Equipa d´O Ciclista

Clube de Jornalismo O Ciclista:

Coordenação: Dra. Graça Matos e Dra. Sara Castela

Dra. Miquelina Melo – Membro Honorário

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domingo, 20 de outubro de 2013

Um presente misterioso

Numa tarde de primavera, estava ansiosa para que chegasse os meus anos, para receber os presentes que certamente me iriam oferecer. Já andava até a contar os dias!
Entretanto, quando dei por ela, reparei que tinha que começar a entregar os convites. Convidei os meus amigos, os meus primos, os meus tios, e claro que não podiam faltar os meus pais, a minha irmã e o meu cunhado. Passados dois dias, já tinha a confirmação de todos na minha festa.
Felizmente, eis que chegou o dia doze de maio, o dia dos meus anos.
Nessa tarde, recebi muitos presentes. E, a uma certa hora, ouvi a campainha tocar. Fui ver quem era. Não estava lá ninguém, a não ser uma enorme caixa embrulhada com um laçarote no cimo. Trouxe-a para dentro e abri-a.
Eu queria muito receber um gatinho e nenhum dos outros presentes tinha sido um gato mas, quando abri aquela caixa, vi que era um gatinho muito pequenino e muito fofinho. Chamei-lhe Cigano.
A minha mãe, por sua vez, ao sentir a minha ausência, veio chamar-me para ir para a sala, pois estavam todos à minha espera mas, quando me viu a dar leite ao gatinho, ficou surpreendida e enternecida com a minha alegria. Depois de o ter alimentado, fomos para a sala sem saber quem me tinha deixado aquele presente à porta da minha casa.
Até hoje ainda não sei quem me oferecera aquele lindo gatinho que passou a fazer parte da minha vida até aos dias de hoje e que me deixou muito feliz.


Mariana Abreu, 8º E

sábado, 19 de outubro de 2013

Um presente misterioso

No dia em que eu ia completar os meus doze anos, de manhã, ninguém me deu os parabéns e eu, então triste, pensei que ninguém se estava a lembrar do meu aniversário.
Era dia de aulas e eu lá fui para a escola. No final do dia, regressei a casa e quando entrei, verifiquei que as luzes estavam todas apagadas. No entanto, vi um grande presente no meio da sala com um cartão apresentando as seguintes palavras: “Feliz Aniversário!”.
No momento em que estava para acender as luzes, alguém as acendeu antes de mim, pois eu não cheguei a tocar no interruptor. De repente, ouço um barulho em coro a exclamar: “Feliz Aniversário!”. Eram os meus familiares que me pediram logo para abrir o meu presente e eu abri-o. Porém, qual o meu espanto, quando verifiquei que tinha lá outro embrulho e outro e outro até que acabei por ficar com um embrulho muito pequeno. Então, abri-o e no seu interior estava uma pen de 8G. De seguida, perguntei a mim mesmo: “Afinal, para quê tantos embrulhos, se é um objeto tão pequeno?!”
Bem! Fui logo colocar a pen no meu computador e comecei a ver diferentes pastas com fotografias da minha família, amigos e até dos meus queridos gatos. Fiquei felicíssimo!
Apesar de tudo, foi a melhor prenda que eu tive até ao momento. E o dia em que eu pensava que ninguém se tinha lembrado de mim, afinal toda a gente se lembrara.
Será assim um dia que nunca irei esquecer!


Joel Loureiro, 8º E

sexta-feira, 18 de outubro de 2013

A alegria de viver

Para muitas pessoas que não sabem o que é a alegria de terem vindo ao mundo é, na minha opinião, um grande azar!
Na verdade, todas as pessoas gostam de acordar de manhã com um sorriso na cara, de saírem à rua e serem bem recebidas por quem as rodeia. Enfim, todas as pessoas gostam de ser felizes.
É verdade que a vida, por vezes, se apresenta como um beco sem saída, mas pensa que se tu não puseres a tua vida nos eixos, quem a irá pôr?
Muitas pessoas ficam felizes por pequenas coisas e isso, sim, é mais uma razão da sua alegria de viver baseada na simplicidade.
De facto, viver é uma alegria, a de vivermos ao máximo os nossos dias com as pessoas que mais amamos. Enfim, a alegria de estarmos hoje aqui. Só temos, então, de agradecer a quem nos trouxe ao mundo, a quem nos amou e a quem sempre nos amará. A meu ver, se nós cá estamos, é porque existe alguém que precisa de nós.
Em suma, cada pessoa tem a sua maneira de ser, as suas qualidades e os seus defeitos. No entanto, havendo respeito e compreensão, reinará sempre o companheirismo e o espírito de entreajuda, podendo-nos sentir assim felizes por fazermos parte deste mundo.


Ana Lúcia Amaral, 8º E

quinta-feira, 17 de outubro de 2013

Uma descoberta inesquecível

Os nossos “pequenos escritores” do 8º E já começaram a dar asas à sua imaginação e vão presentear-nos com alguns dos seus textos.
Esta primeira atividade resultou da análise de um texto, cujo protagonista tem uma paixão forte pela leitura.
Se pensarmos bem, um livro permite-nos contactar com outras imaginações, outras sensibilidades. Através da sua leitura, é-nos dada a possibilidade de estarmos noutros lugares, de ouvirmos pulsar outros corações e até de vestirmos a pele humana de outro ou outros seres sem deixarmos de sermos nós próprios.
Ora, numa das aulas de Português, foram os próprios alunos que criaram a sua pequena história para nos fazerem viajar. Tiveram, assim, de optar por um dos títulos apresentados:
v  Um presente misterioso
v  Uma descoberta inesquecível
v  Uma promessa quebrada
v  A alegria de viver
Vamos, então, fazer uma pequena viagem oferecida pelos nossos “pequenos escritores”.

Sara Castela, O Ciclista



            Uma descoberta inesquecível

Paris no século XIX deve ter sido de algum modo surreal pelo simples facto de ter ocorrido algo simplesmente fantástico, aquilo a que se pode chamar de uma descoberta inesquecível! Para saber como tal aconteceu, é melhor começar do princípio.
Numa simpática rua parisiense, no decorrer do século XIX, uma modesta casa como muitas outras marcava o início de uma história inesquecível…
Danielle, uma rapariga jovem de 20 anos, com uma boa aparência e uma mente repleta de ideias, decidiu lançar uma das suas ideias ao papel.
A sua família não era muito afortunada, logo Danielle não podia dedicar-se exclusivamente ao seu projeto. Todos os sábados e domingos pegava na sua bicicleta, onde tinha colocado um grande cesto para transportar dezenas de brioches que ia vender alegremente ao mercado e que ficava a poucos passos da igreja.
Durante a semana, Danielle gostava de ir até ao lago com os seus desenhos e regressar pela “Rua Grande”, “uma rua tão larga que passariam aqui dez bicicletas como a minha!” pensava ela enquanto admirava as montras, ao longo da rua empedrada.
Certo dia, indo com a cabeça na lua, a jovem nem reparou numa simpática senhora em frente da sua pequena boutique, chocando assim contra ela. Entre desenhos pelo ar e folhas pelo chão, a senhora convidou Danielle a entrar. Depois de uma longa conversa, quatro chávenas de chá e meia dúzia de bolinhos, a senhora convidou-a então para sua estilista, tendo reconhecido a sua grande habilidade nos desenhos que vira.
Duas semanas depois, no lançamento da coleção Outono/Inverno, a boutique ficou apinhada de fotógrafos e jornalistas que a relataram como “Uma descoberta inesquecível”, dando a conhecer um novo talento no mundo da moda.


Beatriz Agante, 8º E

segunda-feira, 14 de outubro de 2013

Separação

Admito… Sim, eu admito!
Já não sei o que faço,
Quando de ti
Só queria mais um abraço!

Um daqueles bem fortes.
Esse ombro para poder chorar,
Ouvir novas palavras de incentivo,
E de novo esse olhar contemplar!

Não suporto a ideia
Desta separação.
É que, mesmo distante,
Me partiste o coração!


Dos meus olhos,
Vertem lágrimas,
Não de alegria,
Mas sim de tristeza                                         
Dessa tua cruel frieza.

Sabias que para mim
Eras fundamental.
Agora estás com outra,
Não a deixes ficar mal!


Patrícia Figueiredo, 9º C

domingo, 13 de outubro de 2013

O abandono de animais

Os animais são um ser vivo e não devem ser abandonados, têm de ser sim respeitados pelas pessoas, porque também têm sentimentos.
Os animais abandonados passam fome, ficam ao frio, sem ninguém que lhes dê carinho, que brinque com eles e lhes dê um lugar sossegado para dormir e ficam assim perdidos.
Em Portugal, mais de 10.000 animais são abandonados anualmente. Muitos encontram a morte nos canis camarários e outros acabam por morrer à fome ou nas estradas, enquanto vagueiam pelas ruas em busca de alimentos e de abrigo. Quando abandonados, os animais sofrem todo o género de maus tratos, ficando igualmente sujeitos a contrair doenças. Para além do sofrimento infligido ao animal, o abandono é, portanto, um risco para a saúde pública.
Os animais são sensíveis e não são brinquedos. Um animal deve ser assim desejado pelo dono e bem aceite pelos restantes membros da família.


Sandra Cristiana Lopes Duarte. Nº 21, 9º A

sábado, 12 de outubro de 2013

O abandono de animais em Portugal

Nos dias de hoje, cada vez vemos mais animais na rua, cabisbaixos, famintos, mas, acima de tudo, o que mais encontramos são os sem rumo, amedrontados pela vida das ruas.
Quando a carteira é apertada e não dá para mais, o primeiro bem de que os donos se libertam são dos seus preciosos companheiros de vida. Outros animais são abandonados pois, quando entram na fase adulta, os seus donos já não querem saber deles.
No fim de tudo, são os abrigos que não conseguem acolher mais animais, não é que falte vontade, mas faltam espaços e apoios.
Em suma, todos os dias morrem animais nas ruas.


Margarida Costa Pereira, nº 15, 9º A

sexta-feira, 11 de outubro de 2013

O abandono de animais em Portugal

Dia Mundial da Luta contra a Dor


11 de Outubro de 2013

Celebra-se hoje, dia 11 de outubro, o Dia Mundial da Luta contra a Dor. Os textos que estamos a publicar, muito embora se pretenda falar da dor relativa aos humanos, inserem-se perfeitamente neste tema! Gostaria de deixar uma frase que representasse o sentir dos jovens que nos apresentam o seu sentir e recordei a citação de Friedrich Wilhelm Nietzsche, filósofo alemão do século XIX, "Was nicht tötet, stärkt"!, que significa : “O que não mata, fortalece”!
Claro, que os nossos amiguinhos animais não têm culpa da malvadez dos humanos. Devemos tratá-los bem. Evitar infringir-lhes a dor. Ninguém gosta de sofrer ou ver sofrer. Pelo menos alguém dito normal.
Neste dia que hoje se celebra, talvez possamos iniciar uma nova jornada e não virar as costas ao problema da dor, pelo menos de algum do tipo de dor com que diariamente deparamos.
Há tantas maneiras de ajudar a evitar a dor. Seja a quem for.
Sempre se pode denunciar um problema…
Repartir o que temos, por muito pouco que seja…
Nem que seja apenas uma palavra amiga!

Graça Matos, O Ciclista



O abandono de animais em Portugal

Hoje em dia, o caso de abandono de animais tornou-se normal, de certo modo.
Esta realidade, que tanto choca alguns como passa indiferente por outros, está a tornar-se cada vez mais frequente. E a que se deve este problema? Aos donos que prometem acolher os animais, e depois os abandonam quando lhes é mais conveniente.
Acontece que as pessoas, que se comprometem a ficar com os animais, têm como dever ficar com eles. Claro que muitos os acolhem sem terem noção dos custos que estes consigo acarretam, como a ração, as vacinas, e o facto de estes se reproduzirem.
Mas deve estar presente na mente de quem os vai acolher que nenhum animal merece ser abandonado por um dono caprichoso.


Clara Loureiro, 9º C

quinta-feira, 10 de outubro de 2013

O abandono de animais em Portugal

Em Portugal, o número de animais de estimação abandonados nas estradas a norte e sul do país tem aumentado consideravelmente devido a vários fatores.
Foi assim pedido aos alunos de 9ºano que refletissem sobre esta situação, que é cruel e indigna de uma sociedade que se pretende civilizada e que, de seguida, criassem um texto expositivo com um mínimo de 70 e um máximo de 120 palavras. Vamos, então, dar-vos a conhecer quatro desses textos.

Sara Castela, O Ciclista

Atualmente, o abandono de animais é cada vez mais frequente. Basta ir à mercearia ao pé de casa ou a outro local mais distante que muito facilmente se avistam cães ou gatos errantes e abandonados.
 Este abandono é preocupante visto que a saúde destes animais está posta em causa. Muitos, porém, acabam por morrer à fome e até atropelados.
Esta situação acontece devido à falta de dinheiro por parte das pessoas para os manter, impedindo-as de lhes comprar comida bem como às fracas condições que lhes proporcionam ou a simples caprichos dos donos.
 Felizmente, também há pessoas que os acolhem e os tiram da rua, para cuidarem deles. De facto, os pobres animais não têm culpa e não merecem ser tratados desta forma.
 É importante assim minimizar o abandono e acolher estes animais que, tal como nós, vivem neste planeta e é nosso dever partilhá-lo com eles.


Ana Sofia Monsanto, 9ºC

segunda-feira, 23 de setembro de 2013

Se eu fosse cozinheira



Se eu fosse cozinheira
Dava-te uma colher de sopa.
Mas como não o sou,
Dou-te um beijo na boca.

Como esta panela arde
Eu sei que me posso queimar
Se me deres este beijo
Aí eu vou-te amar!

Um amor quente
Um amor ardente
Um amor que permanecerá
No meu coração para sempre!
Andreia, nº 3, 8ºH

Jéssica, nº 15, 8ºH

domingo, 22 de setembro de 2013

Coração ferido!



Coração ferido!


Este desenho simboliza a ferida que me fizeste, pensei que era para sempre, foi o que disseste. Não sei como foste capaz de ferir o coração deste pobre rapaz. Tenho pessoas que me amam de verdade. Apunhalaste-me pelas costas, foste uma cobarde. Por ti lutei, foste a única pessoa que amei, agora já não significas nada para mim, por isso, posso dizer que esta relação chegou ao fim.

Leandro, nº 20, 8º H
Pedro, nº 2, 8º H

sábado, 21 de setembro de 2013

Amor dá vida ao coração


Amor dá vida ao coração

Amor é um sentimento
Não deixes que o tempo
Te o leve com o vento
Pois isso vai ser um tormento.
                                                                
O Amor dá vida ao coração,
Quando é vivido com paixão.
Amar é saber viver
Pois, amar sem ser amado
É ter sangue derramado
E o coração é destroçado!

Gabriel Santos, nº 10, 8º H

sexta-feira, 20 de setembro de 2013

O meu coração


O meu coração 

O meu coração bate
Bate com todo o meu amor
O meu amor por ti
É vivido com ardor.

Andreia, nº 3, 8º H

Jéssica, nº 15, 8º H

quinta-feira, 19 de setembro de 2013

O relógio


O relógio


Com as patas de caranguejo
Vou fazer um relógio
Para contar o tempo das horas
Que não te vejo

Essas horas demoram a passar
E eu a ti vou continuar a amar.
Ainda me lembro do dia que te conheci
Nesse dia fiquei louco por ti.

O nosso amor já teve muitas discussões
Mas chegámos a algumas conclusões
E tudo isto vai ficar
Guardado nos nossos corações.
Corações é o plural de coração
E coração…
É o sinal da nossa paixão.

Contigo vou chorar
Contigo vou rir
Amo-te e adoro-te
É o que eu estou a sentir.


Luís Dias, nº 21, 8º H

quarta-feira, 18 de setembro de 2013

Pintei numa tela



Pintei numa tela

Eu estava a entristecer, o meu coração não sabia o que devia fazer, até ao momento em que chegou o dia em que eu descobri que tinha encontrado uma nova paixão. E assim passei a estar muito feliz e não sei como o fiz.
A partir desse momento, comecei a sentir-me apaixonada e agora sou uma pessoa muito amada.
Pintei numa tela, que ficou muito bela, o mundo fiel que colori com um pincel!

Susana Almeida, nº 24, 8º H

Diana Pereira, nº 26, 8º H

terça-feira, 17 de setembro de 2013

Sempre lutarei!


Hoje jogo.
Amanhã jogarei
Hoje luto
Amanhã ganharei
Com o teu amor,
Sempre vencerei.
Hoje estudo,
Amanhã estudarei.
Mas por ti,
Sempre Lutarei!

Rúben Chaves, nº 23, 8º H

segunda-feira, 16 de setembro de 2013

Amor verdadeiro



Amor verdadeiro

Peço desculpa por tudo o que fiz
Contigo eu quero ser feliz
Muitas pessoas querem a nossa felicidade
Eu amo-te de verdade
A tua boca, o teu olhar
Em ti eu acredito
Eu amo-te do fundo do coração
Ficar contigo para sempre
É a minha intenção
Os olhares que por vezes são trocados
Quando estamos chateados
Os nossos corações ficam brados.


Cláudio e João, 8º H

domingo, 15 de setembro de 2013

O amor




O amor


O amor é um sentimento estranho,
Estranho mas bom.
Bom, tendo altos e baixos
Altos e baixos, que fortalecem o amor.

O amor é assim,
Flores de jasmim,
Sorri para mim
Estando sempre junto a mim.

Amor verdadeiro,
Amor sincero,
Que reside no meu coração,
Sendo vivido com grande paixão!
Carina Santiago, 8º H
Sofia Casimiro, 8º H

Joel Almeida, 8º H

sexta-feira, 13 de setembro de 2013

O teu nome


Num dia te abracei
Estavas no meu coração
Lembro-me da primeira vez que te beijei
És e serás sempre a minha paixão.

Fui à praia
Escrevi o teu nome na areia
O mar apagou-o
Escrevi o teu nome no meu coração
E lá para sempre ficou!

Cláudio Filipe, nº 7, 8º H

quinta-feira, 12 de setembro de 2013

A Amizade



A Amizade…


Amizade é ter um amigo…
Amigo verdadeiro
Amigo fiel
Amigo como o mundo inteiro.

Como uma flor que brota
E depois se fecha
Para que nunca percamos
A amizade que ele deixa.

E quando o chamamos
Lá vem ele, sorrindo
O amor de amigo
O que sinto por ele
Por ele luto,
Por ele vivo
Por ser um verdadeiro amigo.


Ana Cruz, nº 1, 8º H

Carina Martinho, nº 5, 8º H