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segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

Campo ou cidade?

Viver no campo ou na cidade depende de uma série de fatores. Muitas das vezes, por questões profissionais, somos obrigados a residir num destes locais, mesmo contrariados.
No meu ponto de vista, entre morar no campo ou habitar na cidade, é bastante diferente, uma vez que no campo temos direito a um descanso inédito cuja sinfonia do chilrear dos pássaros não pode ser aproveitada na cidade.
No campo, quase todas as pessoas se conhecem, existindo alguns trabalhos que são executados com a ajuda de vizinhos e amigos. As relações são muito próximas, as pessoas mais idosas são visitadas não só pela família, mas também pelas pessoas que vivem nas imediações. Permanece ainda uma cooperação e um espírito de entreajuda que já não existe na cidade.
No entanto, no campo, não há acesso ao teatro, museus, bibliotecas, cinema, enfim, algumas atividades culturais que existem nas cidades.
Nas cidades, o stress provocado pela grande agitação, pelas grandes filas de trânsito, pela poluição ambiental e pela poluição sonora influenciam negativamente as pessoas que lá habitam tornando o ambiente péssimo, quase insuportável.
Assim sendo, na minha opinião, o ideal seria viver no campo próximo da cidade.

João Pedro Rocha, nº 8, 9º A

domingo, 15 de dezembro de 2013

Viver no campo ou na cidade?

O tema que venho tratar hoje é um tema que “tem pano para mangas”, já que entre as pessoas são várias as opiniões que são apresentadas e algumas chegam aos extremos, resultado talvez da faixa etária, das habilitações, das experiências de vida…Não sei!
Neste meu texto, apenas pretendo apresentar a minha opinião sobre as vantagens e desvantagens sobre ambos os locais.


Talvez pela minha tenra idade, pela minha inocência e pelos meus sonhos outrora construídos, o meu maior sonho seja viver na cidade. Porém, a meu ver, a principal desvantagem das cidades é a maneira como as pessoas se relacionam. Acho que as pessoas são muito frias umas com as outras, são insensíveis e não se preocupam com mais ninguém que não sejam elas próprias. Ao contrário do que acontece nas aldeias, onde há um calor humano incrível, onde a solidariedade e a entreajuda são palavras de ordem.
Outra parte boa de se viver no campo é o ambiente, no qual predomina o ar puro, onde paira o cheiro a flores que nos enche a alma e o chilrear dos passarinhos nos derrete o coração. Mas com isto não quero dizer que viver no campo tenha tudo de positivo. Pois, vejamos, a nível das oportunidades de emprego, por exemplo, a cidade ultrapassa o campo com uma facilidade incrível. É na cidade que se encontram os maiores hospitais, os maiores escritórios, as maiores indústrias entre outros espaços, proporcionando assim um melhor nível de vida.
É também a nível de eventos que a cidade ganha ao campo, especialmente se estivermos a falar de uma cidade como a invicta, por exemplo, onde cada dia há um espetáculo, uma corrida, um desfile, um concerto... Enfim, eventos sempre variados e inovadores!
Com este meu texto, pretendi assim mostrar algumas vantagens e desvantagens de ambos os locais, mostrando assim que ambos os espaços são agradáveis. A escolha dependerá assim da nossa personalidade e interesses.
 
Margarida Lagoa, nº 14, 9º A

sábado, 14 de dezembro de 2013

As diferenças entre o campo e a cidade

O campo e a cidade são dois mundos muito diferentes.
Na minha opinião, viver no campo é sempre melhor, pois as pessoas conhecem-se todas, sabem os horários umas das outras. Por outro lado, é mau, na medida em que há locais onde não se tem acesso a rede de telemóvel, não existe fácil acesso às moradias, não há grande vigilância nem assistência médica. Para além disso, tem poucos hipermercados, lojas, escolas e, de facto, algumas aldeias nem escolas têm. Por outro lado, as pessoas na maioria são idosas e não têm o auxílio de que tanto necessitam ao nível da saúde.
Na cidade é diferente, as pessoas têm rede de telemóvel, internet, assistência, lojas, hipermercados, farmácias, diferentes desportos e até têm mais locais de divertimento. As crianças têm mais apoio escolar como explicações. As pessoas são mais assíduas aos empregos porque têm acesso a mais transportes e comunicações. Todavia, o lado negativo das cidades é que as pessoas não se conhecem, existe mais poluição pelo facto de haver mais automóveis a circular nas estradas como também mais meios de transporte.
Em suma, quanto a mim, eu prefiro viver na aldeia, por ser um espaço mais sossegado e mais saudável. E as pessoas são mais simpáticas e solidárias, preocupadas em cultivar valores que estão a deixar de existir nestes últimos anos.

Pedro Oliveira, nº 19, 9º A

sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

Viver no campo ou viver na cidade?

Para muitos jovens, viver na cidade é um desejo devido às maiores oportunidades de socialização. Contudo, há pessoas que consideram o ambiente citadino desumanizado, inseguro, onde se exclui a abertura aos outros, criando-se uma couraça que impede os sentimentos, o calor humano, a palavra, um simples sorriso… o que não acontece quando se vive no campo.
Tendo assim em conta o que acabou de ser referido, foi pedido aos alunos da turma A e C do 9º ano de escolaridade que escrevessem um texto de opinião, correto e bem estruturado, subordinado ao tema: "Viver no campo ou viver na cidade?", no qual teriam de expor as vantagens e desvantagens dos diferentes estilos de vida e ainda os argumentos que fundamentassem o seu ponto de vista. E são alguns desses textos que O Ciclista vos dará a conhecer.

Sara Castela, O Ciclista

Nota: Imagem retirada da Internet.

quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

The witch day or Halloween


The date of 31st October is world known by “The witch day or Halloween”.
 In our school, on the 31st October, there was a parade with many dressed up participants of 5.th and 6.th grades. Ghosts, witches, monsters, mummies… showed a lot of creativity and originality. At the end, the best costumes and the best characterization had a prize…(1.st, 2.nd and 3.rd places). The parade participants were appreciated by a jury composed of three teachers.
Research works, posters and three dimension works made by the students also received prizes (1.st, 2.nd and 3.rd places).
This activity was organized by our English teachers together with our library teachers and implicated our educational community: some mothers were present and were involved helping their daughters.
It’s good in school having these good moments and not having always classes and classes…

Alunos e Professora Adelaide Martinho do 6º A
(Escola Básica nº 2 de Anadia)

terça-feira, 10 de dezembro de 2013

Eu não sou diferente!


No dia 10 de dezembro, celebra-se o Dia da Declaração Universal dos Direitos Humanos.
Esta declaração, publicada em 1948, é uma carta onde se afirma a preocupação internacional com a preservação dos direitos humanos e onde se define quais são esses mesmos direitos. Ela surgiu como um alerta à consciência humana contra as atrocidades cometidas durante a Segunda Guerra Mundial.
Com base nestas informações e com a leitura prévia desta declaração, eu decidi centrar a minha atenção num dos artigos e elaborar um pequeno texto acerca dele.

Eu não sou diferente!

Vicente era um rapaz jovem, com treze anos, e com uma vontade de viver enorme. No entanto, um problema impedia-o de fazer algumas atividades, consideradas normais. Vicente era paraplégico, um acidente de carro tê-lo-ia deixado assim. Contudo, a sua vontade de viver, a sua alegria e carisma sobressaiam.
Este jovem era um humano, pertencia à sociedade, e tinha de ser tratado como tal. Porém, pessoas designadas “ normais” não entendiam esse facto e tratavam-no como um bicho-de-mato, um monstro, alguém que não merecia sequer estar vivo. Claro que o pobre rapaz sofria com esta situação, sofria com o facto de parecer não pertencer a esta sociedade. Por outro lado, sentia-se injustiçado e envergonhado, e prometeu a si mesmo que um dia iria provar a todos aqueles, que o tinham rebaixado, que era uma pessoa normal, sem nenhuma limitação e que poderia fazer tudo bem, ou até melhor que eles.
Vicente prometeu assim ter as melhores notas, e esforçou-se para isso e, na verdade, quis isso mais que tudo, pois queria ser alguém na vida, queria mostrar que estava ali e que, embora com algumas diferenças, era um ser humano como todos os outros. Tinha os seus direitos e também, claro, os seus deveres. Não era nenhum “ coitadinho”, nenhum “ aleijado”, era só mais uma pessoa no mundo, e tinha de ser tratado como tal.
Alguns anos se passaram e Vicente conseguiu fazer jus à sua promessa, tirou o seu curso e hoje trabalha na ONU (Organização das Nações Unidas), onde todos os dias luta e tenta defender os direitos das pessoas, tentando com que a raça, a religião, a deficiência não sejam mais uma forma de discriminação, e que todos tenham os mesmos direitos.
Foi assim que Vicente mostrou a todos o quão importante é o 1º artigo da Declaração Universal dos Direitos do Homem:

“Todas as pessoas nascem livres e iguais em dignidade e direitos. São dotadas de razão e consciência e devem agir em relação umas às outras com espírito de fraternidade.”

Ana Patrícia Fernandes, O Ciclista

domingo, 8 de dezembro de 2013

IV Feira Municipal do Livro

O Ciclista, na sua qualidade de promotor de eventos culturais e evidentemente da leitura, não gostaria de deixar passar esta extraordinária iniciativa que, pela quarta vez, a já prestigiada Biblioteca Municipal de Anadia promove: a Feira do Livro.
À semelhança dos outros anos, a IV Feira Municipal do Livro decorrerá no Átrio da BMA, de 2 a 28 de dezembro. Esta iniciativa, conforme aconteceu nas edições anteriores, contará com a presença das mais prestigiadas editoras nacionais. Todos os livros terão descontos sobre o P.V.P.
As nossas escolas, bem como todos aqueles que se quiserem associar a esta iniciativa, podem, mais uma vez e pelo quarto ano consecutivo, visitar a Biblioteca Municipal de Anadia e adquirir os livros a preços mais convidativos.
Lançado que foi o convite a todos os nossos leitores, só nos resta desejar umas boas leituras!


Graça Matos, O Ciclista

sábado, 7 de dezembro de 2013

Uma grande aventura

 Dia Internacional da Aviação Civil

O Dia Internacional da Aviação Civil  é celebrado para marcar a assinatura da Convenção sobre a Aviação Civil Internacional.
A Aviação Civil diz respeito a qualquer utilização não militar da aviação. Estas utilizações são diversas, das quais se destacam: a aviação desportiva, os voos panorâmicos e acrobáticos, as aeronaves experimentais, ultraleves e transporte de passageiros e cargas com fins comerciais.
 




Uma grande aventura

Havia um menino chamado João que tinha um sonho, gostava assim de conseguir voar num avião. Mas os seus pais achavam essa ideia um pouco absurda e não lhe davam muita saída.
O João habitava ao pé de um aeroporto. Todas as manhãs, via bem cedo os aviões levantarem voo. Nos dias que ia à escola, passava pela entrada do aeroporto e imaginava como seriam as coisas lá dentro.
Um dia, a caminho da escola, o João viu afixado na entrada do aeroporto um anúncio que lhe chamou a atenção. O anúncio fazia referência a um peditório para a reconstrução e alguma manutenção de um lar de idosos, considerados carenciados. Cada pessoa poderia contribuir com o que pudesse e ser-lhe-ia atribuída uma senha para um sorteio. Mas o que mais o fascinou foi o facto de o prémio ser uma viagem à Madeira e logo de avião.
Ao chegar a casa, comentou com a mãe o anúncio que observara. Claro que lhe pediu logo para participar. Contudo, esta não lhe respondeu como ele esperava, pois indignada indagou:
- Estás doido?
- Não, mas como eu sempre quis andar de avião. - respondeu ele.
- Vamos ver, pensa mas é em tirar boas notas. - declarou a mãe.
- Ok, mas não vais contribuir? - inquiriu ele.
- Logo se vê. - afirmou ela.
A ideia de viajar de avião continuou a persegui-lo, razão pela qual se aplicou um pouco mais na escola. Inicialmente tudo lhe parecia muito fácil, mas na prática não era bem assim.
Rapidamente chegou o final do período e, consequentemente, o dia da publicação das pautas e da receção da informação de avaliação. Nesse dia, a mãe foi à escola e, para seu grande espanto, a Diretora de Turma informou-a que no momento o João era o melhor aluno da turma.
No dia de Natal, teve uma grande surpresa: recebeu a senha que tanto desejava. O sorteio realizava-se nesse mesmo dia, mas a informação que tinha sobre o sorteio era tão escassa que a ideia de poder viajar de avião parecia cada vez mais remota. O dia foi passando lentamente e ao fim da tarde, o pai dirigiu-se a ele muito eufórico, contente e a cantar um número que lhe parecia 155. Lembrou-se então que esse era o número da sua senha. Compreendeu finalmente o que se passava e pôde, juntamente com o pai, cantarolar:
- Ganhámos! Ganhámos!
- Afinal ganharam o quê? - perguntou a mãe.
- A viagem à Madeira. - respondeu ele.
A mãe ofereceu bastante resistência em acompanhá-los na viagem, mas conseguiu fazê-lo devido à persistência do João.
A viagem foi inesquecível para todos. A mãe, por sua vez, conseguiu perder pelo menos grande parte do medo que tinha em andar de avião. O pai reafirmava extasiado que aquela viagem era certamente um sonho tornado realidade. O João estava mesmo nas nuvens e constatava que não se deve desistir dos sonhos.

Rúben Saldanha, O Ciclista

sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

Nelson Mandela

Nelson Rolihlahla Mandela, o primeiro Presidente negro da África do Sul, faleceu ontem, dia 5 de dezembro, com 95 anos de idade, na sua casa em Joanesburgo.
O anúncio foi feito pelo atual Presidente sul-africano, Jacob Zuma. Madiba, como era conhecido na África do Sul, já se encontrava em estado grave há quatro meses.
Nelson Rolihlahla Mandela nasceu a 18 de julho 1918, perto de Umtata, capital da reserva de Transkei, no seio da família real da tribo Themba, chefiada pelo seu pai, Henry Gadla Mandela. 
Advogado e líder incontestável da luta antiapartheid, Nelson Mandela foi um homem de gestos grandiosos. Muitos lhe são reconhecidos, O Ciclista relembra aos seus leitores aquele em que ele, após 27 de prisão, aceitou a sua saída, apenas quando recebeu garantias de que todos os outros prisioneiros políticos seriam libertados como ele.
Símbolo da reconciliação e do perdão, Mandela foi o líder histórico do ANC e o mais emblemático resistente contra o Apartheid, regime de segregação racial imposto na África do Sul até 1994. Ano em que Mandela foi eleito o primeiro Presidente negro na África do Sul, após ter saído da prisão. Desempenhou este cargo até 1999 e tornou-se num dos principais estadistas do século, como referência na luta contra a segregação racial. Ficou conhecido pelos seus compatriotas como o patriarca da "nação do arco-íris". 
A sua longa vida foi essencialmente dedicada à defesa dos direitos humanos e igualdade racial. Em 1993 recebeu o Prémio Nobel da Paz juntamente com Frederik de Klerk.
O Ciclista presta-lhe esta pequena e singela homenagem deixando à família as sinceras condolências.
Para um Grande Homem cujo legado se estende para além das fronteiras de África do Sul e permanecerá na História muito além do seu longo tempo de vida.
Um eterno descanso!



A Equipa d’O Ciclista

Nota:

Edição especial d'O Ciclista.
Fotografias retiradas da Internet.


O meu irmão e os voluntários do Pediátrico de Coimbra

"O Voluntário é o indivíduo que de forma livre, desinteressada e responsável se compromete, de acordo com as suas aptidões próprias e no seu tempo livre, a realizar ações de voluntariado no âmbito de uma organização promotora".
No Hospital Pediátrico de Coimbra, o Projeto "Voluntários por um Sorriso" teve início no ano 2000, direcionado para o apoio à criança com cancro, em internamento. Dado o impacto e os benefícios que este projeto proporcionou na diminuição da ansiedade da criança internada e o empenho e dedicação com que os voluntários desenvolveram a sua atividade, motivou o alargamento deste projeto, a partir de 2002, aos Serviços de Internamento e Ambulatório, Cardiologia e Centro de Desenvolvimento da Criança.
Há algum tempo tive a oportunidade de perceber o impacto que o voluntário tem sobre as crianças internadas neste Hospital Pediátrico, nomeadamente naquelas que vão ser operadas, pois o meu irmão teve que ser operado. Claro que ele estava cheio de medo e ansioso, enquanto esperava pela sua vez para ir para o bloco operatório. Entretanto, quando estava a ser preparado para a operação, estavam a pôr-lhe o soro, apareceram dois voluntários vestidos de palhaço e começaram a falar com o meu irmão de uma maneira muito engraçada. Fizeram algumas brincadeiras com ele, de tal forma que ele se esqueceu que lhe estavam a pôr um soro.
Penso que este tipo de projeto, que não traz custos económicos para as instituições, é importante para aliviar o sofrimento e a dor de quem necessita, promove o espírito de entreajuda nas pessoas e uma sociedade mais solidária.
Entretanto, enquanto navegava pela Net, encontrei um vídeo no youtube sobre a comemoração do Ano Europeu do Voluntariado, celebrado em 2011 e intitulado “Sê voluntário, Faz a diferença! 2011, Ano Europeu do Voluntariado. Desconheço o autor, mas achei-o muito interessante e decidi partilhá-lo com todos os leitores d’O Ciclista.



Manuel Garruço, O Ciclista


Nota:

O Ciclista celebra, assim, o Dia Internacional do Voluntariado, dia 5 de dezembro.

 

Pedimos desculpa pelo dia de atraso, mas houve um problema no correio eletrónico e o trabalho do Manuel não chegou à “nossa redação” a tempo de ser ontem publicado. Mas, lá diz o ditado: “mais vale tarde, do que nunca!”.

quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

Monstros e bruxas à solta…!!!!

Tudo começou na aula de Inglês. A professora propôs-nos participar no desfile do Halloween, atividade já com tradição na nossa escola.
Assim, com a ajuda dos nossos pais, começamos a dar asas à nossa imaginação para procurarmos disfarces originais, assustadores, horríveis…!!!!
Então, no dia 31 de outubro, com tudo já preparado, dirigimo-nos ao Polivalente onde iria ter lugar o tão esperado desfile.
Desfilaram alunos do 5º e 6º ano que foram avaliados por um júri constituído por três professores.
Alguns pais e mutos colegas assistiram entusiasmados ao passar de bruxas, demónios, zombies, múmias, fantasmas, etc.
O júri atribuiu os seguintes prémios:
   1º lugar: Beatriz Coquim e Maria Ribau, 6º B;
2º lugar: Bruna Amaral e Maria Vieira, 6º B;
    3º lugar: Daniel Martins e Gabriela Cruz, 6º B.
Foram momentos bem divertidos. Por isso, para o ano, cá estaremos prontos a participar mais uma vez numa atividade que tanto nos agradou e usaremos toda a nossa imaginação para tentarmos ser ainda mais assustadores!


Trabalho realizado pela turma B, 6º ano

Galeria de fotos

quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

Dia das Bruxas em Vilarinho do Bairro

No dia 31 de outubro e 1 de novembro, os alunos do 2º ciclo da Escola Básica nº2 de Vilarinho celebraram, mais uma vez, o Hallowe’en com grande adesão e entusiasmo, numa iniciativa do grupo disciplinar de Inglês, em articulação com a Biblioteca da escola. O desfile foi muito concorrido e os trabalhos dos participantes ficaram em exposição na Biblioteca até ao dia 15 de Novembro. De entre estes, um júri escolheu os vencedores, que receberão um prémio e o respetivo diploma, em data a anunciar.

O Grupo de Inglês do 2º Ciclo, Escola Básica nº 2 de Vilarinho do Bairro

Caro leitores do Ciclista, só nos resta apresentar-vos os resultados deste fabuloso concurso e, claro está, deixar-vos apreciar alguns dos momentos vivenciados pela comunidade educativa da Escola de Vilarinho do Bairro!
No 5º Ano o 1º Lugar foi para o aluno da turma B com o Chapéu de bruxa, Vítor Esteves. O 2º Lugar foi, ex aequo, para o Raul Fernandes, da turma A e para o Diogo Santos, da turma B, com respetivamente a Vassoura verde e a Vassoura.
No 6º Ano o 1º Lugar coube à Sabrina Arede da turma C, com o seu Pote Abóbora e o 2º Lugar foi para a Catarina Faria da turma A com o Castelo Assombrado.

A todos os participantes e muito particularmente aos vencedores, O Ciclista endereça os sinceros parabéns!

Graça Matos, O Ciclista


terça-feira, 3 de dezembro de 2013

“Eu sou tetraplégico e nunca vi ninguém a olhar com desdém para mim. Sabes porquê? Porque essas pessoas eu nem sequer as vejo.” *

A meu ver, e na minha mais sincera opinião, este comentário mostra muito da essência do ser humano como ser pensante e dotado de conhecimento, que o é.
Acredito que seja difícil, já que nunca o experienciei, viver com uma doença física seja ela qual for, muito mais quanto esta é grave e visível. No entanto, admito que existem contra-sensos no que diz respeito a esta temática, já que um olhar “desdenhoso” pode não passar de um simples olhar de “conivência” que o lesado sente como ofensa.
Há toda uma diversidade de interpretações possíveis a um olhar.
Pegando neste exemplo, que é apenas UM exemplo, podemos perceber que este lesado ignora totalmente as pessoas que olham com “desdém” para ele. Mas e se este olhar que ele fala não fosse um olhar depreciativo? E se estas pessoas estivessem a olhar para o seu interior e não para o exterior? E se estivessem com vontade de se aproximar e ele poder afastá-las só por ter “medo de ser julgado”?
Todas as pessoas são diferentes e é a aprender nessa diferença que se alcança a felicidade.
Um homem, mesmo que lesado, não deixa de ser ele mesmo, não deixa de ser ele próprio e não precisa de se isolar por vergonha ou receio.

Admito ainda que nos inserimos numa sociedade de preconceitos, numa sociedade que ainda rejeita o diferente e com muitas vulnerabilidades. No entanto, acredito que é no mudar a consciência das pessoas que se dá pequenos passinhos face a algo maior.
Primeiro, olhar para nós de forma mais positiva, depois fazê-lo aos outros e depois esperar que os seres humanos se juntem com mais vigor e amizade e fraternidade entre si.
É difícil? Muito. Mas é possível? Sim! Juntos e ao interpretar olhares mais positivamente, acreditando que nem todos os Homens são iguais e o preconceito devia ser de facto abolido.

Ana Francisca Marques, O Ciclista

Notas:
*   Comentário feito por Eduardo Jorge, um tetraplégico, de Concavada, Abrantes, a 5 de Dezembro de 2010, no blogue d’O Ciclista.
Fotografia retirada do sítio da Internet :
Nós tetraplégicos”, https://plus.google.com/102506454932276941005/posts, onde se encontra Eduardo Jorge.
O Ciclista celebra, assim, o Dia Internacional das Pessoas com Deficiência, dia 3 de dezembro.

segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

Abolição da escravatura

O que posso dizer sobre a abolição da escravatura?
Bem! Depois de tanto tempo passado, posso afirmar que atualmente me sinto diferente, uma vez que se completou um vazio que se fazia sentir.
É possível que a palavra escravo seja demasiado forte mas, como se costuma dizer, “Há algo mais verdadeiro que a verdade?”. Porque não imaginar este facto através dos “olhos” de alguém que por ele passou?
Vejamos, então!
Hoje posso dizer que sou livre e assim como um pássaro levanta voo, também eu me levantei e lutei para assim ser. Na verdade, estava farta de me levantar todos os dias e ser obrigada a fazer coisas de que não gostava, desde trabalho obrigado e contrariado a servidão. Tudo isto crimes e violações dos meus direitos como ser humano.
Mas, como tudo o que existe muda, também eu e alguns colegas meus decidimos marcar a diferença, fazer frente a tudo e a todos, superar o medo e agarrar em vinte segundos de coragem e usá-los da melhor maneira possível.
Foi graças a isso que agora falo em vez de calar, escrevo ao invés de guardar um punhado de histórias só para mim. Uma coisa é certa, não vou esquecer as longas conversas que eu e os meus colegas tivemos sobre os nossos sonhos, sonhos esses que realizaríamos se fôssemos livres. Eram listas de ações que queríamos fazer antes de morrer, ações que nessa altura pareciam impossíveis e que agora até parecem banais, mas que fazem com que um pequeno sorriso nasça nos nossos rostos e seja solto como um sopro leve e fluido.
Decerto estão presentes também, na nossa memória, todos os colegas que morreram na tentativa da mudança. Pode ser dos tempos ou da época que escolhemos para a mudança, mas nós tivemos sorte, a sorte de ter apoio.
Talvez a escravatura tenha sido pior do que se imagina, talvez nos deixemos levar pelo simples pensamento “se não acontece, já não vai acontecer” para não sentir medo… O medo que qualquer pessoa sentiria se fosse obrigada a fazer coisas que não quisesse e de que não gostasse. Entretanto, a escravatura pode voltar com novas formas, por isso é preciso estar sempre alerta.
PENSA NISTO!!!

Beatriz Agante, O Ciclista


Nota: O Ciclista celebra, desta forma, o Dia Internacional para a Abolição da Escravatura, dia 2 de dezembro.

domingo, 1 de dezembro de 2013

Bianca

Hoje, 1 de dezembro, comemoramos o Dia Mundial da SIDA, razão pela qual vos venho aqui contar uma pequena história.

Era uma vez uma rapariga, chamada Bianca. Ela vivia em Anadia e tinha 24 anos. No dia 5 de dezembro de 2006, decidiu ir a uma consulta de rotina e o seu médico mandou-a fazer vários exames de rotina também e que a jovem fez. Entretanto, no dia em que teve de ir novamente à consulta, para mostrar os exames que fizera ao seu médico, este ao vê-los detetou que ela tinha uma doença. E qual era a doença? A Bianca tinha SIDA! Ela ficou sem reação e sem saber o que dizer nem fazer. O médico, por sua vez, informou-a que para o tipo de doença que ela tinha ainda não havia cura.
Bianca estudava na universidade e quando as suas colegas tomaram conhecimento do que se estava a passar, decidiram afastar-se dela.
Cinco meses depois, ela começou a adoecer gravemente, começando inicialmente por uma gripe com febre, seguida de muitas dores de cabeça, de estômago, bem como nos músculos e nas articulações. Por outro lado, começou a sentir fadiga, dificuldades em engolir e também começou a perder muito peso.
Os seus pais andavam muito tristes e completamente arrasados, porém tentavam ser fortes sempre que estavam diante da sua filha. Claro que ela estava a ser seguida pelo seu médico, mas Bianca já não tinha solução. Ela teve, então, de deixar a universidade e a vida dela mudou completamente. Mas, pensava ela, não fora agora que a sua vida mudara realmente. A sua vida mudara aos 13 anos, época em que as amizades de Bianca não eram assim tão boas quanto pareciam, quando pela primeira vez pegara naquele cigarro. Experimentara aquela primeira passa, foi aquela pequena experiência, depois do primeiro cigarro, o segundo e mais o outro e o outro e foram tantos que estes já não chegavam. Depois a primeira seringa, sabia que devia ser só sua, mas na altura isso também não era importante, pois não fazia mal, ela não queria saber.
Havia também os prazeres trocados com os amigos, amigos da ocasião e eram tantos, mas mais uma vez não havia problema pois o amor era livre. O parceiro podia ser o que de momento lhe agradava, nem sequer tinha de haver proteção, para quê?
Sabia que havia riscos, sabia que os corria, gostava de os correr, mas gostava de viver a vida correndo-os.
No seu tempo de jovem, Bianca não se importava com nada e nem tinha a noção de nada.
Depois tudo mudou, cresceu, fez-se adulta e decidiu mudar de vida, pensando que acabaria por esquecer a doidice que vivera na fase adolescente. Mas, os erros estavam ali a matá-la lentamente e dolorosamente! O arrependimento já era muito mas já não havia solução para nada, agora se calhar, se fosse outra vez o seu tempo de jovem, já não o faria. Porém, agora já não havia solução, tendo deitado tudo a perder.
Entretanto, no dia 24 de outubro de 2009, a mãe foi chamá-la ao quarto para irem ao casamento da irmã mais nova. Contudo, ela não acordava. A sua mãe chamou de imediato o INEM mas, no momento em que os médicos chegaram a casa, informaram a senhora de que já não havia solução, pois ela tinha acabado de falecer.
Foram, pois, precisamente três anos de grande sofrimento.
Mais uma vida que se perdeu!

Protege-te, assim, contra a SIDA.


Márcia Loureiro Sousa, O Ciclista