Equipa d´O Ciclista

Clube de Jornalismo O Ciclista:

Coordenação: Dra. Graça Matos e Dra. Sara Castela

Alunas: Adriana Matos, Ana Neta, Beatriz Agante e Matilde Santos

Alunos: André Castro, Henrique Ferreira

Dra. Miquelina Melo – Membro Honorário

Endereço de correio eletrónico - cj.eb23anadia@gmail.com

quinta-feira, 12 de abril de 2018

Fernando Pessoa



Fernando Pessoa é conhecido como um génio. Eu não digo que discorde totalmente dessa opinião, mas a concordância também não é total.
Fernando Pessoa era uma pessoa que se isolava bastante, pois tinha grandes dificuldades em criar laços fosse com quem fosse. Contudo, como uma alma perdida, como uma pessoa cheia de agonia e com a infelicidade que reinava sobre ele, até fez um bom trabalho, aliás, excelente! Apesar de só ter tido o seu devido reconhecimento após a sua morte.
Na minha opinião, tudo tem uma razão de ser e talvez, se Fernando Pessoa tivesse vivido uma vida feliz, estável e a solidão nunca pairasse sobre si, o sucesso muito provavelmente não teria sido o mesmo. Pena Pessoa não ter estado vivo para poder, finalmente, vivenciar um pouco da sua felicidade e sucesso merecidos.
Em relação aos seus três heterónimos mais badalados, isto é, Alberto Caeiro, Ricardo Reis e Álvaro de Campos, eu gostaria de me identificar um pouco com o Mestre, ou seja, Alberto Caeiro, em relação ao sentir e não pensar e de apenas viver o presente sem pensar no futuro nem no destino e, sinceramente, quem não iria querer ser assim? Aliviar-nos-ia da demasiada ansiedade que sentimos todos os dias por pensarmos de mais e tudo seria mais calmo e sem tantas preocupações.
Em suma, na realidade, acho que não me identifico com nenhum dos heterónimos de Fernando Pessoa, mas, como disse anteriormente, não me importaria nada de me identificar com Alberto Caeiro, o Mestre.
Liliana Nascimento, n.º 11, 12.º I - Profissional

Sem comentários:

Enviar um comentário