser fantástica, tem milhões de coisas interessantes, para ver e fazer, mas também tem a sua parte má e prometeu a si mesma nunca mais estar envolvida numa história destas e ter sempre muita atenção com quem fala, e quais as segundas intenções destas pessoas.
Naveguem assim com segurança!


Ana Patrícia Fernandes, O Ciclista