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quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

Passagens baseadas no Auto da Barca do Inferno de Gil Vicente


Eis que chega ao cais uma figura acompanhada por um pobre companheiro e diz:
Titler – Bom dia!
Diabo – Ih! Ih!  Bom dia, Dadolf!
Titler – Já vi que tens bastantes homens em tua barca, e eu trago aqui um belo companheiro, um emplastro que não me serve de nada…
Diabo – Tenho sim, e tu quererás ser mais um? Certo?!
Titler – Apenas se me disserdes para onde vai tal barca …
Diabo – Para o Inferno, o forno das almas, é claro!
Titler – Ha! Ha! Há! E achas que eu mereço pertencer a tal sítio? Pois estás enganado!
Diabo – Eu estou enganado?! Hahah! Então, diz-me porquê? Pois o único que não pertence aqui é o teu acompanhante, este pobre judeu.
Titler – Um porquê? Se fosse apenas um… sempre fiz o bem, tudo o que fiz na terra foi para o bem do meu povo
Diabo – Para o bem?! Não será antes para o mal? Mataste, prendeste e maltrataste inocentes, como se nada mais existisse e dizes-me tu que foi para o bem?!!!  Ah! Ah! Tu pertences aqui, Dadolf!
Titler – Ó Diabos me mordam! Vou mas é procurar outra barca, pois já estou pesado de te ouvir!

            Então, Dadolf Titler caminha para a barca do Paraíso, à procura do Anjo e diz:
Titler – Alô! Quem aqui está?! Olá! Olá! Olá!
Anjo – Que fazeis tu aqui?
Titler – Venho procurar a minha salvação, pois pecados não tenho!
Anjo – Pecados o quê?! Não tens? Ah! Ah! Pecados, os homicídios, melhor até! Genocídios, a ganância, a exploração, a avareza, a maldade, a tirania, o desprezo pelos demais, o preconceito, a injustiça, o materialismo, tudo são coisas que te pertencem, pois passaste a vida a praticá-los.
Titler – Não podes insultar dessa maneira tal pessoa que eu sou.
            Dever ter mania de boi. (aparte)
            Olha que te cresçam pernas de sapo e chifres de cabras, pois em vida sempre fui respeitado.
Anjo – Aos teus insultos não respondo, apenas fico com o teu pobre judeu, que bem foi diferente de ti e tanto sofreu em tuas mãos!
            Titler nada agradado com a situação, sente-se forçado a regressar à barca do Inferno …
Titler – Ó da barca, não partireis sem mim, pois não há razão para continuar à espera d’outra.
Diabo – Ih! Ih! Ih! Sim, sim, pões aqui só um pé, que a tua alma já se foi …

Maiara Melo e Sofia Afonso, 9º C

terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

Passagens baseadas no Auto da Barca do Inferno de Gil Vicente


Prócrates

            Com uma saca cheia de dinheiro, Prócrates chega ao Arrais do Inferno, dizendo:
Prócrates - Hou da barca.! Houlá!
Diabo - Ó Dr. Prócrates, que má hora venhais.
Prócrates - Pera onde caminhais?
Diabo - Pera onde tu hás de ir.
Prócrates - Havemos logo de partir?
Diabo - E onde queres tu ir?
Prócrates -Pera onde é a passagem?
Diabo - Pera o inferno ardente, entrai, entrai.
Prócrates - Pois digo-te que não quero! Eu cá vou pera o Paraíso.

            Prócrates vai-se à Barca do Paraíso, e diz:
- Houlá. Hou da Barca. Houlá Houlá.
Anjo -Que quereis?
Prócrates - O paraíso a que tanto tenho direito.
Anjo - Aqui não entrais.
Prócrates - Tenho dinheiro suficiente p’ra pagar a passagem!
Anjo - O que roubaste ao teu povo, sem nunca o repores?
Prócrates – Eu?! Ousai vós dizer tal blasfémia?! Como é possível?!
Anjo – Sabeis bem que eu jamais minto. Sóis vós que o fazeis.
Prócrates – Sim, confesso, roubei. Mas, vá lá, deixai-me agora entrar.
Anjo – Já vos disse. Aqui não entrais vós. Ide lá p’rà Barca do Diabo, que é lá o vosso lugar.
Prócrates - Mas eu confessei-me.
Anjo - Não entrais aqui, ide pera a barca a que pertenceis, de quem tanto pecado fez em vida.
            Prócrates torna à Barca do Inferno, dizendo:
   - Houlá, afinal aqui entrarei.  Na outra barca, não há classe.
Diabo - Ora entrai, aqui não te arrependerás.
            Entrando Prócrates no batel:
- Ai,!Ai! Que cousa ardente, que saudades da minha bela vida e de tudo o que nela fiz!

Adriana Matos, nº 1, 9º C

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

Passagens baseadas no Auto da Barca do Inferno de Gil Vicente


Após o estudo do “Auto da Barca do Inferno” de Gil Vicente, alguns alunos do 9ºano, turma C, resolveram criar as suas próprias passagens, com figuras públicas dos nossos dias, dando-lhe o seu ar de graça.

Sara Castela, Professora de Língua portuguesa / O Ciclista



Vem Titor Raspar com um carro, um avião, uma mala de dinheiro e uma coroa e chegando ao cais, dirige-se logo à barca do Inferno e diz:

T.R. - Hou da barca! Hou da barca!
Diabo – Já te esperava já há algum tempo, meu parente.
T.R. – Era preciso salvar o país e eu morri.
Diabo – Eras tu quem ia salvar o país?! … Ah, ah, ah
T.R. – Por que te ris?
Diabo – Roubar das bocas que devias alimentar, ganhares mais de 2 a 5 mil euros, enquanto havia pessoas que não comiam há dias?!
T.R. – Para onde é a viagem?
Diabo – Para onde escolheste.
T.R. – Então, vou para o Paraíso! Fiz bem às pessoas, tirei os subsídios às instituições de solidariedade social, os subsídios de férias e de Natal, subi impostos … tudo para o bem do país.
Diabo – Para o bem do país e mal dos portugueses!
T.R. – Os portugueses têm de fazer sacrifícios!
Diabo – Menos os políticos como tu! …
T.R. – É claro! Mas para onde é a viagem? Já perguntei!
Diabo – Para o calor ardente!
T.R. – Nem penses! …

  Dito isto, dirigiu-se até à barca do Paraíso.

          Hou da barca! Ei! Hou da barca!
Anjo – Que quereis?
T.R. – O que haveria eu de querer?! Quero ir para o Paraíso.
Anjo – Não quero pecadores na minha barca!
T.R. – Pecador, eu?!
Joane – Ah! Ah! Ah! Nem sabe o que fez, nem se apercebe que fez o mal desde que entrou para o governo!
T.R. – O mal?!
Joane – Ó Rasparzinho, é claro que não, descer as reformas e ordenados, subir impostos, levar ao desemprego todo o Portugal, ter um ordenado bruto, mas bruto
(interrompendo o Joane …)
T.R. – Temos de pagar à TROIKA, o FMI exige corte nas despesas.
Anjo – Ninguém entra na minha barca com essa mala, essa coroa de poder aliás abuso de poder, esse carro e esse avião de estravagância!
T.R. – Ser insultado é que não! Eu sou o poder!
   (vai novamente à barca do Inferno)
           Hou da barca! Há espaço para mim?
Diabo – Sempre e sê bem-vindo!
T.R. – Oh! Que vida injusta! Oh! Quem me cegou …

Matilde Simões, nº 21, 9º C

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

Dia dos Namorados


Todos os adolescentes e jovens sonham com o seu “príncipe” ou “princesa” encantado. Ela, ou ele, é o seu ídolo. Claro que, normalmente é-o de milhares de outros jovens. Mas, o que é importante é que povoa os seus mais íntimos pensamentos e neles é apenas seu…
Então, eis que dá asas a sonhos que são um misto de fantasia que sabem inalcançável e de uma ilusão que desejariam ver tornada realidade…
Feliz Dia dos Namorados!

Graça Matos, O Ciclista

Um sonho inesquecível


O céu era de um imenso azul como só o céu consegue ter. O sol irradiava um amarelo tão intenso que parecia sorrir para mim, adivinhando o que estava para acontecer.
Estava eu no jardim público do centro de Anadia, num banco de madeira que lá havia, quando de repente se sentou um rapaz ao meu lado. Eu estava a ler um livro e nem tinha prestado atenção a quem se tinha sentado ali. Então, foi aí que ele iniciou a conversa dizendo: “ Este é um sítio muito agradável!” Eu olhei para ele e, nem sei bem o que senti, talvez uma espécie de entusiasmo, juntamente com uma felicidade enorme. Era mesmo ele, o Justin Bieber, o rapaz que eu tanto sonhara conhecer! Estar ali com ele era um sonho, um sonho tornado realidade!
Conversámos durante horas a fio, falámos de tudo, do país de cada um, da família, dos gostos, das experiências… e descobrimos assim que até tínhamos muitas coisas em comum. Entretanto, começou a escurecer e disse-lhe que tinha de ir para casa, trocámos os números de telemóvel e acabámos por nos despedir com dois beijinhos.
Quando cheguei a casa, liguei imediatamente à Patrícia a contar a minha tarde. Estava, de facto, eufórica, mas reparei que ela sentiu inveja e como tal, tinha de lhe apresentar o meu amigo novo.
Eu e o Justin continuámos a encontrar-nos e, nos nossos encontros, fazíamos muitas atividades juntos, como jogar ténis, andar de patins, lanchar… Enfim, já estávamos uma espécie de melhores amigos, confiávamos tudo um ao outro e cada dia que passava, vivíamos os melhores e piores momentos juntos.
Certo dia, de manhã, estava eu para ir tomar banho, quando o meu telemóvel tocou. Era precisamente o Justin a convidar-me para jantar com ele. Aceitei logo, claro, mas fiquei tão nervosa, pois um jantar pareceu-me diferente de tudo o que tínhamos passado. Era um jantar!
Liguei de imediato à Patrícia, pois não sabia o que vestir, o penteado, ou seja, aquelas cenas de miúdas. À tarde, ela foi a minha casa para escolhermos um vestido, o penteado, as unhas e assim, estivemos durante horas na preparação, mas vá, tenho de admitir que ela foi uma querida e me ajudou imenso. Finalmente, quando terminámos, eu estava linda!
Às 20 horas, como combinado, o Justin apareceu em minha casa para me buscar. Ele estava tão elegante!
Fomos jantar a um restaurante. Por sinal, jantámos à luz das velas e ao som suave de músicas tocadas por um conjunto musical e que nos faziam sentir bem. Foi bastante agradável. Por fim, ele levou-me à beira-mar e, embora estivesse escuro, as estrelas brilhavam no céu e iluminavam a areia tornando-a em ouro e o mar em prata. Sentámo-nos na areia fria e Justin pegou no seu casaco e colocou-o sobre as minhas costas descobertas. Entretanto, pegou na sua guitarra e começou a cantar para mim. Era uma canção que andara a compor nos últimos dias e que nunca cantara. Era-me dedicada. Foi tão romântico! Nunca ninguém me tinha feito algo do género, estava mesmo tão feliz! No final da canção, sorrimos e ficámos algum tempo a olhar um para o outro.
De seguida, ele disse o quanto eu era bela e como o meu sorriso e a minha boa disposição, bem como a minha alegria, o faziam sentir-se bem. Felizmente, a escuridão impedia que ele vislumbrasse o meu rosto, que eu sabia que estava a ficar escarlate, e foi aí que ele me beijou… Aí sim! As estrelas tornaram-se ainda mais brilhantes, a lua ficou mais dourada e a claridade era tanta que, de repente, vejo a minha irmã a abanar-me e a dizer para eu acordar, que já estava atrasada para a natação.
Afinal tudo não tinha passado de um sonho, um sonho feliz! E afinal, aquela claridade toda não passava do sol que entrava pela janela do meu quarto.
Mas o sabor do beijo permanecia nos meus lábios, como se fosse verdadeiro!

Adriana Matos, 9ºC

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

sábado, 9 de fevereiro de 2013

Desgraça atrás de desgraça


Certa noite, eram duas da manhã, quando eu decidi desligar todas as luzes da sala e de seguida, fui para a cama. Como estava muito cansado, nem liguei a televisão do quarto e caí na cama como uma pedra.
Na minha memória, estava eu e a minha família a sairmos de casa, quando de repente vimos cinco pequenos tornados em direção a Coimbra. O chão começou a estalar devagar e eu e a minha família pegámos nas coisas mais importantes e valiosas e fugimos de carro. Olhando à nossa volta, reparámos que as casas estavam todas a desabar e o chão a abrir cada vez mais.
Fomos em direção à cidade mais próxima, onde tudo parecia estar calmo, mas foi por pouco tempo, pois momentos depois vimos um enorme tornado na rua logo a seguir ao café, onde nos encontrávamos e pedimos ao dono do café para ligar a televisão. Ele ligou-a e estava a ser transmitido nas notícias o caos que estava a acontecer, no nosso país.
Eu, a minha irmã e os meus pais decidimos ir, então, para o aeroporto de Lisboa e ver se conseguíamos ir no voo seguinte para os Estados Unidos da América. Felizmente, conseguimos!
Chegados à América, fomos ter com o resto da minha família e fomos informados de que algo de trágico iria também acontecer.
Nós ficámos muito preocupados a pensar como iríamos sair dali, até que apareceu um milionário árabe com um avião a precisar de um piloto. O meu avô como era piloto ofereceu-se e embarcámos todos no avião. Seguidamente ao nosso embarque, constatámos que o chão começou a abrir e as casas começaram todas a cair num enorme buraco. Momentos depois, vimos um gigantesco tsunami que “limpava” tudo por onde passava.
Enquanto lá fora a tragédia sucedia, o meu pai estava a falar com o árabe e ele disse-lhe que tinha na sua posse uns mapas com esconderijos que nos podiam proteger de todas as catástrofes naturais, e nós decidimos, então, ir para um esconderijo que estava quase no cume do Evereste.
No entanto, íamos precisamente no avião, quando vimos o vulcão Yellowstone em grande erupção. A cidade ao lado ficou cheia de lava e eu consegui ver tudo a ser destruído pela lava. Era horrível o que estava a acontecer mesmo ali à minha frente e sem eu poder fazer nada.
Momentos depois, chegámos ao Evereste. O avião, infelizmente, acabou por cair e o meu avô assim como a esposa do dono do avião acabaram por morrer. Nós chorámos a morte de ambos. A certo momento, quando nos dirigíamos a pé para o sítio secreto com mais algumas pessoas, que também lá estavam, vimos uma enorme onda com muitos metros. Acho que até tinha quilómetros! Fomos a correr para o local pretendido e no mesmo instante, em que eu e a minha irmã nos atirámos para o seu interior, a porta do sítio secreto fechou. Eu e ela salvámo-nos, mas o resto das pessoas e a minha família morreram todos.
Ficámos assim sem saber o que fazer, estávamos muito nervosos e preocupados com o que ainda poderia vir a acontecer. Entretanto, passada uma semana, a porta abriu-se misteriosamente e verificámos que havia água por todo lado.
De repente, acordei! Afinal tinha sido apenas um sonho. Aliás um autêntico pesadelo!
Nuno, 9º C

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

Tecnologias de Informação e Comunicação



As tecnologias de informação e comunicação, como os computadores, televisões, telemóveis, entre outras, são conhecidas pela maior parte do Mundo.
Estas novas tecnologias são muito práticas e interessantes, mas há muitas pessoas que não as usam da melhora forma, como os jovens.
Por vezes, existe um abuso por parte dos jovens para com as tecnologias. Como já referi, são mesmo bastante práticas, mas podem ter efeitos secundários na saúde, na vida social, etc.
No que toca à saúde, as tecnologias podem provocar cancro devido às radiações e, por isso, são bastantes perigosas. Mas também há muitos jovens que abusam da internet, dando informações e divulgando fotos, que podem trazer grandes problemas. Eles não sabem quem vê as publicações divulgadas na Net e isso é bastante perigoso tanto para a pessoa em causa, como para as que a rodeiam.
A informação que se transmite na Net fica toda ela registada, seja ela uma simples foto, seja um nome, um nickname, uma morada, ou qualquer outra informação. Por muito que apagues um sítio, que julgues teres apagado, ele permanece lá. Quantos já o viram? Quanto já o copiaram? E, depois há a própria base de dados, por exemplo do facebook. Embora desistas de uma conta ou a apagues, ela continua ativa. Tudo o que escreveste nela mantém-se algures. E alguém mais “espertinho”, consegue aceder-lhe.
Pega só neste exemplo: imaginas-te a andar pela rua a dizer segredos teus a pessoas desconhecidas e a oferecer-lhe de seguida uma fotografia tua? Pois é exatamente o que fazes numa rede social.
Pensa bem!
Também existem problemas de audição, provocados pelo som em volumes exagerados; problemas de visão, por se estar muitas horas a olhar para a luz vinda por parte de algumas das tecnologias. A isto damos o nome de poluição. Sim, poluição sonora e visual.
Cuidado, as tecnologias podem ser viciantes!
Jovens, não queiram estragar o vosso bem-estar! Vão para a rua brincar! É sempre mais divertido e também encontrarão várias pessoas com as quais poderão conversar. Também podem pegar num bom livro e ler, pois ler é bom e instrui, é educativo e ajuda-nos a crescer, a aprender e a apreender muito sobre a vida.
Como é óbvio, as tecnologias são importantes, mas não as tornem num vício, moderem os tempos que estão com elas.
Sejam o mais “naturais” possível!
Adriana Matos, 9º C

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

Semana da Internet Mais Segura



Esta é a Semana da Internet Mais Segura, que vai decorrer até ao dia 8 de fevereiro. Este ano o tema escolhido foi ”Os Direitos e os Deveres na Internet”. Toda a informação pode ser encontrada na página http://www.seguranet.pt/semana2013
Nesta página podes encontrar Bandas desenhadas, clips de áudio e vídeos, como este, por exemplo:
Também encontras três níveis de jogos e mais, muito mais…
Basta visitar a página.
Vais adorar! 

Graça Matos, O Ciclista

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

Visita da Dra. Teresa Calçada às Bibliotecas do nosso Concelho


No dia 30 de Janeiro, o Agrupamento de Escolas de Anadia teve a honra de receber a visita da Dra. Teresa Calçada, Coordenadora do Gabinete da Rede de Bibliotecas Escolares.
Tendo começado pela Biblioteca do Centro Escolar de Arcos, passou de seguida pela Biblioteca Municipal de Anadia e terminou a visita ao nosso Concelho, na Biblioteca da Escola Secundária de Anadia. Estiveram presentes na receção as três Professoras Bibliotecárias do agrupamento, o seu Diretor, a Coordenadora Interconcelhia da Rede de Bibliotecas Escolares,  a Vereadora da Educação, a Diretora da Biblioteca Municipal, o Coordenador do Centro Escolar, a Professora responsável pela Biblioteca do Colégio de Nossa Senhora da Assunção e a respetiva Diretora Pedagógica. A presença das duas  representantes desta instituição particular de ensino, deve-se ao apoio concedido pela Rede (RBE), aos colégios privados com contrato de associação com o Ministério da Educação.
Teresa Calçada é licenciada em Filosofia pela Faculdade  de Letras da Universidade de Lisboa, Técnica do Instituto Português do Livro de 1982 a 2007, onde integrou o grupo de trabalho que definiu as bases da política nacional da leitura pública, com vista à criação da Rede de Bibliotecas Municipais. Vice-presidente do Instituto da Biblioteca Nacional e do Livro, até 1996. Membro do grupo de trabalho que em 1996 definiu as bases e os princípios orientadores do Programa Rede de Bibliotecas Escolares. Coordenadora do Gabinete da Rede Bibliotecas Escolares, do Ministério da Educação, desde 1996 é também Comissária Adjunta do Plano Nacional de Leitura.
Atualmente existem mais de duas mil bibliotecas escolares, do ensino básico ao secundário, que contam com um espaço vivo, multifacetado, que para além do livro  passaram a ter outras formas de informação e de comunicação. “Continua a haver livros, mas eles coabitam com redes de informação e conhecimento. As bibliotecas do século XXI são espaços multimédia, centros pedagógicos de incentivo à leitura, possível através de diferentes recursos. O ambiente não é semelhante ao de uma sala de aula, mas fazem das bibliotecas um espaço fundamental na relação aluno-professor. Somos mutantes nesta geração digital, mas os nossos alunos não. Por isso, temos de adotar uma atitude pedagógica que acompanhe a aprendizagem. É preciso contrariar a ideia de que as bibliotecas são um sítio cinzento e (demasiado) silencioso: Se não forem úteis, as bibliotecas deixam de ser precisas.”
Esta, a mensagem, deixada por Teresa Calçada nas inúmeras visitas que tem realizado às bibliotecas escolares do nosso país.


Noémia Maria Machado Lopes, Profª Bibliotecária da EB nº 2 de VB

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

Dia Mundial da luta contra o cancro


4 de fevereiro de 2013


Se diariamente se pensasse no futuro!...
E pensa-se.
Uns de uma forma mais intensa que outros. Uns dias mais do que em outros. Mas nunca o deixamos de fazer.
Hoje, Dia Mundial da luta contra o cancro, paremos um pouco!
Deixemos que os nossos pensamentos sintam a nossa pequenez face à imensidão do Mundo. Mas, recordemos também a nossa grandeza: a nossa capacidade de não baixar os braços, de não dizer não, de ir à luta.
De estudar, pesquisar, aprender, perceber, descobrir, alcançar, …
Porque eu sei compreender todos aqueles que já passaram, ou estão a passar por situações de doenças cancerígenas, deixo aqui o meu carinho, a minha força e o meu abraço!
Lutem, sorriam. Mas que esse sorriso seja também para dentro: para vocês mesmos, pois é por vós que deve começar!

Graça Matos, O Ciclista