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sábado, 21 de janeiro de 2012

A luz ao fundo do túnel


Hoje, vou refletir um pouco sobre uma expressão que é utilizada muitas vezes por nós: “A luz ao fundo do túnel”.
Quando utilizo a expressão supracitada, o túnel não é um túnel de tijolos que, por vezes, se encontram grafitados. Não é o local por onde passam várias pessoas de carro. Também não me refiro ao caminho para a morte, quer dizer, em casos especiais, até o poderá ser!
Falemos antes da luz da esperança que podes ser tu, que posso ser eu!
Quantas vezes nos deparamos com pessoas debilitadas, que necessitam de uma mão amiga e tu decides simplesmente ignorar e, depois, pensas: “Eu só tenho apenas doze anos”.
Se pensarmos bem, de pequenino é que se começa a ser alguém. Já temos a perfeita consciência da existência de pessoas que não têm de comer, de beber, e o único sítio, onde se podem sentar, é o chão. E vocês voltam a pensar: “Olha, mais um com a velha história da pobreza!”. Por mim, este assunto deveria ser debatido mais vezes a fim de levar o Homem a agir ao ponto de o “exterminar”.
Na verdade, as pessoas mais necessitadas deviam ter as mínimas condições de vida. Mais tarde, podemos muito bem ser nós a precisar da ajuda de alguém. Não queiras tu chegar a esse ponto!
Ajuda quem mais precisa, porque esse favor de ajudar ser-te-á recompensado com um abraço, com um beijo, com um simples sorriso ou com uma lágrima que, para mim, vale ouro.
Ajudem!
Porque esta ajuda salvará vidas!

João Pedro Rocha, nº 14, 7º F

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

Simplesmente amiga…


Nunca ninguém reparou
Como ela ficou,
Como ela se modificou.

Não há palavras para a descrever.
Ela ficou desfeita…
Enfim! Ficou para morrer.

O vento soprava tão forte,
Que ela voou pelo céu
E nunca mais voltou…

Tanta coisa que mudou,
Com a sua ausência.
Saudades há muitas
Que não foram embora
E que invadem o meu coração.

Ficar comigo não iria ficar.
Desfeito eu sim iria ficar,
Vendo-a noutro lugar,
Onde certamente iria estar.

Lembro-me dela ainda hoje
Como se ela estivesse comigo.
Grande amiga que se foi,
Mas que, na lembrança,
Para sempre irá ficar.
                   
Cláudio, 8º C

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

As Palavras


Uma palavra aqui,
Outra acolá.
Uma está perto de mim,
Outra não está.

As palavras saltitam,
De um lado para o outro.
Quietas é que nunca estão.
Vão saltitando
Da minha mão,
Do papel.
Mas onde é que elas estão?

Irrequietas, desamparadas,
Reguilas e até mesmo malvadas!
Outras bonitas e engraçadas
Fazem-nos rir às gargalhadas.

Na parte final,
Nem se quer levo a mal,
Pois ser palavra,
É ser magistral!

            Sandro, 8º C

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Sem palavras!


Certo dia, estava eu a brincar com o meu cão, quando de repente lhe atirei a bola para longe e ele, brincalhão como é, foi logo buscá-la. Entretanto, no momento em que a foi buscar, viu algo a mexer-se. Então, desatou a correr atrás do que tinha visto, até ir parar a uma toca com cerca de trinta centímetros de diâmetro.
Eu, como sou curioso, fui buscar logo a minha câmara de filmar, protegi-a com uma película transparente, e atei-a a um grande pau. Liguei o botão para iniciar a gravação e empurrei a câmara com muito cuidado para dentro da toca. Esperei alguns instantes. De seguida, quando tirei a máquina, fui logo ver o que tinha gravado.
Ao ver a gravação, deparei-me com umas criaturazinhas que tinham cerca de vinte e cinco centímetros de altura. Fiquei sem palavras!
Momentos depois, voltei à toca para espreitar pelo mesmo buraco e num abrir e fechar de olhos, saltou do seu interior um daqueles seres que tinham ficado registados na gravação. Com algum receio, olhei-o nos seus olhos e ele, por sua vez, cumprimentou-me com simpatia. Seguidamente, contou-me a sua história e perguntou-me se podíamos ser amigos e, a partir desse dia, passámos a ser grandes e verdadeiros amigos, e nos dias de hoje ainda nos encontramos para trocarmos ideias e contarmos o nosso dia a dia.  


André Gomes, nº 7, 7º F

terça-feira, 17 de janeiro de 2012

O carro mistério


Numa bela manhã, eu e o meu gato Bob Júnior decidimos ir dar uma volta pelas ruas da Moita. Nesse dia, estava um calor muito intenso, era como se o sol estivesse a passear connosco mesmo ao nosso lado. Então, lá fomos nós dar a nossa voltinha, mas de repente apareceu-nos à frente um carro que quase nos atropelava. Felizmente conseguimos desviar-nos a tempo! Entretanto, achei muito estranho este acontecimento e decidi contar o sucedido ao meu primo João.
No dia seguinte, eu, o João e o meu gato fomos dar outra volta e no momento exato ao dia anterior, o carro apareceu e quase nos atropelava novamente. Então, o meu primo João ficou “com a pulga atrás da orelha” e decidiu que deveríamos seguir o carro para desvendar este mistério.
Eram precisamente quatro e meia da tarde, quando decidimos então seguir o “carro mistério”, mas de repente este parou e do seu interior, saiu um senhor que retirou da mala vários objetos ao mesmo tempo que desabafava com os seus botões:
- Estava a ver que não conseguia acabar a mudança da minha velha casa para este belo apartamento!
            Aí, percebemos que não havia mistério nenhum à volta deste caso! Afinal, foram as pressas que permitiram com que ele não se apercebesse do que se tinha passado. 

Alícia Gomes, nº 2, 7º F

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Uma grande descoberta


Quando começou a primavera, eu e a minha cadela Tita decidimos ir passear no bosque ao pé da minha aldeia, enquanto nos deliciávamos a ouvir o cantar dos pássaros e a sentir o perfume das papoilas, rosas e margaridas que pairava no ar.
A Tita é uma cadela muito esperta, fofa e muito boa caçadora. De repente, quando ouviu um som de um coelho a fugir, desatou a correr atrás dele com uma fúria tremenda. Correu, correu, correu até que, momentos depois, a vi deitada à sombra de uma árvore com o coelho na boca. Mais adiante, ouvimos um som de uma cascata, e fomos vê-la de mais perto. Realmente era de uma beleza magnífica que eu jamais tinha visto, e o mais espantoso é que o reflexo do sol nas gotas de água fazia um lindo arco-íris de várias cores. Entretanto, não tinha dado por nada, e a Tita já estava a chapinhar na água. Foi a maior descoberta que já tinha feito e podia estar horas a olhar para aquela paisagem que não me cansava.
Ao cair da tarde, fomos para casa contentes por termos encontrado uma linda maravilha, e quando chegámos, contei ao meu pai e à minha mãe o que tinha descoberto, e a partir desse dia, passámos a fazer todos os fins de semana um piquenique.

Manuel Garruço, nº 20, 7º F

domingo, 15 de janeiro de 2012

Teimosia a mais!


Num belo dia de verão, decidi ir passear com o meu cão e depois de termos saído de casa, andei mais ou menos três quilómetros, quando ele começou a correr atrás de um gato, mas este cada vez corria mais e o meu cão também. Porém, chegou a um ponto em que o meu cão se escondeu por entre umas silvas e eu deixei de o ver. Entretanto, chamei-o mas ele não latia e eu já estava a ficar preocupado.
Passado algum tempo, procurei, procurei até que finalmente o encontrei. Afinal, ele já estava ao pé de um pinheiro enorme, porque o gato tinha subido até ao topo da árvore. Momentos depois, puxei-o com muita força, mas o cão não queria vir embora, tal era a sua teimosia em querer apanhar o gato. No entanto, vendo que nada podia fazer, acabou por se cansar e lá veio ele, após longos minutos. Como já era tarde, fui então para casa e senti um grande alívio, pois ainda cheguei a pensar que nunca mais iria ver o meu querido cão. Mas claro! Não deixei de lhe dar os meus ralhetes por ser tão teimoso e por ter o hábito de se esconder sorrateiramente.

Pedro Miguel Oliveira, nº 25, 7º F

sábado, 14 de janeiro de 2012

2011: um dos anos mais quentes


Em 1850 iniciaram-se os registos das temperaturas mundiais e, com estes, nasceu a possibilidade de verificar a evolução das temperaturas globais.
A Declaração Anual Provisória da Organização Meteorológica Mundial sobre o Estado do Clima Global relativa a 2011 procede a uma avaliação da temperatura e a um resumo do tempo e dos eventos climáticos que mais se destacaram neste ano.
Este ano a temperatura global situa-se entre as dez mais elevadas desde 1850, altura em que se iniciaram os registos. Os 13 anos mais quentes a nível global fizeram-se sentir nos últimos 15 anos, desde 1997.
Segundo a Organização Meteorológica Mundial, algumas regiões foram afetadas por uma elevada queda pluviométrica. Sendo exemplo deste facto a França, a Itália e a Espanha.
O Instituto Nacional de Meteorologia refere que o mês de outubro foi, em Portugal, o mais quente dos últimos 80 anos, desde 1931 que não se fazia sentir um mês com valores tão elevados. O valor médio da temperatura máxima do ar foi de 25,96º C. Esta situação ficou a dever-se “em grande medida à influência de uma massa de ar quente e seco transportado do Norte de África e com trajeto sobre o Mediterrâneo e a Península Ibérica”.


A Equipa d´O Ciclista

sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

Mantém-se o aumento dos Gases de efeito estufa na Atmosfera


De acordo com o Boletim de Gases de Efeito Estufa da Organização Meteorológica Mundial, em 2010, a quantidade de gases de efeito de estufa na atmosfera alcançou um novo máximo. Este relatório dá ênfase à crescente concentração de óxido nitroso. Segundo o Instituto de Meteorologia “entre 1990 e 2010, houve um aumento de 29% no forçamento radiativo - o efeito do aquecimento do nosso sistema climático – tendo o dióxido de carbono sido responsável por 80% desse aumento”.


A Equipa d´O Ciclista

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Encontro com a Poetisa...




Belarmina Martins da Silva é a “jovem” poetisa septuagenária, que nos mostra que a escrita não tem idade. Nasceu no nosso concelho a 24 de Maio de 1934, no lugar de Figueira, pertencente à freguesia de Avelãs de Cima.
Esta poetisa visitou, no dia 14 de dezembro, a Biblioteca da Escola Secundária, no "Encontro com a Poetisa Belarmina da Silva Martins".
A autora do livro "O caminhar da Vida" dialogou com os nossos alunos e provou que os talentos podem ser revelados em qualquer idade.
Para adocicar a nossa curiosidade apresentamos um pequeno exemplo da extraordinária beleza dos seus poemas.
Sonhar Acordada
Quantos anos sonhei acordada,
No sonho sou quem devo ser.
Quando me sinto magoada,
O sonho dá-me força para viver.

Não sofro antecipadamente
Pelos males que possam vir,
Enquanto a vida for sorridente,
Tenho o dever de deixá-la sorrir.

Tal como o sol nasce em cada dia
E vem a terra e o céu iluminar,
Também é do sonho que nasce a alegria
E, nem que seja para dar
Longas asas à fantasia,
Faz bem ao homem sonhar.



A Equipa d´O Ciclista

domingo, 8 de janeiro de 2012

Um encontro inesperado

O Ciclista apresenta "Um encontro inesperado", trabalho realizado por uma aluna do 8º C. Vamos apreciar aquilo que os nossos alunos conseguem produzir!

A Equipa d´O Ciclista

sábado, 7 de janeiro de 2012

Festa!


Hoje é dia de festa!
Estamos cá para celebrar.
Há comida e bebida,
E canções para cantar.

Todos estão a aplaudir,
Porque é o aniversário da Isabel.
As crianças a sorrir,
Enquanto o pai lhe dá o anel.

Lá está a Tininha
A dar-lhe os parabéns.
E, de seguida, a Ritinha
A dar-lhos também.

A festa começou agora,
Estamos prontos a celebrar.
E lá vem a aniversariante,
Para podermos todos brincar.

O bolo está na mesa,
Para cantarmos os parabéns.
Os amigos estão contentes
E a Isabel também.

Já é hora de ir embora
A Isabel à porta os amigos levou
E ela quase que chorou,
Porque aquele dia depressa acabou.

Edna Almeida, nº 7, 8º D

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Dia de Reis

6 de janeiro de 2012


O Dia de Reis celebra o dia em que Maria, José e o menino Jesus recebem a visita dos três Reis Magos: Belchior, ou Melchior, Gaspar e Baltazar.
Em Portugal é tradição comer o famoso Bolo-Rei. No seu interior encontram-se escondidos a fava e um brinde. Aquele que encontrar a fava tem de pagar o Bolo-Rei do ano seguinte.
Em Espanha é o dia em que as crianças deixam os seus sapatos na janela. Tradicionalmente colocavam-lhes capim, o nome de uma erva, para alimentar os camelos dos três Reis Magos. Estes, em troca do capim, deixavam os presentes para as crianças.
Em França a "Galette des rois"  que tem um brinde em porcelana, normalmente de uma figura do presépio e uma coroa dourada, que coroa rei quem encontrar o brinde.
Neste dia são cantados de porta em porta os reis. Tradicionalmente as pessoas ofereciam bolo-rei, chouriços, etc. Atualmente os “cantores” pretendem angariar fundos para várias causas. Claro que os mais novos angariam em proveito próprio!
Este dia marca o culminar dos festejos natalícios.

A Equipa d´O Ciclista

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

Um poema dedicado à borracha


Ó minha borracha,                                                          
És tudo o que eu tenho.
E é, todos os dias,
A ti que eu apanho.
                                                                                           
Estás no meu estojo,                                                       
O teu protetor                                                                 
Que, todos os dias, te protege                                                     
Do frio e do calor.

O teu nome                                                                     
Todos vão memorizar,                                                    
Pois é a ti que eu uso                                                      
Para as letras apagar.
                                                                                         
“Rubber” é o teu nome,
Um nome inglês,                                                             
Que quer dizer borracha,                                                
Em português.
                                                                                           
Estou-te sempre a arrumar,                                           
Mas é a ti que eu uso,
Diariamente,                                                                   
Para as palavras apagar.
                                                                                         
Eu guardo-te
Bem guardada,
E, quando não te encontro,
Fico bem desesperada.

Para eu poder escrever,
Foste a minha inspiração,
Do fundo do coração.


Olha que, para escrever poesia,
É preciso ter sentimento,
E é isso que eu tenho
Por ti a todo o momento.

Adoro-te como és.
Adoro-te por seres branca.
Gosto de ti e acredita
Que estou a ser franca.


O nome borracha
Deu-me inspiração,                                                         
E sempre que escrevo poesia,
É com o coração.

Com muita pena,
Cheguei ao fim.
Mas hei de voltar a escrever,
Acredita em mim.
         
Márcia Filipa, 8º D

quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

Dia Mundial do Braille



4 de janeiro: “Dia Mundial do Braille”

Os problemas dos cidadãos invisuais acompanham-nos ao longo da maioria das suas atividades. Assim, para já não falarmos da discriminação de que são muitas vezes vítimas, lembramos as múltiplas barreiras que diariamente se lhes deparam. 

Louis Braille, francês, nasceu em Coupvray a  4 de janeiro de 1809 e faleceu em Paris, a 6 de janeiro de 1852) raramente Luís Braille.

Com apenas três anos, Louis Braille feriu-se no olho esquerdo e a infeção acabou por atingir também o olho direito que lhe provocou a cegueira.
Louis Braille desenvolveu um sistema de leitura para pessoas invisuais, que ficou conhecido pelo seu nome, “Método de Braille”. Este método permitiu aos invisuais acederem a algumas das mais elementares atividades, como a leitura.
braille é lido da esquerda para a direita, com as duas mãos ou apenas com uma. Cada célula braille permite 63 combinações de pontos. Assim, podem-se designar combinações de pontos para todas as letras e para a pontuação da maioria dos alfabetos.
Vejamos o exemplo do nome do seu autor:
Esperamos que todos, nomeadamente os autarcas e empresários, continuem a lembrar-se que eles também são cidadãos de primeira. Pois, desde sempre, as escolas do Agrupamento de Anadia foram pioneiras em ter uma oferta educativa capaz de acolher todos os cidadãos e a tratá-los de igual forma, salvaguardando as suas diferenças. 
O Ciclista assinala este dia com a apresentação de uma história que relata um amor ilimitado e, embora ficcionado, transmite uma bonita mensagem. E, aproveita para saudar todos os invisuais, particularmente os que residem no nosso concelho.


A Equipa d´O Ciclista

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

Quem se mete em atalhos, mete-se em trabalhos


Certo dia, Rui e os amigos decidiram ir visitar a escola primária, que não frequentavam há mais de seis anos. Então, saíram de casa cedo e o Rui informou que iriam pelo caminho da floresta. Contudo, os amigos não concordaram com a ideia e informaram-no de que seria preferível optarem por um caminho mais seguro, já que o da floresta estava cheio de encruzilhadas e certamente, iriam perder-se.
Teimoso como é, o Rui decidiu seguir o que tinha em pensamento, acabando por ir sozinho. Ele até sabia que a escola ficava perto de um grande e velho pinheiro.
Andou, andou mas, ao fim de algum tempo, não encontrou nada. Momentos depois, passou perto de uma casa abandonada, ao lado de um altíssimo pinheiro. Mas, não reconheceu aquele lugar como sendo a sua antiga escola e como os amigos não estavam lá, ele decidiu voltar para trás, mas desta vez pelo caminho mais seguro.
Decidiu assim, desta vez, não se meter em atalhos, porque lá diz o velho ditado popular:

“Quem se mete em atalhos, mete-se em trabalhos!”

Pedro Almeida, 8º D

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

Dia da Paz


1 de janeiro

 O Dia Mundial da Paz comemorou-se ontem, dia 1 de janeiro. A celebração deste Dia teve início com uma mensagem datada do dia 8 de dezembro de 1967, do Papa Paulo VI:
"Dirigimo-nos a todos os homens de boa vontade, para os exortar a celebrar o Dia da Paz, em todo o mundo, no primeiro dia do ano civil, 1 de Janeiro de 1968. Desejaríamos que depois, cada ano, esta celebração se viesse a repetir, como augúrio e promessa, no início do calendário que mede e traça o caminho da vida humana no tempo que seja a Paz, com o seu justo e benéfico equilíbrio, a dominar o processar-se da história no futuro".
João Paulo VI pretendia que a Paz fosse comemorada no primeiro dia de cada ano civil, o que veio a realizar-se após 1968.
A celebração deste dia como Dia da Paz ultrapassa a própria religião e pretende apenas exprimir o que está bem patente nessa mesma mensagem do Papa Paulo VI: "A Igreja católica, com intenção de servir e de dar exemplo, pretende simplesmente lançar a ideia, com a esperança de que ela venha não só a receber o mais amplo consenso no mundo civil, mas que também encontre por toda a parte muitos promotores, a um tempo avisados e audazes, para poderem imprimir ao Dia da Paz, a celebrar-se nas calendas de cada novo ano, caráter sincero e forte, de uma humanidade consciente e liberta dos seus tristes e fatais conflitos bélicos, que quer dar à História do Mundo um devir mais feliz, ordenado e civil".

A Equipa d´O Ciclista

domingo, 1 de janeiro de 2012

Ano Novo!


1 de janeiro

O primeiro de janeiro é um dos mais importantes dias do ano, não apenas por ser o início de um novo ano, sempre motivo de grandes expectativas, como aquele em que se reflete sobre as nossas vidas.
Este é o dia em que se comemora o Dia da Fraternidade Universal e o Dia da Paz, sobre o qual nos vamos debruçar amanhã.



A Equipa d´O Ciclista deseja a todos os seus leitores um próspero Ano Novo.
Feliz 2012!

A Equipa d´O Ciclista