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quinta-feira, 17 de julho de 2014

Dia de festa

Era uma vez uma menina simples e humilde. Ela chamava-se Maria e ia fazer catorze anos.
Maria queria fazer uma festa mas, como não tinha dinheiro, não podia fazê-la. Entretanto, decidiu falar com a sua amiga, a Raquel, para ver se ela a podia ajudar, porém os pais da Raquel repreenderam a filha para não o fazer. E Maria já não sabia realmente o que fazer.
No dia seguinte, a Raquel teve uma ideia para ajudar a amiga, mas sem ela saber de nada. Decidiu, então, vender queques para arranjar dinheiro para a festa.
No final da venda, ela já tinha dinheiro suficiente para o evento. Sendo assim, esta esteve toda a semana nos preparativos, Maria é que ainda não sabia de nada.
Passados alguns dias…
Era o dia de anos dela, da Maria. A festa estava pronta e tinha tudo, como confetti, balões, comida, presentes, música e estava lá muita gente.
Raquel, por sua vez, ligou à Maria:
- Olá, Maria!
- Olá, Raquel! - cumprimentou ela com um tom triste.
- Parabéns e muitas felicidades!- desejou a amiga.
- Obrigada, mas não estou muito animada!
- Oh! Não fiques assim, pois tenho algo que te vai animar.
- O quê? - perguntou a Maria.
- Vem à escola e verás!
A Maria desligou de imediato o telemóvel e foi ter à escola e quando entrou:
- Surpresa! - gritaram todos os amigos, em coro.
A Raquel, por sua vez, foi ter com ela e abraçou-a com muita amizade.
- Obrigada por tudo! - agradeceu Maria.
- Oh! Não tens de agradecer. Os amigos são para estas ocasiões! Mas agora vamos dançar.
Maria ficou assim muito feliz com a sua festa e reconheceu que Raquel era, de facto, a sua verdadeira e melhor amiga.

Filipa Roque, nº 12, 8º E

quarta-feira, 16 de julho de 2014

Escrever sobre os Versos…

Numa das aulas de Português, os alunos de oitavo ano, da turma E, depararam-se com os seguintes versos:
“Fui para um teste em branco, pálido, aflito.
Para não deixar a folha em branco, escrevi
No verso dela estes versos brancos.
Mas a professora só devia gostar de poemas rimados:
Por isso, na pauta apareceu um zero, ali, bem preto no branco.”
Teresa Guedes, Em Branco, 1.ª ed., Ed. Caminho, 2002
Partindo da leitura dos versos anteriormente apresentados, foi proposto aos discentes que criassem um texto em verso ou em prosa, neste caso de carácter narrativo, podendo optar por um dos seguintes títulos:
  • Dia de Festa!
  • Viva a amizade!
  • O Menino que escrevia versos.
E são, então, alguns desses textos que vos vamos dar a conhecer.
Sara Castela, Professora de Português / O Ciclista
O Menino que escrevia versos
Um rapaz triste e sozinho,
Só com uma folha e um lápis de carvão,
Vivia no seu cantinho.
Ele chamava-se Simão.

Com os seus pequenos dedos,
Ele escrevia sem parar.
Falava sobre a sua vida,
E do quanto ele gostava de a mudar.

Versos lindos ele escrevia,
Versos sentimentais ele fazia.
Como os versos dele não havia,
 E com as palavras ele aprendia.

Não sabia amar,
Não sabia conviver,
Só sabia ler e escrever,
E com talento rimar.
Inês Gouveia, nº 15, 8º E

terça-feira, 15 de julho de 2014

A leitura e o livro

Há muitas crianças que têm orgulho nas pessoas de quem gostam, que admiram, ou então porque fazem tudo bem. E eu? Bem, eu também, mas não só! O meu grande orgulho é saber ler e, claro, ter um livro para o poder fazer.
O engraçado é que, quando era pequena, ainda não sabia ler as letras e as palavras escritas nos livros infantis e, no entanto, já gostava de ler. Sim! Lia através das belas imagens desenhadas e viajava para mundos de fantasia. Transformava assim as histórias descritas em histórias que eu própria inventava.
Entretanto, quando aprendi a ler, não alcancei a sua importância, mas claro que gostava. Nessa altura, aprender a ler para mim era natural, pois todos o faziam. Pelo menos era o que eu pensava. Mas, sei agora que nem todos o podem fazer. E não penso apenas naqueles que, agora idosos, não tiveram oportunidade de aprender a ler, muitos porque não os deixaram. Penso, também, essencialmente em todas as crianças a quem, ainda hoje, é impedida a ida à escola.
Agora, infelizmente, oiço dentro de mim os gritos calados de milhares de pessoas, que choram a tristeza e a desilusão de não saberem ler.
Por outro lado, penso quão importante é e como eu ficaria, se não percebesse uma letra que fosse. Na verdade, penso como seria triste pegar num livro e não o poder ler, não o poder entender. Como eu seria pouco culta se não conseguisse que a minha imaginação voasse. Sim, voasse, pois sem ler livros, eu não me poderia inspirar, aprender, enriquecer a minha imaginação e sonhar.
Um livro é um amigo!
Ter um livro é… aprender, é nunca estar só, é conviver com diferentes gerações, civilizações e raças, é viajar para mundos diferentes, sem sairmos do nosso lugar. Enfim, ter um livro é magia!
Por isso, aconselho a todos aqueles que sabem ler que peguem num livro e comecem a ler, sem parar e deixem que o sorriso conquiste o vosso rosto, que a magia invada a vossa mente, deixem que as palavras vos seduzam e vos façam viajar.
Adriana de Matos Pedrosa

(texto de um teste de Português do 8º ano, ano letivo de 2011/2012)

domingo, 13 de julho de 2014

Alunos voltam a brilhar…

…no 6º Aniversário da Biblioteca Municipal de Anadia
Foi com a melodiosa peça de Beethoven, “Für Elise”, tocada ao piano pela Sofia Pedrosa, que se iniciou a sempre encantadora festa de Aniversário da Biblioteca Municipal de Anadia, realizada na sua Sala Polivalente, à qual o Agrupamento se associa desde sempre.
A Dra. Sónia Almeida, como sempre no seu modo cativante, fez as honras da casa e deu as boas vindas a todos os presentes.
Ao longo da maravilhosa tarde que a Biblioteca proporcionou, além da atribuição dos prémios já mencionados numa anterior reportagem, nomeadamente dos concursos Escolar Ler & Aprender 2014 e de Poesia Letras da Primavera, também foram distinguidos os utilizadores mais assíduos, nomeadamente o Jardim de Infância do Pereiro, da Educadora Ana Paula e a Sala do 1º Ciclo da Professora Anabela.
Foi um momento solene, aquele em que escutámos os três poemas laureados, particularmente o vencedor, pela extraordinária voz da Dra. Isabel Pereira, agora aposentada, mas sempre querida colega.
Como não poderia deixar de ser, esta cerimónia teve ainda a atuação dos nossos alunos e de dois alunos do Colégio de Nossa Senhora da Assunção. Da Escola Básica nº 2 de Anadia ouvimos a leitura de dois poemas pela voz da Francisca Costa, acompanhada à viola pelo Marcelo Marinho, da Escola de Vilarinho do Bairro a Beatriz Coelho que apresentou a canção “Não te deixes vencer”, a Margarida Pereira, que voltou a brilhar com o “Desfado” e a Mariana Cerveira que nos deliciou com a “Chuva”, acompanhada à guitarra pela Beatriz.
A Presidente da Câmara Municipal de Anadia teceu os seus elogios a todos os participantes, vencedores e não vencedores e a todos os alunos que têm participado nos eventos com a sua veia artística.
A terminar este belíssimo espetáculo, a Adriana Pedrosa acompanhada ao piano pela sua irmã Sofia, cativou todos quantos ali estavam a assistir, com um texto da sua autoria, intitulado “A leitura e o livro”, o qual republicaremos no próximo dia 15.
De seguida e como já é tradição, foram cantados os parabéns à Biblioteca e servido o bolo, que por sinal estava delicioso!
Parabéns à Biblioteca pelos serviços que disponibiliza e pelo calor humano que transmite!…
As fotos deste evento serão publicadas amanhã.

Graça Matos, O Ciclista

sexta-feira, 11 de julho de 2014

O futuro do Planeta Terra!…

No âmbito do tema do Ambiente e Sociedade, lecionado na disciplina de Geografia, foi-nos solicitado que fizéssemos uma apresentação que refletisse a problemática ambiental. Assim, elaborámos uma pequena animação onde se focam alguns tipos de poluição, nomeadamente a poluição atmosférica, visual e das águas, o smog, clima urbano, e a própria seca (visível na própria cor da relva) / desertificação, tal como outros problemas recorrentes nas cidades.
Deste modo, ao longo da animação, procurámos ilustrar algumas das atitudes manifestadas por cidadãos menos preocupados com o ambiente e consequentemente com a sustentabilidade do próprio planeta.
Por fim, demonstramos que é com gestos simples, vindos de …, terão de ver a animação, que a maioria destes problemas pode encontrar solução...
Margarida Ribeiro e Inês Pereira, nº 14 e 15, 9º E
Nota:

É importante lembrar que hoje se celebra o Dia Mundial da População e, neste âmbito, sem dúvida que este trabalho das nossas alunas vem reforçar a ideia que é necessário assegurar a sustentabilidade do nosso planeta.

terça-feira, 8 de julho de 2014

Ambiente e Sociedade

No 9º Ano, turmas A, B e E, foi proposto aos alunos que realizassem um trabalho subordinado ao tema “Ambiente e Sociedade”. Neste âmbito, foram definidos três grandes objetivos: identificar os impactes das alterações do ambiente global no espaço e nas atividades humanas, utilizando diferentes etapas de investigação; consciencializar sobre os problemas ambientais para refletir sobre atitudes a tomar para os ultrapassar e propor medidas para atenuar os impactes ambientais da atividade humana de maneira a preservar e gerir o ambiente.
Os grupos de trabalho teriam de fazer uma apresentação, que fugisse às tradicionais apresentações mas, em que o dinamismo, o espírito crítico e a originalidade estivessem presentes. Os trabalhos apresentados revelaram uma qualidade louvável, embora a maior parte não se possam aqui publicar, dado se terem tratado de representações teatrais feitas em sala de aula.
No entanto, vamos apresentar, durante os próximos dias, três desses trabalhos de grupo por terem sido realizados em vídeo e que expressam bem a qualidade do trabalho realizado pelos alunos.
O primeiro trabalho que apresentamos contém apenas a parte visual, dado que não foi possível integrar a parte sonora. No entanto, as imagens falam por si…
O segundo tem no seu final um espaço para os deslizes cometidos pelas alunas, o que decerto vai levar o nosso leitor a soltar algumas gargalhadas… Para além disso, este trabalho alia a ciência ao divertimento e também integra o Canal 2 de um modo bem criativo, peculiar e estupendo. Mas, o melhor é esperar para ver!
Neste terceiro trabalho as discentes expressam bem a sua imaginação, criatividade e espírito crítico. De um modo extraordinário mostram os problemas ambientais e a solução para eles. De salientar a parte gráfica realizada integralmente pela aluna Inês Pereira do 9º E.

Graça Matos, Professora de Geografia / O Ciclista


segunda-feira, 7 de julho de 2014

Anadia schools´ carts race


Aconteceu em Anadia a primeira edição da corrida “Anadia Schools’ Carts Race”. A ladeira do Monte Crasto viu-se de um momento para o outro com um tráfego diferente do habitual. A 4 de junho de 2014, o trânsito foi desviado para fazer renascer uma tradição quase esquecida, os tradicionais carrinhos de rolamentos.
Quem se deslocou ao Vale Santo pode vivenciar os momentos extraordinários da competição de carrinhos de rolamentos, destinada a alunos das escolas de Anadia do 3º Ciclo do Ensino Básico e do Ensino Secundário. O objetivo desta, para além de proporcionar um espaço de convívio entre os alunos das várias escolas do concelho, pretendeu, também, promover a criatividade e a preservação do ambiente.
O concurso, “Anadia Schools’ Carts Race” – 2014, era composto por duas categorias. A categoria A composta pelos alunos do 3º ciclo e a categoria B, onde competiram os alunos do ensino secundário. As equipas tiveram de disputar uma corrida subdividida em duas provas cronometradas: a prova de “descida livre” e a prova “de obstáculos”. Estiveram presentes 5 escolas, 25 equipas e um total de 210 alunos.
Foram premiadas, de acordo com o estipulado no respetivo regulamento, as equipas mais rápidas: do 3º ciclo a equipa “Agarra-te Que é a Descer” do Colégio Nossa Senhora Assunção” e do Ensino Secundário a equipa “Yolo K2 Smurfs” da Escola Básica e Secundária de Anadia. Foram, ainda, premiados os carros mais originais, nomeadamente no 3º ciclo o “Mogo Race” do Colégio São João Bosco e no Ensino Secundário o carro “Quickgrape Team” da Escola de Viticultura e Enologia da Bairrada. Sempre que possível, os carrinhos de rolamento tinham que ser construídos, mediante a reutilização de materiais, numa lógica de reciclagem.
Salienta-se que todos os carros de rolamentos participantes estiveram  expostos na 11ª edição da Feira da Vinha e do Vinho, que decorreu na semana de 21 a 29 de junho.
O Ciclista endereça os parabéns a todos os participantes, muito particularmente à equipa vencedora do nosso Agrupamento.

Graça Matos, O Ciclista

domingo, 6 de julho de 2014

Talento artístico dos alunos do Concelho de Anadia

O Cineteatro de Anadia encontrou-se mais uma vez lotado, desta vez para receber a fase final do I Concurso Intermunicipal de Leitura.
A Presidente da Câmara Municipal de Anadia, no final do discurso inaugural e num gesto digno de louvar, brindou todos os presentes com entradas para a XI Feira da Vinha e do Vinho, certame que esteve em curso na cidade de Anadia.
A cerimónia foi apresentada pelos alunos do Agrupamento e do Colégio Nossa Senhora da Assunção. Coube à Adriana Pedrosa, uma das nossas jornalistas, e ao João Pedro, honrarem o nosso Agrupamento e, embora com muita adrenalina, fizeram-no de forma magnífica.
Foram várias as magníficas atuações de expressão musical, corporal, ou de poesia, quer dos alunos do nosso Agrupamento, quer do Colégio, apresentadas entre as diversas categorias do concurso. Gostaríamos, no entanto, de realçar a atuação das nossas duas jornalistas: a Margarida Pereira, que voltou a brilhar com o “Desfado” e a Sofia Pedrosa que encantou o público ao tocar ao piano a peça “Für Elise”, de Ludwig van Beethoven.
Visitem ao longo da semana este nosso “jornal digital” e vejam as fotos deste evento…
Parece que foi lançado um desafio à Câmara Municipal de Anadia: fazer um “Ídolos” no Município apenas com os alunos das escolas do concelho!
Será que o desafio será uma realidade futura?!…

Graça Matos, O Ciclista

sábado, 5 de julho de 2014

6º Aniversário da Biblioteca Municipal de Anadia

A Biblioteca Municipal de Anadia celebra hoje o seu 6º Aniversário. O evento comemorativo conta mais uma vez com uma festa na sua Sala Polivalente, à qual o Agrupamento se associa com a participação dos nossos alunos.
Como já é tradição proceder-se-á à entrega dos prémios do Concurso de Poesia “Letras da Primavera”. Este certame vai na já na sua sexta edição e que, habitualmente, serve de mote à Câmara Municipal para assinalar o Dia Mundial da Poesia.
Assumido como um encontro destinado, sobretudo, a consolidar hábitos de escrita e a promover a valorização da poesia enquanto expressão literária, este concurso serviu também para assinalar os 40 anos do 25 de Abril, motivo pelo qual o tema desta edição foi a “A Liberdade”.
Os poemas apresentados neste concurso estiveram expostos, até 31 de maio, no átrio da Biblioteca Municipal, e foram submetidos à votação do público, com vista ao apuramento dos três vencedores.
Foram os seguintes os poemas vencedores:
O poema vencedor escrito por Maria Celeste da Silva Torres, de Sangalhos intitulado “Liberdade”. O segundo lugar foi para “Retrato em branco e negro”, de Joaquim Armindo Tavares dos Santos, de Mogofores, e o terceiro para o poema “O Preço do Berço”, de João Miguel Almeida Alves Pereira, do Outeiro de Baixo.
A cerimónia de entrega dos prémios do concurso Escolar Ler e Aprender 2014 também integrará este evento.
Foram premiados respetivamente com os primeiros e segundos lugares os poemas / textos dos alunos:
1º Ciclo do Ensino Básico
Género lírico:
-        A Amizade, de Margarida Cruz, do Colégio Nossa Senhora da Assunção;
-        Um pedacinho de amor, de Pedro Duarte, Colégio Nossa Senhora da Assunção;
Género narrativo:
-        No reino da imaginação, de Hugo Almeida, Colégio Nossa Senhora da Assunção;
-        O capacete azul, de Constança Seabra, Colégio Nossa Senhora da Assunção;
2º Ciclo do Ensino Básico
Género lírico:
-        O Mar, de Dinis Costa, Colégio Salesianos de S. João Bosco;
-        O que há nos livros, de Henrique Ferreira, Escola Básica nº 2 de Anadia;
Género narrativo:
-        Encontros de primavera, de João Patrão, do Colégio Nossa Senhora da Assunção;
-        Férias na Lua, de Carolina Fontes, Colégio Nossa Senhora da Assunção;
3º Ciclo do Ensino Básico
Género lírico:
-        Os livros, de Maria Rocha, Colégio Salesianos de S. João Bosco;
-        Saudade, de Ana Neta Pereira, Escola Básica nº 2 de Anadia;
Género narrativo:
-        Ups, de Beatriz Duarte, Escola Básica nº 2 de Vilarinho do Bairro;
-        O pequeno pintor, de Filipa Cerca, Colégio Salesianos de S. João Bosco
Ensino Secundário
Género lírico:
-        Amor impossível, de Inês Figueira, Colégio Nossa Senhora da Assunção;
-        Avenida da minha cidade, de Afonso Pereira, Colégio Nossa Senhora da Assunção;
Género narrativo:
-        Uma viagem, de Catarina Alves, Escola Básica e Secundária de Anadia;
-        A ilha mágica, de Sara Cunha, Colégio Nossa Senhora da Assunção.
O júri deste concurso foi constituído por Isilda Bento, Sónia Almeida e Vanda Paz.

Graça Matos, O Ciclista

sexta-feira, 4 de julho de 2014

Janelas transformadas em “Arte”

Os alunos do 8º ano da Escola Básica nº 2 de Anadia, na disciplina de Educação Visual, orientados pela professora Fátima Lourenço criaram autênticas obras-primas. Janelas dignas de serem apreciadas por todos os nossos leitores.

quinta-feira, 3 de julho de 2014

Caminhada pelo coração


Participei pela terceira vez na Caminhada pelo Coração, até à Lagoa de Torres e desta feita também como jornalista d’O Ciclista. O programa era simples apesar da árdua tarefa, embora sempre apreciada pelo agradável convívio, de irmos todos a pé até à Lagoa de Torres.

O almoço feito no espaço aprazível oferecido pelo parque junto à lagoa foi muito apetitoso.






Por volta das 17 horas, desse dia 7 de maio, chegámos à escola convictos de termos contribuído para que o nosso coração bombeasse de uma forma mais saudável.

Não nos podemos esquecer que temos de continuar diariamente a fazer exercício físico.

Rúben Saldanha, O Ciclista

terça-feira, 1 de julho de 2014

Vida em sofrimento…

Havia sangue,
Havia cortes.
Grande era o sofrimento.
E nem sempre conseguimos ser fortes.

Na minha cabeça,
Tudo me atormentava.
Tudo me punha abaixo,
Toda a gente me odiava.

Eu estava sozinho,
Não tinha companhia.
Faltava carinho,
Amor e alegria.

Os meus olhos inchavam
De tanto chorar.
As mágoas aumentavam
Pensei até em me suicidar.

Mas porquê?
Que mal fiz eu?
Já só falta ir o corpo,
Pois a alma já morreu.
As horas param,
A dor começa a se intensificar.
Tirem-me deste pesadelo,
Não consigo aguentar.

Cheguei à depressão,
Há uns anos atrás.
Percebi que as coisas boas,
Se transformaram em coisas más!

Houve pessoas que me apoiaram,
Mas mesmo assim desisti.
Já não quero mais saber,
Já nada me prende aqui!

Isto está a dar cabo de mim!
Porque é que a vida é tão injusta?
Não consigo viver assim,
Neste momento tudo me assusta.

De repente, tudo mudou,
O sol abriu, as nuvens passaram.
E afinal descobri
Que todos me amavam.



Os amigos apareceram,
Fazendo-me companhia.
E passei a sorrir,
Como há muito não sorria.

Ana Luísa Santos nº 2, Ana Neta Pereira nº 3, Ana Rita Costa nº 4, Mário Vieira nº 21, 8º Ano, Turma E