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sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Kika e o cãozinho Pantufa



Era uma vez uma menina que tinha uma grande vontade em ter um cãozinho. Chamavam-lhe Kika. Os amigos tinham todos um pequeno cão, então ela também queria ter um e como tal, um dia perguntou à mãe:
- Mãe, posso ter um cãozinho? Todos os meus colegas têm um, menos eu!
- Está bem! Amanhã, iremos à loja dos animais para tu escolheres um. – disse a mãe.
- Obrigada, mãe. – agradeceu Kika, com um grande sorriso nos lábios.
Na manhã seguinte, foram ambas à loja.
Kika escolheu um cão, e resolveu chamar-lhe Pantufa. A partir desse dia, iam brincar para todo o lado até que passaram dias, meses, anos...
Porém, certo dia, o cãozinho teve um acidente e morreu precisamente no dia vinte e cinco de setembro, o dia de aniversário da menina, e ela com o coração triste como a noite disse à mãe:
- Mãe, nunca mais quero voltar a ter um cão, porque o meu Pantufa era tudo para mim, era com ele que eu podia contar sempre que quisesse, era ele que me ouvia, quer nos maus, quer nos bons momentos. E de facto ficará para sempre no meu coração.

Ana Francisca Marques, nº 3, 7º F

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Fantasmas à solta!


Num sábado à tarde, fui passear pelo parque da minha aldeia. Entretanto, chegou um momento em que passei por uma casa estranha que por sinal era muito grande e medonha. Parei por instantes. No entanto, decidi ir andando para minha casa, mas a certa altura pensei voltar de noite ao casarão, para fazer as minhas descobertas. Sendo assim, quando anoiteceu, lá fui eu.
Ao chegar, por grande admiração minha, o grande portão, que ia dar ao interior da casa, estava aberto. Decidi então entrar e verifiquei que havia muitas escadas, dando-lhe a característica de casa assombrada. Quando entrei, ouvi ainda uns ruídos estranhos e uma voz num tom muito grave, que me dizia: “Sai da minha casa, agora! Já!”. Eu fiquei assustadíssima e de repente, apareceu-me um fantasma. Aí é que eu fiquei mesmo aterrorizada e o mais grave é que iam aparecendo cada vez mais fantasmas e não paravam de me cercar. Eu então saí a correr rapidamente, porém eles continuavam todos atrás de mim. Momentos depois, finalmente consegui chegar a casa sã e salva e mal entrei, fui logo a correr para o meu quarto.
Em silêncio, mas com o meu coração a palpitar, olhei à minha volta para me certificar se estava ou não em segurança. Felizmente, eles tinham ido embora e eu jurei nunca mais lá voltar.
         
Márcia, nº 15, 8º D

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Eu e o meu gato


Quando a gata da minha avó teve as suas crias, eu pedi-lhe logo um para ser o meu gatinho de estimação.
Passado alguns dias, no momento em que abriu os olhos, eu levei-o para minha casa e dei-lhe o nome Popi. Sendo ele pequenino, escondia-se debaixo dos canteiros das flores da minha mãe. Sempre que eu ou a minha mãe lhe íamos dar comida, ele só ia comer quando fechávamos a porta e lá foi crescendo à medida que o tempo foi passando.
Lembro-me que, quando eu tinha 10 anos, apanhei uma “telha” de que não queria comer. Então, certo dia, escondi-me em cima de uma oliveira. Na verdade, o meu pai e a minha mãe sempre que me iam chamar para comer, eu não lhes respondia e eles tinham de ir à minha procura. Entretanto, algo aconteceu nessa tarde.
O meu gato começou a miar e eu ordenei-lhe para que ele se calasse, mas ele continuava. Por azar, a minha mão escapou-se do ramo e acabei por cair da oliveira abaixo e debaixo, havia várias pedras sobre as quais estava o meu gato. Ora, se ele não estivesse lá, eu podia ter partido a coluna.
Graças ao meu gato, estou bem.
E depois de ter apanhado este grande susto, claro que fui comer e nunca mais voltei a ter esta atitude incorreta para com os meus pais. Aprendi assim uma lição.

João Batista, nº 12, 7º F

terça-feira, 11 de outubro de 2011

As malandrices de Marley


Certa tarde de outono, o meu dono começou a tentar arrumar as folhas do seu belo jardim num monte que quase parecia a Torre Eiffel…Eu, que parecia estar muito quieto, fui sorrateiramente estragar-lhe a preciosa obra de arte. Entretanto, depois de muitas tentativas de pôr as folhas no sítio, ele acabou por desistir.
De seguida, fomos brincar, atirámo-nos para a relva e corremos naquele lindo jardim, onde predominavam vários tons de laranja, castanho e amarelo. Enfim, naquele jardim, tudo parecia mágico.
Pouco tempo depois, anoiteceu e o meu dono achou melhor parar a brincadeira e ir comer, mas eu recusei-me, pois queria brincar, correr, saltar. E ele, ao ver o meu descontentamento em sair de tão maravilhoso lugar, foi-se embora. Contudo, momentos depois, voltou com o nosso tão delicioso e suculento jantar. E ali comemos, cão e dono, juntos a observarmos tão maravilhosa noite! Depois, achei por bem, ajudá-lo a arrumar as folhas e, em menos de meia hora, conseguimos realizar aquele trabalho.
Ora, após tanta diversão, acabámos por adormecer.
Marley é um fofinho e gorducho labrador que não para de fazer as suas malandrices. Ele foi adotado por um casal de jornalistas, que decidiram ir viver para o campo.

Margarida Carlota Lagoa, nº 22, 7º F

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Missão cumprida!


Hoje, acordei cedo e de seguida, fui tomar o pequeno-almoço com o meu pequeno pássaro, o Bilbarrico, que não para de tagarelar. Sim! O surpreendente do meu pássaro é que ele consegue pronunciar algumas palavras e olhem que não é nenhum papagaio! E quando começa a falar, nunca mais se cala!
 Entretanto, quando acabámos de tomar o nosso pequeno-almoço, fomos distribuir pão pela aldeia. Pois, ao fim de semana, é esta a nossa função para podermos ajudar os meus pais.
A certa altura, tivemos de ir à padaria do Senhor Castelão comprar mais pão para o acabar de distribuir, pois ainda nos faltavam algumas casas. E o engraçado é que o Bilbarrico também me ajuda nesta tarefa.
As pessoas da minha aldeia agora já se habituaram não só a facto dele falar, mas também porque ele me ajuda. Nos primeiros dias, estranharam ver um pássaro com um saquinho tão pequeno, mas depois até acharam graça aos pãezinhos “bebés”, isto é, pequenos pãezinhos que deliciam a garotada, que já fica à espera destes miminhos.
No final da manhã, depois de distribuirmos todo o pão, fomos então para casa descansar as pernas, porque andámos muito, mas é sempre grande a nossa satisfação, quando vemos a nossa missão cumprida.

Maria Martins, nº 23, 7º F

domingo, 9 de outubro de 2011

Inacreditável…


Hoje, mal acordei de manhã, fui logo tomar o pequeno-almoço. Quando já estava quase acabar, entrou o meu gato, o Pantufa, na cozinha vindo da rua a pedir comida. Eu fui ao saco da ração para gato e dei-lhe de comer.
 No fim dele se ter deliciado com o seu pitéu, fui-lhe dar banho, e no momento em que lhe estava a colocar o champô no pelo, alguém exclamou:
- Para, estás a magoar-me!
Como eu não sabia quem tinha falado, fiquei assustada. Depois, olhei para o gato e da sua boca ouvi:
- Olá!
Espantada, perguntei o que se estava ali a passar e se era possível que os gatos falassem. Para meu grande espanto, ele disse-me que sim e que também sabiam jogar à bola.
Ah! Agora já entendia por que razão é que às vezes havia terra pelo chão do meu terraço, para além das plantas partidas no meu jardim!
Entretanto, fui à casa de banho buscar uma toalha e ele pediu-me para não contar a ninguém aquela revelação. Eu prometi-lhe que não o faria e momentos depois, o Pantufa foi chamar os amigos dele e fomos todos jogar à bola, longe dos olhares dos adultos.

Mariana Serra, nº 24, 7º F

sábado, 8 de outubro de 2011

Uma aventura na Gralheira


Numa bela tarde de verão, decidi ir à Gralheira dar um passeio com a minha cadela, que se chama Lacy. Aproveitei este passeio para brincar. Sendo assim, comecei por andar no carrossel, mas a minha cadela preferiu divertir-se perto do lago e esteve lá algum tempo, enquanto eu depois me estava a divertir nos baloiços.
De repente, começou a ladrar e eu estranhei a razão pela qual ela estava a ladrar tanto e então, fui ter com ela até ao lago e o mais estranho ainda é que, à medida que me ia aproximando, ela ladrava cada vez mais. Entretanto, comecei a sentir um barulho, fui até às margens do lago, e assustei-me, porque estava lá uma cobra.
Fui logo a correr chamar o meu pai que, mal soube o que estava acontecer, dirigiu-se de imediato para junto do lago. Momentos depois, pediu-me para eu lhe arranjar um pau e, num abrir e fechar de olhos, matou a cobra. Depois deste grande susto, fomos para casa e acabei a tarde na minha piscina, pensando para com os meus botões: ”Uf! Que dia! ”

Márcia Sousa, nº 21, 7º F

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

O meu animal de estimação


No ano passado, mais exatamente no inverno, durante a noite costumava ouvir ruídos que não conhecia e que eram muito estranhos. Sendo assim, certa noite, vesti o robe e fui investigar. Tendo eu uma boa audição, conseguia perseguir facilmente os sons. Comecei então a aproximar-me e de repente, vi uma espécie de bola de neve, mas o mais estranho é que não tinha nevado. Até que percebi que não era neve, mas sim um belo coelho branco. Levei-o para o meu quarto, dei-lhe de comer e fiz-lhe uma cama bem quentinha. No dia seguinte, mal acordei, olhei para a camita e lá estava ele. Dei-lhe o nome de Bola de Neve. De seguida, fui dar a boa nova aos meus pais. Quando regressei ao meu quarto, ele já não estava na cama. Será que ele se tinha perdido?! Questionei-me, intrigado. Perante o seu desaparecimento, comecei a preocupar-me. Depois de já estar exausto de o procurar, deitei-me e pensei:
            Será que ele estará no mesmo local onde o encontrei?! Talvez! Como tal, fui lá ver e descobri-o. Descobri também que ele tinha família e que pelos vistos se tinha perdido na noite anterior. Entretanto os animais, mal me viram, começaram de imediato a correr e eu percebi logo que estavam de passagem e que não podia ficar com aquele simpático coelhinho. Fiquei de facto triste por ele se ir embora, mas feliz por tê-lo ajudado!
Eis, então, o meu animal de estimação por um dia!
           

João Pedro Martins Rocha, nº 14, 7º F 

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Produções dos nossos alunos


Vamos iniciar a apresentação dos trabalhos realizados pelos alunos. São pequenas produções escritas que nos vão encantar.

A Equipa de O Ciclista

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

5 de outubro

O dia 5 de outubro reveste-se de grande importância histórica para Portugal e para os portugueses, pois nesta data celebra-se a Independência de Portugal realizada em 1143, em que em Zamora (Leão) se realizou a Conferência do mesmo nome, na qual é reconhecida a Independência pelo rei Afonso VII de Castela e Leão. Neste mesmo dia, em 1910 e em Lisboa, pondo termo a mais de sete séculos de regime monárquico, é proclamada a República Portuguesa.

Mas este ano vamos saudar o papel que este dia representa para toda a classe docente, pois celebra-se, também, o Dia Mundial do Professor.
Ao longo dos anos últimos anos o papel dos professores tem sido alvo de discussões públicas suscitando uma enorme controvérsia. Contudo, não se pode jamais negar a excelência desta profissão no desenvolvimento integral de todos os Homens.
O tema deste ano é: Professores para a igualdade de género.

A Equipa de O Ciclista

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Centro Escolar de Arcos


Inauguração do Centro Escolar de Arcos


Na passada quinta feira, dia 22 de Setembro, foi inaugurado o Centro Escolar de Arcos, sito na Rua das Sobreiras. A cerimónia de inauguração foi presidida pelo ministro da Educação, Professor Doutor Nuno Crato. Estiveram ainda presentes, o Sr. Presidente da câmara municipal de Anadia, Prof. Litério Marques, a Sra. Vereadora da Educação, Dra. Rosa Tomás, O Sr. Dr. Ângelo, também da CMA, e o nosso Diretor, Dr. Elói Gomes.
O arquiteto Nuno Rosmaninho projetou este edifício sem quaisquer barreiras o que possibilita a fácil circulação, especialmente de cidadãos com problemas de mobilidade. Este centro possui, para além das salas de aulas, uma biblioteca, um refeitório, que funciona também como polivalente, um gabinete de trabalho para os professores e educadores, um gabinete de atendimento, uma sala de professores, um elevador e uma sala interior ampla, com balneários, para a prática de educação física. Tem um extenso espaço exterior que possibilita o convívio dos seus alunos e é dotado ainda de um atrativo parque infantil. A via rodoviária circulatória, de acesso exclusivo para o centro, facilita a entrada dos pais aquando do início ou do fim das aulas.
Com uma frequência actual de mais de 250 alunos provenientes da freguesia de Arcos e da localidade da Póvoa do Pereiro, freguesia da Moita, este centro veio substituir a Escola Básica nº 1 de Anadia (que funcionava também com salas localizadas nas antigas escolas de Alféloas, Famalicão e Póvoa do Pereiro) e o Jardim de Infância de Famalicão. O Centro entrou em funcionamento no ano letivo anterior, logo após a interrupção letiva do Carnaval.


A Equipa de O Ciclista

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Dia Internacional para a Proteção da Camada de Ozono

Dia Internacional para a Proteção da Camada de Ozono
16 de setembro de 2011
Celebra-se hoje o Dia Internacional para a Proteção da Camada de Ozono. Em 1987 a ONU escolheu esta data para assinalar o dia em que foi aberto para adesão o Protocolo de Montreal.
O Protocolo de Montreal e a Convenção de Viena (1985) para a Proteção da Camada de Ozono, pretendem alertar a comunidade internacional para a necessidade da preservação da camada de ozono e regulamentar a sua atividade através da progressiva eliminação da emissão dos gases que destroem esta camada.
Os efeitos desta e de muitas outras campanhas, está a colher alguns frutos, uma vez que a espessura da Camada de Ozono no Hemisfério Norte apresenta uma aparente recuperação desde meados da década de 90 do século passado. Esta recuperação excedeu as piores expetativas que indicavam que o início dessa recuperação ocorreria depois de 2015 (WMO, 2011).
O Ciclista apresenta, neste dia, a Mensagem do Secretário Geral das Nações Unidas
“A eliminação dos hidroclorofluorocarbonetos: uma oportunidade única” 
A comunidade internacional adotou o Protocolo de Monreal relativo às substancias que destroem a camada de ozono para proteger a Terra da perigosa radiação ultravioleta. Em mais de 24 anos de implementação satisfatória, reforçou-se gradualmente o Protocolo até abranger a eliminação de quase 100 substâncias que destroem  a camada de ozono. Os ajustes mais recentes foram aprovados em 2007 com vista a acelerar a eliminação dos hidroclorofluorocarbonetos (HCFC).
Os HCFC são substâncias que destroem a camada de ozono sendo também potentes gases com efeito de estufa: o HCFC mais utilizado é cerca de 2.000 vezes mais potente que o dióxido de carbono no efeito de aquecimento da Terra. Ao acordar em acelerar a eliminação dos HCFC, as Partes no Protocolo de Montreal reforçaram as suas  já importantes contribuições para a  proteção do Clima mundial.
O nível dos benefícios climáticos que se pode obter dependerá dos produtos químicos e das tecnologias que se escolham para substituir os HCFC. Deste modo, a eliminação oferece aos países e às indústrias uma oportunidade única de adquirir tecnologias de vanguarda, que não só eliminem os compostos que destroem a camada de ozono, como também o façam de uma forma que reduza os custos energéticos e maximize os benefícios climáticos. Para facilitar esta transição nos países em desenvolvimento, o mecanismo financeiro do Protocolo de Montreal oferece um financiamento alargado.
As Partes no Protocolo de Montreal encontram-se atualmente a examinar novas emendas, incluindo propostas com vista a incorporar os hidrofluorocarbonetos (HFC) no regime do Protocolo de forma a complementar os esforços levados a cabo ao abrigo da Convenção Quadro das Nações Unidas sobre as Alterações Climáticas e o seu Protocolo de Quioto.
Embora os HFC não destruam a Camada de Ozono, são gases com efeito de estufa muito potentes e o seu consumo tem vindo a aumentar rapidamente a medida que são utilizados para substituir os HCFC.
Instigo as Partes e as indústrias para que aproveitem a oportunidade que a eliminação dos HCFC oferece para evitar a substituição com HFC se  for possível. Só através da limitação da alteração climática global podemos manter a esperança de obter um desenvolvimento sustentável para todos.

A Equipa de O Ciclista

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Mensagem de (re)abertura do Blogue


A equipa d´O Ciclista deseja a todos os elementos da comunidade educativa do Agrupamento de Escolas de Anadia, assim como a todos os outros leitores, um bom regresso.
Esperamos trazer algumas novidades que sejam do agrado dos nossos leitores.
A primeira das novidades é que o Clube de Jornalismo abre as suas portas a todo o Agrupamento.
Aproveitamos para convidar todos a participar neste blogue com o envio, para o nosso correio eletrónico de textos, poemas, divulgação de eventos, etc.

A Equipa de O Ciclista

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Dia Internacional da Solidariedade

31 de Agosto de 2011
Gostaríamos de acabar em beleza com Fernando Pessoa. Mas, não queremos partir sem antes deixar uma palavra de apreço a todos quantos contribuíram para que este blogue fosse uma realidade.
Assim, e apesar do imenso trabalho, a maior parte fruto de uma grande dose de carolice dos membros do clube, pensamos ter agradado a todos quantos nos visitaram ao longo do curto, mas enriquecedor tempo de vida do blogue.
Neste Dia da Solidariedade, a Equipa de O Ciclista cessa este ano lectivo com um sincero agradecimento a todos os alunos, professores e muitos anónimos, que, de um modo ou de outro, contribuíram para o sucesso deste blogue. Agradecemos a todos a disponibilidade em o visitar. Esperamos que tenham gostado tanto de o ler como nós de o manter vivo.
Um bem-haja a todos!


A Equipa de O Ciclista

Navegar
Navega, descobre tesouros,
mas não os tires do fundo do mar,
o lugar deles é lá.

Admira a Lua,
sonha com ela
mas não queiras trazê-la para Terra.

Goza a luz do Sol,
deixa-te acariciar por ele.
O calor é para todos.

Sonha com as estrelas,
apenas sonha,
elas só podem brilhar no céu.

Não tentes deter o vento,
ele precisa correr por toda a parte,
ele tem pressa de chegar sabe-se lá onde.

As lágrimas?
Não as seques,
elas precisam correr na minha, na tua, em todas as faces.

O sorriso!
Esse deves segurar,
não o deixes ir embora, agarra-o!

Quem amas?
Guarda dentro de um porta jóias, tranca, perde a chave!
Quem amas é a maior jóia que possuis, a mais valiosa.

Não importa se a estação do ano muda,
se o século vira, conserva a vontade de viver,
não se chega a parte alguma sem ela.

Abre todas as janelas que encontrares e as portas também.
Persegue o sonho, mas não o deixes viver sozinho.
Alimenta a tua alma com amor, cura as tuas feridas com carinho.

Descobre-te todos os dias,
deixa-te levar pelas tuas vontades,
mas não enlouqueças por elas.

Procura!
Procura sempre o fim de uma história,
seja ela qual for.

Dá um sorriso àqueles que esqueceram como se faz isso.
Olha para o lado, há alguém que precisa de ti.
Abastece o teu coração de fé, não a percas nunca.

Mergulha de cabeça nos teus desejos e satisfá-los.
Agoniza de dor por um amigo,
só sairás dessa agonia se conseguires tirá-lo também.

Procura os teus caminhos, mas não magoes ninguém nessa procura.
Arrepende-te, volta atrás,
pede perdão!

Não te acostumes com o que não te faz feliz,
revolta-te quando julgares necessário.
Enche o teu coração de esperança, mas não deixes que ele se afogue nela.

Se achares que precisas de voltar atrás, volta!
Se perceberes que precisas seguir, segue!

Se estiver tudo errado, começa novamente.
Se estiver tudo certo, continua.

Se sentires saudades, mata-as.
Se perderes um amor, não te percas!
Se o achares, segura-o!

Circunda-te de rosas, ama, bebe e cala.
"O mais é nada".