Equipa d´O Ciclista

Clube de Jornalismo O Ciclista:

Coordenação: Dra. Graça Matos e Dra. Sara Castela

Dra. Miquelina Melo – Membro Honorário

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sábado, 15 de novembro de 2014

Num Futuro Próximo

Estava um dia ventoso, mas não chovia. Era sexta e as minhas filhas, Carol e Daryl (grande orgulho meu, ainda por cima gémeas!), iam ser finalistas na famosa universidade de Harvard. Tinha valido a pena gastar mais de metade do dinheiro do meu mais recente filme nas propinas! Daryl até tinha seguido um dos meus sonhos de adolescente, tirando o curso de investigação forense e conseguido entrar na equipa de C.S.I. de Las Vegas. Mas, primeiro, tinha de ir a uma entrevista; já há um tempo que não tinha uma, pois era preciso disposição e o que me faltava nos últimos tempos era disposição devido à grande perda do mundo do cinema, Daniela Ruah, grande colega de trabalho.
Mas não é de nada disto que vou falar, hoje vou mencionar o que aconteceu nos últimos 40 anos, como, por exemplo, a extraordinária e maravilhosa descoberta da cura para o cancro e a do lúpus, uma doença rara cuja cura veio tarde e já não pode ajudar a minha mãe, que sofria desta doença.
A nível de política internacional, a Rússia e a Ucrânia, ao fim de 10 anos de guerra política, fizeram as pazes, e a CIA conseguiu extinguir o estado islâmico e o terrorismo de vez. Isto tudo conseguiu impedir uma grande guerra mundial. Mas não houve só boas notícias, a Islândia foi totalmente destruída pelo vulcão, a torre de Piza desabou, e o Ébola, doença que já varre vidas dede 2015, ainda continua, apesar de não ter alastrado para outros continentes. E agora a melhor notícia de todas, eu consegui viver o meu sonho e sou o maior e mais conhecido realizador de cinema, no mundo, tendo já arrecadado 12 Emys e 18 Óscares.

David Pires, 8º B, Oficina de escrita Ativa, OC 

terça-feira, 1 de julho de 2014

Vida em sofrimento…

Havia sangue,
Havia cortes.
Grande era o sofrimento.
E nem sempre conseguimos ser fortes.

Na minha cabeça,
Tudo me atormentava.
Tudo me punha abaixo,
Toda a gente me odiava.

Eu estava sozinho,
Não tinha companhia.
Faltava carinho,
Amor e alegria.

Os meus olhos inchavam
De tanto chorar.
As mágoas aumentavam
Pensei até em me suicidar.

Mas porquê?
Que mal fiz eu?
Já só falta ir o corpo,
Pois a alma já morreu.
As horas param,
A dor começa a se intensificar.
Tirem-me deste pesadelo,
Não consigo aguentar.

Cheguei à depressão,
Há uns anos atrás.
Percebi que as coisas boas,
Se transformaram em coisas más!

Houve pessoas que me apoiaram,
Mas mesmo assim desisti.
Já não quero mais saber,
Já nada me prende aqui!

Isto está a dar cabo de mim!
Porque é que a vida é tão injusta?
Não consigo viver assim,
Neste momento tudo me assusta.

De repente, tudo mudou,
O sol abriu, as nuvens passaram.
E afinal descobri
Que todos me amavam.



Os amigos apareceram,
Fazendo-me companhia.
E passei a sorrir,
Como há muito não sorria.

Ana Luísa Santos nº 2, Ana Neta Pereira nº 3, Ana Rita Costa nº 4, Mário Vieira nº 21, 8º Ano, Turma E

segunda-feira, 30 de junho de 2014

A luta pela igualdade

O meu nome é Mayara, nasci em Cabo-Verde. Neste momento estou a viver em Alemanha e vou contar-vos a história da minha infância.
Tudo começou quando tinha cinco anos, e tive de mudar de país à procura de melhores condições de vida. Ainda me lembro como se fosse ontem.
Tudo começou com uma longa viagem, o barco era frágil, ia sobrecarregado de pessoas, por isso, íamos quase todos uns em cima dos outros. Também me lembro que naquela noite havia uma enorme tempestade e estava muito frio. A minha mãe segurava-me com toda a sua força, pois várias ondas vinham contra o barco que não parava de balançar. Quando a nossa viagem terminou, felizmente eu e a minha família ficámos a salvo.
Já em Alemanha, depois de nos termos instalado numa pacata cidade, verificámos que, assim que saíamos à rua, todas as pessoas nos olhavam de maneira diferente. Por exemplo, quando eu ia jogar basquete, num campo que havia perto de minha casa, sentia-me excluída, porque todas as pessoas começavam a ir embora, ficando eu ali sozinha apenas com a companhia da minha bola.
Ainda me lembro do primeiro dia de aulas. Toda a gente me olhava com desdém. Eu não percebia o que eles diziam, mas entendia por pequenos gestos, olhares e tons de vozes que estavam a falar de mim com desprezo. Seria por não falar a língua deles? Seria pelo meu tom de pele? Considerar-me-iam, por isso, uma intrusa?
De facto, é de lamentar que as pessoas sejam vistas de lado por terem um tom de pele diferente, por pertencerem a outra cultura.
Afinal, onde estão os direitos humanos?
Onde paira o respeito pela diferença?
Será que neste mundo não temos direito de sermos todos iguais?
Todos os dias acordo com a esperança de as pessoas não olharem para mim com desprezo.
Por pertencer a uma outra cultura e por ter um tom de pele diferente, nada disto faz com que a pessoa tenha ausência de sentimentos, que só podem ser descobertos e valorizados se houver convivência entre as pessoas baseada no respeito, na boa educação e na aceitação da diferença.

Anastasiya, nº 5; Mariana, nº 20; Sara, nº 24 e Sofiya, nº 25, 8º Ano, Turma E

segunda-feira, 23 de junho de 2014

Viagem às joias da minha terra

As joias da minha aldeia são a fonte, a capela e o centro sociocultural. Joias porquê? Joias porque por detrás de todas elas há uma grande história.
Antes de mais, conhecer a minha aldeia implica recuar no tempo até 1064, época em que D. Afonso Henriques deu a coutada de Horta, ou seja, cedeu uma propriedade sua a um Senhorio.
Pensa-se que Horta (inclusive o próprio nome) vem de uma antiga quinta “Quinta de Horta”. Esta quinta tinha várias particularidades: era autossustentável, possuía lagar, moinho e capela. O espaço datava do século XVIII e tinha um brasão que pertencia à família “Albuquerque”.
Um dos valores mais interessantes da quinta, do meu ponto de vista, era o de possuir água “canalizada” por sistemas antigos.
Voltando às joias da minha aldeia. Em relação à fonte, ela foi construída em 1943 e as suas águas foram usadas, durante muitos anos, na estância termal da Curia, devido à sua pureza.
Quanto à capela, ela possuía pinturas feitas com o mesmo tipo de tinta que Miguel Ângelo usou. Na sua reconstrução as tintas foram substituídas por tinta plástica, situação que muito desagradou a população.
O altar, que antigamente era em talha dourada, também foi modificado mas mantém ainda um pouco da estrutura e beleza antigas.
Finalmente, o Centro Sociocultural. Esta obra foi criada por um grupo de pessoas que sentiu necessidade de o criar para introduzir uma veia cultural na aldeia.
A construção do Centro foi iniciada em 1992 com a participação da população em geral e com o apoio de instituições locais e do próprio governo. Contudo, só alguns anos mais tarde se deu por concluída a obra, tendo começado a atividade cultural em 1998.
O projeto foi de tal forma vivido e sentido que conseguiu superar todas as dificuldades.
Os elementos da então direção escolheram como hino a música “Os índios da meia praia” de Zeca Afonso.
Uma coisa é certa, a construção do Centro Sociocultural de Horta gerou na aldeia um movimento de união que desde essa altura e ainda hoje se mantém de pé.

Beatriz Agante, nº 9, 8º E

sábado, 21 de junho de 2014

É verão!

Neste primeiro dia de verão, que começa em Portugal exatamente às 10 horas e 51 minutos, momento conhecido como solstício de verão*, apresentamos um trabalho sobre um lugar paradisíaco bem próximo de nós…
* momento em que o Sol atinge a maior declinação latitudinal, medida a partir da linha do Equador.
 Praia de Mira


Foi-nos feita uma proposta para fazemos uma reportagem sobre uma zona de Portugal à nossa escolha.
Ora, neste nosso trabalho, iremos dar-vos a conhecer um lugar magnífico chamado Praia de Mira. Escolhemos este lugar pois é-nos familiar, e uma de nós até chegou a passar lá a sua infância.
A Praia de Mira é uma vila e freguesia portuguesa do concelho de Mira.

  
Todos os anos, no verão, vêm centenas de turistas visitar as maravilhosas praias desta freguesia.
A praia de Mira, em 2011, era a única praia do Mundo com a Bandeira Azul durante 25 anos consecutivos.

Os Palheiros

 

Em meados dos anos 50 existiam mais de 600 construções em madeira. A maior originalidade deste aglomerado de pescadores/agricultores era exatamente a sua arquitetura de madeira que, sem ser exclusiva nesta região completamente desprovida de pedra e com abundância de pinhais, adquiriu aqui a sua expressão mais pura, as casas chegavam a atingir dois e mesmo três andares, possuindo dimensões não encontradas noutras praias e formavam a quase totalidade da povoação até ao final dos anos 60.
A própria capela, junto da praia e ainda existente, é de madeira, pintada de azul e branco e é um dos principais símbolos desta povoação.
Pesca artesanal
Cada barco era lançado à água e retirado de lá por duas juntas que puxavam cabos presos às argolas da proa ou da ré do barco. Este deslizava sobre rolos de pinho colocados no sentido da largura que, por sua vez, rolavam sobre uma dezena de vigas compridas e flexíveis de eucalipto, dispostas longitudinalmente. A rede era puxada por dez juntas de bois. Quando o barco saía, ficava logo um cabo preso na praia, o outro era trazido pelo barco, no regresso.
No ano 2009, algumas das suas companhas pararam. Neste momento, só estão a trabalhar sete companhas, as principais têm como o nome do seu barco: S. José, António Vieira, F.C.P. e Estrela-do-mar.
Museu Etnográfico - Praia de Mira, Portugal  
   O museu está dividido em dois pisos. No primeiro piso, encontram-se o Posto de Turismo e uma sala de exposições temporárias que comunica com espaços de exposições permanentes: das origens da Praia de Mira, passando pelo património arquitetónico, abordando as artes da pesca no mar, e viajando na epopeia do pescador da Praia de Mira.
No segundo piso, aborda-se o comportamento das populações locais, desde o traje regional às manifestações mais salientes de como exerciam a profissão, na agricultura e na pesca, como viviam e como se relacionavam.
Estátua dos pescadores
A estátua de homenagem ao povo da Praia de Mira, Pescadores, é uma escultura em bronze de André Alves, representando uma família de pescadores.
Turismo

Parques de Campismo: Mira Lodge Park, Municipal, Orbitur.
Estes locais são ideais para descanso e relaxe dos turistas e até dos próprios habitantes.     

Clube Náutico
O Clube Náutico é um local onde são desenvolvidas as atividades de lazer dos turistas como karaoke, dança e diversos tipos de jogos desportivos.
   
Caro leitor, podemos assim certificar que a Praia de Mira está sempre pronta para receber turistas proporcionando assim várias atividades. Contudo, a melhor época de visitar este interessante local será o verão.

Trabalho realizado por Anastasiya e Chelsea, alunas do 8º E

Nota: Imagens adaptadas da Internet.

quarta-feira, 28 de maio de 2014

Poesia é…

A poesia é uma forma fácil
De dar vida às nossas emoções,
É como correr que é divertido,
Animando assim os nossos corações.
  João Paulo Silva, nº 10, 8º F


Criar poesia é desabafar,
Naquele velho pedaço de papel,
Que está sempre à espera de ser visitado
Pela caneta ou pelo lápis,
Para poder dar vida à nossa imaginação
E fazer uma longa viagem
Até ao nosso coração.  

Jéssica Gomes, nº 7, 8º F

terça-feira, 27 de maio de 2014

Tudo mudou…

O meu mundo
Tu mudaste.
O meu fundo
Tu pintaste.
A minha vida alterou,
A minha mente percebeu.
Tudo mudou,
Menos eu.
A dor permanece,
Mas o ser evoluiu.
A alma não esquece
O que era nosso e partiu.

Inês Gouveia, nº 15, 8º Ano Turma E

segunda-feira, 26 de maio de 2014

Escrever poesia é

Escrever poesia é fácil,
É como jogar futebol.
No jogo, temos de imaginar as nossas táticas
E estar com muita atenção para podermos vencer.
Na poesia, podemos dar asas à nossa imaginação
E vida às palavras, que fazem nascer belíssimos poemas
E é assim que alcançamos a nossa vitória
E damos vida majestosa à poesia, vinda do nosso coração.

André Pinto, nº 1, 8º F

sexta-feira, 23 de maio de 2014

Escrever poesia é

Escrever poesia é como praticar desporto,
Pois fazemos saltitar as palavras
Que acabam por pousar num pedaço de papel,
Fazendo nascer belos poemas,
Partindo, por vezes, de grandes dilemas.

Beatriz Ferreira, nº 3, 8º F

quinta-feira, 22 de maio de 2014

Dia do Autor Português


Tempos passados…


Tempos vividos,
Dias sofridos.
Desilusões e ilusões,
Ficam recordações.

Fica a saudade,
Fica a lembrança.
Uma mente cheia de memórias,
Vivem-se as pequenas histórias.

Vem o choro à alma,
Vem o vazio do interior.
Tudo irá ficar bem,
A seguir à grande dor.

Grandes saudades
De tempos passados.
Já foram vividos,
E agora recordados.
Lembro a tristeza da escuridão,
O choro da chuva.
Tudo foi em vão,
Mas ficou a amargura.

Pessoas cruéis
Eu conheci,
Dei-lhes o impossível,
E sofri.

O que não nos mata
Nos torna forte.
Isso eu o irei ser,
Hoje e até à morte.


Inês Gouveia, nº 15, 8º E

quarta-feira, 21 de maio de 2014

A primavera

A primavera nasceu,
O inverno adormeceu.
As flores nasceram,
Quando o vento e o frio morreram.

Os pássaros andam a cantar
Como os filhos a cantarolar,
Andam todos contentes,
Alegremente a voar.

As flores rejuvenesceram,
Quando o sol reapareceu.
Isto só aconteceu,
Porque o frio readormeceu.

Pedro Alegre, nº 23, 8º E

terça-feira, 13 de maio de 2014

Mãe significa amor

Com três letrinhas apenas
Se escreve a palavra MÃE.
É das palavras mais pequenas
E a maior que o mundo tem.

Ter uma mãe é bom.
É uma satisfação!
Mãe significa amor
Com um grande coração.

Minha mãe, minha mãe,
Minha mãe, minha amada.
Quem tem mãe tem tudo!
Quem não tem mãe não tem nada.

Com o amor da minha mãe,
Cresço com satisfação.
Fica triste quem não o tem
E partido terá o seu coração.


Marcelo Conceição, nº 12, 8º F

domingo, 11 de maio de 2014

Um pescador em apuros

Era de manhãzinha, as pessoas tinham acabado de acordar e no meio do nevoeiro, avistou-se um barco de pesca que devia estar cheio de peixe, na medida em que vinha tão devagarinho que até parecia um caracol do mar.
Passado algumas horas, o barco chegou ao cais, os pescadores descarregaram todo o peixe, arrumaram o barco e foram almoçar. Quando, de repente, deram pela falta de um pescador.
-Mas onde se meteu o Bernardino?-perguntou-lhes João, um pouco aflito.
-Tem calma, moço! Ele deve ter ido à casa de banho- tentou acalmá-lo o André.
Momentos depois, entrou pela porta do café uma senhora muito aflita.
-Socorro! O meu homem está a afogar-se, ajudem-me, por favor!- suplicou Maria, a mulher de Bernardino.
Foram, então, todos a correr para o barco para irem salvar o companheiro. Felizmente encontraram-no, pois ele já estava a chegar à beira-mar.
-Ai, homem, que susto me pregaste! - exclamou Maria, aliviada.
-A si e a nós - comentaram os pescadores que o tiraram do barco.
 Bernardino, por sua vez, estava todo molhado e a sangrar da cabeça. Tal seria a sua queda do barco!
-Não é preciso tanta apoquentação, estou aqui e isso é que interessa! - comentou Bernardino a tentar acalmar os colegas de trabalho e a mulher.
-Ele tem razão- anuiu o Manuel.
-Vamos mas é acabar o almoço! - sugeriu o João.
   Porém, antes de irem continuar a almoçar, Bernardino estava a ser tratado porque tinha ficado muito magoado e sem ninguém se aperceber, dirigiu o seu olhar ao céu para agradecer o facto de ter sido salvo pelos seus grandes amigos.


Ana Lúcia Amaral, nº 1, 8º E

sábado, 10 de maio de 2014

Para a Mãe

Mãe és o meu verdadeiro mundo!
Hoje é dia da mãe!
Vai ser um dia cheio de magia.
Vou dar-te muitos abraços
Com toda a minha alegria.

És a prova viva de que uma princesa

Não precisa de ter coroa,
Tu és a minha mãe querida
E junto a mim fazes reinar a alegria.

És a minha melhor amiga,
A quem tudo posso contar.
És a pessoa em quem mais confio.
E és o meu verdadeiro mundo.

Nos teus olhos, eu me perco.
No teu abraço, eu me conforto.
Quero-te sempre por perto
De alma e de corpo.

Às vezes posso ser ingrata,
Irritante e imatura.
Mas sabes que te amo
E que sempre te vou amar
Até a minha vida acabar.
Repito mais uma vez:
Amo-te, minha princesa!
És o meu mundo
E serás sempre a minha riqueza.

Feliz dia da Mãe!

Inês Gouveia nº 15, Filipa Roque, nº12, 8º Ano Turma E
André Santos nº 8, 8º Ano Turma E

O amor de mãe não tem limites
Querida mãe,
O teu amor alegra-me a vida
E com toda esta alegria
Festejamos juntos este dia.

Neste dia tão belo,
O teu amor é permanente.
Os campos estão verdes e amarelos
E tu és como o sol ardente
Que torna o céu sorridente.

O amor de mãe não tem limites
E a qualquer hora
Posso clamar aos céus
O amor que sinto por ti agora.


Agora e sempre,
Te vou amar.
E hoje quero desejar-te
Um Feliz dia da Mãe!
                               Luciana, Chelsia e Luís Osório, 8º Ano Turma E


A nossa mãe é o nosso Sol
Às mães de todo o planeta
Escrevo este pequeno poema.

Hoje é o seu dia.
E é com alegria
Que todos nós
Usufruímos da sua companhia.

A nossa mãe é o nosso Sol,
A nossa estrela
Que nos ilumina
E nos ajuda
A viver em harmonia.

E é assim que termino 
Este pequeno poema dedicado
A todas as mães.


Joel Loureiro, 8º Ano Turma E