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sexta-feira, 15 de março de 2013

Textos do concurso “Partilhe connosco sentimentos emoções valores”


Biblioteca Escolar da Escola Básica nº 2 de Anadia

Textos classificados em 2º lugar

Alunos

Já pensei dizer-te mas não consigo. O medo e o desespero não me deixam falar. Já tentei escrever-te, mas vem a rejeição e começo a tremer. Sou invisível para ti, parece que não existo… Mas apanhei coragem para te… para te escrever, é claro que estou com medo da tua rejeição… Mas, esta carta não é para ti, mas sim para o meu coração!

Jacinta Pinheiro, 7 º C

Assistentes operacionais

É muito difícil avaliar sentimentos, nas o que penso e sinto é que esses sentimentos têm que ser vividos de forma gratuita e verdadeira. O verdadeiro afeto é aquele que é dado com amor, com carinho, com simpatia, com solidariedade e não com hipocrisia, desdém, interesse.
Amar o outro é saber dar sem esperar algo em troca.

Paula Costa, Assistente operacional

Professores

“Tenho tanto sentimento 
Que é frequente persuadir-me 
De que sou sentimental, 
Mas reconheço, ao medir-me, 
Que tudo isso é pensamento, 
Que não senti afinal. 

Temos, todos que vivemos,
Uma vida que é vivida 
E outra vida que é pensada, 
E a única vida que temos
É essa que é dividida 
Entre a verdadeira e a errada.

Fernando Pessoa

Manuela Agante, Professor

quinta-feira, 14 de março de 2013

Textos do concurso “Partilhe connosco sentimentos emoções valores”


Biblioteca Escolar da Escola Básica nº 2 de Anadia

A Equipa d’O Ciclista inicia hoje a apresentação dos "textos" premiados no concurso “Partilhe connosco sentimentos emoções valores…”, atividade promovida pela Biblioteca Escolar da Escola Básica nº 2 de Anadia. A participação neste concurso esteve aberta a todos os alunos, professores e assistentes operacionais da Escola entre os dias 14 e 21 de fevereiro. Os concorrentes produziram ou transcreveram um pequeno texto sobre Emoções, Sentimentos, Afetos ou Valores, quer em prosa, quer em verso ou prosa poética.
Iniciamos esta apresentação com a divulgação das mensagens que obtiveram o terceiro lugar nas três categorias, a saber: alunos, assistentes operacionais e professores. Amanhã faremos a apresentação dos textos que obtiveram o segundo lugar e finalmente serão publicadas os classificados em primeiro lugar.
A todos os concorrentes os parabéns d’O Ciclista, muito particularmente as nossas felicitações, mais uma vez vão para a Equipa da Biblioteca da EB nº 2 de Anadia pela dinamização desta magnífica atividade.

A Equipa d' O Ciclista



Textos classificados em 3º lugar

Alunos

O amor é uma chama, se ele for verdadeiro a chama não se apaga, dura para sempre. Se o amor for falso, a chama apaga-se e deita fumo como se fosse tristeza que fica no nosso coração.

Inês Rafaela Conceição, 5º C


Aprende que falar pode aliviar dores emocionais, descobre que se levam anos para se construir confiança e apenas segundos para destruí-la, e que você pode fazer coisas num instante das quais se arrependerá pelo resto da vida.”
William Shakespeare
(traduzida)

Beatriz Agante de Almeida, 7º E


Assistentes operacionais

Nove anos passaram
Sem à França voltar
Os amigos envelheceram
E as saudades fomos matar.

Uma visita relâmpago
Mas deu para lembrar
Tudo aquilo que passamos
Foi muito bom lá voltar.

O dia dos afetos devia ser
Uma coisa espetacular
Todos nós devíamos fazer
Este lema perdurar!

Maria Helena Almeida, Assistente operacional



Professores

“Não te amo mais
Estarei mentindo dizendo que
Ainda te quero como sempre quis
Tenho a certeza que
Nada foi em vão
Sinto dentro de mim que
Você não significa nada
Não poderia dizer jamais que
Alimento um grande Amor
Sinto cada vez mais que
Já te esqueci!
E jamais usarei a frase
Eu te AMO!
Sinto, mas tenho que dizer a verdade
É tarde demais...”
Clarice Lispector

Emília Simões, Professora


A Equipa d’O Ciclista gostaria de fazer um breve comentário acerca deste poema, que muitos dos nossos leitores talvez desconheça.
A beleza deste poema não se fica pela leitura, já de si magnífica, iniciada da forma habitual. Ou seja lendo-o pelo seu início: “Não te amo mais …”
Mas, a sua magnificência também pode ser lida a partir do seu fim, fazendo a leitura no sentido inverso: “É tarde demais...” e terminado no princípio: “Não te amo mais …”.
Identificam-se, assim duas distintas, mas ambas magníficas, interpretações de acordo com a leitura que do poema se faça.

Graça Matos, O Ciclista

terça-feira, 12 de março de 2013

Palestra sobre Alimentação


No dia dezoito de fevereiro de 2013, os alunos do 7º ano da escola básica e secundária de Anadia tiveram oportunidade de ficar a saber ainda mais sobre os benefícios de uma Alimentação Saudável.
O Dr. Jorge Santos, médico do Centro de Saúde de Anadia, deslocou-se ao anfiteatro da escola e, desde as 10h e 15m até às 11h e 45m, explicou por que é preciso ter muita atenção à publicidade enganosa sobre produtos alimentares, referiu os prejuízos decorrentes de saltar refeições e chamou a atenção para algumas doenças que são consequência de uma má alimentação.
A sessão terminou com a projeção de um pequeno filme humorístico que resumiu aquilo que o Dr. Jorge Santos, tão bem e tão pacientemente, tinha explicado.
Os alunos agradeceram esta “aula diferente” e saíram mais conscientes de que a nossa saúde depende, em grande parte, daquilo que comemos ou deixamos de comer.



Isabel Santos, Professora LP

segunda-feira, 11 de março de 2013

Uma noite muito estranha…


Era uma linda noite de verão e eu estava na varanda do meu apartamento à beira-mar. Estava calor, mas soprava uma brisa suave e fresca que fazia com que o clima estivesse perfeito! Aquele cheiro a praia, à água do mar, e a calçada com tanto movimento, amigos e famílias a passearem por ela, faziam com que o ambiente estivesse mesmo agradável. Então, decidi ler um livro. Era daqueles com histórias fantásticas, onde tudo podia acontecer. A capa despertou-me logo o interesse, e a sua descrição também.
Estava eu, então, entretida a ler quando, de repente, ouvi alguém a chamar-me. Era uma voz doce e muito melodiosa, parecia vir de longe e até de fora. Desci até à calçada, que nesse momento estava vazia, e muito silenciosa. Questionei-me onde estariam todas aquelas pessoas que vira há pouco bem como toda aquela alegria. Entretanto, continuei a ouvir alguém a chamar-me e, desta vez, parecia vir da praia. Continuei a andar e no momento em que eu já estava a pisar a areia, olhei para o mar e vi várias luzes. Decidi aproximar-me. A água estava ótima! Foi, então, que vi uma mulher com longos cabelos loiros e encaracolados, um ar muito meigo, aparentava ser simpática, foi aí que ela disse que já estava à minha espera há imenso tempo. Fiquei espantada, pois nunca a tinha visto em toda a minha vida e como tal, perguntei-lhe quem era e por que razão me tinha chamado. Ela explicou-me que havia um tesouro nessa praia e que eu deveria procurá-lo. Achei tudo isso uma estupidez e por isso, regressei ao apartamento. Fui para o meu quarto e em cima da cama, estava um papel muito antigo, era um mapa! Fiquei assustada e comecei a achar que a história do tal tesouro certamente seria verdadeira. Decidi, então, segui-lo. Afinal o que me custava?! Não parecia ser assim muito longe. Sendo assim, voltei a sair do apartamento, e segui as indicações do mapa.
 Primeiro, fui ter a uma árvore. Era enorme! Não vi lá nada. Então, continuei a andar. Momentos depois, comecei a entrar dentro de uma espécie de mata. Estava tudo a ser cada vez mais estranho, pois inesperadamente comecei a ver macacos, serpentes, mosquitos, abelhas, tigres…estava uma barulheira que não se podia aguentar. De repente, apareceu um vendedor de gelados que me ofereceu um gelado de morango e baunilha. Com o andar do tempo, eu estava cada vez mais assustada, pois estavam a acontecer coisas mesmo estranhas! No entanto, continuei a andar e encontrei uma fada que me indicou melhor o caminho. Momentos depois, cheguei a uma pedra que tinha a forma de um avião e dentro dela, estavam pessoas minúsculas e ao lado, estavam umas rosas e tulipas que começaram a falar comigo. Pensei que estava a ficar maluca e o pior é que a certa altura elas começaram a cantar. Entretanto, segui caminho e eis que pisei uma areia mole e senti-me a ser "sugada", penso até que era areia movediça. Fui ter a um belo castelo, que era já antigo e encontrei uma cruz no chão. Nesse preciso momento, olhei para o mapa e começou a aparecer algo escrito: "Chegaste ao local certo!". Rapidamente, comecei a escavar um buraco e vi uma lâmpada. Adivinhem, então, o que aconteceu! Apareceu um génio que fez aquela introdução habitual: "Sou o génio da lâmpada mágica, tens direito a três desejos". Claro que o que eu mais queria, naquele momento, era sair dali e como tal, disse: "Quero que tudo volte ao normal". De repente, acordei… Afinal tinha sido apenas um sonho.
Voltei assim à varanda do meu apartamento. Era já de manhã. Como tal, vi o sol nascer e constatei que felizmente estava tudo normal outra vez, o que me fez respirar de alívio.

Maiara, 9º C

domingo, 10 de março de 2013

sábado, 9 de março de 2013

Sofrer e fazer sofrer parece ser o lema do homem


           A desumanidade, a solidão, a corrupção, o desemprego e o abandono de idosos são temas imortais, que acompanham o Homem ao longo da sua existência. Somos seres capazes das atitudes mais desumanas, egoístas e por vezes, não olhamos a meio para atingir os fins. Até que nos abram os olhos ou se passe algo no nosso seio familiar somos, na maior parte das vezes, seres incapazes de compreender a vida difícil dos outros mas, como em tudo na vida, há sempre exceções que confirmam a regra.
            O isolamento e o desemprego são duas realidades cada vez mais atuais. Na verdade, há cada vez mais pessoas profissionalmente inativas e a sofrer de solidão, e consequentemente cada vez menos gente capaz de ajudar.
            Com o decrescente poder de compra e a impossibilidade de poupança, há cada vez mais corrupção e idosos a serem abandonados. Realidade cruel!
            Pergunto-me se se pode chamar ao homem um ser racional, quando este é capaz de abandonar idosos, maltratar outras pessoas ou até mesmo praticar corrupção.
            Desejamos que a maioria das pessoas seja capaz de mudar mentalidades e acabar com a desumanidade, mas isso talvez seja impossível, haverá sempre no mundo gente maldosa e indiferente.
            Temos de lutar pela mudança, tornar-nos seres racionais e ajudar, porque amanhã podemos ser nós a precisar dessa ajuda.

Edna Almeida, 9º D

sexta-feira, 8 de março de 2013

Dia das Nações Unidas para os Direitos da Mulher / Dia Internacional da Mulher


Era uma vez…
Assim começam muitas das histórias. Esta, que hoje apresentamos, não é diferente. A Sandra, do 8º F, de um modo singular e belo descreve-nos aquilo que gostaríamos de ver expresso em ações.
Não queremos deixar cair no esquecimento que hoje se comemora o Dia Internacional da Mulher.
Reconhece-se que o texto da Sandra não é um sublimar das bravuras da Mulher. Mas, gostaríamos de pegar na coragem e no querer desta jovem e enaltecer o grande papel que cabe à Mulher nesta sociedade que pretende ser mais justa, mais livre e cada vez mais igual, apesar das suas diferenças.
Neste grande Dia saudamos todas as Mulheres, a sua luta diária pelas pequenas conquistas, pelos grandes feitos, pelas batalhas travadas… por tudo o que até hoje alcançaram e… por tudo o que ainda falta granjear!

Graça Matos, O Ciclista


O desejo de mudar o mundo
Era uma vez uma jovem rapariga que se chamava Vera e vivia no campo. Esta rapariga tinha o gosto de ajudar os habitantes da sua aldeia e o que ela mais gostava era de reciclar e ver tudo verde à sua volta. E por isso, por vezes, perguntava:
- Mãe, hoje já reciclaste o papel, o vidro e também o plástico?
- Sim, Vera, já fiz o que me pediste. De facto, reciclar é muito importante!
- Isso é verdade!
- O campo é muito bonito, é um sítio sossegado, não é nada como a cidade. Se toda a gente fosse como tu, o mundo estaria muito melhor! – elogiou a mãe.
- Eu gostava de mudar as pessoas, ou melhor, o mundo inteiro!
- Isso é uma missão impossível, pois infelizmente as pessoas não querem saber disso.
Entretanto, certo dia, o pai de Vera tinha de se mudar para a cidade por causa do trabalho e pediu à sua esposa e à filha para irem com ele.
- Pai, eu não sei se quero ir, a cidade é tão diferente! – comentava Vera.
- Tu é que sabes, tens até amanhã para decidires! – pediu o pai.
- Está bem! – respondeu ela, com um olhar triste, pois sempre adorara viver na aldeia.
Na manhã seguinte, depois de muito pensar, a jovem informou o pai de que aceitaria ir viver para a cidade. Sendo assim, ao final do dia, Vera foi com o seu pai e a sua mãe para a cidade.
Com o passar do tempo, Vera continuava a ter dificuldades em adaptar-se ao novo espaço. E certo dia, comentou com a mãe:
- Tenho tantas saudades da nossa casa antiga…
- Eu também tenho, mas é o melhor para o teu pai e é importante que estejamos aqui com ele. E, já agora, como correu a escola nova?
- Mais ou menos, pois quando eu estava a ir para a escola, só vi lixo pelo chão e até à frente das casas.
- As pessoas aqui não têm respeito pelo nosso planeta!
Entretanto, no dia seguinte, Vera entrou em casa entusiasmada e mal encontrou a mãe, disse:
- Mãe, eu conheci uma colega que é filha de um senhor muito importante na cidade, e ela quer mudar o planeta tal como eu e, então, combinámos em pedir ajuda ao pai dela para fazermos uma campanha sobre a poluição na televisão e vamos publicar cartazes pela cidade toda, e também vamos fazer um blogue! 
- Parece que começas a gostar da cidade! Isso é muito bom! – comentou a mãe.
- Espero que o meu desejo se realize!
- Espero também que sim, filha!
- Eu acho que vamos cumprir esta missão. Pelo menos, apoio temos, para já não falar da nossa persistência e vontade em melhorar o Mundo.
- Vamos ver, Vera, vamos ver…

São exemplos como estes que os jovens dos nossos dias deveriam seguir.

Sandra Duarte, 8º F

quinta-feira, 7 de março de 2013

Venha conhecer a Veneza portuguesa


                Capital de distrito e sede de concelho, Aveiro encontra-se no litoral do país a 68 km da cidade do Porto e a 243 km da cidade de Lisboa.
                 A paisagem é dominada pela Ria de Aveiro e pelos rios da bacia hidrográfica do Vouga.
                Devido à sua proximidade do mar, na cidade realizam-se várias atividades relacionadas com o mar. O sal é um dos seus produtos mais famosos. É de fácil acesso, quer por via aérea com a proximidade do aeroporto do Porto, por automóvel, comboio, autocarro ou por via marítima com o porto de Aveiro. Tem vários hotéis (Hotel Imperial, João Padeiro, entre outros), várias residenciais e parques de campismo.
                Quanto à gastronomia, é muito conhecida pelos ovos moles, com vários e famosos restaurantes entre os quais o “ Restaurante Galegos Dourados”, o restaurante “ O Telheiro” e o “ Centenário”.
                Os locais a visitar são o Fórum de Aveiro; o Parque Infante D. Pedro; o Rossio; a Reserva Natural das Dunas de S. Jacinto, entre outros lugares magníficos e que merecem ser visitados.
                Como património religioso, temos a Igreja das Camelitas, a Capela de S. Gonçalinho, a Igreja de S. Domingos, entre outras.
                Quanto ao património cultural, podemos visitar a Câmara Municipal de Aveiro; o Museu de Aveiro; a Biblioteca Municipal; a Estátua de Santa Joana, a Universidade de Aveiro, etc.
                 As noites de Aveiro são animadas com bares e discotecas, destacando-se o bar “Olaria”, a discoteca “Estação da Luz” e “Oito Graus”.
                Por ser uma cidade plana, a Buga (bicicleta de utilização gratuita) é um equipamento destinado a proporcionar, àqueles que visitam a cidade, uma forma agradável e ecológica de a conhecer.
                 A principal característica da cidade é a Ria, esta rede de canais e ilhas que se podem visitar de barco. São os famosos moliceiros, barcos tradicionais da região, que serviam antigamente para a apanha do moliço e que hoje servem para transportar turistas na Ria de Aveiro já chamada de “Veneza de Portugal”.
                 Vale assim a pena passar por Aveiro e contemplar as suas ‘jóias’.


Guilherme Costa, 8º C

quarta-feira, 6 de março de 2013

Descubra as joias de Guia, albufeira



            A Guia é uma freguesia pertencente ao concelho turístico de Albufeira, localizada na dourada região Algarvia. 
            As origens da localidade são desconhecidas, pensando-se que já será ocupada desde há longos períodos, nomeadamente no de ocupação Romana da região. 
            A importância da localidade terá provindo da sua Ermida de Nossa Senhora da Guia, anterior ao século XVI, onde se diz ter existido uma aparição da Virgem Maria, atraindo desde então muitos visitantes e fiéis. 

           
                                           









        
            Com a crescente indústria turística, a Guia desenvolveu-se nos últimos anos, tentando responder à crescente procura do grande centro turístico de Albufeira, dispondo hoje em dia de diversas estruturas turísticas e complementares, como complexos turísticos de luxo, um grande centro comercial ou o famoso “Zoomarine”. 

                  
            A Guia de Albufeira orgulha-se do seu importante Património, com destaque para a Ermida de Nossa Senhora da Guia, como há pouco referimos, mas muito destruída após o grande terramoto de 1755, procedendo-se a grandes trabalhos de restauro no século XVIII, transformando-se então num dos grandes monumentos Barrocos do Algarve. Igualmente interessante é a Igreja Matriz do século XVII e a Ermida de São Sebastião, construída entre os séculos XVI e XVII, dedicada ao Santo que contribuiu para o desaparecimento da Peste Negra. 
            Anualmente, em outubro, tem lugar a Feira da Guia, com origens na antiga Romaria à Ermida de Nossa Senhora da Guia, que durante muitos anos atraiu inúmeros fiéis de todo o Algarve que aqui acorriam a fazer as suas promessas e pedidos à Virgem Maria.
            Enfim, um lugar que vale a pena visitar!
 

 Ana Sofia e Clara Loureiro, 8º C

terça-feira, 5 de março de 2013

A reciclagem


Para mim a reciclagem é separar o lixo para pôr nos ecopontos.
Se não colocarmos o lixo nos ecopontos ou nos locais próprios fica a cheirar mal,o que não é bom para a saúde.
Em nossas casas podemos aproveitar o lixo orgânico para fazer compostagem e assim estrumar as terras para que estas produzam mais.

Pedro Sousa, 8º B 

segunda-feira, 4 de março de 2013

A Reciclagem


Nas aulas de Educação Especial aprendemos o que é reciclagem.
A professora ensinou-nos que devemos separar o lixo em casa para colocar nos ecopontos. Há ecopontos verdes, amarelos e azuis.
No ecoponto verde devemos colocar as garrafas de vidro e outros objectos de vidro.
No ecoponto amarelo devemos depositar o plástico e as latas. No ecoponto azul o papel e o cartão. Existe ainda o pilhão que serve para depositar as pilhas, baterias do telemóvel e outros acumuladores.
Aprendemos também que o lixo biodegradável é aquele que pode ser decomposto pelo meio ambiente, por isso desaparece mais facilmente.
Todos nós devemos reduzir, reutilizar e reciclar.
Vamos todos contribuir para melhorar o ambiente!


Leandra Marlene, 8º E

domingo, 3 de março de 2013

Semana da Leitura Escola Básica nº 2 de Anadia



O desejo de mudar o Mundo


Certo dia, reparei como estava o Mundo, e pensei para com os meus botões: “Como seria bom, se eu pudesse mudar o Mundo!”. De seguida, pensei mais no que me rodeava, pessoas, animais, entre outras coisas. Entretanto, centrei a minha atenção principalmente numa família que morava ao pé de mim. O casal tinha dois filhos, os miúdos eram muito educados e notava-se que passavam por um mau momento na vida. Não comiam, viviam numa casa muito velha e nem roupa tinham.
Certa tarde, abri os meus armários e vi que tinha muita roupa que já não me servia e, então, falei com a minha mãe acerca daquele caso e perguntei-lhe se ela não se importava que eu lhes desse a minha roupa e a minha mãe, com um sorriso no rosto, disse: -Sim, filho, podes dar a roupa que quiseres. Aliás não podes, deves e eu tenho no armário da despensa alguma comida, também lha podes dar, se quiseres. Eu fiquei muito contente e assim o fiz. Como tal, fui a casa dessa família e perguntei à senhora se queria roupa, que era minha, para os meninos e se queria comida que eu também tinha. De imediato, ela respondeu-me que me ficava muito grata pela ajuda e que necessitava muito daquela roupa e daquela comida, e quando eu pudesse voltar a dar alimentos e vestuário que lhe fizesse esse favor, pelo qual ela me iria ficar muito agradecida.
Voltei para casa feliz e a pensar que era mesmo muito bom se eu pudesse fazer isto a todas as famílias que há neste Mundo, e que pudesse ver na cara destas pessoas, que estão nesta mesma situação, um sorriso igual ao da senhora a quem dei a roupa e a comida, pois ficou com os olhos a brilhar de tal maneira que eu até me comovi. Mais tarde, voltei a fazer o mesmo mas, nesse dia, estava a família toda em casa e reparei que os miúdos, mal me viram, ficaram muito felizes e tinham a minha roupa vestida. Fiquei muito feliz, mas também adorei a parte de fazer mais duas amizades.

Pedro Oliveira, 8º F

sábado, 2 de março de 2013

Pensando no futuro…


Num dia de rigoroso inverno, enquanto eu estava a dormir serenamente na minha cama, pus-me a sonhar no que realmente iria ser, quando fosse adulto, bem como o que aconteceria ao Mundo, depois de muitas guerras.
Nesse meu sonho, eu imaginei que seria um homem alto, forte e que praticaria muitos desportos e depois de imaginar o que eu seria, pensei que profissão iria ter e então, coloquei-me no lugar de um talentoso cozinheiro e ao mesmo tempo de um excelente desportista. Porém, o que mais me interessava nesse momento é que tinha emprego para sustentar a minha família que tinha constituído há pouco tempo.
Neste meu sonho, passei a constatar que o Mundo com as guerras tinha ficado igual àquele que eu atualmente conheço, já que os países tinham mergulhado na pobreza, muitas pessoas tinham morrido mas, tempos depois, em certa medida, tinha havido ligeiras melhorias, porque começaram a aparecer famílias com emprego e felizes e, a certa altura, as guerras deixaram de existir.
Entretanto, no momento em que acordei, cheguei à conclusão de que, no futuro, posso vir a ser quem eu imaginei ser e, na verdade, posso vir a sê-lo, se no momento presente me esforçar para alcançar os meus objetivos.

David Martins, 9º D

sexta-feira, 1 de março de 2013

CONCURSO “PARTILHE CONNOSCO EMOÇÕES, SENTIMENTOS, VALORES…”



CONCURSO “PARTILHE CONNOSCO EMOÇÕES, SENTIMENTOS, VALORES…”
Assistentes Operacionais
1º - D. Henriqueta
2º - D. Paula
3º - D. Helena

Professores
1º - Dr.ª Graça Matos
2º- Dr.ª Manuela Agante
3º -Dr.ª Emília Simões

ALUNOS
1º- Miguel Fernandes (8º A)
2º - Jacinta Pinheiro (7º C)
3º - Rafaela Conceição (5º C) / Beatriz Almeida (7º E)

CONCURSO DE “ST. VALENTINE´S DAY” em articulação com Inglês 2º CEB

MARCADORES:
1º - Tiago Correia (5º C)
2º - Tomás Neves (5º C)
3º - Beatriz Lopes (5º C) / Margarida Seabra (6º D)

POSTAIS:
1º - Bárbara Ferreira (6ºB)
2º - Iara Cruz (6ºC)
3º - Ana Catarina Magalhães (6ºD) / Francisca Cerveira (5ºC)

Ivone Saraiva, Professora Bibliotecária


Caros Ciclistas,
Prometemos partilhar convosco todas as “Emoções, Sentimentos, Valores…” vencedoras. Aguardem e, entretanto, continuem a visitar o nosso blogue.
Diariamente os nossos alunos presenteiam-nos com belos textos cheios de mistérios, ação, muita emoção, informação e mais, muito mais…
O nosso blogue é um espaço onde não faltam novidades e as surpresas são sempre uma atração a não perder!

Graça Matos. O Ciclista