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quinta-feira, 11 de julho de 2013

Dia Mundial da População

O Dia Mundial das Populações celebra-se desde 1989. O dia escolhido, o dia 11 de Julho, tem por objetivo alertar para a importância dos problemas populacionais no contexto dos planos e programas de desenvolvimento e, evidentemente, a necessidade de se encontrarem soluções para estas questões.
No Projeto Curricular de Turma do 8º ano da turma F ficou estipulado que os alunos, após a análise dos dados recolhidos num conjunto de questionários subordinado ao namoro na adolescência feito na disciplina de Matemática, teriam de criar na disciplina de Português, um artigo para o jornal.
O artigo que hoje apresentamos, revelador da interdisciplinaridade, vem ao encontro do tema e da comemoração deste dia.
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Graça Matos e Sara Castela, O Ciclista


Dados estatísticos sobre a gravidez na adolescência em Portugal


  Em 2008, foi realizado um estudo sobre “ Educação Sexual dos jovens Portugueses: Conhecimentos e Fontes“, numa parceria da PAF - Associação de Planeamento Familiar e Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa.
  O objetivo geral deste estudo foi compreender de forma rigorosa a atual educação sexual dos jovens Portugueses e o papel da escola.
 A sondagem foi realizada a 2621 jovens, cerca de 59% do sexo feminino e 41% do sexo masculino, de cerca de 62 escolas secundárias de todo o país.
Numa das partes do questionário, procurou-se conhecer as práticas dos jovens no âmbito da sexualidade designadamente sobre o início das relações amorosas e sexuais.

Com base nos dados recolhidos, os alunos do oitavo ano, turma F, construíram o seguinte gráfico:

Podemos, assim, verificar que o percentual (16%) dos rapazes que nunca namoraram é inferior ao das raparigas (17,6%).
Se compararmos a idade dos jovens, quando começaram a namorar, verificamos que até aos 12 anos a percentagem dos rapazes que começam a namorar é maior, até aos 10 anos são 8% contra apenas 2,3% das raparigas, enquanto até aos 12 anos esta diferença não é tão acentuada, mas os rapazes continuam com uma percentagem maior: 12,7% e as raparigas com um percentual de 11%. Constatamos, no entanto, que a partir dos 13 anos a situação se inverte, são as raparigas que mais namoram e existe uma diferença enorme na percentagem dos 14 e 15 anos de 4,7% e 7% respetivamente.
Há que realçar, nesta amostra de 2621 jovens, o facto de existir um grande número de rapazes (419) e de raparigas (461) que nunca namoraram.
São mais os rapazes que não respondem ao questionário, ou dizem que não se lembram.
Podemos concluir que as raparigas despertam mais tarde para o namoro, mas normalmente amadurecem mais cedo do que os rapazes.

João Pedro Rocha e Manuel Garruço, 8º F

quarta-feira, 10 de julho de 2013

Entrega prémios concurso literário "Ler e Aprender" - reportagem fotográfica





Nota:
             Foi-nos comunicado que o "Crucigrama francês" do Marcelo Conceição, publicado no dia 8 deste mês, não estava com a numeração corretamente colocada. Pelo facto pedimos as nossas sinceras desculpas. O lapso foi desde logo corrigido. 
            Ainda bem que os nossos leitores estão atentos e colaboram com o nosso "jornal/blogue". Muito obrigada.
            Um bem-haja caro leitor!



Graça Matos, O Ciclista

terça-feira, 9 de julho de 2013

Entrega prémios concurso literário "Ler e Aprender"

A cerimónia da entrega de prémios do concurso "Ler e Aprender" decorreu como previsto, no dia 6 de julho, na sala polivalente da Biblioteca Municipal de Anadia. Como já é habitual, a responsável da biblioteca, Dra. Sónia Almeida, fez a abertura e conduziu toda a cerimónia da maneira encantadora que já habituou todos aqueles que têm o prazer de assistir a quaisquer cerimónias que decorram na BMA.
Esta teve início com a atuação do aluno do Colégio Nossa Senhora da Assunção, Gonçalo Maia, que nos encantou com a sua excelente voz.
Foram entregues de imediato os prémios do concurso "Ler e Aprender". A entrega iniciou-se pelo género lírico e pela categoria do 1º ciclo, seguindo a ordem crescente até ao secundário e já aqui apresentada na nossa edição do dia 1 do presente mês. De seguida passou-se à entrega dos prémios relativos ao género de texto narrativo segundo a mesma ordem.
Foi a vez de escutarmos a potente voz da Catarina Rodrigues, da Escola Básica e Secundária de Anadia, que nos trouxe mais uma bela canção.
Após o que foram entregues os prémios relativos aos vencedores da 5ª edição do concurso de poesia “Letras da Primavera”: 1º lugar – Primavera radiosa, da autoria de Heitor Simões (Mogofores, Anadia); 2º lugar – Primavera do meu contentamento, da autoria de Carlos Teixeira (Mataduços, Aveiro) e 3º lugar – Gosto de ti, da autoria de Manuel Luís Costa Cabral (Lisboa, apesar de anadiense).
De salientar que o concorrente, que obteve o 2º lugar, ofertou à CMA / BMA o seu 1º livro “As palavras escritas pela vida”.
A Beatriz Boiça, da Escola Básica nº 2 de Vilarinho de Bairro, cantou, por coincidência a mesma canção da Catarina. Contudo a entoação da sua voz doce mostrou-nos como a interpretação pode mudar uma mesma canção.
Seguiu-se a entrega dos prémios Biblio/Social e Biblio/educação. Salientamos aqui apenas a entrega, mais uma vez, às colegas da educação pré escolas Ana Paula Policarpo, do JI de Ferreiros e do 1º ciclo, Anabela, do Centro Escolar de Arcos.
Foi a vez do Henrique Ferreira e da Joana Henriques, da Escola Básica nº 2 de Anadia, nos encantarem com as suas doces vozes e nos levares para o mundo encantado da poesia.
Foram ainda entregues os prémios às famílias que, ao longo destes cinco anos de vida da BMA, tiveram uma utilização de livros superior ao milhar de requisições. Bem como a utente que também ultrapassou esse valor.
O Francisco Power fez-nos viajar para o mundo da magia. Com a sua máquina de transformar um simples papel branco em dinheiro, fez até o Presidente da Câmara ficar interessado em adquirir o seu interessante, embora rudimentar, invento…
Ainda foram distinguidas alguns outros utentes da BMA, como são o caso do utente nº 1, Sr. Herculano Lapa, que ainda mantém as suas visitas regulares à biblioteca e o utente mais idoso, o Sr. Alvino Santos, com os seus belos 90 anos.
Os presentes foram brindados com um vídeo desde o nascimento da BMA, passando pela sua evolução até à atualidade.
Quase a terminar a cerimónia, foi constituída a mesa com o Presidente da Câmara municipal de Anadia e os representantes do Agrupamento de Escolas de Anadia e dos Colégios Nossa Senhora da Assunção e Salesiano São João de Bosco e, ainda, a Representante das Bibliotecas Escolares Concelhias. Cada um teceu as considerações mais pertinentes acerca deste evento. Foi ponto comum o enaltecer a leitura e a escrita dos jovens vencedores deste concurso.
No final foi servido um espumante de honra com o respetivo bolo comemorativo da data.
Mais uma vez, O Ciclista compromete-se a publicar os trabalhos dos nossos alunos durante o mês de Agosto.
Ao Ciclista só lhe resta dar os parabéns a todos os vencedores, aos seus professores de português, bem como à BMA / CMA por mais esta excelente iniciativa.
      Amanhã publicamos a reportagem fotográfica.


Graça Matos, O Ciclista

segunda-feira, 8 de julho de 2013

Crucigrama francês


Atenção! Com esta nossa mensagem resolve o crucigrama.
                          1 -     Palavra francesa para saudar.
                          2 -     Existe uma……em Paris que foi mandada construir por Gustave Eiffel.
                          3 -     Primeira pessoa do plural.
                          4 -     Cidade francesa célebre pelo seu Carnaval.
                          5 -     Na escola existem os discentes. São os ………..
                          6 -     Fórmula de despedida.
                          7 -     O meio de transporte que todas as famílias já possuem.
                          8 -     Fórmula de despedida.
                          9 -     Tablete que muitos adoram.
                      10 -     Nome próprio de rapariga.
                      11 -     O país cuja capital é Paris.
                      12 -     Festa que decorre na cidade de Nice.
                      13 -     Objeto que serve para apagar aquilo que está escrito.
                      14 -     Capital de França.


Marcelo Conceição, nº 13, 7º F

domingo, 7 de julho de 2013

Visita aos bastidores do Aeroporto de Lisboa

Caros Ciclistas, a promessa, de vos mostrarmos as fotos da visita aos bastidores do Aeroporto de Lisboa efetuada pelos nossos alunos e pelos professores acompanhantes, é hoje finalmente cumprida.
A Equipa d’O Ciclista agradece ao Eng.º Daniel Carvalho a cedência de todos os materiais que tornaram possível a primeira reportagem, bem como a possibilidade de vermos as imagens dessa viagem única para muitos dos nossos discentes e que foram gentilmente cedidas por ele.
Só nos resta desejar que apreciem os momentos vivenciados pelos nossos 30 alunos.


Graça Matos, O Ciclista


sábado, 6 de julho de 2013

Visita de estudo aos bastidores do Aeroporto de Lisboa

Toda a aventura começou bem cedinho!
Mas apenas para os alunos que ficaram nos primeiros lugares das olimpíadas e do Canguru Matemático.
Por volta das sete horas já todos estávamos na paragem à espera do autocarro que nos levaria até ao aeroporto de Lisboa.
O sono ainda era muito, mas o entusiasmo por se iniciar esta viagem era imenso.
De início ainda pairava uma nuvem de silêncio e esta fez-se sentir até chegarmos a Lisboa.
Já dentro do aeroporto partimos para uma secção especial onde nos fizeram as revistas, tal como a um passageiro normal, mas, naquele sítio, apenas podiam entrar visitantes.
Depois ainda vimos alguns aviões a descolar, tendo uma vista magnífica destes.
Aí embarcamos num autocarro que nos levou a visitar o resto do aeroporto. Talvez todos pensem que este é apenas o edifício onde as pessoas fazem todos os processos para a viagem e a pista de onde os aviões descolam em busca dos destinos escolhidos.
Toda a área à volta do aeroporto tem dezenas de quilómetros. O primeiro sítio que visitámos foi o falcoeiro, ou seja, um sítio onde estavam cerca de uma dezena de falcões e uma águia que se demonstrou muito perturbada com a nossa visita inesperada. Como aqui não se encontrava o senhor responsável por estes animais, devido a um problema ocorrido com um outro falcão, não pudemos saber mais, não podendo também ver uma demonstração.
Mas devem-se perguntar o porque dos falcões no aeroporto, a verdade é que até eu me perguntei mas rapidamente nos esclareceram a dúvida. Os falcões estão ali para afastar as outras aves de menores dimensões, que estragam as rodas e os motores dos aviões.
Depois de aprender esta nova “lição”, partimos em direção ao posto dos bombeiros. Aqui vimos uma demonstração de sirenes. Também vimos os seus veículos fazendo de seguida uma pequena visita ao seu interior.
Na parte de cima do edifício visitámos o ginásio destes, a sala de convívio, os quartos que estes usam para descansar de noite, as salas de aula e o painel de controlo. Esta é uma sala onde vão ter todos os avisos de possível incêndio, alertas e onde o responsável por esta secção consegue ver todo o aeroporto através de pequenas câmaras.
No fim, para a viagem a este edifício ficar para sempre recordada, fizeram uma pequena demonstração do que um carro de bombeiro faz em situação de incêndio.
Ao lado do edifício encontrava-se a oficina de reparações da TAP e mais para a frente encontram-se outras oficinas de outras companhias.
Depois fomos almoçar ao parque das nações onde todos criaram novos amigos. A seguir fomos todos comer um gelado que soube muito bem naquele dia de sol intenso.
A seguir voltámos para a escola onde os nossos pais já nos esperavam com muito orgulho.


Margarida Pereira, O Ciclista


Partimos da escola pelas 7h:15m, no autocarro da Câmara Municipal, rumo a Lisboa. Fizemos uma paragem numa área de serviço e chegámos ao aeroporto na hora prevista.
Fomos recebidos por duas senhoras e acompanhados por uma delas na visita. Todos nós recebemos um colete e algumas informações sobre o que devemos fazer antes de viajar de avião, como por exemplo, dirigirmo-nos aos balcões das agências de viagem para levantar e pagar o bilhete, trazer o passaporte connosco, fazer o check-in, etc.
Passámos pelo controle de segurança para verificar a existência de metais ou outros materiais não permitidos, tais como objectos cortantes, líquidos, cremes, etc.
Fomos depois a uma sala de embarque, onde as pessoas esperam pela hora de partida e de onde vêem através de janelas enormes a pista e os aviões a levantar e a aterrar.
De seguida fomos à gare onde são recolhidas as malas no final da viagem. Saímos para a pista onde nos foi mostrado uma manga, sítio onde o avião encosta para permitir a entrada e saída dos passageiros do e para o aeroporto. Vimos um carro reboque que ajuda o avião a virar e também um carro amarelo e preto “Follow Me” que dá orientações ao trânsito dos aviões, dos autocarros e dos reboques na pista. Veio então um autocarro buscar-nos e demos uma volta à pista. Passámos pela EasyJet, pela gare dos CTT e fomos visitar o Falcoeiro. Aí descobrimos que os falcões criados em cativeiro são lançados ao ar pelos domesticadores para afugentar aves e pequenos mamíferos que possam perturbar a descolagem e aterragem dos aviões. Esses falcões são depois recompensados com comida.
Depois fomos ver os bombeiros do aeroporto, que estão 24 horas à alerta e, embora possam socorrer alguma situação complicada nos arredores, estão prioritariamente ao serviço do aeroporto. Têm carros especiais para combater os fogos em aeronaves, sendo carros topo de gama.
No aeroporto há uma pessoa responsável pela segurança, que pode visualizar todo o aeroporto através de ecrãs que recebem imagens de câmaras de vídeo, ou através de binóculos. Pode também receber mensagens através de telefone.
Regressámos ao hall do aeroporto, por onde saem os passageiros e vimos algumas pessoas responsáveis por agências de viagem com cartazes a identificar as próprias agências ou nomes de pessoas de quem estavam à espera.
No final da visita ofereceram-nos uma lembrança.
Fomos almoçar ao Parque das Nações e descansámos lá um pouco. Por volta das 16h:00m partimos de regresso a Anadia. Fizémos mais uma paragem numa área de serviço e chegámos ao destino às 19h:15m.

Manuel Garruço, O Ciclista

sexta-feira, 5 de julho de 2013

Ida aos bastidores do Aeroporto de Lisboa

Caros Ciclistas, tudo começou muito cedo… eram precisamente 8 horas e 34 minutos, do dia 8 de novembro de 2012, quando o nosso diretor, o Prof.º Elói Gomes, enviou para a ANA um correio eletrónico a solicitar a visita de estudo às instalações do Aeroporto de Lisboa, tendo por base o projeto, “ANA Com Vida”.
E foi assim que depois de muito penar, pois os pedidos de outras escolas eram muitos, lá veio a tão almejada resposta. O pedido para os 30 alunos do nosso Agrupamento, rapazes e raparigas com idades compreendidas entre os 10 e os 15 anos e os 3 professores acompanhados estava agendada para o dia 30 de maio de 2013 das 10 horas e 30 minutos às 13 horas.
Gostaríamos de dizer que os alunos que foram selecionados não o foram aleatoriamente. A seleção foi feita pela matemática, esta disciplina que é a base de tudo (esta é a minha opinião!…). Então, eles foram fazer esta visita como prémio pelas suas classificações em atividades da matemática.
 Mas, os alunos queriam um pouco mais … uma visita a uma aeronave.
E lá esteve o nosso querido diretor outra vez ao “barulho”: “sentimos um certo desencanto nos alunos, quando os informámos da inexistência desse marco tão importante numa visita a um aeroporto, decidimos envidar alguns esforços, na tentativa de conseguir a visita a um avião. (…). Vimos pedir à WHITE AIRWAYS, S.A que conceda uma visita a uma das suas aeronaves ao grupo de alunos do nosso Agrupamento que obteve as melhores classificações nas Olimpíadas de Matemática e no Canguru Matemático.” Foram estas as sábias palavras do nosso diretor ao pedir à White Airways a visita a um avião por este grupo de alunos.
Esta foi a ternurenta carta escrita pelos alunos a fazer esse mesmo pedido e que sem dúvida enterneceu o coração do nosso diretor!

Anadia, 17 de Maio de 2013
Exmo.. Senhor Presidente da White Air Ways
Somos um grupo de alunos do Agrupamento de Escolas de Anadia que, como prémio pelos bons resultados que obtivemos nas “Olimpíadas de Matemática”, vamos visitar o aeroporto de Lisboa no dia 30 de Maio.
A maior parte de nós nunca andou de avião e por isso, imaginamos como será sobrevoar o oceano, como fôssemos pássaros em liberdade!
Já vimos nos filmes e na televisão muitos aviões a levantar e aterrar e sabemos que, lá na frente, está a cabine do piloto cheia de computadores, botões, alavancas… e a nossa curiosidade é imensa!
Sabemos que vamos poder ver aviões parados na pista, talvez a aterrar ou a levantar mas… não é a mesma coisa.
O que nós gostávamos mesmo era de visitar uma dessas aves gigantes, de asas brilhantes e nariz pontiagudo, que transporta na barriga dezenas de pessoas e quilos de bagagem.
Quando o professor de Matemática, que nos vai acompanhar, nos disse que não ia ser possível entrarmos num avião, ficámos um bocadinho desiludidos. Então, decidimos escrever esta carta e pedir-lhe que nos ajude a concretizar o nosso sonho, autorizando a nossa visita ao interior de um avião.
Agradecíamos muito que tentasse tornar o nosso sonho uma realidade inesquecível.
Ficaremos ansiosamente à espera da resposta e agradecemos a atenção dispensada ao nosso pedido.
Com os nossos melhores cumprimentos.
Pelos Alunos do Agrupamento de Escolas de Anadia.
  
Beatriz Coquim de Resende;
Joana Vieira Coelho Henriques;
André Silva Castro;
Henrique Seabra Ferreira

Amanhã publicaremos as duas reportagens feitas por dois dos nossos jornalistas envolvidos nesta visita. Cada um faz-nos um relato desta viagem dando-nos uma perspetiva muito sua…
A reportagem fotográfica virá apenas no dia a seguir aos nossos repórteres nos terem contado a sua aventura pela capital!


Graça Matos, O Ciclista

quinta-feira, 4 de julho de 2013

Rúben Saldanha vencedor do Concurso Uma Aventura… Literária 2013


Hoje, é um dia muito, mas mesmo muito especial!
Todos estão ansiosos para ler a grande entrevista que fizemos ao vencedor do concurso Uma Aventura… Literária 2013.
Foi uma tarde perfeita. Para além da entrevista, partilhámos com o nosso colega vivências do nosso quotidiano, das nossas escolas e até das nossas experiências nos exames, ele do 6º e duas de nós do 9º ano. Falámos das férias, dos livros que andamos a ler, dos passatempos que temos e de tantos outros assuntos banais e cheios de interesse, quanto interessantes são as conversas de adolescentes!
Pronto, compreendemos a vossa ânsia. Portanto, deixemo-nos de delongas e passamos já à tão esperada entrevista. Mas,… no final da entrevista não “desliguem” pois temos outra surpresa, para todos os Ciclistas, muito especialmente para o Rúben. Não queremos adiantar mais nada. O melhor é aguardarem pacientemente pelo desenlace, vão ver que não se arrependem.
Já agora podem sempre deixar os comentários que entenderem. Claro que a Coordenadora do Clube depois de os moderar é que os publica, mas não deixa de o fazer!
Entrevista
Boa tarde! Estamos aqui em nome do Clube de Jornalismo “O Ciclista” e gostaríamos de dialogar um pouco contigo sobre o concurso Uma Aventura… Literária 2013, do qual foste vencedor na modalidade texto original do 2º ciclo.
O Ciclista – Gostaríamos em primeiro e em nome de toda a Equipa do Clube de Jornalismo d’O Ciclista, de dar-te os parabéns pelo teu prémio.
Agora e antes de falarmos sobre o concurso em si, gostaríamos de te fazer algumas perguntas para nós e os nossos leitores, percebermos melhor quem tu és. Pode ser?! Sendo assim, gostaríamos que nos dissesses qual o ano de escolaridade e que escola frequentas.
RúbenFrequento o 6º. ano, na Escola Básica nº2 de Vilarinho do Bairro.
O Ciclista – Tens irmãos? Quantos?
RúbenTenho, uma irmã, mas tem apenas 4 anos.
O Ciclista – Gostas de ler?
Rúben –  Sim.
O Ciclista – Que tipo de livros lês?
RúbenLivros de Aventuras.
O Ciclista – Atualmente andas a ler algum livro? Se sim, qual?
Rúben – Sim, o livro “Uma aventura no Castelo dos Três Tesouros”, da coleção “Uma aventura”. É o mais recente livro publicado desta coleção.
O Ciclista – Gostas de escrever?
RúbenSim.
O Ciclista – Já alguma vez participaste em concursos ou é a primeira vez? Se sim, em qual ou quais?
Rúben –  Já participei em concursos, mas não deste tipo, participei, por exemplo, nas Olimpíadas de Matemática  e nas Ortografíadas.
O Ciclista – Se já participaste noutros concursos fizeste-o individualmente ou conjuntamente com outros colegas?
RúbenParticipei sempre individualmente.
O Ciclista – É a primeira vez que vences um concurso?
Rúben – A nível nacional é. No ano letivo anterior (2011-2012) ganhei as Olimpíadas de Matemática do 5º ano da minha escola.
O Ciclista – Em relação a este concurso, o que sentiste quando soubeste que o tinhas vencido?
Rúben – Achei estranho, porque quando participei procurei sobretudo divertir-me a fazer algo que gosto, nunca pensei ganhar, embora a minha intenção tenha sido sempre fazer o meu melhor.
O Ciclista – O que te motivou a escrever este texto?  
Rúben – Penso que a principal razão foi sentir imensas saudades de ir à Serra da Estrela, visto que já lá não vou há alguns anos.
O Ciclista – Alguém te incentivou? Fala-nos um pouco sobre essa pessoa, o seu nome, a sua profissão, o porquê de querer que participasses, entre outras coisas que te recordes.
Rúben Bem, quem me incentivou foi o meu primo Duarte Jorge, que é da minha idade e tem participado neste concurso. Foi ele quem me informou da existência do concurso, das modalidades, e como poderia participar.
O Ciclista – As nossas turmas (8º F e 9º C) têm a mesma professora de Língua Portuguesa. Ela é, sem quaisquer dúvidas, uma excelente professora, que nos tem ajudado imenso a evoluir na escrita do português e nos tem sempre incentivado a escrever textos e a participar em concursos. Isso também acontece contigo ou já nasceu contigo essa aptidão para a escrita? Ou seja, qual foi o papel que a tua professora de Língua Portuguesa teve no facto de teres concorrido?
Rúben A minha professora incentivou-me de algum modo. Para além de me incentivar a escrever e a ler, não posso deixar de referir, por exemplo, o que me dizia na entrega dos testes: “Podes sempre fazer melhor!”, mas não me dizia isso só a mim, claro, mas a todos os que considerava terem capacidades. (…)
O Ciclista – Como te surgiram as ideias para fazeres o texto? De onde veio a tua imaginação?
RúbenAs minhas ideias tiveram como base alguns livros que li. Procurei criar uma história com algum suspense e alguma emoção e adrenalina, coloquei nela os maus da fita e duas crianças curiosas e intrometidas e a estes ingredientes juntei alguma da minha imaginação e criatividade.
O Ciclista – Qual foi a temática, ou seja que aspetos que desenvolveste no teu texto?
Rúben – No meu texto cujo título é “Uma aventura cheia de adrenalina”, imaginei umas férias na Serra da Estrela, nas quais se passa algo de estranho (um assalto), entretanto, duas crianças decidem investigar, sem qualquer ajuda. 
O Ciclista – Podias dar-nos a conhecer algo mais sobre a história do teu texto?
RúbenTeria todo o gosto em fazê-lo, mas como a minha história vai ser publicada num dos livros da coleção “Uma Aventura”, tal como outros trabalhos premiados, não gostaria de a desvendar agora.
O Ciclista – Gostaste de escrever este texto?
RúbenSim, deu-me imenso prazer.
O Ciclista – Alguma vez pensaste ganhar este concurso a nível nacional?
RúbenTal como já disse anteriormente, embora tivesse feito o meu melhor não pensava ganhar, muito menos o primeiro prémio. Sabia que pelo menos ganharia um certificado de participação no concurso, o que para mim já era bom.
O Ciclista – Como viveste a cerimónia de entrega dos prémios?
RúbenVivi a cerimónia de entrega de prémios com muita alegria e essencialmente com muito orgulho.
O Ciclista – Como foi a tua experiência da entrega do prémio pelas escritoras Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada?
Rúben – Foi muito boa porque foi a primeira vez que estive a um passo de distância de duas grandes escritoras. Foi um momento único.
O Ciclista – O que apreciaste mais nessa cerimónia?
RúbenO que eu apreciei mais foi ver a maneira como eles entregavam os prémios às crianças, com muito carinho e com toda a paciência.
O Ciclista – Gostaste de participar neste concurso? Voltarias a participar?
RúbenGostei imenso, e para o ano voltarei certamente a participar. DAREI O MEU MELHOR!
O Ciclista – Já agora fala-nos um pouco dos teus pais. O que é que eles sentiram quando lhes disseste que tinhas ganho o 1º prémio?
RúbenQuando eu contei à minha mãe ela também teve dificuldades em acreditar, mas quando na Internet, na página do concurso, viu que o meu nome estava lá, ficou muito orgulhosa, tal como o meu pai.
O Ciclista – O que aconselharias aos outros alunos?
RúbenNunca devem desistir, devem dar sempre o seu melhor.
O Ciclista – Gostarias de deixar uma mensagem final?
RúbenNunca desistam dos vossos sonhos. Há sempre uma surpresa ao virar da esquina.
O Ciclista – Muito obrigada pela tua disponibilidade. Agradecemos-te em nome d´O Ciclista.
RúbenEu é que agradeço.

Agora podem ver a reportagem fotográfica da entrevista. Mas a surpresa não termina … têm de vê-la na totalidade. É muito importante que o façam.
Não, não vamos deslindar o mistério. É um pouco como a história que o Rúben escreveu. Ele não a pôde contar pois vai ser publicada e nós queremos que vejam o vídeo na sua totalidade. É mesmo uma aventura que vos propomos e que têm de viver. Mas, para isso terão de ver todo o vídeo…
Só prometemos emoção e surpresa!…

Adriana Matos, Margarida Lagoa, João Rocha, Sofia Pedrosa, O Ciclista