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sexta-feira, 20 de março de 2015

A poesia é


A poesia é…
Escrever para desabafar,
Escrever para perceber,
Pensar na vida
E receber algo em troca.
A poesia é…
Sentir o que nos vai na alma,
Escrever tudo o que pensamos,
Sem nos preocuparmos
Em sermos censurados.
A poesia é…
Expor no papel os nossos pensamentos
E saber que, no final da escrita,
A nossa alma estará mais aliviada da dor.
A poesia é…
Saber que ninguém nos vai censurar,
Que ninguém nos vai bater
Ou tratar mal
Pelo que pensamos
E pelo que escrevemos.
A poesia é…
Não nos preocuparmos com as rimas,
Mas apenas com que a dor diminua
A cada palavra escrita.
Soraia Ferreira, nº 17, 9º A - Vilarinho



Eclipse solar
A Lua sobrepõe-se ao Sol, entre as 8 horas e as 10 horas.
Foi lido em todo o Agrupamento o comunicado imitido pelo Ministério da Educação sobre o eclipse solar e os cuidados a ter durante a observação.
De acordo com o Observatório Astronómico de Lisboa, o eclipse solar é total apenas no extremo norte do Oceano Atlântico, nas ilhas Faroé (Dinamarca) e Svalbard (Noruega) e na região Ártica. No resto do mundo, será visto como parcial.
Um eclipse do Sol sucede quando a Lua, satélite natural da Terra, se interpõe entre o seu planeta e o Sol, ocultando total (eclipse total) ou parcialmente (eclipse parcial) a luz solar.



Este fenómeno é visível em Portugal, mas tem de se ter muito cuidado, pois há mitos de visualização que não são verdadeiros. Assim, todos os cuidados são poucos e nunca se deve olhar o Sol sem a proteção adequada, ou seja apenas através de filtros especializados, “óculos de eclipses”. Estes são os únicos que reduzem drasticamente toda a radiação solar. Como referimos é um mito que os óculos escuros, vidros negros fumados, ou radiografias, servem para se olhar através deles para o Sol, mas não, os olhos continuam completamente desprotegidos.
A observação do sol sem utilizar qualquer proteção terão como consequência graves riscos para a visão e, no limite, a cegueira, conforme alerta o Ministério no seu comunicado.
O cuidado deve ser intensificado quando se trata de crianças, uma vez que a radiação que atinge a retina é maior do que num adulto.
Mesmo utilizando a proteção adequada a visualização direta do Sol não deve ir além dos 30 segundos consecutivos, alternando com pausas nunca inferiores a três minutos.


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