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terça-feira, 24 de março de 2020

Uma questão de maturidade



Vou abordar um problema muito atual, a gravidez involuntária na adolescência, que é a situação sobre a qual temos de dar a nossa opinião.
Se eu estivesse perante a situação descrita, eu considerava o aborto a melhor opção!
Considerava esta opção porque além de não ter maturidade suficiente para desempenhar o papel de mãe, também não tenho condições financeiras para sustentar o meu próprio filho. Acima de tudo ainda estou dependente dos meus pais, ou seja, são eles que me pagam a maior parte das despesas e permaneço em casa deles, então não os quereria “preocupar” com o bebé.
Embora, por outro lado, acho que o aborto é um ato cruel, pois tira a vida a um ser humano inocente. Para evitar o aborto, os meus pais poderiam encarregar-se do meu filho, mas, como já referi, não os quero “preocupar”.
Concluo que se eu estivesse numa situação destas eu optaria por abortar, embora ache este, um ato cruel.
Gabriela Silva, n.º 12, 8.º H

Dia Mundial da Saúde


“O Dia Mundial da Saúde é celebrado anualmente a 7 de abril. A data foi escolhida pela Organização Mundial de Saúde (OMS) em 1948, aquando da organização da primeira assembleia da OMS. Este dia é celebrado desde 1950.”
Mas, perante a pandemia que hoje o Mundo vivencia, uma pergunta se levanta: Afinal o que é cada um pode fazer pela sua saúde e bem-estar e pela dos outros?
A melhor resposta é aquela que nos leva a seguir todas as recomendações que diariamente nos são lembradas.
Não esqueça: zelar pela nossa saúde é selar pela saúde de todos!
Graça Matos, O Ciclista

domingo, 22 de março de 2020

Corrigir os nossos erros com outros erros?


O tema deste trabalho é a gravidez involuntária de uma jovem estudante, ainda financeiramente dependente dos pais.
Se eu estivesse nessa situação queria continuar com a gravidez, porque não se deve matar um bebé só pelos nossos erros e não devemos corrigir os nossos erros com outros erros. E, com a ajuda da família, conseguia sustentar o bebé mesmo que tivesse de arranjar um emprego, mas não ia desistir da escola.
Sobre o aborto, eu sou contra, em quase todos os casos, mas sempre pode haver exceções, por exemplo no caso de ser uma menor de idade que não tenha boas condições económicas, ou até de uma mulher ser violada e, o que eu considero pior, o facto de poder ser um bebé deficiente, com anomalias muito graves e é lógico que o aborto aqui fazia muito sentido.
Não de deve abortar, pois o bebé não pediu para existir. E, para isso, as pessoas devem prevenir-se, usando a pílula ou o preservativo, ou outro meio contracetivo, de acordo com a orientação do médico do planeamento familiar, para não terem gravidezes indesejadas. Com isto tudo a mulher é que tem a última palavra.
Lara Matos Ferreira, n.º18, 8.º H