Equipa d´O Ciclista

Clube de Jornalismo O Ciclista:

Coordenação: Dra. Graça Matos e Dra. Sara Castela

Alunas: Adriana Matos, Ana Neta, Beatriz Agante e Matilde Santos

Alunos: André Castro, Henrique Ferreira

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sexta-feira, 11 de outubro de 2013

O abandono de animais em Portugal

Dia Mundial da Luta contra a Dor


11 de Outubro de 2013

Celebra-se hoje, dia 11 de outubro, o Dia Mundial da Luta contra a Dor. Os textos que estamos a publicar, muito embora se pretenda falar da dor relativa aos humanos, inserem-se perfeitamente neste tema! Gostaria de deixar uma frase que representasse o sentir dos jovens que nos apresentam o seu sentir e recordei a citação de Friedrich Wilhelm Nietzsche, filósofo alemão do século XIX, "Was nicht tötet, stärkt"!, que significa : “O que não mata, fortalece”!
Claro, que os nossos amiguinhos animais não têm culpa da malvadez dos humanos. Devemos tratá-los bem. Evitar infringir-lhes a dor. Ninguém gosta de sofrer ou ver sofrer. Pelo menos alguém dito normal.
Neste dia que hoje se celebra, talvez possamos iniciar uma nova jornada e não virar as costas ao problema da dor, pelo menos de algum do tipo de dor com que diariamente deparamos.
Há tantas maneiras de ajudar a evitar a dor. Seja a quem for.
Sempre se pode denunciar um problema…
Repartir o que temos, por muito pouco que seja…
Nem que seja apenas uma palavra amiga!

Graça Matos, O Ciclista



O abandono de animais em Portugal

Hoje em dia, o caso de abandono de animais tornou-se normal, de certo modo.
Esta realidade, que tanto choca alguns como passa indiferente por outros, está a tornar-se cada vez mais frequente. E a que se deve este problema? Aos donos que prometem acolher os animais, e depois os abandonam quando lhes é mais conveniente.
Acontece que as pessoas, que se comprometem a ficar com os animais, têm como dever ficar com eles. Claro que muitos os acolhem sem terem noção dos custos que estes consigo acarretam, como a ração, as vacinas, e o facto de estes se reproduzirem.
Mas deve estar presente na mente de quem os vai acolher que nenhum animal merece ser abandonado por um dono caprichoso.


Clara Loureiro, 9º C

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