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quarta-feira, 24 de dezembro de 2014

Mensagem de Natal da Equipa d´O Ciclista

Eu, neste Natal, à semelhança do meu desejo ao longo de todo este ano, pediria alguém muito especial de volta para a minha família. Mas, como é impossível ter este enorme presente, peço para que todos vós tenham muita força e sejam o mais felizes que puderem, em paz e com saúde.
Um beijo de Feliz Natal.
Adriana Matos

Quero desejar um Feliz Natal a todo o Agrupamento de Escolas de Anadia bem como a todos os nossos seguidores do blogue. Um especial obrigado a estes últimos, por nos seguirem diariamente.
Feliz Natal, e um Próspero Ano Novo!
Ana Patrícia Fernandes

Gostava de ser uma fada, para poder espalhar a liberdade, a paz, a fraternidade e o amor pelo Mundo, para que em cada dia brilhasse apenas a alegria e a felicidade!
Um Feliz Natal!
Graça Matos

O Natal é a melhor festa do ano! Não é pelos presentes, ou pelos enfeites, mas sim pelo espírito de amor e união que ele nos transmite.
O Natal é uma época lindíssima, de não pensarmos em nós, mas nos mais desfavorecidos e de os convidar a celebrar connosco. Apesar de sermos só uma pessoa em milhões, podemos ajudar alguém a sorrir e a viver, pelo menos um dia feliz!
Boas Festas!
Henrique Ferreira

Que a magia de Natal transforme os nossos sonhos em realidade. Desejo que este Natal seja brilhante de alegria, iluminado de amor, cheio de harmonia e repleto de paz.
 Feliz Natal e um Próspero Ano Novo para todos!
João Rocha

O Natal não é apenas dar e receber presentes, na minha opinião é mais do que isso. É passá-lo com familiares, com os amigos mais próximos e principalmente com quem mais necessita. Pelo menos neste dia, devemos ajudar e confortar aqueles que não têm família nem amigos, que estão sem abrigo, infelizes, com problemas financeiros ou mesmo de saúde, pois é por isso que o Natal existe.
Espero que todos tenham um bom Natal, incluído os leitores e a Equipa do jornal “O Ciclista”.
Boas festas!!
Manuel Garruço

Desejo que neste ano todos nós tenhamos tudo o que necessitamos. Não me refiro a bens materiais que, na minha opinião, são sobrevalorizados nesta época, mas sim ao amor, à família, à esperança e, acima de tudo, à força para todos nós podermos enfrentar um novo ano de sucesso.
A minha principal mensagem vai para todos os alunos, professores e funcionários que não poderão passar o Natal com a sua família. Espero que, ainda assim, consigam usufruir de toda a magia desta época tão magnífica.
Por fim, envio um voto de esperança ao nosso jornal e blogue, para que continuem a crescer e a melhorar a cada ano que passa e que 2015 traga novas alegrias e novas caras. Também um grande agradecimento e muitas felicidades para as professoras que permitem que este jornal e blogue permaneçam vivos.
Sendo assim, os meus sinceros votos de um Feliz Natal e um excelente Ano Novo para todos! 
Margarida Costa Pereira

Desejo que este Natal seja brilhante de alegria, iluminado de amor, cheio de harmonia e pleno de paz.
Que o sucesso seja rei, e que sejamos acima de tudo felizes!
Feliz Natal e um Próspero Ano Novo!
Margarida Lagoa

  Natal é paz, amor e alegria, sendo assim uma época propícia para dar valor a quem nos é mais querido e ajudar os outros sem pedir algo em troca. E como tal, os presentes mais valiosos não são os materiais que se guardam numa gaveta, mas aqueles que ficam no nosso coração.
E é com carinho que vos desejo um Santo e Feliz Natal!
Rúben Saldanha

O que é o Natal?
É uma época repleta de ternura e bondade, onde paira no ar o espírito de amizade, generosidade e otimismo perante o futuro. Altura em que aproveitamos para estar aconchegados e perto das pessoas que amamos, mas também para abrir os nossos corações e a nossa alma para com as pessoas mais carenciadas e vulneráveis e com consideração, ajudá-las nas mais diversas ocasiões. Pois, afinal de contas, o melhor de todos os presentes por debaixo da árvore de Natal é a presença de uma família feliz e unida.
Feliz Natal e um Próspero Ano Novo!
Sara Castela

No Natal, o principal não deveria ser receber e desfrutar cada vez de mais coisas, mas sim partilhar. Dar aos outros, menos afortunados que nós, algo daquilo que temos, para que também eles possam ter um pouco de paz e alegria nesta época especial.
Sendo assim, que este espírito natalício permaneça ao longo de todo o ano, procurando sempre que os outros se sintam amados e felizes.
Por isso, desejo a todos um Feliz Natal recheado de solidariedade e amor!
Sofia Ferreira

            Queridos leitores d’O Ciclista,
  Neste Natal, desejo que todos tenham o essencial e, o mais importante, a família unida.
  Neste Natal, quero pedir paz, humildade e união para todo o mundo.
  Neste Natal, quero pedir para não haver mais guerras, não haver mais desastres e toda essa crueldade que existe.
 Se todos nos unirmos e pensarmos uns nos outros e não só em nós, tudo será diferente.
 Neste Natal, quero pedir que mudem de atitude para com os outros, com a natureza, com os animais, enfim, com o mundo e, o mais importante, reflitam sobre as vossas ações. Não se esqueçam que, ao praticarmos o bem, também estamos a praticar o bem para nós. Sejamos todos unidos e amigos para sermos uns bons cidadãos.
Aproveitem assim para pensar que esta é de facto uma época mágica e os milagres podem acontecer, mas têm de partir de cada um nós e do rumo que damos à nossa vida.
A mensagem que hoje deixo é que cada um dê mais magia a cada dia que passa, pois umas pequenas mudanças podem fazer uma grande diferença!
Um Feliz Natal para todos!

Sofia Pedrosa 

segunda-feira, 22 de dezembro de 2014

Natal

Numa noite muito fria
Ia José e Maria.
Fugiam de um terrível destino,
Pois a Virgem esperava o menino.

Cansados com a viagem,
Entraram numa estrebaria.
Jesus estava quase a nascer
Da doce Virgem Maria.

Num curral de animais,
Veio ao mundo o Salvador.
Assim começou o Natal,
Poucos sabem a sua história de amor.

Viver o Natal é recordar
O sacrifício e o amor
Que Jesus nos veio dar,
Oferecendo-se por nós à dor!
   








Filipa Roque, nº 10, 9º E

domingo, 21 de dezembro de 2014

Milagre de Natal


Era mais uma véspera de Natal. Maeve e Spencer davam os últimos retoques na sua árvore de Natal, que estava já brilhante, cheia de enfeites e, brevemente, de presentes em seu redor.
            O pai não partilhava o mesmo sentimento, pois, a seu ver, o Natal era apenas uma época de despesas, os presentes saíam da sua conta bancária e as luzinhas da árvore só tinham uma utilidade: aumentar a conta da luz. A sua esposa Kate não compreendia tal ódio e essa era a única razão do Natal continuar a ser celebrado na casa dos Gubler. 
             Os anos, entretanto, foram passando e Matthew não apresentava nenhuns sinais de mudanças, até que um dia teve um acidente de carro, e teve de começar a andar de cadeira de rodas. Maeve e Spencer não sabiam o que fazer, muito menos Kate que via o marido de tantos anos enfraquecido e desiludido.
            Era 24 de dezembro, onze e meia da noite, quando Matthew chamou a família ao seu quarto e começou por desculpar-se por ter arruinado os Natais e outras épocas festivas graças ao seu feitio arrogante e orgulhoso.
            -O que fiz está feito e não há como voltar atrás, mas o importante é que vos amo desde sempre. Na verdade, o que mais queria neste momento era voltar a andar, mas agora percebo que o amor que sinto por vocês vale mais do que tudo e reconheço que o Natal é um momento de felicidade, que deverá sempre ser celebrado com aqueles que mais amamos. – informou Matthew.
            Eis que, de repente, uma luz iluminou o quarto e quando se deram de conta, Matthew estava em pé de novo. Era, de facto, um milagre de Natal.
            A partir desse ano, Matthew Gubler aprendeu que o Natal é maravilhoso e que deve ser aproveitado por todos.
Inês Oliveira, nº 12, 9ºA - Vilarinho



           Lembramos os leitores d' O Ciclista que hoje se inicia o inverno. O Solstício é às 23 horas e 3 minutos. Este dia é o mais curto do ano, para o Hemisfério Norte. A partir daqui os dias começam a ser maiores, mas evidentemente, este aumento é feito de forma gradual.

quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

As pessoas crescidas

Lembro-me quando ainda não tinha preocupações, em que tudo era simples e cada dia era vivido da melhor maneira.
Brincadeiras estavam sempre presentes no dia a dia. Porém, o único medo, o único sofrimento, era quando eu caía e esmurrava os joelhos. Aqueles tempos de infância, em que me levantava cedo para ver os desenhos animados, simplesmente eram do melhor que havia.
Nunca descobri quando se deixa de ser pequeno, talvez seja quando se adormece no sofá e, no dia a seguir, se acorde no mesmo sítio, com uma tremenda dor de costas, em vez de acordar confortavelmente na cama, como acontecia antigamente. Mas tudo mudou. Brincadeiras poucas, preocupações muitas, e levantar cedo deixou de ser uma vontade e passou a ser uma obrigação.
Agora tudo o que fazemos está mal, tudo nos preocupa, tudo nos magoa, até simples palavras. Somos limitados à escola, a estudar, e como se não bastasse, quando dizemos que estamos cansados, há sempre um espertinho que diz: “Cansado de quê?! Só estudas!”
Só estudo? Acham pouco? Chegar a casa depois de um dia de aulas e ter de ir estudar, nem tempo dá para dizer um “Olá!” a alguém. Nem tempo há para os amigos, nem mesmo para a família.
E o medo que sentimos… Medo de tirar más notas, o medo da reação da nossa família se fizermos alguma asneira, o medo de ficarmos sozinhos, de a qualquer momento perdermos alguém especial. Talvez este último medo nunca seja ultrapassado. Talvez a vida nos pregue uma partida. Mas temos de levar um dia de cada vez. E, quando formos adultos, a vida há de recompensar-nos da devida maneira.
Apesar das saudades da infância, a vida nem é assim tão má, temos amigos, família, uma vida razoavelmente normal e também não podemos voltar atrás no tempo, por isso, que remédio temos nós senão viver a vida devagar, um dia de cada vez, enfrentando sempre os nossos medos.
Inês Santiago, nº 11, 9ºA – Vilarinho

quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

Medos e inseguranças nos jovens

Nestes tempos atuais, os jovens tendem a ter muitas depressões, por vezes por razões mínimas que, para eles, significam tudo e mais alguma coisa. No meu ponto de vista, os jovens depressivos não são aqueles que têm medo de "viver a vida", são sim aqueles que têm medo do que a vida lhes reserva. Existem ainda aqueles que têm fobias "normais", para a sociedade, como a claustrofobia, homofobia, entre outras. De facto, atualmente, as coisas mudaram e, por incrível que pareça, os jovens têm cada vez mais medo de não serem aceites na sociedade. Não se acham, pois, suficientemente bonitos, ou espertos, ou engraçados, ou inteligentes. Na verdade, para eles a opinião que os outros têm é o mais importante. Há jovens que, a fim de agradar aos outros, mudam radicalmente a sua forma de ser, de estar ou parecer. As raparigas mais rechonchudas preferem ter anemia e passar fome do que serem saudáveis e terem orgulho no corpo que têm. Outras preferem gastar o pouco dinheiro que têm para comprarem roupas mais vistosas, para mostrar aos outros que têm "estatuto", que são "chiques", enquanto em casa são pobres. O mesmo acontece com alguns rapazes que, para terem mais estilo ou para serem mais "fixes" ou temidos, mudam quem são. Preferem até deixar de estar sãos em termos de saúde para fumarem, usarem drogas ou brigarem com armas. Ridículo!
 Do meu ponto de vista, cada um deveria ter orgulho daquilo que é, e não devemos deixar de ser quem somos só por alguém não gostar de nós.
Em suma, não é por sermos mais pobres que isto significa que iremos morrer de igual modo pobres. Ou não é por termos uma nota má que o nosso futuro estará arruinado. Os medos e as inseguranças que levamos somos nós que os alimentamos. De facto, deixar de ter medo é difícil, mas pior é mudarmos quem somos por alguém pior que nós.
Ema Fadiga, nº 8, 9º A – Vilarinho

terça-feira, 16 de dezembro de 2014

Medos Atuais

Nos tempos de hoje, existem vários medos, principalmente por parte dos jovens, ao contrário do que acontecia nos tempos antigos em que não havia tantas preocupações por coisas sem importância como atualmente se verifica.
Na atualidade, os adolescentes têm especialmente medo daquilo que os outros pensam. E então, será bom ou mau ter este pensamento?
Na verdade, os jovens preocupam-se, pois, em agradar aos outros, em mudar até a sua personalidade, em tudo! Têm assim medo de serem discriminados e gozados. Sim, é bom vermos uma pessoa com uma boa figura mas, a meu ver, é muito melhor vermos alguém com personalidade e um sorriso no rosto.
Outro aspeto a referir, para além da preocupação em relação à imagem, é o peso. De facto, muitas pessoas isolam-se com medo do que os outros vão pensar, só por terem uns quilinhos a mais.
Eu, quando era mais nova, tinha um bocadinho de peso a mais, razão pela qual me sentia mal, porque as pessoas gozavam comigo. É, de facto, uma sensação horrível passar na rua e as atenções serem o nosso corpo, o nosso peso. Mas hoje? Perguntarão vocês. Agora, estou feliz, por aquelas bocas não me terem de modo algum afetado.
Querem, então, a minha opinião? Deixem essa mania em relação ao que as pessoas vão achar se não usarmos roupa de marca, se não tivermos um bom carro ou uma boa aparência. Cada um de nós é como é!
Vivam assim cada dia como se não houvesse amanhã, mas sem excessos, ou seja, na medida certa!
Inês Gouveia, nº 11, 9º E


segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

Medo, um sentimento interessante

Medo, uma palavra interessante e misteriosa. É, pois, um sentimento que muita gente tem e de muitos tipos, como medo das alturas, medo de aranhas, entre outras grandes variedades.
Atualmente um dos maiores medos sentido na vida juvenil diz respeito à própria vida. Na verdade, é nessa fase que descobrimos o medo em relação à vida, surgem assim determinadas fobias e, às vezes, o medo passa a fazer parte do dia a dia dos jovens. Podemos entender com isto que os jovens, na fase da adolescência, começam, por exemplo, a ter medo de tirar más notas nos testes, o mesmo se pode verificar quando fazem asneiras, até mesmo quando começam a falar com uma pessoa do sexo oposto.
Medo, uma palavra interessante, misteriosa que está indiscutivelmente presente na etapa da juventude, uma das maiores aventuras pela qual se passa, mas sem esta palavra não teria tanta graça, pois não?
Dizem que, quando crescemos, temos de deixar de ter medos, pois já somos crescidinhos. Contudo, eu não acho, pelo contrário! Acho até que, quando se cresce, também devemos ter medos, mas temos que saber enfrentá-los. É assim que crescemos.
Em suma, medo não é só uma palavra, mas também um sentimento que faz parte da vida humana.
Lucas Claro, nº 9, 9º C – Vilarinho


domingo, 14 de dezembro de 2014

Os medos na adolescência

Os jovens, na fase da adolescência, defrontam-se no dia a dia com vários medos, entre os quais, do escuro e da morte.
Na verdade, enquanto somos jovens, pensamos muitas vezes no pior, até na morte. Porém, existem sempre aquelas pessoas, na escola, ou fora dela, que são mais fortes do que nós, adolescentes e, quando passam junto a nós, na rua, despertam de imediato no nosso íntimo o receio de que nos possam fazer mal, porque achamos que nos podem atacar, ou tentar bater, uma vez que se forem mais fortes quer física quer psicologicamente, como é óbvio, não teremos força nem sequer vontade de nos defender e, sim, isto acontece muito hoje em dia. E estou assim a referir-me ao bullying que infelizmente é tão falado e vivenciado por vários jovens.
No que diz respeito ao escuro, talvez seja das piores situações para um adolescente. Vejamos! Quando o lugar em que nos encontramos tem luz, sentimo-nos mais confortáveis, acolhidos. Já quando nos encontramos na rua à noite, ou num lugar escuro, por vezes, pensamos que alguém nos persegue, nos está a espiar ou que algo de mal nos vai acontecer, e lá bem no fundo acabamos também por pensar na morte, que é um dos principais medos na adolescência. Talvez não nos devamos sentir assim, mas é o que nos destina a vida.
 Em suma, no meu entender, o escuro é o pior medo que um adolescente pode sentir, porque nos traz alguma falta de confiança, desconforto e até alguma insegurança, mas é um sentimento com o qual temos que aprender a lidar, visto que o escuro nunca vai deixar de existir.
Bruno Fernandes, nº 4, 9º A - Vilarinho 

sábado, 13 de dezembro de 2014

O poder de uma pequena palavra

Medo, uma palavra pequena, apenas quatro letras, mas que consegue causar o maior pânico entre os jovens.
Medo… Quem nunca o sentiu? Medo do escuro, medo de ficar preso em espaços fechados ou até mesmo medo das alturas, são apenas três exemplos em uma infinidade de outros aos quais os jovens estão sujeitos.
Quem não se lembra de quando era criança e tinha medo dos monstros dentro do armário ou até mesmo debaixo da cama? Eu lembro-me e muito bem que, nessas alturas, ficava completamente aterrorizada, por isso, saía a correr do meu quarto para me ir deitar ao pé dos meus pais, o único lugar onde me sentia segura na altura. Mas bem, todos sabemos que nos dias que correm esse não é um dos principais medos dos jovens, mas sim o medo do escuro, as vertigens, bem como o medo de perder as pessoas que amam e até mesmo o medo de morrer.
A meu ver, o medo de morrer é um absurdo. Pois, na verdade, o único aspeto que me assusta relativamente a esse assunto é a forma de morrer e não o medo da morte. Mas claro, esta é a minha opinião!
Entretanto, estou convicta de que os jovens de hoje em dia se fazem de fortes para com a sociedade, de maneira a não deixar transparecer os seus medos e receios, o que é verdadeiramente despropositado!
Em suma, os jovens dos nossos dias sentem vários medos, contudo tentam não demonstrá-lo para a sociedade não os criticar nem gozar.
Sara Martins, nº 19, 9º E

sexta-feira, 12 de dezembro de 2014

O medo

O medo é definido de muitas maneiras diferentes sendo que, geralmente, estas variam com a faixa etária e com a suscetibilidade da pessoa. O medo em si é associado ao obscuro, às sombras, ao frio, ao oculto, à solidão, aos desconhecidos.
Atualmente, o conceito no que diz respeito ao medo já não devia existir, com exceção das pessoas idosas, mas isso é compreensível. Há alguns anos atrás, quando as explicações científicas, as teorias, os estudos e, inclusive, a ciência, eram consideradas “absurdas”, as pessoas tinham medo do que não conheciam como, por exemplo, os trovões, os tornados, as cheias e as erupções vulcânicas.
Nos dias de hoje, todos os fenómenos naturais estão explicados. Logo, pode-se considerar o medo de trovoadas e outros semelhantes como “medos irracionais”, pois atualmente podemos informar os avós de que, primeiro, o céu não nos vai cair em cima e segundo, Deus não está aborrecido ou zangado com o povo.
Falando agora dos jovens. No meu entender, o medo destes pode ser dividido em duas subclasses: os “com fundamento” e os “sem fundamento”. Os medos “sem fundamento” são, por exemplo, os gritos histéricos associados à visualização de aranhas ou quaisquer outros insetos semelhantes (observação: este medo é mais comum nas raparigas). Já nos medos “com fundamento”, temos a morte/perda, a solidão e os desconhecidos, ou seja, o medo da morte é óbvio para todas as idades, porque ninguém sabe como é e também não se está interessado em saber por “ser sempre cedo demais”. Em relação à perda, eu diria que é bastante normal, porém, as pessoas de quem gostamos deviam viver até aos duzentos ou quinhentos anos (tal qual vem descrito na Bíblia). Quanto à solidão, este é um medo que só pelo nome já deprime e lembra a ideia de quatro paredes sem portas, sem janelas e com uma pessoa fechada lá dentro. O medo dos desconhecidos é também um medo “com fundamento”, pois desde pequenas as crianças estão habituadas a ouvir “Não fales com estranhos!” por parte dos pais, o que de certo modo provoca este medo.
Em conclusão, o medo é como as pessoas: moldável e misterioso.
Beatriz Agante de Almeida, nº 7, 9º E

terça-feira, 9 de dezembro de 2014

Algumas serras e sistemas montanhosos de Portugal e respetivo potencial turístico

Foi solicitado aos alunos de Geografia, do 10º H, que fizessem um trabalho de pesquisa acerca de algumas serras ou sistemas montanhosos. Teriam, em simultâneo, de fazer o levantamento do seu potencial turístico.
Os alunos tiveram, ainda de pesquisar sobre o relevo de Anadia de modo a fazer a sua caracterização e ver o potencial turístico da região onde a cidade está inserida.
Apresentamos o resultado desse trabalho.

Buçaco, Caramulo, Cordilheira Central (Lousã-Estrela-Gardunha)

Graça Matos, Professora de Geografia / O Ciclista

segunda-feira, 8 de dezembro de 2014

As alterações climáticas

Saio de casa e vem-me logo um cheiro nauseabundo que se entranha na roupa.
            E de onde vem este cheiro? Simplesmente das fábricas que não utilizam filtros nas chaminés e que por tal razão deveriam ser punidas com coimas elevadas. Por outro lado, a meu ver, as fábricas poluentes também deveriam ser isoladas das casas e das florestas, a fim de não destruírem ainda mais a fauna e a flora.
            Na verdade, se não impedirem estas situações e não tomarem outras medidas, a poluição irá aumentar e por consequência, o buraco de ozono também. O agravamento da mesma poderá assim levar ao aumento das catástrofes naturais, bem como do número de vítimas humanas devido a problemas de saúde, entre os quais o cancro de pele, de pulmão, entre outros.
            Relativamente às catástrofes naturais, Portugal ultimamente já tem vindo a ser afetado pelas cheias e até tornados, que têm levado à perda de bens materiais e até de vidas humanas.
            Não gosto pois do que se está a passar! E espero que esta situação mude, senão o mundo poderá viver momentos muito complicados.

Joel Ferreira, nº 6, 9º C – Vilarinho

domingo, 7 de dezembro de 2014

Os vários medos da vida

  Hoje em dia, todos nós sentimos vários medos, como por exemplo, não conseguir passar o ano escolar, não ter emprego… e os jovens são, de facto, os mais afetados.
  Na verdade, no nosso dia à dia, é muito difícil passar um dia sem pensar nas escolhas que temos de fazer, como por exemplo, que curso queremos seguir. No meu ponto de vista, isto acontece porque no início da nossa infância sempre fomos habituados a não dar valor a estas coisas, e, quando chegamos a uma certa altura da nossa vida, vão-nos enchendo a cabeça com o que devemos ou não devemos fazer, com a matéria que somos obrigados a saber, enfim… uma chatice!
  Por outro lado, parece-me que a adolescência é a pior altura para passarmos por isto, pois também é uma fase em que o corpo sofre várias mudanças tanto a nível psicológico como físico. Claro que, por vezes, é difícil aceitarmos bem todas estas transformações e é muito complicado mas, se pararmos um pouco e pensarmos bem, há sempre volta a dar. Ainda assim, além de tudo isto, eu penso que o nosso maior medo reside no receio de desiludir os nossos pais, pois eles também se esforçam para nós sermos os melhores e para que os nossos sonhos se realizem, mesmo que nos custe.
  Em suma, nunca sabemos verdadeiramente quais são as verdadeiras preocupações dos jovens, pois a vida está em constante mudança e nós, jovens, também.

Ana Rita Silva, nº 2, 9º A - Vilarinho

sábado, 6 de dezembro de 2014

Os medos também crescem

Todos nós, seres humanos, temos medo, indiferentemente de quem somos. De facto, o medo é algo de que não nos livramos, mas também é importante termos medo, pois ele deve ser enfrentado e é assim que crescemos.
Há quem diga que o medo passa, contudo, eu não acho. No entanto, talvez o monstro no armário se canse e mude a sua vítima; talvez a luz apagada se canse de ter de se deparar com as sombras assustadoras todas as noites; talvez o medo de voltar a adormecer e acordar no pesadelo em que o príncipe não salva a princesa se esvaneça e esta se salve a ela própria. Ora, à medida que vamos crescendo, eventualmente o medo mudará mas não nos podemos assustar, pois, se algum medo alguma vez foi embora, foi porque alguém o enfrentou. Na verdade, cada pessoa é forte o suficiente para o fazer, apenas tem de ser corajosa o suficiente para o tentar.
 É comum pensar-se que antigamente os jovens se preocupavam com outro tipo de medos, mas isso é normal uma vez que o mundo avançou no tempo tal como os pesadelos de quem nele vive.
Para concluir, reconheço que o medo é algo que nos vai acompanhar para sempre quer queiramos quer não e se acreditarmos conseguiremos sempre superá-lo, não sós mas com ajuda daqueles que mais amamos.

Inês Silva Oliveira, nº 12, 9º A - Vilarinho 

sexta-feira, 5 de dezembro de 2014

O medo

O cronista António Lobo Antunes na crónica: "As pessoas crescidas” lembra a sua infância e faz referência a diferentes fases do seu crescimento e no último parágrafo do texto, poderá ler-se o seguinte:
"Nunca percebi quando se deixa de ser pequeno para se passar a ser crescido. (…) Provavelmente quando cessamos de ter medo do escuro."
De facto, todos nós já sentimos medo alguma vez na nossa vida, pois esta é uma experiência que pode ser motivada por múltiplos fatores.
Nesta sequência, foi assim pedido aos alunos de nono ano (turmas: A e C da Escola Básica nº 2 de Vilarinho e do 9.º E da Escola Secundária de Anadia) que escrevessem um texto de opinião, no qual apresentassem a sua opinião sobre os principais "medos" sentidos pelos jovens atuais. São, então, alguns desses textos que O Ciclista decidiu partilhar convosco.
Sara Castela, O Ciclista

O medo


Muitas pessoas fazem a si próprias a seguinte pergunta: "Afinal o que é o medo?" ou "Porque é que o medo faz parte de nós?".
Na minha opinião, a própria palavra "medo" já desperta em nós o respetivo sentimento de medo, pois quando a ouvimos, ou dizemos, mesmo não a sentindo, temos rapidamente uma sensação de receio, indecisão e até de arrepio.
Aproveito, agora, este momento para opinar sobre os medos que os jovens têm atualmente, principalmente, os jovens da minha idade, entre os treze e os quinze anos.
No meu ponto de vista, os medos correspondentes a estas idades são óbvios. Realço assim o medo de chumbar o ano, ter más notas, levar um recado da professora para os Encarregados de Educação acerca de algum comportamento inapropriado por parte do aluno, entre outros.
Estes são exemplos de medos dos jovens alusivamente à escola. Seguidamente temos, por exemplo, os medos referentes a namoros, nomeadamente, o medo de terminar uma relação, o medo de amar e não ser amado.
Finalmente temos também os medos alusivos a pessoas mais reservadas, salientando o facto de terem medo de serem olhadas de lado, criticadas, gozadas e até mesmo agredidas.
Perante os exemplos, que acabei de expor, o significado de "ter medo", a meu ver, não é ser-se um falhado. Por outro lado, não ter medo de nada também não é, de maneira nenhuma, sinal de se ser forte e corajoso.
Em suma, assim como a tristeza e a felicidade fazem parte de nós, o mesmo se aplica ao medo, logo, não necessitamos de ter medo do medo.
Ana Rita Tocante, nº 4, 9º E


quinta-feira, 4 de dezembro de 2014

Saudades de ti!

O texto, que hoje vos damos a conhecer, mostra muito bem como é que nós, pessoas, nos afeiçoamos verdadeiramente aos nossos animais de estimação.
Sara Castela, O Ciclista

Saudades de ti!


Chegar a casa, abrir a porta, espreitar para a tua gaiola e ela estar vazia, ver o ninho onde dormias e não te encontrar… Esta tem sido a minha rotina, quando chego a casa.
Deitar-me, cobrir-me bem cobertinha e tentar adormecer. Porém, não consigo. Sinto o teu cheiro nos lençóis, sinto a tua presença em cada canto da casa…
Tenho saudades da tua alegria e da tua preguiça simultaneamente. Saudades de te ver dormir no carapuço ou até nos bolsos dos meus casacos. Eram estes pequenos momentos que me enchiam o coração. Eram estes pequenos momentos cheios de ternura que eu esperava repetir todos os dias.
É impressionante como em cinco dias, eu me afeiçoei a ti de tal forma que nem eu consigo explicar. Só queria poder ver-te crescer, só queria que estivesses comigo. Não queria que nada de mal te acontecesse. De facto, apeguei-me imenso a ti, como talvez nunca me tenha apegado a um pássaro.
Quando penso em ti, só me apetece chorar. Só me apetece fechar-me no quarto sozinha. Fisicamente, tu não estás cá, mas de uma coisa eu te garanto, esteja eu onde estiver, podes crer que tu estás comigo.
Descansa em paz, Kaya!

Ana Luísa Santos, nº 2, 9º E

quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

A prática de desporto em qualquer idade

A prática de desporto faz bem à saúde, permitindo assim às pessoas sentirem-se mais jovens e até mais fortes.
No meu ponto de vista, todas as faixas etárias, desde as crianças com 4 a 5 anos até aos idosos entre os 80 e 90 anos, deveriam praticar exercício físico, pois o desporto dá saúde, alegria e vontade de viver. Além do mais, deixa as pessoas mais resistentes e enérgicas. Por exemplo, um senhor já com uma certa idade que só coma e veja televisão ficará obeso, mas a mesma pessoa se comer e se mais tarde for correr ou fizer uma caminhada, enfim, praticar exercício, ficará com uma imagem de si completamente diferente!
Os jovens, por sua vez, têm por hábito fazer muito exercício físico, pois, o que eles querem é ser magros e musculados.
Enfim, é importante não esquecer que fazer exercício físico em qualquer idade torna as pessoas mais jovens, felizes e mais robustas.
Viva, pois, com saúde!

Pedro Alegre, nº18, 9ºE 

terça-feira, 2 de dezembro de 2014

A importância do sentido de humor

O humor é uma das qualidades mais importantes do ser humano. Um sorriso, uma piada ou uma gargalhada aliviam a alma e fazem-nos sentir muito melhor.
Inúmeros estudos que abordam temas como o riso e o bom sentido de humor mostram a importância destes para promover a saúde. Infelizmente existem pessoas que acham o humor algo muito supérfluo, sem importância nenhuma e consideram que só de uma forma séria serão vistos com respeito. Porém, na minha opinião, é completamente ao contrário. Pois, quem é que não gosta de ter ao seu lado uma pessoa carismática e que veja o mundo de uma forma muito positiva? Essa pessoa acabará assim por influenciar as que a rodeiam e o ambiente de uma forma bastante positiva. Além disso, o humor tem ainda mais benefícios, tanto psicológicos como físicos, no que respeita ao aumento de resistência a doenças e de qualidade e longevidade da vida. Não é por acaso que atualmente existem equipas de humoristas que se deslocam aos hospitais e interagem com os doentes independentemente de estes serem crianças ou de serem adultos. 
“O riso é a mais barata e eficaz das drogas, o riso é um remédio universal", segundo o filósofo Bertrand Russel e eu estou, de facto, convencida de que ele tem toda a razão em afirmá-lo.
Em suma, todos devemos ter um bom sentido de humor, pois este tem uma enorme importância não só na nossa vida mas também na vida de quem nos rodeia.

Anastasiya Grachova, nº 5, 9º E

segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

As redes sociais

Google, youtube, facebook, entre outras redes sociais, são estruturas sociais compostas por pessoas ou organizações que, ao terem aparecido, mudaram os tempos que correm.
Não há como negar que a tecnologia trouxe um grande avanço na vida das pessoas. Vejamos, os jovens de hoje em dia se querem, por exemplo, procurar uma música, a resposta está na Internet, neste caso, no youtube. No caso de quererem pesquisar um significado de alguma palavra, ou algo idêntico, a resposta está de igual modo na Internet, neste caso, no Google. Por outro lado, se quiserem pesquisar alguém, "conhecer alguém", digamos assim, a resposta está de igual modo na Internet, neste caso, no facebook, entre outros.
Ora, com os exemplos que acabei de apresentar, pretendo dar a entender que atualmente os jovens e, por vezes, até adultos já não se dirigem com tanta frequência a uma biblioteca procurar algo num livro, imaginemos uma biografia, já não pegam num dicionário para pesquisar o significado de algo, por exemplo, uma simples palavra, quer portuguesa, inglesa ou pertencente a uma outra língua, uma vez que já não se informam do que quer que seja sem recorrer à Internet.
Na opinião da maior parte das pessoas, todas as respostas estão, pois, nesta rede mundial de comunicação e eu admito que, de facto, faço parte dessa população, sim! Mas por outro lado e vendo estes aspetos numa diferente perspetiva, penso que há uma certa probabilidade da Internet não ser propriamente um bom desenvolvimento para o país, pois procurando todas as respostas às nossas dúvidas na Internet, impede-nos, de uma certa forma, pensar por nós próprios.
Em suma, com o uso abusivo da Internet, convivemos menos, puxamos menos pela nossa cabeça e não nos mantemos tão cultos

Ana Rita Tocante, nº 4, 9º E