Equipa d´O Ciclista

Clube de Jornalismo O Ciclista:

Coordenação: Dra. Graça Matos e Dra. Sara Castela

Dra. Miquelina Melo – Membro Honorário

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quinta-feira, 13 de março de 2014

A violência física e psicológica

No meu ponto de vista, a violência é um dos principais problemas de que hoje em dia se ouve falar mais.
 A violência é uma das causas que leva muitas pessoas à morte e, por outro lado, leva, muitas das vezes, aos divórcios entre casais. Por vezes, as pessoas não recorrem à violência física mas sim à psicológica que também é muito perigosa tanto ou mais que a violência física, só depende do ponto de vista de cada um de nós.
Na minha opinião, quem põe em prática a violência física e psicológica deveria ter uma pena prisional. Talvez assim a violência terminasse.
 A violência física é grave porque leva muitas vezes à morte, como pode também deixar as pessoas magoadas para o resto da vida. Mas a violência psicológica não lhe fica atrás, uma vez que não magoa por fora mas sim por dentro e pode levar também à morte, mais concretamente, ao suicídio. A meu ver, este tipo de violência até é pior porque as vítimas ficam marcadas para o resto da vida, enquanto a física muitas vezes pode deixar as pessoas com ferimentos ligeiros, mas isso passa.
O que eu recomendo às pessoas é que não façam aos outros o que não gostariam que lhes fizessem, que pensem antes de agir em vez de partirem logo para a violência. Tentem então conversar, acalmar os ânimos, já que esta é uma das principais causas que faz elevar a taxa de mortalidade e que, em alguns lares, faz com que as famílias se separem.


Pedro Oliveira, nº 19, 9º A

domingo, 2 de março de 2014

Violência, que realidade terrível!

São cada vez mais os casos de violência física e psicológica por esse mundo fora.
Talvez os agressores não sintam na pele o que fazem ou até mesmo o que dizem. As pessoas, que sofrem por violência física, tendem a defender-se e com essa atitude acabam por sofrer mais. Os que sofrem de violência psicológica tendem a esconder-se das outras pessoas, a terem a sua autoestima muito em baixo.
Ora, a meu ver, pessoas que sofrem ou já sofreram de qualquer ato violento têm a tendência a estar mais isoladas das pessoas amigas, familiares e até do mundo. Sentem-se, pois, sozinhas, sem ninguém com quem falar, sem vontade de fazer nada, sempre a pensar no mesmo assunto: "violência".
Os agressores, por sua vez, ficam satisfeitos com o que fazem, tendo assim o seu objetivo concretizado que é o de colocarem as pessoas tristes, sem conforto, sem ninguém, com medo do que elas possam dizer ou pensar. Na minha opinião, as pessoas deveriam denunciar estes atos, pois tal como nós gostaríamos que nos ajudassem os outros também assim o desejam.
Lembra-te: "Não façam aos outros o que não queres que te façam a ti!"
Respeita as pessoas, acima de tudo!

Lénia Silva, nº 11, 9º A

sábado, 1 de março de 2014

Acabemos com a violência!

A violência é um problema que cada vez afeta mais pessoas quer a pessoa que sofre como também aquela que a pratica.
A meu ver, a violência é algo que não deveria existir nem na comunidade escolar nem no Mundo, mas ninguém luta por isso.
Nas escolas fala-se muito de bullying, fazem-se muitas campanhas de sensibilização para denunciarmos esses casos, mas o que acontece?
Nada!
Uma suspensão nada vale. Pois, não há controlo e se não há controlo para o tabaco, drogas ou álcool, como é possível haver controlo nos casos de violência física ou psicológica?!
O meu apelo que deixo aos jovens é que, em vez de porem as pessoas de parte e pensarem naquilo em que são diferentes, comecem a pensar naquilo que vos une e em vez de agredirem ou ofenderem os outros, criem laços de amizade, de entreajuda e respeito, porque é assim que se cria uma sociedade melhor com cidadãos de valor e civismo.
 O conselho que dou às escolas é que comecem a punir a sério esses casos e não deixem que existam jovens desequilibrados mentalmente e que mais tarde podem vir a tornar-se criminosos.
O outro problema que também tem vindo a aumentar é a violência doméstica e que é uma das realidades mais tristes no nosso país e talvez porque a crise o provoque. Não sei…
Deixem assim de praticar a violência quer física quer psicológica!



André Correia, nº 5, 9º A

quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

Que maneira estranha do Homem se expressar…

A violência é das piores maneiras que o ser humano encontrou para se expressar.
A meu ver, a violência exercida sobre os seres humanos revela uma enorme falta de civismo por parte dos agressores.
Milhões de pessoas, todos os dias, no mundo inteiro, são vítimas de violência doméstica ou escolar.
Na minha opinião, estes dois tipos de violência têm várias diferenças, pois a escolar pode ser provocada pelo facto da vítima ser diferente deles, mais gordo ou mais baixo, ou também pela sua diferença social ou ainda de uma nacionalidade diferente. Já em relação à violência doméstica, existem vários fatores que a provocam, como por exemplo, a falta de dinheiro ou os problemas que o agressor pode trazer do trabalho para casa e, então, "descarrega" na primeira pessoa que vê. Mas pior do que isto são aquelas pessoas que, simplesmente por prazer, gostam de ver os outros sofrer e, por isso, recorrem à violência.

A meu ver, todo o tipo de violência deverá ser punida com graves consequências para o agressor. Apesar de em muitos países isso existir, a violência infelizmente continua a constatar-se. Por isso, se toda a gente se juntasse contra a "não-violência", as pessoas que a praticam veriam com outros olhos o que fazem e a dor que provocam à vítima.



Alícia Pina, nº 1, 9º A

quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

A violência

A violência é o primeiro instinto (e diria quase "animal"), quando uma pessoa é provocada ou insultada.
Lembremos os animais. Estes são muito violentos, quando se sentem ameaçados e atacam, por isso nós, como pessoas que somos, temos inteligência para pensar antes de agir.
Quem é sábio, sabe que se alguém der um murro a outra pessoa é capaz de receber outro ou até mais. Ora, o que eu quero dizer com isto é que a violência gera mais violência.
Para quem é religioso, interpreta esta atitude como a bem-aventurança: "Felizes os mansos porque dominaram a terra". Tendo em conta esta frase, muitas pessoas que interpretam a Bíblia pensam da seguinte forma e com a qual eu até concordo: se nos empurrarem ou derem um murro, devemos dar um abraço ao inimigo, com a certeza de que não haverá violência mesmo mostrando fraqueza, isto é o significado, então, de "manso" em relação ao ser humano.
Acho assim que poderíamos seguir o exemplo bíblico de "mansos", porque de certeza que não seremos vítimas de agressão ou, então, verão o inimigo a sofrer. É isto que nos torna Homens, e não é por andarmos de pé, mas sim por termos inteligência e quanto à violência, se pensarmos bem, é um instinto animal, que qualquer um sem inteligência e consciência porá em prática.
Para finalizar, deixo-vos com um lema de vida já muito antigo: "Violência só gera violência!" Acabemos, então, com ela!



José Costa, nº 10, 9º A

terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

Cyberbullying

O cyberbullying é uma espécie de bullying, que envolve o uso de tecnologias de informação e comunicação, para agredir verbalmente as pessoas e o meio a que os agressores mais recorrem é a internet.
Este tipo de violência é mais frequente entre jovens, utilizando redes sociais, como por exemplo, o facebook.
Muitas destas agressões começam na escola, quando por exemplo, alguém é gozado por ser feio, gordo, entre outras situações e depois, há sempre alguém que consegue entrar na conta de facebook dessa pessoa para colocar comentários ofensivos, boatos e até fotografias. A partir daí, a vítima começa a ser alvo de gozo na escola e na internet.
Muitas destas pessoas, vítimas de cyberbullying, não aguentam a pressão de serem gozadas e tentam o suicídio.
Após muita discussão à volta do cyberbullying, governos de vários países, como os E.U.A, decidiram criar uma lei. Essa lei determina que quem o praticar poderá ter graves problemas com a justiça.
Entretanto, depois de criarem esta lei, o número de vítimas de cyberbullying até tem diminuído, mas mesmo assim ainda existem pessoas dispostas a arriscar.
       

Alícia Pina, nº 1, 9º A

segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

Violência, uma palavra conhecida!

A violência é uma das palavras mais conhecidas em todo o mundo, talvez por ser uma palavra agreste e “bruta” (pelo menos, eu vejo-a assim). Talvez seja caracterizada assim pelo que demonstra ser.
Há dois tipos de violência: a psicológica e a física. A meu ver, tanto uma como a outra são brutalmente violentas e podem afetar muitas pessoas, incluindo nós, jovens. Sim! Porque não é só aos outros que acontece sofrer deste flagelo que cada vez mais domina a nossa sociedade.
Na minha mais sincera opinião, as pessoas que fazem outras sofrer são no mínimo insensíveis, gostando assim de maltratar, de entristecer as pessoas que foram as suas vítimas e ainda de as ver a fracassar. Talvez também só queiram mostrar que são os “heróis” por quererem respeito, esse mesmo respeito que se torna num medo pavoroso nas vítimas.
Porque é que a violência existe? Porque é que há pessoas que gostam de se sentir felizes ao maltratar pessoas “inocentes”? Será que gostariam de ser vítimas de violência? Ou será que são, e para o esconder, são violentos para com os outros? É fixe ser-se “herói” por julgar os outros e mentalizá-los que não prestam?
Para mim, em relação à violência física, a psicológica é a mais perigosa porque pode deixar-nos com danos mentais, podendo levar-nos até ao suicídio. Não é que a violência física não nos leve a fazer este tipo de coisas, mas as palavras por vezes conseguem magoar-nos mais.
Esta é só apenas uma opinião entre outras, aliás, entre milhares de outras.

Ana Francisca Marques, nº 2, 9º A

domingo, 23 de fevereiro de 2014

Violência, a pior solução!

Nos dias de hoje, principalmente os adolescentes têm sido vítimas de violência física e até psicológica.
A meu ver, muitos deles sofrem com esse facto devido a, por exemplo, serem de uma raça diferente ou por terem uma família pobre, entre outros fatores. A verdade é que o que leva a pessoa a praticar esse ato de violência é, na maior parte das vezes, por se sentir superior em relação aos outros ou até ser movido pela sua raiva que decide “descarregar” sobre quem lhe está mais próximo.
  Na minha opinião, todos os jovens ou mesmo os adultos devem ter consciência de que a violência nunca foi e nunca será a melhor maneira de resolver os problemas e acaba por deixar marcas irreversíveis.
 Muitas das pessoas que são agredidas tornam-se introvertidas, tímidas, tristes e também pode acontecer ficarem revoltadas interiormente e irritadas com os que lhe são mais próximos, podendo recorrer também à violência.
 Já me deparei com casos em que algumas das vítimas não falam sobre o assunto e têm medo de falar com receio que as agridam outra vez. Esses casos nunca deviam acontecer, uma vez que os problemas só são resolvidos, quando os assuntos são falados.
    A violência, de facto, é algo que provoca marcas na vida tanto física como psicológica das pessoas. Sendo assim, o ser humano deve sempre respeitar os outros, independentemente das suas diferenças, ser solidário e cultivar o espírito de entreajuda.
  Os jovens, por sua vez, têm a obrigação de saber a importância de respeitar o próximo, pois como o velho ditado diz: “Respeita em primeiro os outros, para assim seres respeitado”.


Sofia Ferreira, nº 22, 9º A

sábado, 22 de fevereiro de 2014

Dia Europeu da Vitima de Crime

22 de fevereiro de 2014

O Ciclista assinala, com a publicação de mais um texto escrito pela Margarida Pereira, o Dia Europeu da Vitima de Crime. No entanto, antes de o apresentarmos, gostaríamos de dar a conhecer alguns dos mais recentes dados estatísticos, relativos ao ano transato (2013), através do Relatório Anual e patentes no sítio da APAV (Associação Portuguesa de Apoio à Vítima):


O atual contexto de crise económica e social revela, a cada dia que passa, o crescente empobrecimento da população portuguesa. As necessidades múltiplas – de alimentação, habitação, emprego, etc. – caracterizam cada vez mais os pedidos de apoio. Por conseguinte, as diligências têm sido em maior número e mais diversas, mas os resultados menos evidentes, sobretudo a curto prazo. A experiência da APAV permite ainda supor que existem vítimas que não procuram ajuda, com receio de não terem as condições económicas para sobreviver fora de um agregado familiar violento.
O apoio à vítima dado pela APAV em 2013 refletiu-se no expressivo número de 37 222 atendimentos realizados. Na rede nacional de Gabinetes de Apoio à Vítima, Casas de Abrigo e Unidades de Apoio à Vítima Migrante, os Técnicos de Apoio à Vítima da APAV, na sua grande maioria voluntários, desenvolveram 11 800 processos de apoio, tendo apoiado 8 733 vítimas diretas. As pessoas apoiadas pela APAV em 2013 relataram ter sido vítimas de 20 642 crimes”.

Graça Matos, O Ciclista

Simples gestos mudam a vida de todos

Nos dias de hoje, são várias as pessoas que têm vindo a recorrer à violência para se sentirem melhores. Mas será que é eficaz? A verdade é que para existirem atacantes também existem presas.
Esta violência pode ocorrer em qualquer momento em que o atacante sinta necessidade de o fazer. Muitas vezes, pode ser uma falta de aceitação das diferenças. Mas será que é por lhes baterem que eles vão mudar de cor, religião, maneira de ser, …?
Quase todas as vítimas se tornam pessoas desligadas e afastadas do mundo, pois sentem uma negação por parte deste e das pessoas que o habitam. Outras transformam-se no predador devido a um enorme sentimento de revolta.
Acredita que tu é que deves mudar e aceitar o próximo como gostarias que ele te aceitasse. Por exemplo, imaginemos uma situação na escola: estás com fome e sem dinheiro para comprar comida e, de repente, decides que o melhor seria tentar roubar o lanche violentamente a alguém, ora, em vez disso, deverias sim tentar, de uma forma afetuosa, pedir que o partilhassem contigo.
São simples gestos que mudam a vida de todos.
Tenta assim mostrar o teu interior, pois tenho a certeza que ninguém é tão cruel que nem um sorriso consegue dividir com alguém.
Não deixes que aquela pessoa, que tanto gozo te dá ver sofrer, se torne alguém marcado por ti para o resto da vida.

Margarida Costa Pereira, nº 15, 9º A

sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

A violência

A violência nos nossos dias tem vindo a aumentar cada vez mais quer a psicológica quer a física, por mero prazer ou até para a pessoa que agride chegar a concretizar alguns dos seus objetivos, fazendo com que os outros sofram, e este caso é mais comum nos jovens e muitas das situações de violência ocorrem nas nossas escolas.
No meu ponto de vista, estes indivíduos deveriam pensar nas consequências que podem vir a ter pelos seus atos violentos. Estes casos acontecem mais por uns acharem ser superiores aos outros, por terem mais poder psicológico ou até por falta de dinheiro. Ora, estes indivíduos deveriam ter mais respeito pelos outros, compreender as suas situações, mas hoje em dia na maioria das vezes não é assim e os agressores dizem o que querem e fazem o que querem sem pensar no que os outros sofrem ou já terão sofrido.
Ah! Como seria bom que reinasse a solidariedade entre todos e se assim fosse, quando uma pessoa se sente mal, triste, sozinha ou até por não ter dinheiro para um simples pão, deveríamos ajudá-la bem como mostrar-lhe carinho e amizade. A isto chama-se espírito de entreajuda e é assim que deveria ser e em vez de violência, haver uma conversa civilizada entre as pessoas, uma vez que a violência não leva a nada.
Sejam cidadãos civilizados e ajudem quem mais precisa do vosso apoio, já que um dia também podem vir a ter a necessidade de serem ajudados.


Sandra Duarte, nº 21, 9º A

quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

Dia da Resistência Não Violenta

20 de fevereiro de 2014

O Dia da Resistência Não Violenta celebra-se hoje, dia 20 de Fevereiro. Os defensores deste dia pretendem mostrar que se pode lutar pelo que se acredita sem recorrer à violência. De acordo com os mesmos, a luta deve ser baseada no diálogo e em manifestações pacíficas. Nunca em circunstância alguma se deve recorrer à violência.
Durante as aulas de Português a professora estimulou os alunos a escreverem sobre este tema e são esses textos que vamos apresentar a partir de hoje.
Alguns alunos não esqueceram e deram especial ênfase ao bullying. Um tipo de violência que, infelizmente, é uma realidade incompreensível e familiar a muitos alunos das escolas portuguesas.

Graça Matos, O Ciclista


A violência
A violência, tanto física como psicológica, pode causar vítimas cujos danos são irreversíveis. São atos prejudiciais à saúde das vítimas, que deveriam ser identificados e severamente punidos.
No meu ponto de vista, em Portugal, devido à crise económica que atualmente se está a viver, as pessoas tornam-se mais stressadas, uma vez que necessitam daquela ‘espécie’ rara à qual dão o nome de dinheiro. As pessoas veem-se, então, obrigadas a furtar, roubar… Enfim, atos inaceitáveis, que acabarão certamente por desencadear uma rede de violência, razão pela qual considero que a expressão: “Violência gera mais violência” é, de facto, cem por cento verdadeira.
No entanto, também nas escolas e, cada vez mais, os estudantes entram em contacto com este tipo de violência.
Por vezes, as pessoas que praticam estes atos, outras como vítimas e ainda outras como meros espetadores, na maioria das vezes, acabam por ignorar estes casos por não saber como agir. Há ocasiões em que as vítimas se tornam os agressores consumidos pelo sentimento de revolta, mas não agridem quem os prejudicou e, sim, seres mais frágeis.
Sendo assim, a meu ver, uma das formas para combatermos estas situações é quebrar com a rede de violência, semeando nos grupos que vamos conhecendo a amizade, a solidariedade, a união e o espírito de entreajuda. Considero, de facto, esta a chave para romper com os atos desumanos que atuam no nosso mundo!


João Rocha, nº 8, 9º A