Equipa d´O Ciclista

Clube de Jornalismo O Ciclista:

Coordenação: Dra. Graça Matos e Dra. Sara Castela

Dra. Miquelina Melo – Membro Honorário

Endereço de correio eletrónico - cj.eb23anadia@gmail.com

sexta-feira, 31 de outubro de 2014

Dia das “Sopas na nossa Escola”




 Foi mais um dia que poderia ser igual a tantos outros! As aulas, os intervalos, a hora do almoço… No entanto, foi exatamente nesse momento que residiu a diferença: havia a sopa, ou antes, muitas panelas distribuídas pelas mesas junto à cantina.
As sopas foram assim confecionadas pelos pais, avós e até pelos professores e alunos. E havia uma tal variedade que a escolha se tornava difícil para quem por ali se perdia e não havia volta a dar, a sopa era a eleita. Desde as tradicionais sopas de caldo verde, canja, às exóticas sopas de tomate alentejanas, de urtigas e até uma sopa de melão, que satisfez a curiosidade de muitos dos comensais. Também havia a tradicional boroa ou broa. Alguns ainda se atreveram a confecionar uns docinhos, para deleite dos mais gulosos!
A nossa turma também apresentou a sua sopa, um saborosíssimo “Creme de legumes”, confecionado pela nossa avó Zeza, para ser apreciada por todos e na verdade, muitos dos alunos da turma (e não só) foram degustá-la.
A já tradicional sopa d’O Ciclista foi também, como era de esperar, um sucesso estrondoso e quem a provou decerto que para o ano a irá querer repetir.
No final, os “cozinheiros” foram presenteados com um brinde, composto por um prato e uma tigela, pela sua participação no evento.
Mais uma vez, o grupo de Educação para a Saúde está de parabéns pela forma soberba como celebra este Dia Mundial da Alimentação.

Adriana Matos e Sofia Pedrosa, O Ciclista














quinta-feira, 30 de outubro de 2014

À procura de respostas

Mal entro no táxi, qual a notícia que ouço? Pois bem: “Homem esfaqueado em plena luz do dia” e ninguém faz nada para o ajudar!
De facto, em pleno século XXI, a nossa sociedade está repleta de criminosos, burlões, corruptos, mentirosos, entre outros. E, ao longo do tempo, estas pessoas foram destruindo o nosso país, levando muitos outros à miséria e devido a quê? Certamente, aos políticos que estão no governo e não fazem nada. Quantas pessoas matam e não são presas? Quantas fazem desfalques e continuam como se nada fosse? Enfim!...
Saio do táxi e assisto a uma das situações mais deprimentes que existe, um homem a tentar roubar um pedinte. Mas até onde esta sociedade é capaz de ir para conseguir aquilo que pretende? Estes pobres seres a tentarem sobreviver e outros tentam viver à custa deles?! Não há mesmo mãos a medir!
Chego a casa, sento-me e fico a pensar nesta vida que está cada vez pior e questiono-me: como será o futuro das nossas crianças? O que podem as pessoas esperar do nosso país?
Haverá alguém que me possa responder?
Se sim, ficarei a aguardar…

Ana Rita Pereira da Silva, 9º A - VB

quarta-feira, 29 de outubro de 2014

A Solidão na Velhice

O Homem é um ser essencialmente social. Sendo assim, todo o ser humano necessita de comunicar para se sentir bem. No entanto, em alguns momentos da nossa vida, acabamos por vivenciar a solidão. Claro que com uma idade mais avançada, sentimo-nos cada vez mais sós e, ao mesmo tempo, com uma maior necessidade de nos sentirmos acompanhados.
Quando falo em solidão é óbvio que tenho em conta que ela não escolhe a classe social a que pertence a pessoa nem a idade. Contudo, a meu ver, a solidão não existe só na velhice. Ela também existe na juventude. Ora pensemos! Quantas vezes nós, jovens, estamos rodeados de pessoas e no nosso interior sentimos uma profunda dor marcada pela solidão?! Dá-nos até vontade, por vezes, de gritar e de nos fazer ouvir para que alguém ponha os olhos em nós. Mas reportando-me novamente a quem é idoso. Como é triste ouvir diariamente, pelos meios de comunicação social, notícias de mortes de idosos que vivem sozinhos, situação que cada vez é mais frequente nos nossos dias.
Pensemos, pois, em quem tem uma idade mais avançada do que a nossa, que ao longo da sua velhice sente mais necessidade de companhia, não só pelas suas capacidades físicas e até psicológicas ficarem reduzidas, mas também porque são pessoas e precisam de carinho. Alguns encontram-se sós, porque não têm família, amigos ou alguém que possa olhar por eles, vendo-se assim abandonados à sua sorte. Porém, também existem aqueles que foram afastando quem lhes queria bem, com atitudes, gestos e até palavras acabando assim entregues à solidão. Por outro lado, existem famílias que não têm possibilidades financeiras para fazer um acompanhamento justo e digno ao membro familiar que é idoso e que necessita de cuidados médicos. E é neste preciso momento que eu fico a pensar: deverão estes idosos serem entregues a instituições? E, neste caso, até que ponto estarão estas instituições de facto preparadas para fazerem face às necessidades dos idosos?
Penso, pois, que sempre que seja possível deverão ser os próprios idosos a tomarem essa decisão (claro, se estiverem capacitados para tal). Nos dias de hoje, há instituições excelentes, onde eles podem ser tratados com toda a humanidade, onde inclusive se podem divertir, fazer amizades, participar em atividades, enfim, sentirem-se em família. Mas, infelizmente, não podemos esquecer que existem outros estabelecimentos, em que os idosos não passam de um número, de uma mensalidade a receber, em que no quarto, em que são alojados, apenas existe uma cama, alimentação e pouco mais. E não quero deixar aqui de referir os maus-tratos a que muitos estão sujeitos.
Eu, pessoalmente, vejo a instituição como uma última saída. De qualquer forma, quem optar por esta alternativa, deverá acompanhar sempre os seus familiares, manter-se informado sobre a forma como são tratados, e saber se realmente se sentem bem.
Concluindo, o importante, então, para o ser humano, é combater a solidão, principalmente nesta fase da terceira idade, em que o isolamento gera sofrimento e, como há pouco acabei de referir, existem maneiras de contornar esta situação.
Não deixe assim que a solidão passe a ser a sua companhia!
Diga não à solidão!

Inês Santiago, nº 11, 9º A - VB

terça-feira, 28 de outubro de 2014

Rumo a uma vida melhor


Odiamos pensar no nosso futuro. As indecisões são muitas e as tristezas são ainda maiores.
À medida que crescemos, ouvimos cada vez mais dizer que a falta de emprego tem vindo a aumentar ao longo dos anos, a taxa de emigração da população de Portugal tem aumentado substancialmente, ou seja, tem-se vindo a verificar que a população em Portugal está cada vez mais envelhecida.
Porquê?
Devido aos constantes cortes que o nosso governo faz uma vez que, para além de certa forma fazer envelhecer a população, faz com que os mais jovens não tenham motivação para criar a sua própria família, sendo impensável aumentar assim a taxa de natalidade. Pelo contrário, a taxa de mortalidade é que aumenta, e parece não querer parar.
Ser jovem não é fácil! Primeiro, porque não temos apoios do Estado, e segundo, a falta de emprego é preocupante. Sendo assim, como é que o governo quer que aumentemos a população se não existe trabalho suficiente em Portugal?!
Ah!... Já para não falar da má gestão que Portugal passou quando elegeram duas vezes consecutivas José Sócrates como primeiro-ministro, pois não era com os Magalhães, também conhecidos por algumas pessoas da época como sucatas ou tostadeiras, que o país evoluiria. Será que sou assim tão velha para ter usufruído dos primeiros e mais fracos?!
Resultado: Portugal não tem “ponta por onde se lhe pegue”!
Entretanto, ouvi dizer que o nosso país vai melhorar no futuro. Será que ainda vai demorar assim tanto tempo a chegar a mudança pela qual todos nós ansiamos?

Andreia Lopes, nº 3 e Márcia Fernandes, nº 15 - 9º A- Vilarinho

segunda-feira, 27 de outubro de 2014

Colorir Anadia



Como combinado, no dia 10 de outubro, reunimo-nos todos para finalmente partirmos para o evento pelo qual todos esperavam e comentavam.
As expectativas estavam altas bem como a curiosidade, visto que nunca houvera nenhum evento parecido.
Quando chegámos finalmente à meta, deparámo-nos com uma multidão de centenas de pessoas onde a animação e o entusiasmo pairavam. De repente, soou o aviso e partimos, uns a correr, outros a andar mas todos com a mesma alegria.
Durante o percurso, fomos banhados com muita cor que ia sendo bem regadinha e no fim da atividade, foi tempo de nos juntarmos e de descobrirmos a surpresa final. Eis, pois, que uma sintonia de cores disparou por fim, podendo considerar-se este momento final a cereja no topo do bolo.
Nem tudo foi perfeito, mas a combinação de toda a cor, com música, alegria e amizade permitiu um excelente momento de convívio e descontração para começar um novo ano do nosso percurso escolar.

Margarida Costa Pereira, O Ciclista







domingo, 26 de outubro de 2014

Conversas tecnológicas

Chego a casa e sem nada para fazer, vou para as redes sociais falar com os meus amigos. Porém, nem é bem uma conversa, uma vez que eu falo e a seguir é o computador que me responde. Não é como se fosse uma conversa cara a cara e muito menos o que acontece com as cartas escritas, pois aí reconheceria de imediato a pessoa em causa por causa da sua letra, enquanto no primeiro caso seria pela voz e até pela sua maneira de ser. A meu ver, uma conversa recorrendo ao computador não tem a sua graça ou a doçura de um encontro para um jantar, dando lugar depois a uma agradável conversa frente a frente, de corpo presente.
Ah! Que saudades que eu tenho daquele tempo em que nem se ouvia falar das novas tecnologias que nos dias de hoje invadem as nossas vidas, afastando-nos cada vez mais do contacto pessoal, cara a cara, entre as pessoas. Lembremos, por exemplo, como é que antigamente um rapaz pedia em namoro uma rapariga. Fazia-o pessoalmente ou até por carta. Agora é feito por SMS, por Messenger e até pelas redes sociais. Portanto, a comunicação entre as pessoas passou a ser feita de forma virtual.
E agora coloco a mim próprio a seguinte questão: e quando o computador avaria ou fica sem bateria? Claro que, de seguida, recorro ao telemóvel até este também ficar sem bateria, mas também corro o risco de se estragar. E aí acabou-se a comunicação!
Em suma, não é, então, mais saudável ir ao encontro das pessoas com quem queremos comunicar? Na minha opinião, é até uma forma de fortalecermos as relações humanas, tendo por base valores como a solidariedade e a afetividade.

Luís Emanuel Gomes, nº 14, 9º A - Vilarinho

sábado, 25 de outubro de 2014

A Mostra das Sopas

Na Escola Básica nº 2 de Anadia


Esta mostra anual esteve mais aprazível do que nunca!
Muitos alunos apareceram para provar as iguarias da nossa escola.
Foi de facto uma degustação de sopas deliciosa!
Henrique Ferreira, O Ciclista














sexta-feira, 24 de outubro de 2014

Corrida Colorida



A corrida foi simplesmente espetacular!
Muitos alunos apareceram para experimentar esta divertida iniciativa que todos adoraram.
Entre as cores e a felicidade que pairava entre nós nem nos cansávamos.
Foi realmente fantástico!

Henrique Ferreira, O Ciclista