Equipa d´O Ciclista

Clube de Jornalismo O Ciclista:

Coordenação: Dra. Graça Matos e Dra. Sara Castela

Alunas: Adriana Matos, Ana Neta, Beatriz Agante e Matilde Santos

Alunos: André Castro, Henrique Ferreira

Dra. Miquelina Melo – Membro Honorário

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sábado, 18 de abril de 2015

A questão paira no ar…



 Viver no campo ou viver na cidade, eis a questão que muitas vezes nos assombra a mente na hora de mudar de casa.
  Se, por um lado, é bom viver rodeada de gente simpática e alegre num ambiente calmo, limpo e silencioso, também o é, com certeza, viver rodeada de centros comerciais, barulho, numa agitação constante, rodeada de pessoas resmungonas, mal-humoradas e incapazes de dizer “bom dia!”, “boa tarde!” ou “boa noite!” ou até um simples “olá!”, dependendo da altura do dia.
  Bem! Na minha opinião, tanto é bom viver no campo, onde as pessoas se protegem umas às outras, onde normalmente todos se dão bem e querem o bem comum e não há aquele típico problema, quando se vive na cidade especialmente em apartamentos, do barulho ensurdecedor que o vizinho faz logo pela manhã.
  É, de facto, impossível valorizar o campo e desprezar a cidade tal como também é impossível menosprezar o campo e adorar a cidade. Parece-me que tem que existir sempre um meio-termo, pois, se por um lado o campo é calmo e a cidade é agitada, a cidade oferece mais oportunidades de emprego que o campo não tem possibilidades de suportar.
  Viver no campo ou na cidade? Por mim, vivia-se em ambos ao mesmo tempo visto que, para onde quer que se vá, nos deparamos com aspetos positivos mas também negativos.
Ana Filipa Pires, nº 1, 9º A - Vilarinho

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