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sábado, 28 de dezembro de 2013

Campo ou cidade?

Muitas pessoas hoje em dia já não sabem o que hão de escolher: se o barulho das cidades ou o sossego do campo.
Eu prefiro o campo à cidade, pois no campo podemos, por exemplo, fazer as nossas próprias hortas, com o cultivo de batata, feijão-verde, cenoura, beterraba, alface, couve, couve-flor, entre outros produtos que fazem parte de uma alimentação saudável.
Por outro lado, no campo, veem-se animais no pasto, respira-se o ar puro e podemos deliciar-nos com o cheirinho das inúmeras flores e das árvores frondosas e verdejantes que

embelezam a paisagem, enquanto na cidade só se veem filas enormes de carros a poluírem o ambiente, não só de fumo como também de barulho. Porém, a cidade acaba por proporcionar ao cidadão melhores condições de vida, devido à existência de hospitais, tribunais, hipermercados, entre outros espaços, para além da existência de locais que podem ser procurados para puro divertimento.
Como podemos ver, os dois sítios têm as suas vantagens e desvantagens. Ficará assim ao critério de cada um fazer a sua respetiva opção.
       
Edna Almeida, nº 9, 9º C

quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

Campo ou cidade?

Viver no campo ou na cidade?

Eu cresci no campo. Atualmente ainda vivo no campo. Não posso negar que, às vezes, se torna monótono, porque fora do recinto da minha casa não tenho nada com que me possa divertir ali. Por vezes, preferia até viver numa grande cidade como o Porto ou Lisboa. Pelo menos, aí há sempre coisas para fazer. Acho que a confusão, por vezes, até me relaxa. Mas até que ponto é bom viver numa cidade, com todo o trânsito, todo o barulho, toda a poluição? Por outro lado, as cidades tornam-se demasiado movimentadas.
Acho, então, que viver uns meses numa cidade deve saber bem, mas não trocava por nada a minha pacata aldeia. Na medida em que sabe tão bem acordar todos os dias e ir à janela respirar o ar puro dos campos e observar a magnífica paisagem rural que se pode ver do meu quarto. Sabe tão bem poder ir correr ao fim do dia pelo meio das florestas e dos bosques. Sabe tão bem ir até ao jardim e passar lá uma tarde na companhia de um bom livro e dos sons da natureza… Enfim, para mim, não há nada melhor que todo aquele descanso e privacidade.
A meu ver, as cidades prendem muito os seus habitantes. A confusão acaba por encurralá-los. Cada habitante tem um espaço limitado para viver. Por outro lado, não é seguro andar sozinho na rua sem preocupações. E claro, ao fim de algum tempo, numa cidade, dá-se um aumento do stress.
Contudo, apesar de tudo, tenho curiosidade de viver numa cidade, mas não me importava de passar o resto dos meus dias no campo.



Clara Loureiro, 9º C