Equipa d´O Ciclista

Clube de Jornalismo O Ciclista:

Coordenação: Dra. Graça Matos e Dra. Sara Castela

Dra. Miquelina Melo – Membro Honorário

Endereço de correio eletrónico - cj.eb23anadia@gmail.com

segunda-feira, 31 de março de 2014

Sismo Sentido hoje no Continente


O Instituto Português do Mar e da Atmosfera informa que hoje, dia 31 de março, pelas 8 horas e 29 minutos (hora local) foi registado nas estações da Rede Sísmica do Continente, um sismo de magnitude 2,7 (Richter) e cujo epicentro se localizou a cerca de 4 km a Noroeste de Caldas da Rainha. Este sismo, de acordo com a informação disponível até ao momento, não causou danos pessoais ou materiais e foi sentido com intensidade máxima III (escala de Mercalli modificada) na região de Caldas da Rainha.
O IPMA sugere o acompanhamento da evolução da situação através da sua página www.ipma.pt e a obtenção de eventuais recomendações junto da Autoridade Nacional de Proteção Civil www.prociv.pt.
                                                                                                               
Adaptado do IPAM

Lutar por um mundo melhor!

Nos tempos difíceis que correm observa-se e sente-se cada vez mais a crise. Uns morrem à fome, outros veem a sua quantia monetária cada vez mais reduzida.
Deparamos assim com a tristeza das pessoas ao verem o dinheiro a desaparecer bem como com a preocupação de muitos pais, pelo facto de colocarem comida na mesa aos seus respetivos filhos estar a ser uma tarefa já muito difícil... Ora, tudo isto está a aumentar, a acumular e a "destruir", digamos assim, o nosso mundo!
Mas nós temos de saber dizer "NÃO"! Temos que fazer parar este sofrimento e lutar por um mundo melhor!
A meu ver, se todos nós quisermos, o nosso mundo poderá ser bastante melhor que aquele em que estamos presentes. Basta fazermos por isso!
Apesar de ser uma situação complicada, o emprego, por exemplo, poderia aumentar, os preços poderiam baixar e o valor das contas económicas também!
Enfim, tudo isto poderia ser a fonte da palavra "melhor", mas, novamente, na minha opinião, o problema da sociedade e do mundo estar como está deve-se à diferente maneira de cada pessoa ser, pois o diferente "eu" de cada um faz com que grande parte da sociedade não seja "compatível", se assim puder ser dito, uns com os outros!
Sejam vocês próprios ou, então, sejam pessoas melhores, pelo bem do nosso mundo e pelo nosso bem. Façam com que haja união entre todos, isso é importante nos tempos difíceis que correm!
Vamos fazer o que está bem: vamos lutar por um mundo melhor!


Ana Rita Costa, nº 4, 8º E

domingo, 30 de março de 2014

Diferentes…mas iguais!

Um dos conflitos que continua a existir nos dias de hoje é o racismo, que resulta de um conjunto de opiniões que valorizam as diferenças entre os humanos, atribuindo superioridade a alguns, surgindo assim como um ato de discriminação.
Qualquer pessoa, já só por o ser, independentemente da sua raça, idade, cor, ou género, merece respeito e tem direito à sua dignidade. Cada indivíduo é um ser com sentimentos, com emoções, com sensibilidade e não deve ser alvo de atos nem de palavras que destruam a sua autoestima, a sua força de viver, o seu carácter e a sua mente.
  De facto, ser de outra raça, ser mais ou menos pesado, mais ou menos alto, mais ou menos bonito não define quem é a pessoa. O que na verdade define uma pessoa é o seu carácter, é a escala de valores pela qual se encaminha, é o seu comportamento face aos outros, face a si mesmo e face à vida.

Sofia Ferreira, nº 22, 9º A

sábado, 29 de março de 2014

Pensemos no futuro!

Todos os dias, milhares e milhares de plásticos, cartão, entre outros desperdícios, são deitados para o chão sem nenhuma consideração pelo meio ambiente. Várias são as pessoas que fazem isto e não têm a consciência das graves consequências que este tipo de atos tem para o ambiente. Mas pior são as pessoas que têm essa consciência e mesmo assim continuam a fazê-lo.
Cada cidadão deve ter respeito pelo outro e também por si, pois com a poluição que existe todos sofrerão as consequências. Por outro lado, têm também de pensar nas crianças que virão no futuro e que não irão ter condições decentes de vida por tudo estar contaminado.
Não bastam os milhares de exemplos e apelos às pessoas para pararem de o fazer. Só quando essas pessoas sofrerem ou virem sofrer as pessoas que amam é que verão realmente o erro que cometeram e aí certamente já será tarde demais.
Por isso, cada cidadão terá de ter senso e pensar decentemente nos seus atos e nas consequências respetivamente.
Assim, todos nós deveremos apelar à não poluição do meio ambiente e atuar como tal e assim, todos seremos felizes e ninguém irá sofrer no futuro pelos erros do passado.

Alícia Pina, nº 1, 9º A

sexta-feira, 28 de março de 2014

Planeta Terra à beira da destruição

Nos nossos dias, o Planeta Terra tem vindo a deteriorar-se devido a muitas das nossas atitudes ambientais sem existir sustentabilidade e entidades de controlo responsáveis que andem no terreno.
Se pensarmos bem, há muitas maneiras para preservarmos o meio ambiente que já foram propostas, mas nem todas foram aceites devido a interesses económicos.
O uso dos recursos não renováveis, os combustíveis fósseis que, para além do seu esgotamento estar iminente, irá escassear até esgotar e algumas guerras poderão surgir chegando assim a ultrapassar a diplomacia. Para além disso, irá causar um impacto na atmosfera muito negativo e tudo isto poderia ter-se evitado, porém na revolução industrial os interesses económicos giravam à volta do petróleo e foi esquecido o uso de outras energias. Já para não falar dos CFC, produzidos unicamente pela China e que acabarão por destruir a camada de ozono.
Na minha opinião, nós, cidadãos, só podemos ter algumas atitudes ecológicas que, parecendo que não, podem mudar o nosso destino como reciclar e reutilizar objetos e não deitar lixo para o chão. Todavia, a grande ironia de tudo isto é que os grandes atentados ao meio ambiente são da responsabilidade de entidades políticas e administrativas. Mas, apesar de tudo, não podemos esquecer que pequenos gestos mudam o Futuro e podem mudar a maneira de pensar das grandes entidades.

José Costa, nº 10, 9º A

quinta-feira, 27 de março de 2014

A ti, mulher, de hoje e de todos os dias

Tu és o ombro amigo,
Tu és a muralha do meu castelo,
Tu és a fortaleza dos meus dias,
Tu és o sol amarelo.

Tu és a minha brisa suave,
Tu és aquela que me completa,
Tu és a minha estrela guia,
Tu és a luz discreta.

És a rainha do meu trono,
És a maré onde quero viver,
És o meu calor de outono
És o conforto, a paz e o poder.


8º Ano, Turma D

quarta-feira, 26 de março de 2014

39 Poemas & Contos contra o Racismo

O Ciclista tem o enorme prazer de informar que o livro “39 Poemas & Contos contra o Racismo”, com os 39 poemas e contos finalistas do concurso de poesia/conto promovido no ano passado pelo Comissão para a Igualdade e Contra a Discriminação Racial (CICDR), com o apoio do Alto Comissariado para a Imigração e Diálogo Intercultural (ACIDI,I.P.), Instituto Público integrado na Presidência do Conselho de Ministros foi lançado digitalmente no sítio www.acidi.gov.pt, no passado dia 21 de março, no âmbito das comemorações do Dia Internacional de Luta pela Eliminação da Discriminação Racial e do Dia Mundial da Poesia. A RTP, no programa “Praça da Alegria” desse mesmo dia 21 março, entre as 10h e as 11h30, deu cobertura a esse lançamento e entrevistou alguns dos vencedores do concurso.

O referido livro conta com ilustrações de alguns dos poemas e contos será depois distribuído pelo ACM, junto do público em geral através dos parceiros institucionais da ACIDI. Em breve será realizada a cerimónia do lançamento do livro em formato papel, para a qual todos os 39 finalistas serão convidados.
Quando o livro estiver nas “bancas”, prometemos dar conhecimento do facto… Para poderem adquiri-lo, e decerto deliciarem-se com todos os poemas e contos escritos selecionados. Para conhecerem os contos e poemas que se sagraram vencedores nas três categorias, bem como aqueles que foram laureados com as respetivas menções honrosas, entre os quais se encontra o das nossas alunas e também Ciclistas, Adriana Matos e Sofia Pedrosa, o conto intitulado “Plúmbeo”.


Graça Matos, O Ciclista

terça-feira, 25 de março de 2014

A escritora Ana Macedo na Escola Básica nº 2 de Anadia

Na passada segunda-feira, dia 17 de março, na nossa biblioteca, presenciámos um encontro com Ana Macedo, autora do livro Lágrimas Coloridas e Sem Pecados na Culpa.
A atividade foi destinada, em especial, aos alunos do 6º ano e teve a particularidade de ser efetuada de uma maneira dinâmica, pois as perguntas sobre a autora e os seus livros eram colocadas pelos próprios alunos presentes. Durante o encontro, as questões que surgiram foram diversas e a autora revelou-se sempre muito simpática e comunicativa com todos, aliás foi fácil verificar todo o prazer que põe no trabalho de escrita que vai desenvolvendo. Ana Macedo foi respondendo a todas as solicitações e evidenciando que, se pudesse, gostaria de contar com a escrita como atividade futura. Logo após esta afirmação foi divertido ouvir uma questão de um dos alunos presentes “Foi uma boa aluna a Português?” à qual a escritora respondeu afirmativamente, embora agora esteja a seguir estudos na área das ciências.
Foram questões deste género que preencheram os quarenta e cinco minutos deste encontro. A autora esclareceu ainda os alunos sobre o seu ato de escrever pretendendo com isso, provavelmente, cativar alguns para o prazer da escrita. Na sua opinião é difícil saber quando um livro está pronto para ser publicado, pois considera que a escrita é um ato muito íntimo “Eu escrevo para mim própria.”- disse.
E como uma pergunta puxa outra, é evidente que Ana Macedo também foi solicitada a esclarecer o que era para si um bom livro. A sua resposta foi pronta “Um bom livro precisa de surpreender ao longo da leitura, a sua história precisa de ser semelhante à história do leitor e deve ser cativante.”
Já no final do encontro, e após muita interação entre a escritora e os alunos, surgiu uma pergunta algo curiosa. Um dos presentes quis saber da possibilidade de ela poder vir a escrever um livro com uma moral. A resposta não se fez esperar. Ana Macedo respondeu que num livro infantil gostaria de o fazer, mas num romance não arriscaria fazê-lo. A autora afirma que, nos seus livros, deixa sempre transparecer a importância da amizade perante a sociedade egoísta em que se vive.
E foi assim que os quarenta e cinco minutos rapidamente se esgotaram. A forma simpática como a autora esteve perante todos e a sua espetacular capacidade de comunicação foram os pontos altos deste encontro.

No final do encontro, também O Ciclista quis conhecer um pouco mais desta nova escritora portuguesa e, para isso, decidiu ir conversar um pouco com ela.
Ciclista – Onde foi buscar a inspiração para os seus livros?
Ana Macedo – A inspiração surge e eu procuro-a nas pessoas e nas suas personalidades.
C. – Quando descobriu que gostava de escrever?
A.M. – Desde pequena sempre apresentei gosto pela escrita.
C. – Dos livros que escreveu, qual o seu preferido e porquê?
A.M. – É difícil escolher um, pois escrevi-os em fases distintas da minha vida. O Lágrimas Coloridas foi escrito durante a minha adolescência e o Sem Pecados Na Culpa foi escrito numa fase mais adulta.
C. – O que achou da receção dos alunos desta escola perante a sua vinda?
A.M. – Achei-os bastante interessados e motivados. Apresentaram um bom comportamento perante as perguntas dos outros e foram muito simpáticos.
C. – Na sua vida de escritora, quem foram os seus maiores apoios?
A.M. – Foram os meus pais, os meus irmãos, a minha madrinha, as minhas professoras de Português e o meu namorado que é atualmente o meu marido.
C. – Está a pensar escrever outros livros?
A.M. – Já estou a trabalhar no meu terceiro romance que será sobre uma bailarina. Escrevo letras de músicas para algumas bandas e também estou a pensar escrever um conto infantil.
C.- O que é para si escrever?
A.M. – Um ato de liberdade, um vício e um prazer.
C. - Que tipo de livros mais gosta de ler?
A.M. – Fábulas metafóricas e romances.
C. – Quais os seus escritores preferidos?
A.M. – António Mota, Maria Alice Vieira, Sophia de Mello Breyner e Fernando Pessoa.
C. – Qual o seu livro preferido e porquê?
A.M. – É difícil escolher, mas diria Meu Pé de Laranja Lima por ser o mais marcante.
C. – Poderia dizer-nos as três coisas que gostaria de fazer antes de morrer?
A.M. – Uma: viajar por vários sítios do mundo.
Duas: publicar livros no estrangeiro.
Três: escrever um guião de cinema.
C. – E para finalizar, diga-nos uma frase que possa encorajar os aspirantes a escritores.
A.M. – Persegue os teus sonhos, encarando os obstáculos do caminho como uma aprendizagem.




Beatriz Agante e Ana Neta, O Ciclista

segunda-feira, 24 de março de 2014

Primavera - Poema

A primavera é tempo de renascer,
E tudo de bom
Certamente irá acontecer.

Primavera é para comemorar!
Com os cheiros da natureza
E os pássaros a voar
O ambiente ficará uma beleza.

Os animais saltam no campo,
Em plena liberdade.
As flores são um encanto,
Numa mágica e eterna beldade.

A primavera chegou,
Traz a cor do céu azul.
O tempo animou
Toda a gente de Norte a Sul.

Viva a Primavera!
Luciana Marta, nº 17
Inês Gouveia, nº 15
Luís Osório, nº 18
Filipa Roque, nº 12
Joel Loureiro, nº 16
8º Ano Turma E

domingo, 23 de março de 2014

Primavera - Poema

É a felicidade, alegria e amor
Com muito esplendor
Ao seu redor.

Árvores a florescer,
Sol a brilhar,
Bebés a nascer.
Está na hora de encantar!

Um cheiro primaveril
Encanta a estação
E volta tudo a ser juvenil,
Com muito amor no coração.

Viva a Primavera!
.

Maria Miranda e Nicole Santos, 8º Ano Turma F

sábado, 22 de março de 2014

Dia Mundial da Água

A importância da água na vida dos seres vivos
Num dia frio de março, mas naqueles que o Sol brilha pela janela, um certo jovem que vivia numa aldeia algures no Alentejo, estava a fazer um trabalho sobre “O que é mais importante para a existência dos seres vivos”.
O jovem, o Miguel, estava já no segundo dia de trabalho intenso, mas ainda não tinha descoberto o que efetivamente iria desenvolver no seu trabalho, decidiu então ir para a rua descansar um bocado.
Quando saiu de casa dirigiu-se para debaixo de uma grande árvore, que o abrigava totalmente do Sol. De onde se sentou, dava para ver o terreno do vizinho, o Sr. José, e os seus animais que se movimentavam lentamente. Ao pé dos animais localizou grandes recipientes cheios de água, nos quais se observava a bebericar ora um, ora outro animal. O Miguel decidiu, então, ir falar com o vizinho, pessoa com quem gostava de conversar e que certamente o poderia ajudar na realização do trabalho.
 Na entrada da casa estava a sr. Maria, a esposa do Sr. José, que regava as flores com carinho e delicadeza.
- Boa tarde Sr. Maria, as suas flores precisam assim de tanta água? - perguntou ele à senhora.
- As flores precisam de ser regadas regularmente, se não o fizer morrem certamente à sede. - declarou ela - sabes que sem água não existiriam flores e sem flores as primaveras seriam menos coloridas e menos alegres.
- Certamente Sra. Maria. Obrigado pela observação! - agradeceu o Miguel - o seu marido está?
- Está lá atrás a cuidar do gado. Podes ir ter com ele - afirmou ela.
O Miguel dirigiu-se à parte das traseiras da casa para falar com o senhor.
- Boa tarde. – cumprimentou o Miguel.
- Bons olhos te vejam rapazote - cumprimentou o senhor - o que é que me queres?
- Bem… gosto de falar consigo.
O sr. José franziu a sobrancelha intrigado com a atitude do Miguel. Este apercebendo-se coloca-lhe a seguinte questão:
- Porque é que o seu gado precisa de tanta água? - questionou o Miguel.
- O gado precisa de muita água para não morrer desidratado, sem água nenhum animal sobrevivia. A água é fundamental mais até do que o comer - retorquiu o vizinho.
Nos vários minutos de conversa, o Sr. José e o Miguel vaguearam por entre os animais e a pequena quinta e embrenharam-se, por vezes em simultâneo, na realização das tarefas rotineiras fundamentais à sobrevivência da pequena quinta. Miguel regressa a casa com ideias, sim já várias ideias para o seu trabalho.
            Ao chegar a casa correu para o seu quarto para finalmente organizar os pensamentos e fazer o trabalho. Mal se sentou, sua mãe chamou-o para almoçar. Durante o almoço não parou de pensar no trabalho, principalmente na importância da água, já que ela também estava na sopa, no copo, tinha sido necessária para cozer os alimentos e ainda estava em alguns destes.
Quando finalmente se pôs à frente da secretária, pode transpor para o papel as suas ideias sobre a importância da água, que fluíam finalmente e das mais diversas fontes e relacionadas com as plantas da quinta, os animais, os alimentos, a higiene, como um simples lavar de mão, dos rios e mares, e mesmo da constituição do ser humano. Percebeu então o que o sr. José quis dizer com as palavras “A água é mais importante do que comer”.
Algum tempo depois, largos minutos, foi falar com a mãe.
- Mãe, tenho uma pergunta a fazer-te. - declarou o Miguel.
- Que venha ela, não sei se saberei responder. - afirmou a mãe.
- O ser humano podia existir sem água? - inquiriu o Miguel.
- Não filho, morreria. Sabes que o corpo humano é constituído essencialmente por água? – questionou a mãe.
- Alguma vez te disse que és a melhor mãe do mundo! Sabes sempre a melhor resposta e no momento certo - declarou ele.
Dirigiu-se de imediato ao quarto, para continuar o seu trabalho, visto que tinha a certeza que o mais importante para a existência de seres vivos é a água. Na Internet encontrou um site que falava no “Dia Mundial da Água”, e que faltavam poucos dias para a sua comemoração.
Na hora de jantar o Miguel decidiu meter conversa com a mãe.
- Mãe, sabias que daqui a uns dias se vai celebrar “O dia mundial da água”? - interrogou o Miguel.
- O quê? um dia sobre a água? Quem é que te disse tal coisa? - Questionou a mãe.
- Vi na internet, não é nenhum disparate. Vais ver que com o meu trabalho poderei mostrar, de algum modo, como é que a água é importante ao ponto de ter um dia dedicado a ela. - afirmou ele.
- Sempre quero ver isso - declarou a mãe - Já agora, quando é que se comemora esse dia?
- É no dia 22 de março - anunciou ele.
De regresso ao quarto terminou o trabalho. Apresentou situações do dia a dia em que a água é fundamental e enumerou sugestões para a sua poupança e para a sua preservação, formas de minimizar a poluição da água, …  Surgiam agora novas ideias e novas intrigas sobre a melhor forma de apresentar o trabalho aos populares. Seguiria o lema “ A água é um bem essencial que temos de preservar.”
Afinal, o Miguel era uma criança cumpridora, criativa e atenta aos fenómenos que nos rodeiam, como a existência de água. Sejamos todos igualmente conscientes, responsáveis e criativos ….


Rúben Saldanha, O Ciclista


Nota:
Imagem retirada da Internet.

sexta-feira, 21 de março de 2014

Primavera - Poema

Nesta estação do ano,
Há crianças por todo o lado
A correr e a saltar,
Para toda a gente animar.

A chuva já desaparecera

E o sol começa a brilhar.
As flores começam a renascer
E as andorinhas a chegar.

As árvores acordam
Para as flores receber.
Os pássaros pelos campos voam.
E, ao entardecer, o sol volta a descer
E a lua alegremente a reaparecer.

Quando a primavera chega,
A natureza fica bela.
A alegria paira no ar,
E pelos céus as borboletas a flutuar.

Viva a felicidade!
Viva o amor!
Viva a amizade!
Viva a Primavera!

André Santos, nº 8
Beatriz Agante, nº 9
Diana Soraia, nº 11
Chelsea Ativo, nº 10
8º Ano Turma E

quinta-feira, 20 de março de 2014

Dia Internacional da Felicidade



Felicidade…

Felicidade é um sentimento inconstante, que nunca avisa quando chega, nem quando se vai embora, mas todos nós sabemos que faz parte da vida de quem acredita nela.
O sentimento da felicidade, a meu ver, está presente no coração daqueles que têm amigos, daqueles que vivem cercados por pessoas certamente como tu, que se preocupam com o bem-estar de todos aqueles seres que estão à sua volta. Sendo assim, da amizade e da solidariedade nasce a felicidade. Contudo, aqueles que a procuram têm de ser persistentes, pois não é fácil conquistá-la. Na verdade, é essencial que lutemos por ela sem desistirmos e, quando a encontrarmos, não a devemos largar, pois pode ser essa a única oportunidade que a vida nos está a dar para sermos felizes.
De facto, a felicidade é um sentimento deveras salutar, que nos faz sentir muito bem e, quando não a sentimos, a vontade que passa a reinar em nós é a de não fazer nada, parecendo até que todas as pessoas à nossa volta são mais felizes do que nós e temos a sensação de que não pertencemos ao local, onde estamos e só queremos desaparecer.
Em suma, é importante que cada um de nós lute pela sua felicidade e pense em todas aquelas pessoas que estão ao seu redor e que merecem ser felizes também.


Matilde Santos, O Ciclista




Nota:
Hoje também é o dia do Equinócio da Primavera. A Primavera inicia-se pelas 16 horas e 57 minutos. O Equinócio da Primavera é o momento em que o Sol cruza a linha do equador terrestre.
Para além disso também se celebra o Dia Mundial da Agricultura.


terça-feira, 18 de março de 2014

A importância de uma boa alimentação



Hoje em dia, e devido ao desenvolvimento industrial e à falta de dinheiro, cada vez mais, as pessoas cedem à “tentação” da fast food, isto é, comida já pronta, habitualmente a preços baixos e à base de alimentos hipercalóricos, como no caso da Mc Donald’s. Assim, as pessoas ao invés de comerem vegetais, carnes grelhadas, sem molhos e com pouco sal ou ainda uma salada a acompanhar e beberem água, comem hamburgers que são grelhados mas estão cobertos de molhos, comem as batatas fritas com excesso de sal, bebem refrigerantes gaseificados e, para terminar, gelados ou waffles.
A meu ver, o problema não está em ir uma ou outra vez, de tempos em tempos, às cadeias de fast food, o problema é a frequência com que isso acontece. Com as idas continuadas e as alimentações à base de carnes vermelhas (porco e vaca), o que se observa é uma população cada vez mais obesa e crianças com doenças como o colesterol e diabetes.
Para finalizar este meu pequeno texto, quero chamar-vos à atenção de que a alimentação é o principal ‘combustível’ do nosso organismo. Sendo assim, se o alimentamos mal, ele não irá agir convenientemente e depois observamos pessoas mais doentes, com doenças que seriam evitadas, se a alimentação fosse de facto mais variada, equilibrada e menos calórica.

Pedro Miguel Oliveira, nº 20, 9º A

segunda-feira, 17 de março de 2014

Entrevista Professora Bibliotecária da Escola Básica nº 2 de Anadia – Dra. Ivone Saraiva

O Ciclista – Boa tarde Dra. Ivone, somos do Clube de Jornalismo, O Ciclista, e estamos aqui para lhe solicitar que nos conceda uma entrevista.
Dra. Ivone – É uma honra receber-vos aqui na Biblioteca da nossa escola.
O Ciclista – A nossa vinda aqui prende-se com o facto de termos tido conhecimento que, no próximo dia 17, virá à nossa escola uma escritora.
Dra. Ivone – É verdade. A jovem escritora Ana Macedo vai-nos agraciar com a sua presença.
O Ciclista – Como é que a escola / Biblioteca estabeleceu contacto com a escritora?
Dra. Ivone – A proposta partiu da delegada escolar da Editora Gailivro que sugeriu esta vinda e estabeleceu o respetivo contacto. Evidentemente que abraçámos desde logo esta oportunidade.
O Ciclista – O Encontro com a escritora Ana Macedo é aberto a toda a Comunidade Educativa?
Dra. Ivone – Infelizmente não é possível que todas as turmas assistam. Por isso, ficou definido que será a minha turma e outra, ou seja as turmas C e F, ambas do 6 ano. Fizemos estes belíssimos cartões comemorativos ilustradores deste evento e também estes marcadores de leitura referentes à Semana da Leitura, que iremos ofertar não apenas no dia 17, como ao longo de toda a Semana da Leitura.
O Ciclista – Na qualidade de membros do Clube de Jornalismo, gostaríamos de solicitar-lhe autorização para participar no Encontro com a escritora Ana Macedo, de modo a podermos fazer a reportagem do evento e, caso seja possível, entrevistar a escritora.
Dra. Ivone – Evidentemente que poderão estar presentes no Encontro e, desde já, considerem-se convidadas.
O Ciclista – Dra. Ivone, em nome do Clube de Jornalismo, O Ciclista, agradecemos toda a sua disponibilidade e simpatia.
Dra. Ivone – Não têm de quê. Foi para mim um prazer receber-vos.


Ana Neta e Beatriz Agante, O Ciclista





domingo, 16 de março de 2014

O desejo de mudar o mundo


Por vezes, tudo nos dá a entender que o mundo se virou contra nós, que já nem os nossos melhores amigos gostam de nós. Mas provavelmente talvez seja só mais uma crise de adolescentes, mais uma daquelas maluquices que nos passam pela cabeça! Afinal, o mundo nunca foi perfeito! Não foi, não é e nunca será. Porém, talvez haja uma maneira de o mudar mas eis a questão: qual será essa maneira? Não se sabe! O que eu apenas sei é que se trata de um ponto de interrogação enorme que está presente na nossa vida como um prisioneiro.
Na minha opinião, o mundo não é de facto perfeito. Vejamos só esta crise nacional e internacional que não há meio de desaparecer. Não há dinheiro! Os nossos pais querem educar-nos da melhor maneira, alimentar-nos, mas muitos não têm possibilidades para tal. Tudo está a mudar, mas para bem pior. Muitos estabelecimentos comerciais fecham por causa desta falta de dinheiro, passando ainda a haver falta de dignidade e respeito entre as pessoas. Mexemo-nos para a direita e lá estão eles a “dar-nos na cabeça”, viramo-nos para a esquerda e ainda é pior!
Na verdade, só desejava poder mudar o mundo para melhor e bem melhor! Talvez não seja impossível, basta fazê-lo da melhor maneira que cada um de nós puder.
Vale a pena pensar nisto!


Ana Lúcia Amaral, nº 1, 8º E