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sexta-feira, 30 de abril de 2021

Consequências das alterações climáticas: o exemplo do Oceano Ártico

 


Palestra (Zoom) "Consequências das alterações climáticas: o exemplo do Oceano Ártico", no âmbito da Semana Polar, dinamizada pela Dra. Catarina Magalhães investigadora do CIIMAR, professora convidada da Faculdade de Ciências da Universidade do Porto e investigadora associada da Universidade de Waikato na Nova Zelândia. Desde 2013 a sua equipa participa, anualmente, em expedições ao Ártico e Antártida.

Nesta palestra, via Zoom, estiveram presentes todas as turmas do 8.º ano da EBSA e EBVB nos dias 16 e 23 de março.








 

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Séc. XXI – Cenário do clima para o continente


Iniciamos este artigo ao lembrar as palavras que ouvimos diariamente repetir: “O tempo está tão diferente do que era!”
A Terra desde sempre assistiu a alterações climáticas mais ou menos significativas. Recordamos o último período glacial, também conhecido como Idade do Gelo, chamado Würm. Este período serve para explicar que, desde sempre ocorreram alterações climáticas na Terra. Mas, apesar das alterações climáticas ocorridas ao longo da História da Terra serem fruto de fenómenos naturais, a intervenção do Homem tem Hoje um contributo bastante significativo.
Neste século XXI, as previstas alterações climáticas globais, e consequentemente em Portugal, Continental e Regiões Autónomas, têm estado na agenda dos cientistas. Mas, para além de bem estudadas, carecem de uma (re)definição de medidas quer a médio, quer a longo prazo, capazes de lhe fazerem face e permitam uma redução do risco, global e individual, quer na planificação das atividades, quer do investimento futuro.
De acordo com informação recolhida do Instituto de Meteorologia: “Por forma a contribuir cientificamente para a sustentação destas medidas de adaptação, o Instituto de Meteorologia, I.P. desenvolveu, em parceria com o Instituto Dom Luiz da Universidade de Lisboa e integrado no consórcio Europeu ECEARTH, a realização de cenários globais para o clima de Portugal continental, cujos resultados serão igualmente integrados no próximo relatório do Painel Intergovernamental para as Alterações Climáticas (IPCC). 
Neste exercício, numa primeira fase realizado com uma resolução de 125 km, foram utilizados dois cenários contrastantes. Um, menos gravoso, admitindo o controlo do aumento das emissões dos gases de efeito de estufa, que atingiria um máximo na concentração em meados do séc. XXI, e um outro cenário mais gravoso resultante de um crescimento contínuo nas emissões durante o séc. XXI. 
Dos resultados obtidos realça-se o aquecimento médio no território no final do século XXI em cerca de 2,5º C e 4º C, respetivamente para os cenários trabalhados, e a diminuição da precipitação em todo o território para qualquer dos períodos de 30 anos considerados, com especial incidência na região sul.”

A Equipa d´ O Ciclista