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terça-feira, 19 de junho de 2012

Mãe


A figura da mãe, na nossa vida, tem um papel muito importante. É quem nos trouxe ao mundo e nos viu nascer. É quem nos educa, quem nos dá carinho, reprimendas, nos diz sim ou não. É quem vê e nos ajuda a crescer.
Mãe é quem ama sempre, mesmo com os nossos erros, ajudando-nos a emendá-los e a sermos umas pessoas melhores.
 Quando olho para minha mãe, vejo amor a transbordar pelos seus olhos, mas vejo também uma pessoa que precisa de ser amada tal e qual como ela me ama.
 Por isso, ajudem a vossa mãe, preservem-na e amem-na, pois ela merece.

E agora, as palavras que se seguem são para ti, minha mãe:
Mãe, és a pessoa mais maravilhosa do mundo!
És uma amiga que nunca terei igual!
Obrigada por todos os sacrifícios que fazes por mim!
                               Amo-te, Mãe!
             Estarás sempre no meu coração.

Adriana Matos, nº 1 e Ana Rita Lucas, nº 2, 8º C

segunda-feira, 18 de junho de 2012

Mãe


A mãe para nós é tudo o que há de melhor.
É ela que, quando somos ainda pequeninos, nos conta histórias para nos fazer sonhar.
É ela que nos faz sorrir, nos dá conselhos, entende os nossos sonhos, sabe das nossas aventuras e desventuras, vive as nossas alegrias e as nossas tristezas, mas o mais importante ainda é que cuida de nós, tendo sempre presente pequenas ou grandes lições de vida que ela própria já teve pela sua experiência de vida.
Mãe é mãe! E eu adoro a minha tanto quanto eu sei.

Ana Beatriz Silva, nº 26, 8º C

domingo, 17 de junho de 2012

Mãe


“Mãe”, palavra que tem de ser dita com carinho e vivida com amor e felicidade pelas pessoas que a têm por perto.
Felizes deverão sentir-se todos aqueles que têm a sorte de a mãe lhes dar carinho, amor, conselhos sobre as atitudes a ter ao longo da vida, tendo assim ela um lugar importante na vida dos filhos.
 Às vezes, há pessoas que não têm a sorte de terem a mãe por perto, ou porque esta infelizmente já faleceu ou porque se afastou abandonando-as e, nesta situação, estamos perante um ser que nem sequer se quis preocupar com os seus filhos. Isto é triste e de lamentar, pois uma mãe é fundamental na vida de qualquer ser humano e, às vezes, quem tem a mãe por perto não lhe dá o devido valor, sendo ela a pessoa mais importante da vida: a Mãe!
Ela é única e essencial. Por isso, valoriza, respeita e trata bem a tua mãe!

Matilde Simões, nº 24, 8º C

sábado, 16 de junho de 2012

A mãe no seio de uma família


Ser mãe não deve ser nada fácil! Ainda com a agravante de conciliar a vida maternal com a carreira profissional, mas tudo é possível.
Ser mãe é, de facto, uma tarefa que exige bastante determinação, organização e ajuda.
Claro que há uma questão que se coloca: com múltiplos papéis de mãe, esposa, filha e profissional, será que é possível dar conta de tudo com perfeição?
A minha mãe acredita que sim, graças à ajuda do meu pai e minha. Sendo assim, a organização é fundamental, é preciso fazer o tempo render, pensar em estratégias para melhor executar as funções e a mulher, no papel de mãe, nunca se deverá sentir culpada por trabalhar e ter filhos. Pois é algo de bom para toda a família, caso estiver a ser bem administrada.
Por outro lado, a tarefa de educar é obra do coração e do amor. E, se pensarmos bem, sem carinho e sem a atenção da figura da mãe, os filhos certamente crescerão carentes de afeto e sentir-se-ão desorientados ao longo da vida, que apresenta sempre inúmeros obstáculos a serem ultrapassados.
Sendo assim, o papel de mãe é promover o crescimento e o amadurecimento dos filhos em todas as suas dimensões: material, intelectual, moral e até religioso. Por isso, a educação não se recebe só na escola. Recebe-se sim principalmente em casa. Na verdade, não adianta nada ser doutor (como algumas pessoas dizem) e não saber tratar os outros como gente, não cumprir a palavra dada e nem se comportar da forma mais correta e com civismo.
  Sem dúvida, a educação é a melhor herança que os pais devem deixar aos filhos. E esta ninguém a pode tirar. E é no colo da mãe que o filho aprende a respeitar as pessoas, a ser gentil com os mais velhos, a ser humilde e simples e a não desprezar ninguém.
O papel da mãe é ainda ensinar a perdoar, a superar os momentos de raiva, a não ter inveja dos outros que têm mais bens e mais dinheiro, bem como ensinar o caminho do trabalho e da responsabilidade.
Um bem-haja a todas as mães que seguem esta longa caminhada!

Tomás Antunes, nº 22, 8º C

sexta-feira, 15 de junho de 2012

A Mãe


Para mim, a mãe
É como uma flor.
Quando chega a primavera,
Enche-se de amor.

Para mim, a mãe
É como uma melodia.
Quando eu acordo,
Ela alegra o meu dia.

Para mim, a mãe
É como uma estrela,
Que ilumina o meu caminho.


Para mim, a mãe
É como o verão.
Pois traz-me
Vida e paixão.

Rute Simões, nº 19, 8º C

quinta-feira, 14 de junho de 2012

Mãe


Hoje vou refletir um pouco sobre a importância que uma mãe tem na vida de qualquer ser humano.
      Na minha opinião, “Mãe” não é só aquela pessoa de sangue, mas sim quem cuida de nós e nos protege “com unhas e garras”.
      A figura de Mãe, para mim, é a de uma mulher forte e com muita coragem para enfrentar tudo e todos, para proteger os seus príncipes e princesas. Sim! Porque elas tratam-nos, a nós filhos ou filhas, como se fôssemos os seus pequenos príncipes ou princesas. E se pensarmos bem, elas são as rainhas da nossa vida, pois tudo aquilo que nós somos, a elas lhes devemos.
      A palavra mãe é uma palavra tão pequenina como céu e, no entanto, ambas simbolizam uma infinidade de coisas.
   Descrever uma mãe é um pouco difícil, já que há muito para dizer. Porém, não podemos esquecer que o papel de uma mãe é importantíssimo nas nossas vidas. Elas ensinam-nos a viver a nossa vida, ajudando-nos a optar pelo caminho certo, como mais ninguém o faz.
   Claro que nem sempre tudo corre bem, mas nós sabemos que em todas as relações há, por vezes, desentendimentos e castigos. No entanto, cada um de nós ama a sua mãe incondicionalmente. É assim que eu penso!

Maiara Melo, nº 25, 8º C

quarta-feira, 13 de junho de 2012

Parabéns por este dia

Dia da Mãe é todos os dias...


Para o primeiro domingo de maio, os alunos escreveram belas palavras dedicadas a alguém único – a MÃE!
Sete dessas mensagens não foram publicadas nesse dia, por razões que transcendem a Equipa d´O Ciclista.
Fazê-lo agora não é despropositado, pois consideramos que o tributo à mãe não se deve coartar a apenas um dia, mas ser celebrado a todo o momento. 

A Equipa d´O Ciclista

Parabéns por este dia


Parabéns por este dia.
Obrigado pelo que representas para mim,
Mesmo não estando aqui…
O meu amor por ti não tem fim!

Meiga
Ausente
Eterna











Emanuel Lopes, nº 10, 7º F



terça-feira, 12 de junho de 2012

Dia Mundial Contra o Trabalho Infantil


12 de Junho
O dia 12 de Junho foi o escolhido para celebrar o Dia Mundial Contra o Trabalho Infantil. Ainda há países onde muitas crianças trabalham relegando a escolaridade para os que têm maiores posses económicas. Para além da falta de escolarização, estas crianças trabalham em condições que colocam em perigo a sua saúde dado os riscos que enfrentam. É fundamental que as organizações não-governamentais e os próprios governantes se unam de modo a criar as políticas necessárias para erradicar o trabalho infantil.
Os objetivos do movimento contra o trabalho infantil são os seguintes:
Ø  Educação para todas as crianças pelo menos até à idade mínima de ingresso no mercado de trabalho
Ø  Políticas de educação contra o trabalho infantil assentes na disponibilização de formação e educação de qualidade
Ø  Políticas de educação destinadas a alcançar as pessoas normalmente excluídas
Ø  Educação com vista a sensibilizar para a necessidade de combater o trabalho infantil
Ø  Educação para crianças e trabalho digno para adultos.
Urge, por isso, que todas as crianças tenham uma educação digna e, consequentemente, uma formação de qualidade, que lhes permita adquirir as competências necessárias e atualmente exigidas no mundo de trabalho.

Graça Matos, O Ciclista

segunda-feira, 11 de junho de 2012

Atreve-te a Cantar!


3ª edição
No dia 8 de junho, conforme noticiámos neste mesmo blogue, decorreu pelas 21 horas e 30 minutos, nos campos de jogos da Escola Básica nº 2 de Anadia o grande espetáculo com a apresentação dos finalistas da 3ª edição do Atreve-te a Cantar.
O grande número de público presente pode apreciar o talento das quinze cantoras que, a solo ou em duo, mostraram o poder das suas vozes.
O público sentado nas mesas acompanhou o espetáculo com a degustação de estaladiças bolachas e do quentinho chá.
A “morte do PC” fez emergir, ainda mais, os nervos das nossas jovens concorrentes pois provocou a paragem do espetáculo durante alguns instantes. Mas, não fez esmorecer o sucesso deste evento, que poderá ser apreciado através da reportagem fotográfica feita pel´O Ciclista e que publicaremos durante o período de férias letivas, pois as nossas jornalistas produtoras de vídeo estão assoberbadas de trabalho e primeiro está o estudo.
Todos os nossos artistas estão de parabéns! Contudo, dirigimos um aplauso muito especial às alunas que conquistaram os três primeiros lugares:
1º Lugar – Beatriz Boiças;
2º Lugar – Cíntia Coelho;
3º Lugar – ao duo Inês Amorim e Inês Oliveira.

Graça Matos / Equipa d´O Ciclista

domingo, 10 de junho de 2012

Coletânea de Momentos Musicais


Como atempadamente noticiámos, decorreu no dia 6 de junho, pelas 21 horas e 30 minutos, no Polivalente da Escola Básica nº 2 de Anadia, o grande espetáculo com a apresentação dos Momentos Musicais realizados ao longo do ano letivo.
Muito foi o público, entenda-se colegas, pais, funcionários e professores que apreciaram o talento dos nossos jovens artistas.
O enorme sucesso conquistado poderá ser apreciado através da reportagem fotográfica, feita pel´O Ciclista, que será publicada durante o período de férias letivas.
Todos os nossos artistas estão de parabéns!

Graça Matos / Equipa d´O Ciclista



sábado, 9 de junho de 2012

Nunca é tarde para mudar


Era uma vez um rapaz muito manhoso que, um dia, decidiu ir com os seus amigos a uma casa abandonada. Já junto à porta, ninguém se atreveu a entrar, mas o rapaz como era corajoso entrou.
Passado algum tempo, saiu do interior da casa e disse aos amigos que era seguro entrar. Ouvindo isto, os companheiros entraram mas, no momento em que estavam a entrar, o rapaz pregou-lhes uma partida. Os rapazes não gostaram e comentaram:
- Um dia destes, ainda te vais arrepender!
Mal disseram a palavra "arrepender", ouviram um barulho estranho e de repente, foram sugados através do espelho da sala, onde se encontravam e o rapaz, por sua vez, foi levado até ao sótão. Aí ele encontrou uma caixa muito estranha com as seguintes palavras: "Pertence à princesa Isabel."
O rapaz pensou que aquela caixa seria de facto muito velha, mas mesmo assim decidiu abri-la. Quando a abriu, viu uma chave que parecia um arco-íris porém, quando pegou nela, fez um movimento estranho. Com esse movimento, abriu-se um portal que o sugou. Quando este deu por acordado, reparou que estava num mundo estranho.
Momentos depois, encontrou um Sagitário que lhe disse:
- Bem-vindo à Terra dos Manhosos!
O rapaz assustou-se, quando ouviu o nome da terra. Por outro lado, quando viu as torturas, que faziam aos outros homens, começou a chorar e prometeu que nunca mais seria mau para ninguém.
Naquela terra, o rapaz sabia que o iriam torturar e, então, desejou em segundos nunca ter pregado a partida aos colegas.
De repente, reparou que tinha voltado atrás no tempo, precisamente no momento em que estava a pregar a partida. E, mal se lembrou do que tinha visto na Terra dos Manhosos, decidiu não pregar a partida e foi-se embora com os amigos.
Desde esse dia, ele nunca mais foi o mesmo. Mas claro, para melhor!

João Mendes, nº 11, 7ºF

sexta-feira, 8 de junho de 2012

3ª edição – Atreve-te a Cantar



Hoje, dia 8 de junho, pelas 21 horas e 30 minutos, realiza-se no Campo de Jogos da Escola Básica nº 2 de Anadia o grande espetáculo com a apresentação de todos os nossos pequenos / grandes cantores concorrentes à "3ª Edição do Atreve-te a Cantar".
Não foi possível a realização deste espetáculo no cineteatro de Anadia devido a este se encontrar em obras, conforme disse ao Ciclista o professor José Luciano, este ano responsável pela sua organização.
Assim, e ainda de acordo com este professor, o espetáculo este ano será feito em moldes ligeiramente diferentes dos das duas edições anteriores.
Apareçam e disfrutem de uma noite agradável, embalados pelas belíssimas vozes dos nossos alunos e ao sabor de um delicioso chá. Pois, conforme nos “confidenciou” o professor José Luciano, este espetáculo vai ser produzido ao estilo de um “Chá Concerto”.
  

Graça Matos, Equipa d´O Ciclista

quinta-feira, 7 de junho de 2012

Varinha de condão


Era uma vez uma casa abandonada, na qual eu e três amigos entrámos.
Já no seu interior, percorremos as partes de toda a casa até que chegámos ao sótão.
- Olha, olha, Frederico, o que encontrámos! - exclamou o António espantado.
-Que cofre tão velhinho! - comentou a Clara.
Mas isto passou e fomos todos à procura da chave, que necessitávamos para abrir o cofre. Intrigados, levantámos o cofre e por sorte, a chave estava por baixo.
-Vamos abrir, rápido! - disse eu, entusiasmada.
-Sim, vamos! - concordou o António
Ao abrirmos o cofre, encontrámos uma varinha de condão.
-Uauuuuuuuu! Que bela varinha! Vamos ver o que acontece! Tlim-pilim-tom!
-EHHHHHHHH! Lá vamos nós! - gritámos em coro.
Momentos depois os quatro acordámos num castelo feito só em vidro com uma proteção que não partia. Como já era de noite, fomos procurar alguma comida e camas para podermos dormir. Mas qual não foi o nosso espanto, quando encontrámos duas fadas, a fada Cláudia e a fada Filipa.
-Olá! Quem são vocês? - perguntaram as fadas ao mesmo tempo.
-Somos quatro humanos que estávamos no interior de uma casa abandonada, onde encontrámos esta varinha num cofre. - informei eu.
As fadas pediram-nos para nós não agitarmos a varinha dez vezes, se não uma delas poderia morrer.
-Venham que nós vamos levá-los aos quartos. - disse calmamente a fada Filipa.
Nós fomos atrás delas e deitámo-nos com a mesma roupa que trazíamos vestida, mas a Cláudia dormiu com a varinha e certamente, deve-a ter agitado mais de dez vezes, porque as fadas desapareceram. AS DUAS!
- Cláudia, o que é que fizeste? - perguntei eu, muito aflita.  - As fadas não estão cá. Já percorri o castelo. - reclamou o Frederico.
- Se calhar eu abanei muitas vezes a varinha e elas desapareceram.
- Pois, agora só me apetece também desaparecer. Quero ir para casaaaa!!! - suplicou a Cláudia que começou a chorar.
Assim que ela acabou de dizer que queria ir embora foram parar outra vez ao mesmo sítio.
Vitória, vitória acabou-se a história!

Maria Martins, nº 23, 7º F

quarta-feira, 6 de junho de 2012

Coletânea de Momentos Musicais

Hoje, dia 6 de junho, pelas 21 horas e 30 minutos, realiza-se no Polivalente da Escola Básica nº 2 de Anadia o grande espetáculo com a apresentação de todos os Momentos Musicais realizados ao longo do ano letivo.
Apareça e aprecie o talento dos nossos jovens artistas.

A Equipa d´O Ciclista


terça-feira, 5 de junho de 2012

Uma simples história de amor



Era uma vez, num reino muito longínquo, uma bela princesa chamada Alícia, que vivia com os seus pais num belo palácio.
Certo dia, o rei decidiu realizar um baile, para o qual convidou toda a gente da aldeia. Entretanto, apareceu um jovem muito bonito. A princesa, como se mostrou muito interessada por aquele jovem, foi colocar-se junto dele, dando início a uma pequena conversa, perguntando ao jovem como se chamava e ele respondeu:
- Chamo-me Manuel. E tu, minha bela princesa?
- Eu chamo-me Alícia.
- Aceitas dançar comigo, princesa? – perguntou o Manuel, dizendo-lhe ainda que era um conde de um reino muito distante.
A princesa encantada aceitou o convite. Então, ambos dançaram durante toda a noite e combinaram encontrar-se às escondidas, pois havia um príncipe um pouco apalermado que queria casar com a princesa e ela não queria de maneira nenhuma.
No dia seguinte, ambos encontraram-se e durante a conversa, Manuel queria contar-lhe um segredo, mas não foi capaz de o fazer, pois gostava muito da jovem princesa e não queria perdê-la. Pois, o problema é que ele era um simples empregado precisamente do príncipe que queria casar com Alícia.
Entretanto, eles foram-se encontrando todos os dias, durante muito tempo e de facto, o amor entre ambos foi crescendo à medida que o tempo ia passando.
Certo dia, a princesa decidiu então anunciar num baile, mais uma vez organizado pelo rei, o seu casamento com o Manuel.
Quando o príncipe, que estava presente no baile, ouviu tal anúncio, armou de imediato um grande escândalo, chamando o Manuel de impostor e dando a conhecer que ele era o seu empregado. A princesa, ao ouvir tais, palavras exclamou:
- Não me interessa quem ele é. O que interessa é que eu o amo e é com ele que eu quero casar.
E assim, Alícia e o Manuel, com a permissão do rei, casaram e viveram felizes para sempre.
O príncipe, por sua vez, furioso, fugiu do seu reinado para não ser alvo da vergonha, pela qual tinha passado.
                                                                   
Alícia Gomes, nº 2, 7º F

segunda-feira, 4 de junho de 2012

QUE BELA ARMADILHA!



Era uma vez uma terra que andava sempre em guerra. Outrora, tinha sido uma bela terra, mas com a guerra toda essa beleza tinha desaparecido.
Certo dia, chegou um estrangeiro que disse:
- Se vocês fizerem buracos no chão em redor da vossa aldeia, algo de muito bom irá acontecer.
Então, os habitantes assim o fizeram.
Dias depois, comentou:
- Se vocês puserem folhas dentro dos buracos, algo de surpreendente irá acontecer.
Entretanto, chegou um camponês e perguntou:
- Ó chefe, tudo isto é para quê?
- Ora, meu bom homem, trata-se de uma armadilha para o outro povo, que está sempre a atacar-vos. As covas são para eles lá caírem e as palhas são para pegarem fogo. Eles, quando se aperceberem que caíram numa armadilha, com medo, irão fugir.
E assim foi.
No dia da guerra, correu tudo como planeado e a terra voltou a ser linda e melhor ainda, os povos fizeram as tréguas.

André Ribeiro, nº 6, 7º F

domingo, 3 de junho de 2012

A AMIZADE, UM PRECIOSO TESOURO


Certo dia tão bonito e cheio de sol, o Marco e os seus amigos decidiram ir até à grande cascata e pelo caminho convidaram o Fred.
- Acorda, amigo! - gritou o Marco.
- Vem tomar banho connosco! – exclamaram em coro os restantes rapazes. E lá foram eles.
Mal chegaram à cascata, deram todos de imediato um mergulho e brincaram muito divertidos dento de água. Aqueles que ainda não sabiam nadar muito bem, trouxeram as suas boias. Pois é preciso ter cuidado!
O Fred, por sua vez, tentou apanhar um peixe grande, mas o danado foi rápido demais para ele.
- Não tenhas medo, não tenhas medo, não te vou comer! – exclamou ele , depois de várias tentativas para o agarrar.
Curioso como sempre, o Marco quis ir ver o que havia por de trás da cascata.
- Vem comigo, Francisco! – convidou ele.
Os dois amigos avançaram, então, com cuidado sobre as pedras.
- Ah! – bradou o Francisco.
- Parece que entrámos noutro mundo, ao descobrir este rochedo que reflete as cores do arco-íris.
- É magnífico! – concordou o Marco.
Seguidamente, o Marco e o Francisco entraram por uma abertura do rochedo.
- Aqui, tudo é tão bonito, tão escuro e ao mesmo tempo estranho! – exclamou o Francisco.
E, na verdade, só se ouvia o estrondo da cascata, como se o resto do mundo já não existisse. Mas, de repente, partiu-se uma rocha e o Marco desequilibrou – se, caindo por um precipício. Sem saber o que fazer, o Francisco entrou em pânico.
-Marco, não partiste nada? - gritou ele, debruçando-se sobre o buraco. Mas atordoado pela queda, o Marco não respondeu. Precisou assim algum tempo para recuperar os sentidos. Foi então que os seus olhos descobriram uma curiosa paisagem no interior de uma gruta cheia de estalactites e estalagmites, coberta de bonitas pedras reluzentes.
O Francisco lançou se numa correria e à velocidade de um relâmpago, alcançou o outro lado da cascata, à procura de auxílio, junto dos outros companheiros.
- Socorro! Socorro! – gritou aflito. – O Marco caiu num buraco gigante. Tenos de o tirar de lá depressa! 
Sem perder tempo, todos os amigos correram para o local, onde o Marco tinha caído.
O Fred, como estava habituado a andar com o seu pai nos subterrâneos e já conseguia ver bem por onde andava, rapidamente encontrou um caminho para chegar até ao Marco.
- Venham, é por aqui – ordenou o Fred e continuou:
- É a entrada da mina abandonada. Eu ilumino-vos o caminho.
 O Fred, por sua vez, acendeu uma vela que trazia no bolso para alguma emergência e pôs-se a caminhar, sendo seguido pelos seus amigos. Depressa, chegaram a uma grande sala, onde encontraram o Marco.
Maravilhado, Marco contemplava a imensidão de pedras amarelas que brilhavam à sua volta.
- Está tudo bem, Marco? Não te magoaste? – perguntou o Fred, admirado com o ar distraído do seu amigo.
Mas, Marco apenas lhe mostrou as pedras, sem pronunciar uma só palavra.
De repente, um estrondo ensurdecedor ressoou por toda a sala. O caminho, por onde o Francisco os tinha levado, acabou por não se aguentar.
- Não se preocupem. – gritou o André.
- Se corrermos rápido, nunca nada estará perdido.
Imediatamente o André, o Raul, e o João puseram-se a correr e conseguiram sair daquele local rápido. E, sem perder um segundo, correram para ir buscar toalhas de banho, atando-as para formar uma corda comprida. Em seguida, um a um, foram içando os seus amigos para fora da gruta.
E ei-los por fim ao ar livre!
- Bolas, Marco pregaste-nos um grande susto! – exclamou o Francisco.
- Não te preocupes, não pretendo voltar a cair em mais nenhum buraco. – respondeu o Marco, a rir.
Muito contentes por terem vivido uma tão grande aventura, o Marco e os seus amigos regressaram a casa.
Já esquecido o susto, passaram o resto da tarde juntos a brincar e a saltar ao eixo.
Quanto ao Marco, correu para junto dos pais, ansioso por lhes contar aquela peripécia.
- Papá- disse ele- olha só o que eu trouxe da gruta. São pedras amarelas que brilham como o sol! O que será isto?
- Oh! É magnífico! – exclamou  o pai de Marco, observando atentamente as pedras. - Diria que é … um tesouro! Tu fizeste mesmo uma grande descoberta, filho!
 O pai de Marco quase nem dormiu nessa noite e na sua mente, só tinha a seguinte pergunta: “ E se fosse mesmo um tesouro?”.
No dia seguinte de manhã, reuniu o Marco e todos os seus amigos.
- Vamos lá pequenada, mostrar a vossa descoberta ao velho senhor Agostinho, o sábio que mora lá no cimo da colina! Ele sabe tantas coisas que poderá certamente dar-nos uma explicação.
Imediatamente, o alegre grupo pôs-se em marcha.
-Oh! Mas isto é ouro! – exclamou o senhor Agostinho, quando o Marco lhe mostrou as pedras.
- Antigamente, os homens atribuíam um grande valor a este metal de tal maneira que todos o queriam ter, até que acabaram por se guerrear – continuou o senhor Agostinho, após um longo silêncio.
- Por causa do ouro houve guerras terríveis!
- Que horror! – lamentou-se o Marco.
-Sim, meu filho, foi horrível!-comentou o senhor Agostinho.
- Felizmente, um belo dia, a mina desmoronou-se e os homens esqueceram-se que havia lá ouro. Têm mesmo de prometer que nunca falarão dela a ninguém.
- Está prometido, senhor Agostinho! -exclamaram todos em coro. - Agora sabemos o que poderia acontecer…
Logo ali, o Marco e os seus amigos uniram as mãos direitas e juraram cumprir a promessa de nunca falar daquela mina a ninguém, pois no fundo eles possuíam já o mais poderoso de todos os tesouros: a amizade!
   
Edna Almeida, nº 8, 8º D


sábado, 2 de junho de 2012

Maré negra


        No teste de Geografia, do 9º ano, foi pedido aos alunos que descrevessem o processo de uma das mais graves formas de poluição das águas oceânicas “as marés negras”.
A Joana Rangel, aluna da turma D, fê-lo contando-nos uma história que infelizmente, como ela própria o afirma, podia ser verdadeira. Dado que ainda estamos no rescaldo da homenagem às crianças, que são o futuro do Amanhã, consideramos que esta resposta só demostra que o destino da humanidade pode ser encarado com boas expetativas.
Apesar de já o ter feito pessoalmente, volto a expressá-lo publicamente: parabéns Joana!
Vamos lê-la!

Graça Matos, Professora de Geografia / O Ciclista

Maré negra

Um navio navega em alto-mar, é um grande e imponente petroleiro… Transporta petróleo, vindo da América até Portugal. Mas eis que o mais terrível para todos nós acontece: dá-se o seu naufrágio!
Ondas e marés espalham a maldita maré negra! E o belo mar azul transforma-se num imenso manto negro…
Aves, leões-marinhos, algas, entre outros, todos, mas mesmo todos os seres vivos, que nele habitam ou que perto dele vivem, são afetados. Muitos deles ficam seriamente feridos. Muitos outros infelizmente não sobreviverão. Acabarão assim por sucumbir envolvidos por esse manto escuro que lhes suga a vida.
As belas praias, que antes espelhavam as suas douradas cores e que se abriam deixando-se banhar pelas límpidas águas azuis, ficarão completamente irreconhecíveis e destruídas e, se os houver, os magníficos e coloridos recifes também irão ser aniquilados.
Serão precisos anos e muito trabalho para que tudo volte ao normal. O mais possível, claro! Mas, as vidas que se perderam não poderão ser recuperadas. E a qualidade das águas provavelmente nunca mais voltará a ser a mesma.
Uma história trágica!
Infelizmente comum!

Joana Rangel, nº 15, 9º D