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quarta-feira, 16 de agosto de 2017

A viagem fantabulástica do Hugo



Há muito muito tempo, numa terra onde existiam muito poucas pessoas, ainda menos crianças, vivia um menino de seu nome Hugo, com a sua família.
Hugo, era um menino muito sonhador, ansiava crescer para assim realizar todos os seus sonhos. Eram muitos, mas havia um que ele não parava de pensar: “A sua viagem fantabulástica à volta do mundo”.
O tempo passou e Hugo cresceu, estudou, trabalhou, juntou algum dinheiro e estava pronto, para aquela que seria a viagem da sua vida. Arranjou as suas coisas, colocou-as numa mochila e fez-se ao caminho.
Andou de comboio, de terra em terra, apanhou barcos, andou de helicóptero, de avião e até de camelo. Descobriu novas culturas, novos povos, mas houve um que o fascinou, a África. Descobriu que era um povo com muitos costumes, tradições e com uma grande variedade de locais para ele visitar.
Todas as manhãs, assim que acordava, na pequena aldeia onde o receberam o ritual era sempre o mesmo, agradeciam aos deuses tudo o que lhes era dado, o ar, o dia, a comida, agradeciam o simples facto de terem amigos e estarem vivos.
Hugo aprendeu com o povo africano, a saber dar valor a pequenas coisas, como o “muito obrigado”, o “por favor”, o “desculpa” e acima de tudo a facilidade desse povo receber estranhos na sua comunidade e fazer com que ficassem amigos, tal como fizeram com ele.
Conheceu a África, a Ásia, e como era português sentiu necessidade de conhecer a Europa.
Visitou a Espanha, onde assistiu a uma largada de touros e aprendeu a dançar flamengo com as sevilhanas. A França, onde conheceu a Torre Eifel, o museu do Louvre onde viu o quadro da Mona Lisa. Passeou pelos campos e Elísios e aprendeu algumas palavras em francês. Passou por Itália, comeu uma grande pizza e andou de gôndola. Na Suíça experimentou o famoso queijo e aprendeu a esquiar.
Em todos os países conheceu muitas pessoas, fez grandes amigos, mas, as saudades de Portugal, principalmente da sua família e da sua pequena aldeia, eram muitas.
Decidiu voltar e mal podia esperar para contar a todos o que tinha vivido, experimentado e conhecido em todos os países em que andou.
Foi, sem dúvida, a melhor, a maior, a mais fantástica e fabulosa viagem que qualquer pessoa desejaria fazer, como o Hugo lhe deu o nome de “A viagem fantabulástica”.
Martim Flor Rodrigues, 4.º D, EB1 de Aguim

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