Equipa d´O Ciclista

Clube de Jornalismo O Ciclista:

Professoras: Dra. Graça Matos e Dra. Sara Castela

Alunas: Adriana Matos, Ana Neta, Beatriz Agante, Matilde Santos e Sofia Pedrosa

Alunos: Daniel Almeida, Henrique Ferreira, João Rocha e Tomás Antunes

Dra. Miquelina Melo – Membro Honorário

sábado, 1 de julho de 2017

Dia Mundial das Bibliotecas



A leitura é muito importante na educação e na formação das pessoas. Foi com este propósito que a UNESCO criou o Dia Mundial das Bibliotecas. O seu Manifesto Sobre Bibliotecas Públicas “refere-se à biblioteca pública como uma porta de acesso local ao conhecimento fulcral para o desenvolvimento cultural do indivíduo e dos grupos sociais”.
Em vários países do mundo realizam-se, neste dia 1 de julho, muitas atividades promotoras da leitura e do desenvolvimento cultural. Destas destacam-se, entre outras, as sessões de leituras, os encontros de autores e leitores e as que permitem o livre acesso a livros, revistas e jornais em locais públicos.
Na impossibilidade de se dirigir a uma biblioteca para requisitar um livro para ler, oferecemos um belo poema, da autoria do Coordenador do Centro Escolar de Sangalhos, escrito para todas as crianças, na celebração do Dia Mundial da Criança, há um mês. Não nos foi possível a sua publicação nesse momento, mas apenas neste dia tão especial, pois não há dia para se ser criança. Portanto, O Dia da Criança, também, é Hoje!


Ser Criança...
Aos olhos do mundo
Desabrochou uma flor
É fruto da aliança que, no fundo,
Resulta simplesmente do amor.
Se a criança nasceu
E surgiu mais uma vida,
O Homem compreendeu
Que o nome vem em seguida.
Mas ter um nome não basta!
O Homem tem que a proteger
Por isso nunca se afasta
Com ela o país há de crescer.
Precisa de leis, cuidados e ternura,
Para a tornar livre e feliz.
Para ela a vida ainda é escura
Precisa de uma forte raiz.
Seja negra, branca, vermelha ou amarela
Seja rapariga ou rapaz,
O importante para ela
E que no mundo haja paz.
É fundamental o amor dos pais
Para não sentir a solidão.
O amor nunca é demais
Para, no futuro, ser um bom cidadão.
A criança nasce numa terra
Que a deve proteger
E a sociedade não erra
Se, no seu meio, a faz crescer.
Que ninguém, de qualquer forma,
Use a criança para seu proveito,
No mundo há uma norma
Que não dá esse direito.
Para que a sua esperança
Cintile e não comece a desvanecer
É razoável que a criança
Alimentação e habitação tenha que ter.
Seja em que situação for,
Estará sempre em primeiro lugar.
A criança é como uma flor
Que morrerá se não se regar.
Não haverá fronteiras,
Nem raças, nem classes sociais.
Existem razões e maneiras
De as juntarmos ainda mais.
Ajudar a criança com limitações
É contribuir para a sua felicidade
É sentir que há soluções
Para mudar o rumo da sua identidade.
Amílcar Costa
Prof. Centro Escolar de Sangalhos

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