Equipa d´O Ciclista

Clube de Jornalismo O Ciclista:

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terça-feira, 10 de abril de 2018

Fernando Pessoa



Fernando Pessoa, génio para uns, louco para outros. Para mim é, sem sombra de dúvida, uma alma incompreendida, mas no fundo todos também o somos. Porém, existem pessoas tais como Pessoa que decidem expor esse lado a um nível maior, o que não é, a meu ver, de maneira nenhuma, negativo.
A sensação com que fiquei, ao estudar Fernando Pessoa e os seus heterónimos, é que este poeta esteve sempre numa corrida contra o tempo. Bem! Não é bem com o tempo, mas sim com ele próprio. Passo a explicar. Parece que Fernando Pessoa quis encontrar o seu estado zen, ou seja, aquele estado da nossa vida em que nos encontramos completamente realizados e felizes, e Pessoa parece que queria esse estado de espírito de bandeja e, por isso, criou os seus heterónimos, (símbolos de tentativas falhadas da sua parte, acho eu!).
Para finalizar, e no que diz respeito aos heterónimos, nas minhas aulas de Português, fiquei a conhecer as grandes qualidades, mas também os grandes defeitos de três dos heterónimos de Fernando Pessoa e, na minha opinião, se pudéssemos juntar a grande visão de Alberto Caeiro, o Mestre, com a tese de Carpe Diem de Ricardo Reis juntamente com os modelos futuristas de Álvaro de Campos, aí, sim, teríamos a combinação perfeita!
Filipe Aguiar, n.º 5, 12.º H- Profissional

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