Equipa d´O Ciclista

Clube de Jornalismo O Ciclista:

Coordenação: Dra. Graça Matos e Dra. Sara Castela

Dra. Miquelina Melo – Membro Honorário

Endereço de correio eletrónico - cj.eb23anadia@gmail.com

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segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Centro Escolar de Arcos


Inauguração do Centro Escolar de Arcos


Na passada quinta feira, dia 22 de Setembro, foi inaugurado o Centro Escolar de Arcos, sito na Rua das Sobreiras. A cerimónia de inauguração foi presidida pelo ministro da Educação, Professor Doutor Nuno Crato. Estiveram ainda presentes, o Sr. Presidente da câmara municipal de Anadia, Prof. Litério Marques, a Sra. Vereadora da Educação, Dra. Rosa Tomás, O Sr. Dr. Ângelo, também da CMA, e o nosso Diretor, Dr. Elói Gomes.
O arquiteto Nuno Rosmaninho projetou este edifício sem quaisquer barreiras o que possibilita a fácil circulação, especialmente de cidadãos com problemas de mobilidade. Este centro possui, para além das salas de aulas, uma biblioteca, um refeitório, que funciona também como polivalente, um gabinete de trabalho para os professores e educadores, um gabinete de atendimento, uma sala de professores, um elevador e uma sala interior ampla, com balneários, para a prática de educação física. Tem um extenso espaço exterior que possibilita o convívio dos seus alunos e é dotado ainda de um atrativo parque infantil. A via rodoviária circulatória, de acesso exclusivo para o centro, facilita a entrada dos pais aquando do início ou do fim das aulas.
Com uma frequência actual de mais de 250 alunos provenientes da freguesia de Arcos e da localidade da Póvoa do Pereiro, freguesia da Moita, este centro veio substituir a Escola Básica nº 1 de Anadia (que funcionava também com salas localizadas nas antigas escolas de Alféloas, Famalicão e Póvoa do Pereiro) e o Jardim de Infância de Famalicão. O Centro entrou em funcionamento no ano letivo anterior, logo após a interrupção letiva do Carnaval.


A Equipa de O Ciclista

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Dia de Todos os Santos

O Dia de Todos os Santos, celebrado a 1 de Novembro, foi criado em honra todos os santos e mártires. A tradição de celebrar o Dia de Todos os Santos tem origem na composição do calendário litúrgico.
Esta tradição inicia-se com a celebração de orações, missas e vigílias nas datas de aniversário e junto aos locais de morte dos cristãos martirizados. Mais tarde, nesses lugares e em honra desses mártires, foram edificadas igrejas e basílicas.
Perdem-se no tempo os ritos dos "bolos dos Santos" e as "castanhas e água-pé". Neste dia, logo pela manhã, juntavam-se grupos de crianças que, de porta em porta, pediam os "santinhos", os "bolinhos" ou os "santórios".
A nossa escola revive os Santórios promovendo uma actividade, da responsabilidade do GIC (Grupo de intervenção Comunitária). Esta actividade prevê, para além de recriar a tradição dos Santórios e do convívio entre todos, angariar fundos para apoiar alunos carenciados.
Os alunos, à semelhança dos anos anteriores, trazem para a escola produtos da época (castanhas, nozes, avelãs, dióspiros, figos, etc.). Depois são expostos no polivalente e quem quiser pode adquiri-los a preços simbólicos. Todos estão convidados a participar!
Adriana Matos e Sofia Pedrosa, O Ciclista

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Dia da Biblioteca Escolar

O Dia da Biblioteca Escolar, declarado pela Rede de Bibliotecas Escolares, foi comemorado no dia 25 de Outubro. Este ano foi dedicado ao tema "Diversidade Desafio Mudança, tudo isto na Biblioteca Escolar", que vai ao encontro dos objectivos traçados pela International Association of School Librarianship (IASL).
A nossa Biblioteca juntou-se a esta celebração com a distribuição, por alguns dos nossos alunos, de um marcador e de um folheto, onde consta uma adivinha que a seguir publicamos:

Tenho luz, tenho cor, tenho magia
Carrego vidas, histórias e fantasia
Sei de aventuras e desventuras
Trago emoção, paixão e sedução
Guardo segredos e devaneios
Conservo louvores e doutores
Desafio poetas e trovadores
Contigo partilho tantos amores.

Estou aqui! Abro portas e janelas
Saem das minhas estantes paralelas
Bilhetes que tenho para te dar
E a todos quantos queiram viajar
Dou prazer e saber, cultura e lazer
Sou tesouro sem prata nem ouro
Quem sou?

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Mostra de Sopas

Gostaríamos de partilhar com todos os ciclistas a reportagem que fizemos no dia da “Mostra de Sopas”. Falámos com alguns alunos e com algumas mães. Todos consideraram esta actividade muito interessante e bem conseguida. Uma mãe disse-nos mesmo que talvez tivesse sido mais interessante não ter havido almoço na cantina e todos os alunos terem almoçado ali mesmo as suas sopas.

Na sua maioria, todos os entrevistados disseram que comem diariamente sopa, pois consideram-na muito importante. Muitos foram mais longe, referindo que não passam sem um pratinho deste fumegante petisco. É que conforta muito o estômago, como nos disse uma das entrevistadas.

Mas a nossa entrevista não ficaria completa se não ouvíssemos uma das professoras responsáveis pela organização. A Dra. Teresa Glória começou por nos dizer que esta actividade tinha sido pensada para comemorar o Dia da Alimentação que se celebra a 16 de Outubro. Disse-nos, ainda, que considera que os objectivos foram atingidos, pois muitos pais aderiram e os alunos vieram buscar a sua tigela de sopa, para completar a refeição da cantina.

Obrigado a todos os que contribuíram com as deliciosas sopinhas, muito particularmente às mães e pais presentes!

Adriana Matos e Sofia Pedrosa, O Ciclista

terça-feira, 12 de outubro de 2010

Mostra de Sopas

No dia 16 de Outubro celebra-se o Dia Mundial da Alimentação. A nossa Escola vai comemorá-lo no dia 15, 6ª feira, com uma Mostra de Sopas.
Esta actividade tem como objectivo fomentar a adopção de comportamentos e hábitos alimentares saudáveis, sensibilizar a comunidade educativa para a importância da sopa na alimentação quotidiana e promover a recuperação do uso da sopa nos hábitos alimentares das famílias.
Pelo menos um encarregado de educação de cada turma fará uma sopa para representar a turma do seu educando. Ele vai trazer a sopa numa panela juntamente com uma concha e, se puder, irá também servi-la.
A actividade decorrerá entre as 12 horas e 30 minutos e as 14 horas.
A actividade está a ser organizada pelos elementos do Projecto de Educação para a Saúde.
Estão todos convidados para participar na actividade!
Vamos comer bem! Vamos todos comer sopa!

Adriana Matos e Sofia Pedrosa, O Ciclista

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Depois das férias

Mais um ano que começa. As férias foram longas, mas pareceram-nos tão pequeninas! A praia, a montanha, o rio, o mar ou a piscina parecem-nos já muito distantes…

O início das aulas é para todos um reviver de amigos e, também, um tempo para conhecer novos colegas. Mas, para além de ser um espaço de convívio, a escola é muito especial, porque nos ensina a crescer em conhecimento. Para aprender bem o que os professores explicam temos de estar atentos, de nos comportar bem e de estudar diariamente em casa.

Quanto a nós, Ciclistas, prometemos estar aqui para vos transmitir as novidades e muito mais.

Um bom ano lectivo para todos!

Adriana Matos e Sofia Pedrosa, O Ciclista

terça-feira, 20 de julho de 2010

Fotos antigas (lá pelos anos 90...)

Primeiro (?) Passeio Cicloturístico à Barragem da Gralheira organizado pelo Clube da Floresta e campanha de limpeza dos espaços escolares (actividades realizadas, possivelmente, em anos diferentes).

segunda-feira, 19 de julho de 2010

Quadro de Valor e Excelência - 2009/2010

Fazemos uma pausa nas nossas recordações para informar que...

A Comissão de Avaliação do QVE divulga os resultados dos Quadro de Valor e Excelência, de acordo com o estipulado no Regulamento Interno e no respectivo Regimento.

quinta-feira, 8 de julho de 2010

UM NÃO À VIOLÊNCIA ENTRE OS PARES!!!

Violência

O que podemos considerar violência?

Formas e características da violência em meio escolar, nomeadamente bullying.

O que podemos fazer enquanto agentes sociais do espaço escolar para minimizar e alterar comportamentos de violência?

Por violência entre pares entende-se maus-tratos, opressão, intimidação e ameaças que ocorrem de forma intencional e repetida. Isso inclui gozar, apelidos maldosos, que magoam profundamente o aluno e podem causar sérios prejuízos emocionais, como perda de auto-estima e exclusão social.
O bullying escolar, ou violência entre pares, é um fenómeno tão antigo quanto prejudicial, que pode deixar marcas profundas na vida de um estudante.
Quando insultar, gozar e bater no colega se tornou a rotina preferida do grupo temos que saber parar com a agressão.
O que é Bullying?
O termo BULLYING compreende todas as formas de atitudes agressivas, intencionais e repetidas, que ocorrem sem motivação evidente, adoptadas por um ou mais estudantes contra outro(s), causando dor e angústia, e executadas dentro de uma relação desigual de poder. Portanto, os actos repetidos entre iguais (estudantes) e o desequilíbrio de poder são as características essenciais, que tornam possível a intimidação da vítima.

O quadro a seguir relaciona algumas acções que podem estar presentes no BULLYING:

Ofender           Agredir          Aterrorizar         Humilhar
Fazer sofrer     Empurrar       Dominar             Perseguir
Discriminar      Roubar          Gozar                 Intimidar


Henriqueta Machado, Serv. Adm.

Imagens relativas à actividade "Um não à violência entre os pares!!!"

quarta-feira, 7 de julho de 2010

UM NÃO À VIOLÊNCIA ENTRE OS PARES!!!

                                                                   www.ver.pt/
No dia 14 de Junho o Agrupamento de Escolas de Anadia recebeu, a convite do pessoal não docente, dois Animadores Socioeducativos da Instituição A.J.PAZ (Acção para a Justiça e Paz), Amílcar Costa e Joana Pombo, cujo propósito se deveu à apresentação de um plano de sensibilização com o objectivo de dar a conhecer e compreender as expressões de violência e as suas causas, bem como encontrar soluções criativas para enfrentar a violência e ainda promover a cooperação e o trabalho de equipa.
Este plano, foi dirigido à Comunidade escolar em geral, Delegados e Subdelegados de Turma, Docentes e não Docentes.
Numa primeira fase, e após os Animadores darem as boas vindas e fazerem uma breve apresentação da Instituição AJPAZ (Acção para a Justiça e Paz), os seus projectos e âmbitos de trabalho, foi solicitado aos participantes que se colocassem em círculo.
Como forma de quebra-gelo, utilizou-se uma “vitamina” que consistiu na apresentação de cada participante levando-os a pensar numa característica sua, (virtude ou defeito), para posteriormente e após terem definido, sequencialmente teriam que dizer o nome e a sua característica.
Seguiu-se um exercício intitulado “Central de Energia
Descrição passo-a-passo
 Começou-se por uma tempestade de ideias acerca das expressões de violência que as/os participantes conhecem e que são utilizadas no quotidiano (na sua comunidade, na escola, no ginásio, entre outros locais).
 Cada expressão deveria tomar a forma de uma palavra ou de uma frase curta inscrita numa folha de papel A4, de forma visível; (expressões repetidas não devem dar origem a novas folhas).
 De seguida, amarrou-se a corda a dois pontos opostos da sala e prenderam-se as folhas com as expressões de violência, ao longo da mesma.
 Explicou-se às/aos participantes que aquele espaço representava uma Central de Energia e que elas/eles teriam que trabalhar como técnicas/os reparadoras/es.
 Dividiram-se as/os participantes em 2 grupos.
 Complementou-se a informação, dizendo que aquela Central de Energia gerava “energia negativa” e, sendo a “energia negativa” muito pesada, ela estaria sempre a provocar falhas energéticas. Assim, o seu trabalho seria reverter a situação e colocar “energia positiva” na corda, cada vez que houvesse uma falha de energia ou um curto-circuito.
 (Será à/ao animadora/or que caberá provocar / simular as falhas de energia, cortando a corda entre dois papéis que contenham expressões de violência).
 Sempre que ocorrer uma falha energética e a corda estiver cortada, uma/um participante de cada grupo terá que correr para:
 Apanhar uma ponta solta com uma mão, a fim de reparar temporariamente a Central, substituindo a corda, permitindo que a energia continue a passar.
 Com a outra mão, deverão pegar cada uma/um no papel com a expressão de violência mais próxima e ler o que esta contém.
 Os dois grupos têm a responsabilidade de reparar a falha de energia. Assim, terão 5 minutos para pensar numa solução para os dois problemas / expressões de violência apresentados.
 Em seguida, cada grupo terá que ler as suas soluções em voz alta e tentar chegar a um acordo acerca das mesmas. Assim, quando o acordo estiver estabelecido, serão escritas as soluções em folhas de papel A4 e estas irão substituir permanentemente as/os técnicas/os, unindo-se novamente a corda da Central de Energia com um nó.
 À medida que são encontradas soluções para as diversas expressões de violência, as folhas que contêm as expressões de violência deverão ser afixadas na “parede”.
 Repetir os procedimentos anteriores até que todas as expressões de violência sejam substituídas por soluções.

Faz-se uma pausa com o objectivo de proceder ao debate/reflexão
Neste momento, vai-se aprofundar o que as/os participantes acabaram de experiênciar. Poder-se-á perguntar:
 Como é que se sentiram durante o exercício? Gostaram? Porquê ou porque não?
 Quais são as principais causas das expressões de violência identificadas?
 As soluções encontradas para cada tipo de problema são realistas? A curto-prazo ou a longo-prazo?
 Que barreiras ou desafios poderão as pessoas encontrar enquanto estão a tentar implementar estas soluções?
 Como é que as/os jovens, como elas/eles, poderão prevenir ou lutar contra a violência?
 Quais os Direitos Humanos que estão a ser violados aquando uma situação de violência?
No final procedeu-se a uma Avaliação:
Utilizou-se como instrumento de avaliação o “semáforo”, que poderá funcionar simultaneamente como compromisso de tarefas e acções a desempenhar.
Elaborado por: Amílcar Costa, Joana Pombo

Henriqueta Machado, Serv. Adm.

sábado, 3 de julho de 2010

Viagem ao Alentejo - 2º dia

Depois de uma boa noite de sono, levantámo-nos por volta das 7 horas, fizemos a nossa higiene pessoal e arrumámos tudo.
Quando todos estávamos prontos, cerca das 8:30h, fomos tomar o pequeno-almoço. Já de barriguinha cheia, arrumámos os sacos no autocarro.
Iniciámos a visita desse dia indo a pé até ao Paço Ducal, que ficava mesmo em frente ao seminário, onde dormimos.
A visita foi dirigida por uma guia que nos mostrou várias salas decoradas com peças de mobiliário, tapeçarias, quadros e porcelanas. Visitámos, ainda, a capela, a cozinha, os quartos do rei D. Carlos, da rainha D. Amélia e dos seus filhos e vimos algumas peças de vestuário da família Real que se encontravam nos quartos.
Quando a visita ao Paço Ducal terminou, fomos para o Museu dos Coches. Lá vimos vários meios de transporte de tracção animal, como coches, segues, berlindas, a diligência ou mala-posta, landaus (tipo de carruagem de dois bancos situados frente a frente). Num dos landaus estava retratado o Rei D. Carlos no dia em que foi assassinado. Ainda vimos os buracos dos tiros da pistola com que atiraram no rei.
Quando acabou a visita fomos, por volta das 12:30h, à Escola Secundária de Vila Viçosa para almoçar. Depois, partimos para Elvas. Na viagem vimos o aqueduto. Quando entrámos no Museu Militar o guia começou por nos dizer que do lado de lá da fronteira se avistava a cidade espanhola de Badajoz.
Primeiro, visitámos o exterior do museu e, depois, o interior.
Estava prevista a ida ao Forte da Graça, mas o guia disse-nos que estavam a proceder a obras de restauro e, então, não fomos.
Após esta visita partimos para a viagem de regresso. Parámos numa Área de Serviço para lanchar, recuperando as forças de uma longa viagem. Por volta das 21:00h chegámos à escola onde se encontravam já os nossos pais à espera.
Divertimo-nos muito!

Sofia Pedrosa, O Ciclista

terça-feira, 29 de junho de 2010

Os alunos do 6º Ano foram passear ao Alentejo

A Dra. Aldora Carvalho preparou, para os alunos do 6º ano, uma visita de estudo de dois dias ao Alentejo. E os sítios a visitar foram: Vila Viçosa (onde dormimos), Elvas, Évora e Mora.

As turmas 6ºB, 6ºC, 6ºD, 6ºE e 6ºF e os professores José Luciano Batista, (de Educação Musical), Armando Cardoso (de EVT, já aposentado), Aldora Carvalho, (de História e organizadora), Laura Pinto, Ana Maria Cruz, (ambas professoras de História), Odete Maia, (de Matemática e Ciências da Natureza) e Isabel Góis, (de Língua Portuguesa), participaram na visita. Nem todos os alunos das turmas referidas participaram neste agradável passeio.

No dia 16 de Junho às 6 horas e 45 minutos, nós e os professores reunimo-nos na escola para iniciarmos esta viagem fantástica, embora cansativa. Pusemos as comidas e as roupas no autocarro e, às 7 horas, depois de feita a chamada, partimos.

A meio da manhã tivemos uma paragem na estação de serviço para comermos o lanche.
Por volta das 11 horas chegámos ao Fluviário, onde pudemos ver mais de 600 organismos vivos que moram na “Casa dos Rios”. Vimos vários peixes, como exemplo a perca-sol, o saramugo, … imensas plantas (poejo, sabugueiros,….). Quatro alunas e um aluno tiveram a sorte de ver as duas amorosas e simpáticas lontras. Observámos rãs e uma anaconda de 3 metros, entre outros animais.
Em frente ao Fluviário havia um parque, onde fizemos o nosso piquenique.

Depois do almoço, e durante toda a tarde, fomos até Évora onde visitámos o Templo de Diana, a Sé Catedral e a Praça do Geraldo.
No final da tarde chegámos ao Seminário de Vila Viçosa, onde arrumámos as nossas malas para depois jantarmos. Depois do jantar fomos passear um pouco. Às 10 horas voltámos ao Seminário para dormir.

Adriana Matos, 6ºD

quinta-feira, 24 de junho de 2010

Amigos, um bem precioso…


Os amigos são um bem muito precioso. Sem eles, a nossa vida não teria a menor graça. São eles que nos apoiam, que nos ajudam quando mais precisamos, que partilham connosco os momentos bons mas, principalmente, os momentos maus. Quando estamos tristes, fazem de tudo para nos pôr bem.
É com eles que partilhamos coisas que nunca pensámos partilhar com ninguém. O primeiro namoro, o primeiro beijo. Enfim, tudo é contado aos nossos amigos!
Com o passar do tempo, os amigos tornam-se numa parte de nós, sem a qual não conseguimos viver.
Alguns amigos passam de simples amigos para os melhores amigos e se algo lhes acontece, é como se nos acontecesse a nós também.
Os amigos são assim para toda a vida e jamais os esqueceremos.
Com eles sorrimos, com eles choramos e com eles morremos. Mas, mesmo que partam, o lugar deles nunca será ocupado.
De facto, cada amigo tem a sua maneira de ser. Quem não tem?! E se pensarmos bem, cada amigo tem o seu lugar bem definido no coração de quem os adora muito e esse lugar jamais será ocupado.

Ana Carolina, 8ºD