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quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Dia Internacional da Solidariedade

31 de Agosto de 2011
Gostaríamos de acabar em beleza com Fernando Pessoa. Mas, não queremos partir sem antes deixar uma palavra de apreço a todos quantos contribuíram para que este blogue fosse uma realidade.
Assim, e apesar do imenso trabalho, a maior parte fruto de uma grande dose de carolice dos membros do clube, pensamos ter agradado a todos quantos nos visitaram ao longo do curto, mas enriquecedor tempo de vida do blogue.
Neste Dia da Solidariedade, a Equipa de O Ciclista cessa este ano lectivo com um sincero agradecimento a todos os alunos, professores e muitos anónimos, que, de um modo ou de outro, contribuíram para o sucesso deste blogue. Agradecemos a todos a disponibilidade em o visitar. Esperamos que tenham gostado tanto de o ler como nós de o manter vivo.
Um bem-haja a todos!


A Equipa de O Ciclista

Navegar
Navega, descobre tesouros,
mas não os tires do fundo do mar,
o lugar deles é lá.

Admira a Lua,
sonha com ela
mas não queiras trazê-la para Terra.

Goza a luz do Sol,
deixa-te acariciar por ele.
O calor é para todos.

Sonha com as estrelas,
apenas sonha,
elas só podem brilhar no céu.

Não tentes deter o vento,
ele precisa correr por toda a parte,
ele tem pressa de chegar sabe-se lá onde.

As lágrimas?
Não as seques,
elas precisam correr na minha, na tua, em todas as faces.

O sorriso!
Esse deves segurar,
não o deixes ir embora, agarra-o!

Quem amas?
Guarda dentro de um porta jóias, tranca, perde a chave!
Quem amas é a maior jóia que possuis, a mais valiosa.

Não importa se a estação do ano muda,
se o século vira, conserva a vontade de viver,
não se chega a parte alguma sem ela.

Abre todas as janelas que encontrares e as portas também.
Persegue o sonho, mas não o deixes viver sozinho.
Alimenta a tua alma com amor, cura as tuas feridas com carinho.

Descobre-te todos os dias,
deixa-te levar pelas tuas vontades,
mas não enlouqueças por elas.

Procura!
Procura sempre o fim de uma história,
seja ela qual for.

Dá um sorriso àqueles que esqueceram como se faz isso.
Olha para o lado, há alguém que precisa de ti.
Abastece o teu coração de fé, não a percas nunca.

Mergulha de cabeça nos teus desejos e satisfá-los.
Agoniza de dor por um amigo,
só sairás dessa agonia se conseguires tirá-lo também.

Procura os teus caminhos, mas não magoes ninguém nessa procura.
Arrepende-te, volta atrás,
pede perdão!

Não te acostumes com o que não te faz feliz,
revolta-te quando julgares necessário.
Enche o teu coração de esperança, mas não deixes que ele se afogue nela.

Se achares que precisas de voltar atrás, volta!
Se perceberes que precisas seguir, segue!

Se estiver tudo errado, começa novamente.
Se estiver tudo certo, continua.

Se sentires saudades, mata-as.
Se perderes um amor, não te percas!
Se o achares, segura-o!

Circunda-te de rosas, ama, bebe e cala.
"O mais é nada".

terça-feira, 30 de agosto de 2011

Respeitar as diferenças

A acção passa-se na jovem cidade de Anadia, em Janeiro de 2010. O desenrolar de alguns acontecimentos muda a forma como três jovens encaram a vida.


A Equipa de O Ciclista

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Lição de Vida!

A acção desta história desenrola-se, nos finais do século XX, iniciando-se numa pequena aldeia da Beira Alta e culminando numa escola primária de Lisboa.



A Equipa de O Ciclista

domingo, 28 de agosto de 2011

Acorda para a Vida!

Na sociedade em que vivemos, deparamo-nos com um Mundo de diferenças. A professora de Língua Portuguesa pediu aos alunos que criassem a sua própria história, na qual deveriam relatar um acontecimento que ilustrasse, de facto, a existência de "Um Mundo de Diferenças".

Durante os próximos dias, O Ciclista, apresenta duas dessas histórias, bem como um poema, que expressam de um modo belíssimo o sentir das três alunas que os escreveram. Inicia-se, deste modo, a comemoração do Dia Internacional da Solidariedade que se celebra a 31 de Agosto.



A Equipa de O Ciclista

sábado, 27 de agosto de 2011

Indefinido



Peguei no pincel!
Atirei a tinta.
Dobrei o papel.
Ficou indistinta:
A cor, a beleza…
Um mar de primor.
Um desenho bonito,
Sem qualquer rigor!


Sofia Matos, nº 23, 7º B3

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Vida

Vida.
Vida trata-se de quê?
Vive-se apenas por viver,
ou vive-se para mais?
Viver é fazer coisas,
sentir coisas,
ajudar…
Mas há quem pergunte!
Para quê viver
Se depois morremos?
Por isso, é que outras dizem: “A vida é para aproveitar”
Por isso, aproveitem bem.

Miguel Andrade, 7º B3

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Voar



Borboleta que voa
Sempre, sempre sem parar,
Vai de árvore em árvore
Para poder repousar.
De asas bem abertas sempre a dar, a dar
Gostamos tanto dela
Que nos apetece agarrar.
Com as suas cores alegres
Que nos corta o respirar,
Gostávamos de ser como ela
E também podermos voar.


Matilde Simões, nº 18, 7º B3

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Os pesadelos



Ai! Que medo!
Um pesadelo
Mete horrores
E às vezes até tremores.



Poema Visual
Uma bola rebola
E lá foi a bola
Bola que rebola
E nunca parou.

Foi ter ao quintal
Do meu querido avô
Mas aí um pássaro a levou.

E a bola parou de rebolar
E passou a voar!

Luís Daniel Martins Simões, nº 14, 7º B3

terça-feira, 23 de agosto de 2011

O Mundo




Duas pessoas zangadas?!

Não pode ser!
Encontrem a paz.
Encontrem a harmonia.
Façam as pazes.
Façam deste mundo
Um mundo com alguém.

Daniela Queirós, nº 11, 7º B3

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Problema de amor



Desde o começo,
Não sei quem és.
No fundo não te conheço,
Se calhar sou a culpada,
Se calhar até mereço.

Quis confiar em ti,
Mas não deixaste,
Não quiseste.
Imagino as coisas
Que nunca me disseste.

Às vezes, queria ser mosca
E voar por aí,
Pousar em ti.
Ouvir o que nunca ouvi,
Ver o que nunca vi.




Apostei tudo o que tinha
E saí a perder,
Sem perceber.
Surpreendida,
Por quem pensei conhecer.

Não te peço nada em troca
Apenas quero a sinceridade.
Por mais difícil que seja,
Venha a verdade!

Talvez sintas rancor,
Mas isto é apenas
Mais um problema de amor!

Constança Duarte, nº 7, 7º B3

domingo, 21 de agosto de 2011

A aranha



Uma aranha faz-me lembrar,
Bem amarelinha e sempre a brilhar.
Redondinha também o é,
Tem patas e não tem pé.

Suas patas muito compridinhas
E em sua volta cheia de pintinhas
Toda colorida, é só beleza,
Mas vamos levá-la para a natureza.

Carlota Oliveira, nº 5, 7º B3

sábado, 20 de agosto de 2011

Imaginação

Imaginação



Serão umas asas?
Ou uma flor?
Terá liberdade
Ou muito cor?

Poderá criar-se a nossa imaginação.
Porque não?

Patrícia Fernandes, nº 3, 7º B3

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Dia Mundial da Fotografia

Dia Mundial da Fotografia
Neste Dia Mundial da Fotografia, dia 19 de Agosto de 2011, nada melhor que nos deleitarmos com a bela “imagem” que a Matilde nos oferece.

A magia do Sol
Não é novidade nenhuma de que o sol é a fonte de luz, que nos ilumina durante o dia.
Com ele, conseguimos sorrir, divertir-nos, praticar desporto com mais energia e até descansar na areia da praia.
As flores desabrocham com os seus raios, libertando o seu perfume e dando-lhes cor e movimento.
Os animais aproveitam o seu calor para brincarem uns com os outros.
Os rios e o mar tornam-se maravilhosos espelhos, que brilham reflectindo o dourado dos seus raios.
Enfim, toda a natureza se transforma!

Matilde, nº 18, 7º B3


quinta-feira, 18 de agosto de 2011

O que será?

O que será?




O que será?
Um coração que bate;
Pum, pum! Pum, pum!?
Ou uma lágrima deformada
De alguém que chora?!

Um pulmão?
Inspira, expira!
Ou será que não?

Ana Beatriz, nº 2, 7º B3

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Natureza

“Borrão” em poesia
A professora Sara Castela desafiou os alunos do 7º Ano a criarem um “borrão" e um poema visual.
Confusos? É mesmo isso: Um borrão é aquela junção de cores de guaches que se faz no meio de uma folha, de seguida dobra-se e surge uma imagem. Depois de feito, os alunos observaram bem a imagem e criaram belos poemas.
Estes poemas serão publicados ao longo dos próximos dias. Deleitemos-nos com a beleza das imagens e da poesia.
A Equipa de O Ciclista

Natureza

Olho e vejo
A natureza com todas as suas cores,
Perfeita, enigmática!
Sou transportada para um mundo harmonioso,
Sem poluição.
Afinal,
Olhando melhor,
Vejo que não passa
De um simples,
Mas belo borrão!


Adriana Matos, nº 1, 7º B3

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

domingo, 14 de agosto de 2011

Mudar o Mundo!

Os alunos do 7º A3 vão-nos mostrar como poderíamos proceder para … mudar o Mundo!


A Equipa de O Ciclista

sábado, 13 de agosto de 2011

O Consílio dos Deuses no Olimpo

A situação do país aos olhos de uma adolescente, no momento em que a Troika deu entrada em Portugal, tendo por base um dos episódios da célebre epopeia de Luís Vaz de Camões: “Os Lusíadas”.



Sara Castela, Equipa de O Ciclista

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Dia Internacional da Juventude

O Ciclista relembra a todos os seus leitores que hoje, dia 12 de Agosto de 2011, se celebra o Dia Internacional da Juventude. A Equipa de O Ciclista relembra a importância da juventude na sociedade actual com um belo texto da autoria da aluna Joana Pereira, do 9º F.
A Equipa de O Ciclista

A incógnita do futuro
É com o passar do tempo que vamos descobrindo o mundo que nos rodeia. É com o passar do tempo que deixamos os príncipes e as princesas, o castelo no auge e olhamos para a vida de uma forma mais simplificada.
Crescemos, deparamo-nos com as dificuldades, trabalhamos, olhamos para o mundo e tudo parece ser uma miragem, mas o que nos consola é sabermos que, na outra margem, alguém nos espera, sorrindo. Pensamos nós!
Vivemos, sorrimos, cantamos e tudo parece bonito e perfeito, mas afinal não é bem assim. Andamos assim à descoberta da vida e questionamo-nos constantemente: “Afinal, que rumo havemos nós de tomar?”
Cada dia que passa, queremos saber mais. Cada dia, ambicionamos mais e será que conseguimos chegar mais além?! E o que é isso de conseguirmos? É tudo uma incógnita, tal como o brilho do sol e as ondas do mar que, um dia, alegram a paisagem, mas noutro entristecem-na.
Se reflectirmos bem, no meio da descoberta, há sempre alguém que sofre, só e abandonado e a ajuda nem parece existir. Procura-se, procura-se…continua-se a procurar e nada! E, pensando melhor, mesmo que houvesse alguém a dizer algo, de que serviriam as suas palavras, se nem bem ouvidas seriam?!
Esta é a descoberta que muitos de nós jovens fazemos, é o rumo da nossa vida e mesmo que não queiramos, temos de nos manter firmes e não deixar que nada nem ninguém nos derrube, mesmo que seja a fragilidade a teimar em reinar.

Joana Pereira, nº 10, 9º F

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Poesia

Poesia
Com a poesia eu
canto,
falo
e escrevo.

Com a poesia eu
sonho
e me encontro.





Golo
De cabeça rematar.
Com os pés golos marcar.
Hei-de os festejar,
Com a bola a saltar!



Rafael, 7º A1

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

A vida é como um muro!
Difícil de passar!
Mas quando está a acabar,
Ao chão queremos voltar!

Ana Beatriz, nº 2, 7º B3

terça-feira, 9 de agosto de 2011

Tudo mudou…

Quando te conheci,
Senti algo bem forte.
Jurei para mim mesma
Que te amaria até à morte.

Mas tudo mudou,
Os sentimentos são assim…
O meu amor não acabou,
Mas o teu chegou ao fim.

Tu não estás,
E eu sinto-me perdida,
Como um barco
No mar à deriva.
                
Tenho apenas que aceitar
Que ao meu lado não vais mais estar.
E para a realidade eu tenho de saltar.

Constança, 7º B3

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Teatro Grego

“Durante o tempo que passamos no Clube de Jornalismo uma das nossas funções é a procura de informação. Assim, ao fazermos uma investigação sobre datas importantes encontrámos a que celebra o Dia Nacional do Teatro, a 28 de Março. Lembrei-me das aulas de História e de nelas termos estudado que a civilização da Grécia Antiga deu uma grande importância ao pensamento e à arte e, particularmente, ao teatro.

Decidi, então, fazer um trabalho sobre a invenção do teatro para ficar a conhecer melhor esta arte.”






Sofia de Matos Pedrosa, nº 23, 7º B3


domingo, 7 de agosto de 2011

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

Nem tudo o que parece é!

Um acontecimento não é exactamente visto da mesma maneira pelos diversos intervenientes. O Ciclista publica nestes dois dias os textos escritos pelos alunos do 7º A3 e B3 que são um bom exemplo de que nunca se devem tirar conclusões precipitadas.



A Equipa de O Ciclista

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

terça-feira, 2 de agosto de 2011

O olho…




O que será isto?
Que belo buraco!
Parece-me um olho…
Um olho visgarolho?!

Sem dúvida é um olho,
Um olho no escuro!
É mesmo isso,
Ou é um furo?

E para ti?
O que vês ali?!


Carolina Vicente, 7º B3

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Mil e uma palavras

Mil e uma palavras
A professora de Língua Portuguesa lançou o desafio aos alunos do 7º A3: escrever sobre as… palavras. O resultado espelha a criatividade dos nossos alunos.


A Equipa de O Ciclista

domingo, 31 de julho de 2011

Dia de Festa

Fui para a festa
E levava esta cesta
Quando lá cheguei
Vi o Quimzé e reparei
Que tinha a cara suja
E isto vai rimar com coruja.

Daniel Almeida, 7º A3

sábado, 30 de julho de 2011

A terrífica descoberta

Há muito, muito tempo, num reino distante, três corajosas e destemidas crianças viviam constantemente à procura de uma perigosa aventura ou então, de um empolgante mistério para desvendar.
Muitos eram os avisos para não se meterem em confusões, mas de pouco isso lhes valia. Pois para que é que serviria a vida, se não podiam explorá-la até aos seus limites?!
Certo dia, ouviram um rumor de que para lá da densa floresta, que rodeava o reino, existia um terrível monstro que atacava todas as pessoas que por lá passavam, não deixando uma única regressar para a segurança do reino.
 “Um monstro”, pensaram, “ia ser tão emocionante, se o pudéssemos ver…” Dito isto, as três crianças partiram com a esperança de poderem ver o monstro, mesmo que fosse apenas de longe.
Ao passarem aquela sombria e húmida floresta, deram conta de que não havia qualquer monstro naquelas redondezas. Ficaram desiludidos. Contudo, decidiram que não iriam regressar de imediato a casa. Já que naquele local, sempre poderiam ter algo para descobrir. E lá foram eles.
Então, ao fundo, depois de um grande círculo vazio manchado de um vermelho sangrento, que os deixou um pouco desconfortáveis, encontraram uma casa. Estavam assim para se dirigirem a ela, quando de repente viram vários homens a saírem de lá com uns trajes esquisitos e proferindo uma espécie de palavras numa linguagem, para eles, incompreensível.
Já tinha anoitecido, razão pela qual decidiram esconder-se e ficaram por ali a observar. Aí viram que se tratava de um horrendo ritual de magia negra, onde eram sacrificadas pessoas em nome de Satanás e os chefes máximos do ritual, por sua vez, deliciavam-se a ver aquelas pobres pessoas a serem sacrificadas, enquanto iam saboreando desumanamente o seu sangue.
Aterrorizados com a grande e terrífica descoberta, as crianças fugiram para casa, jurando para si mesmas de que nunca mais se meteriam em aventuras e jamais se pronunciariam sobre o que haviam visto.

Daniela Félix, nº 4, 9º F

sexta-feira, 29 de julho de 2011

Um sinal de esperança

            Era uma noite fria e escura. O medo inundava o coração dos homens que, presos no mar, não sabiam o que fazer. Porém, já sabiam que o mar se apoderaria dos seus corpos e em breve, do seu fôlego. Sem um sinal, sem palavras, sem esperança, tinham as estrelas a vê-los e a ajudá-los com a sua luz luminosa.
            De repente, do nada, surgiu um som, do nada surgiu um pingo de esperança. Esperaram ajuda, esperaram de tudo de bom, mas nada de mal. Gritaram, chamaram, alertaram e pediram socorro, mas nada surgiu no horizonte.
            Homens a morrer, homens a sofrer, lembranças das suas famílias eram o suficiente para se aguentarem.
            Passaram-se dias e menos homens ali estavam. O frio tinha-se alastrado e o sangue esfriara.
            Por fim, numa noite de nevoeiro, viram uma luz que iluminou as suas faces. Dando força aos seus membros, nadaram em sua direcção. Já cheirando o odor húmido e salgado da areia, mais força ainda obtiveram. Choraram, ao chegar. Não queriam acreditar que haviam conseguido. Choraram de felicidade e ao mesmo tempo de tristeza, pois os seus amigos e camaradas haviam sido engolidos pelo impiedoso mar.
            Infelizmente, esta é a vida de muitos dos nossos homens que se fazem ao mar, que para eles é sempre uma incógnita e é a esperança, que os encoraja ao longo da vida.
Kewin Neves, nº 12, 9º F

quinta-feira, 28 de julho de 2011

Dia Mundial da Conservação da Natureza

28 de Julho de 2011
O Dia Mundial da Conservação da Natureza pretende relembrar a importância da natureza para todos. Por isso, hoje publicamos um texto alusivo a este tema.

A Equipa de O Ciclista


Temos de Actuar!
Bem! Não sou a primeira pessoa a escrever sobre o mundo e os seus problemas. Como todos já sabemos, este mundo não está muito bem a nível da sua “saúde”, pois na verdade está cada vez mais doente.
Não vou ser eu quem vai conseguir convencer as pessoas a mudar os seus hábitos para se salvarem. Infelizmente! Porém, a verdade é que tudo o que elas fazem sem pensar, no futuro acabará por criar ainda mais problemas aos seus sucessores, mas não vou desistir!
 Acredito que não sou a única a favor da mudança. Como tal, juntos, todos juntos faremos a força e vamos combater esse homicídio para com o nosso Planeta Azul!
  Temos de deixar de ser tão consumistas, temos de começar a usar energias renováveis, lâmpadas económicas, gastar menos água… Enfim, há tantos pequenos gestos para melhorar e mudar o nosso Mundo, pequenos gestos que podemos ter. Por isso, temos de começar a actuar e já! Ou poderá ser tarde demais.

Maiara, 7º B3

quarta-feira, 27 de julho de 2011

Mulheres republicanas

Os alunos do 9º G, em Formação Cívica, e no âmbito das comemorações do Centenário da República, fizeram um trabalho sobre as "Mulheres da 1ª República", que ora se publica.



Teresa Paula Rodrigues, Professora de História