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sexta-feira, 24 de junho de 2011

Comentários

 Têm sido escritos comentários nos diversos trabalhos dos alunos que são bastante ofensivos quer para o blogue, quer para os membros do clube, particularmente para os alunos.
A Equipa de Professoras de O Ciclista esclarece que:
1.     lamenta que as pessoas (supomos que alunos) escrevam este tipo de comentários;
2.     lamenta que, quem escreve estes comentários, não se identifique;
3.     lamenta ainda que, quem escreve este tipo de comentários, não nos envie os seus trabalhos para os corrigirmos e, posteriormente, publicarmos;
4.     os trabalhos, que são colocados no blogue, são umas vezes solicitados por nós, outras vezes são-nos entregues por espontânea vontade dos alunos;
5.     todos os textos e artigos são vistos por nós e nunca são publicados antes dessa revisão ser feita. Mas são sempre corrigidos pelas professoras da equipa ou da disciplina de Língua Portuguesa;
6.     todo e qualquer artigo ou texto, que é colocado no blogue, é da exclusiva responsabilidade das professoras e não dos alunos;
7.     as alunas do clube apenas cuidam do blogue no sentido de fazer as reportagens ou escrever textos alusivos a datas importantes e que gostamos de salientar ou divulgar;
8.     os alunos do clube “cuidam” do blogue, no sentido de escreverem o que lhes solicitamos, para além de terem a função de passarem textos, de fazerem as apresentações, mas não têm nunca acesso directo ao blogue;
9.     a colocação no blogue de todos os trabalhos é feita por nós, professoras, sendo pois da nossa responsabilidade;
10.  os comentários, que nos chegam, carecem de moderação e esta é sempre feita por nós, professoras, não tendo as alunas do clube acesso a estes.
Finalmente, queremos expressar aqui o nosso agradecimento a todos os alunos que contribuíram para que este blogue se mantivesse vivo. Sem eles, isso teria sido impossível.
 O nosso eterno obrigado! 
As Professoras da Equipa de O Ciclista

quinta-feira, 23 de junho de 2011

O salto para a realidade

1969 foi o ano, o grande ano!
Foi o ano de um grande salto,
Um grande salto para a humanidade.
Uma grande aventura com destino à Lua.

Apollo 11 foi a máquina,
A máquina da realidade.
A máquina do grande salto,
Para toda a humanidade.

Uma nova descoberta,
A descoberta do espaço.
A descoberta do universo.

Neil Armstrong foi um grande homem,
Que para sempre será lembrado.

Pedro Santos, 7º A1        

quarta-feira, 22 de junho de 2011

A escola a acabar...

A escola a acabar
E as férias a começarem!

Todos a comemorar,
Pois a escola está a acabar!
E mais!
O Verão está aí a chegar
E o descanso a reinar!

Oh!!!
Todos em desilusão,
Pois os amigos vão deixar…
Mas, outro ano há-de chegar.
Agora, é altura de repousar.
Matilde Vieira, 7º B3

terça-feira, 21 de junho de 2011

Bem-vindo Verão

O desafio foi lançado. As alunas aceitaram.
Vamos apreciar o resultado.
A Equipa de O Ciclista

segunda-feira, 20 de junho de 2011

Adeus Primavera

A Matilde, do 7º B3, escreveu uns versos sobre a Primavera e elaborou com eles um bonito cartaz. Como hoje termina a estação das flores e das cores, a publicação deste cartaz simboliza o nosso tributo de despedida à Primavera.





Sara Castela, O Ciclista

domingo, 19 de junho de 2011

A tela

            Pedro e João, irmãos inseparáveis desde a infância, sentaram-se certa noite num dos bancos junto à árvore maior do jardim de sua casa.
            Após algum debate de ideias, João sugeriu imaginarem uma viagem sem destino. Pedro, que não gostara muito da ideia, decidiu acrescentar uma regra: teriam de pintar a sua viagem e tinham obrigatoriamente de começar num farol, acompanhados por um suricata. O irmão mais velho aceitou, pois queria divertir-se.
            Do nada, os irmãos começaram a pintar as suas ideias. Apareceu assim na tela uma cidade com um arranha-céus, no qual estavam no topo. O suricata, eufórico, começou aos pulos, o que deu confiança ao João para se sentir à vontade e perder o seu medo das alturas. De seguida, Pedro molhou o pincel no verde e fez um rabisco. O suricata tinha sido desenhado no seu ombro pelo irmão. Momentos depois, João percebeu que Pedro desenhara um vale, uma vez que se conseguia ver água no fundo e lá mesmo no fundo, encontrava-se uma enorme árvore. João decidiu desenhá-la ao pormenor, mas com a condição de que Pedro e o seu suricata não vissem.
 Passado algum tempo, o irmão decidiu olhar para a tela, porém, para sua surpresa, viu o irmão com o rio do vale por detrás. Ainda conseguiu falar com ele, mas sentia-se sozinho, pois João jamais voltaria de lá. Na verdade, sempre quisera ser biólogo, contudo nunca teve a coragem de se despedir do seu irmão. 
                                                                                                                           
Alexandra Ferreira, 9º E

sábado, 18 de junho de 2011

Fernando Pessoa

Neste mês em que se completam 123 anos após o seu nascimento, O Ciclista presta uma singela, mas sentida, homenagem a Fernando Pessoa.


Para ser grande, sê inteiro

Para ser grande, sê inteiro: nada
Teu exagera ou exclui.
Sê todo em cada coisa. Põe quanto és
No mínimo que fazes.
Assim em cada lago a lua toda
Brilha, porque alta vive

Ricardo Reis


Fernando António Nogueira Pessoa nasceu em Lisboa a 13 de Junho de 1888 e morre a 30 de Novembro de 1935, também em Lisboa.
Ao longo dos seus 47 anos produziu uma basta obra literária em verso e em prosa. Como poeta, teve diversos heterónimos, como Álvaro de Campos, Ricardo Reis e Alberto Caeiro.

Se, depois de eu morrer...

Se, depois de eu morrer, quiserem escrever a minha biografia,
Não há nada mais simples.
Tem só duas datas --- a da minha nascença e a da minha morte.
Entre uma e outra todos os dias são meus.

Sou fácil de definir.
Vi como um danado.
Amei as coisas sem setimentalidade nenhuma.
Nunca tive um desejo que não pudesse realizar, porque nunca ceguei.
Mesmo ouvir nunca foi para mim senão um acompanhamento de ver.
Compreendi que as coisas são reais e todas diferentes umas das outras;
Compreendi isto com os olhos, nunca com o pensamento.
Compreender isto com o pensamento seria achá-las todas iguais.
Um dia deu-me o sono como a qualquer criança.
Fechei os olhos e dormi.
Além disso fui o único poeta da Natureza.

Alberto Caeiro


A Equipa de O Ciclista

sexta-feira, 17 de junho de 2011

Dia Mundial de Luta contra a Seca e a Desertificação

17 de Junho de 2011
A desertificação pode ser definida como a perda da capacidade produtiva dos ecossistemas.

As actividades económicas e as alterações climáticas estão na base da crescente desertificação registada a nível mundial.
Portugal, embora ainda longe dos problemas ambientais de desertificação sofridos por muitas áreas como é o caso das africanas, já se encontra entre os países atingidos. Particularmente o Algarve e o Alentejo sofrem com este problema ambiental.
O desmesurado dispêndio de água, bem como a poluição, que as civilizações ditas mais evoluídas lideram, têm contribuído para a diminuição das reservas de água potável e para o avanço da desertificação.

A Equipa de O Ciclista

quinta-feira, 16 de junho de 2011

Caneta milagrosa

 Já reparaste na maçada de ter de estudar para os testes, de ter de escrever em todas as tuas aulas, às vezes três ou quatro páginas e ter de fazer os trabalhos de casa?!
Que chatice! – exclamas tu.
Agora, tudo isso vai mudar.
Com a caneta: Toim Toim Poim, todos os teus testes,  apontamentos e os trabalhos de casa já não serão problema para ninguém. E mais! Estás perante uma caneta portátil, encolhe e estica. É assim bastante discreta. E tudo ficará feito num instante.

COMPRA JÁ E NÃO TE ARREPENDERÁS!
Liga para: 231 969 123 / 964 354 623 

Daniela Queirós, 7º B3

quarta-feira, 15 de junho de 2011

Eclipse Lunar

15 de Junho de 2011
Hoje, quarta-feira, podemos observar mais um eclipse lunar.
Mas como se processa?
O eclipse lunar só acontece na fase de Lua cheia. Contudo, não há um eclipse lunar por cada fase de Lua cheia.

O eclipse lunar do dia de hoje inicia-se antes da lua ser visível em Portugal. Assim, quando ela aparecer no horizonte o eclipse já estará a suceder.
O eclipse inicia-se pelas 17 horas e 24 minutos e termina às 23 horas.

Algumas páginas escritas pelo Gigante Adamastor

segunda-feira, 13 de junho de 2011

Carta de D. Inês de Castro a D. Pedro

Coimbra, 6 de Janeiro de 1355.

Meu amado D. Pedro,
Pressinto que a minha partida está para mui breve e antes que deixe este mundo, queria mais uma vez confessar-te, meu amor, o quanto te amo e que na verdade nunca te deixarei de amar.
Peço-te que cuides dos nossos belíssimos filhos, fruto do nosso amor. De facto, gostaria de estar presente, quando eles se casarem, mas não posso fugir ao meu destino.
Amanhã, irei falar com o teu pai, o Rei D. Afonso IV. Irei pedir-lhe que tenha misericórdia de mim e que me mande para o exílio, para que possas cumprir os teus deveres como príncipe e futuro Rei de Portugal.
Se amanhã não for bem sucedida, pois o povo está a pressionar o teu pai para que eu desapareça, quero que tu, meu amor, saibas que mesmo que amanhã o teu pai ceda à pressão do povo, eu irei amar-te para todo o sempre e quero que entendas a posição do teu querido pai.
Nem esta carta, nem todas as palavras do mundo servirão para expressar o amor que sinto por ti. Não me vou despedir, pois nós ver-nos-emos lá em cima e aí sim, aí ninguém nos poderá separar e estaremos juntos para sempre.
Com todo o meu amor e carinho,
D. Inês de Castro


Noémi Marques Loureiro, nº 16, 9º F 

Convite aos alunos da Escola Básica nº 2 de Anadia

A Equipa de O Ciclista convida, mais uma vez, todos os alunos da "EB 2,3 de Anadia" a enviarem os seus trabalhos. Estes, depois de serem apreciados, serão publicados neste blogue.
O endereço de correio electrónico é:

A Equipa de O Ciclista

sábado, 11 de junho de 2011

Os Lusíadas de Luís Vaz de Camões


Após o estudo do episódio da morte de Inês de Castro, situado no Canto III d’ “Os Lusíadas” de Luís Vaz de Camões, houve duas alunas que se colocaram na pele da pobre e indefesa donzela, que foi vítima do amor e teve como destino a morte. D. Afonso IV esteve prestes a perdoá-la, mas o povo com “falsas e ferozes razões” “à morte crua o persuade”.

Uma outra aluna colocou-se na pele do Gigante, que atemorizou os nautas portugueses comandados por Vasco da Gama mas, graças à coragem destes homens, acabou por ser enfrentado e ultrapassado.
 Os nautas portugueses superaram assim o medo sentido. No entanto, o Adamastor viveu uma triste história de amor não correspondido e é à volta desse facto que a discente decidiu escrever.
São estes três belos textos que O Ciclista vai publicar nos dias 13, 14 e 15 de Junho.

Sara Castela, O Ciclista

sexta-feira, 10 de junho de 2011

Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades

Dia de Portugal, de Camões, e das Comunidades Portuguesas
Em 1096, as terras a sul do então Condado da Galiza foram concedidas a D. Henrique, formando o Condado Portucalense. D. Henrique encetou uma eficaz política militar, quer na luta contra os mouros, quer independentista. Mas, foi o seu filho e sucessor, D. Afonso Henriques, que em 1143 assinou o Tratado de Zamora, alcançando Portugal a sua independência.
Ao longo da sua História, Portugal viu a sua independência várias vezes posta em causa por Castela. Por exemplo, na sequência da crise de sucessão de D. Fernando I, mas que, em 1385, culminou na Batalha de Aljubarrota.
Decorria o século XV, e este minúsculo país inicia as suas viagens marítimas, os famosos descobrimentos, que levaram Portugal a todo o mundo e ao seu século de ouro.
Lembremos também Luís Vaz de Camões, que faleceu em Lisboa a 10 de Junho de 1580,  embora se desconheça o ano do seu nascimento. Sem dúvida, um excelente poeta, um dos maiores na arte da literatura em língua portuguesa e um dos grandes poetas do Ocidente. Autor de Os Lusíadas, a nossa grandiosa e notável epopeia nacionalista, que retrata os Descobrimentos Portugueses, cantando assim as glórias da nossa nação. Camões tem ainda uma belíssima obra lírica, reunida na colectânea  Rimas, para além de se ter dedicado ainda ao género dramático, com a criação de três comédias: El Rei Seleuco, Auto de Filodemo e Anfitriões.
Entretanto, Portugal veio a ser novamente dominado por Castela, mas restaurou a sua independência a 1 de Dezembro de 1640.
Até ao dia 5 de Outubro de 1910, data em que foi implantada a República, Portugal foi uma monarquia.
O Estado Novo, regime autoritário de corporativismo de Estado, prevaleceu até ao dia 25 de Abril de 1974, data em que se desencadeou um golpe de estado que trouxe a liberdade a Portugal.
Até esta data, o dia 10 de Junho era conhecido como o Dia de Camões, de Portugal e da Raça. Oliveira Salazar, em 1944, aquando da inauguração do Estádio Nacional (estádio do Jamor, onde habitualmente se disputa a final da Taça de Portugal em futebol) tinha denominado também este dia como o Dia da Raça, em memória das vítimas da guerra colonial. A partir de 1963, este dia feriado passou a ser uma homenagem às Forças Armadas, bem como uma exaltação da guerra e do poder colonial. A segunda república não se revê neste feriado e assim, em 1978, passa a denominar-se Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas.
O clima ameno, as verdejantes paisagens, o azul cristalino do mar e a afabilidade natural das suas gentes transformam Portugal num “Jardim à beira-mar plantado”.

A Equipa de O Ciclista

quinta-feira, 9 de junho de 2011

Uma viagem no tempo

...continuação.


O Mário foi ter com ela à janela e também ficou espantado com aquilo que viu. As ruas estavam cheias de lixo e nem uma árvore se via no horizonte.
De repente, dois adolescentes, uma rapariga e um rapaz, entraram em casa. A Rosa e o Mário só tiveram tempo de trocar um olhar e os jovens aproximaram-se deles e beijaram-nos. A rapariga perguntou:
- Mãe, o jantar já está pronto?
Entretanto, o Mário tocou novamente no relógio esquisito e de imediato, foram transportados para o presente. Ficaram alguns momentos sentados na relva, sem saber o que tinha acontecido.
- Será que no futuro o nosso planeta vai estar assim tão poluído? – questionou a Rosa.
- Infelizmente, acho que sim. Se calhar deveríamos começar desde já a cuidar mais do ambiente, não achas? – comentou e indagou o Mário.
- Sim, tens razão.
Desde essa tarde, os dois amigos, que no futuro virão a casar-se, tentaram consciencializar as pessoas para a importância de reciclar, poupar água e energia. Quanto ao relógio, guardaram-no numa gaveta bem fechada e a sua maior esperança era que aquilo, que ambos tinham visto, não se tornasse realidade.

Mauro de Barros Mota, 9º F

quarta-feira, 8 de junho de 2011

Atreve-te a Cantar!

8 de Junho de 2011

Hoje tem lugar a tão ansiada e espectacular final da segunda edição do “Atreve-te a Cantar”.

Esta festa da Música realiza-se no Pavilhão de Desportos de Anadia, mais conhecido como Pavilhão Multiusos.
A partir das 21 horas e 30 minutos os finalistas afinam as suas vozes e vão, sem dúvida, encantar todos com as músicas por si seleccionadas.
Vamos então aguardar pelo espectáculo e pela decisão do júri, que decerto irá premiar o “artista” que mais se distinguir. Este ano, conforme observou o professor José Dinis, principal dinamizador deste evento, o nível dos artistas é muito superior ao do ano passado.
Vamos apoiar os nossos alunos…
As jornalistas da Equipa de O Ciclista vão estar presentes para fazerem a reportagem, fotográfica e escrita, deste espectáculo e em breve farão a sua publicação neste blogue.


A Equipa de O Ciclista

terça-feira, 7 de junho de 2011

Uma viagem no tempo

A Rosa e o Mário eram dois adolescentes. Ambos eram amigos e vizinhos, desde a sua infância. A Rosa tinha treze anos e era uma rapariga muito simpática, curiosa e aventureira. O Mário era inteligente, conversador e brincalhão.
Numa bela tarde de Verão, resolveram ir até ao parque da cidade de Aveiro procurar o telemóvel que a Rosa tinha perdido no dia anterior. Entretanto, no meio da relva, encontraram um objecto esquisito que parecia um relógio. Tocaram-lhe os dois ao mesmo tempo e, de repente, foram projectados para o futuro.
- Onde estamos? És tu, Mário, com essa barba? – perguntou a Rosa.
- Sim, sou eu. Acho que estamos no futuro – respondeu o Mário – Tu também estás diferente, mas o teu rosto continua igual – comentou depois.
Espantados e assustados, começaram a observar o que os rodeava. Estavam numa casa repleta de electrodomésticos e móveis modernos. Quando a Rosa se aproximou da janela, o estore subiu sozinho. No momento em que espreitou, viu pessoas a passear pela rua com máscaras de oxigénio. Também reparou que o parque, onde antigamente brincava com o Mário, tinha desaparecido. Nesse lugar, havia centenas de fábricas com chaminés a deitar fumo. Incrédula, comentou:
- Mas o que é isto? O nosso lindo parque foi substituído por fábricas?!

Continua dia 9 de Junho ...

Mauro de Barros Mota, 9º F

sábado, 4 de junho de 2011

Peditório de Recolha de Pilhas e Baterias Portáteis Usadas

De 23 de Maio a 6 de Junho decorrerá novo “Peditório de Recolha de Pilhas e Baterias Portáteis Usadas”.


Participe!
Divulgue esta iniciativa…
Coloque as suas pilhas e baterias usadas no Pilhão.
Ajude o Ambiente!


Obrigada!

sexta-feira, 3 de junho de 2011

Tinteiros com Valor

A nossa escola aderiu a um novo programa de reciclagem chamado “Tinteiros com Valor” que converte tinteiros e toners vazios em dinheiro para a escola que por sua vez doará a favor do Grupo de Intervenção Comunitária - G.I.C.
O programa “Tinteiros com Valor” ajuda o aluno a desenvolver o seu lado empreendedor e ensina hábitos de reciclagem e protecção do ambiente. Permite ainda angariar fundos – quantos mais tinteiros e toners vazios recolhermos mais fundos recebemos em troca.
Podem ajudar o nosso programa “Tinteiros com Valor”, divulgando junto de alunos e amigos, esta iniciativa e também doando os vossos próprios tinteiros e toners vazios. Temos uma caixa de recolha destes produtos na nossa escola. Por isso, se normalmente deitam os cartuchos vazios no lixo por favor depositem na nossa caixa.
Para além de angariar fundos para a escola o programa “Tinteiros com Valor” também ajuda a proteger o meio ambiente. Os cartuchos de tinteiro e toner contêm substâncias tóxicas que, se forem deitadas no aterro podem derramar para o solo e poluir as águas. Os cartuchos recolhidos nesta iniciativa serão reciclados e reutilizados por empresas especializadas.
Estamos ansiosos por receber o vosso apoio nesta fantástica iniciativa de angariação de fundos.
A recolha de tinteiros e toners vazios irá decorrer até ao dia 6 de Junho na Escola Básica nº 2 de Anadia, Escola Básica nº 2 de Vilarinho do Bairro e na Escola Secundária de Anadia.
O êxito desta iniciativa depende da colaboração de todos.
Contamos convosco.

quinta-feira, 2 de junho de 2011

Dia da Espiga - Dia da Ascensão

Dia da Espiga – Dia da Ascensão
 A Quinta-feira da Ascensão é uma festa religiosa católica, que enaltece a ascensão de Jesus ao Céu. A Ascensão é festejada sempre à quinta-feira, no quadragésimo dia após a Páscoa.
No concelho de Anadia é feriado e a população aproveita para a anual romaria ao Buçaco, pois também se celebra o Dia da Espiga ou Quinta-feira da Espiga.
Conta-nos a tradição que logo de manhã bem cedinho se vai ao campo apanhar as flores campestres para se compor o ramo que tem de ser feito com espigas de trigo, folhagem de oliveira, malmequeres e papoilas, mas também se pode acrescentar centeio, cevada, aveia, margaridas, pampilhos e muitas outras flores campestres.
Esta composição do ramo do ramo não é feita ao acaso pois cada componente tem um símbolo. A espiga simboliza o pão, para que nunca falte comida, e, assim, haja abundância em cada lar; as folhas de oliveira simbolizam a paz. As Flores como os malmequeres, as papoilas, as margaridas, os pampilhos e muitas outra, simbolizam a alegria devido às suas cores. O malmequer ainda simboliza o ouro e prata, a papoila o amor e a vida e o alecrim a saúde e a força.
O ramo é depois pendurado dentro de casa e guardado até ao Dia de Espiga do ano seguinte.
Depois do ramo feito (pois ainda há muitos a fazê-lo) as famílias rumam ao Buçaco com um farto farnel que é depois degustado na sombra da frondosa mata.
À tarde as actividades desdobram-se de acordo com cada um. Uns aproveitam para passear pela mata, pelos magníficos jardins do Palace, pelo Vale dos Fetos, ou pelos Passos do Senhor. Outros assistem aos tradicionais espectáculos que ai se fazem, como é o caso dos ranchos folclóricos. Há, ainda, quem se atreva a caminhar até à Cruz Alta. Outros aproveitam para, em família e com amigos, jogarem os mais variados jogos. Outros simplesmente descansam, nas tradicionais mantas de trapos.
Os vendedores de doces tradicionais, como as afamadas regueifas, de cestos de vime, de licores de mel, os bordados e tantas outras coisas que prendem o olhar do veraneante e, muitas vezes, lhes fazem abrir os cordões da bolsa…
Mas, faça-se o que se fizer… é sempre um dia bem passado e um retemperar de forças!

Equipa de O Ciclista

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Dia Mundial da Criança

Em 1954, a Assembleia-geral das Nações Unidas recomendou [resolução 836 (IX)] que todos os países instituíssem o Dia Universal da Criança, para celebrar a fraternidade e compreensão entre as crianças do mundo inteiro e organizar actividades adequadas à promoção do bem-estar de todas as crianças. Propôs que celebrassem o Dia na data e da forma que cada um considerasse mais conveniente. A 20 de Novembro assinala-se o aniversário do dia em que a Assembleia aprovou a Declaração sobre os Direitos da Criança, em 1959, e a Convenção sobre os Direitos da Crianças, em 1989.
Centro de Informação das Nações Unidas em Portugal
http://www.onuportugal.pt/

O Ciclista orgulha-se, mais uma vez, de apresentar os belíssimos textos sobre a Criança, de seis alunas do 7º B3 e do 9º F:


O Ciclista