Equipa d´O Ciclista

Clube de Jornalismo O Ciclista:

Coordenação: Dra. Graça Matos e Dra. Sara Castela

Dra. Miquelina Melo – Membro Honorário

Endereço de correio eletrónico - cj.eb23anadia@gmail.com

sábado, 15 de março de 2014

Dia Mundial dos Direitos do Consumidor

Dia Mundial dos Direitos do Consumidor é celebrado hoje, dia 15 de março.
Num Congresso americano, o então presidente dos Estados Unidos, John Kennedy, no seu discurso proferido a 15 de março de 1962, expressava, deste modo, a sua visão sobre os direitos dos consumidores: “Por definição, a palavra consumidor diz respeito a todos nós. Estabelece um grupo económico amplo que afeta e é afetado por quase toda a decisão económica pública ou privada. E que, estranhamente, é o único grupo importante, cujas opiniões raramente são consideradas”. Foi esta a primeira vez que o tema “consumidor” foi formalmente discutido.
Somente 21 anos mais tarde é que veio a ser instituído, em 1983, o Dia Mundial dos Direitos do Consumidor.
O tema deste ano é a proteção na era digital.
Vamos ler o que a nossa jornalista, Francisca Marques nos vai transmitir sobre os direitos do consumidor...


Graça Matos, O Ciclista

Direitos e deveres de um consumo exemplar

Joana e Francisca de 21 e 18 anos são irmãs e estudantes universitárias. Joana encontra-se no 4º ano de Economia, estando atualmente a iniciar o mestrado e Francisca no 1º ano de design. Dada a sua relação ser baseada na amizade e fraternidade, quando chegou o momento de entrarem na faculdade, cada uma a seu tempo, decidiram viver juntas e assim poupar algum dinheiro do arrendamento de um apartamento.
 Desde que vivem juntas, ambas gostam de fazer muitas das atividades diárias pós-académicas em conjunto, entre as quais, as compras de mercearia e necessidades básicas, uma atividade que aproveitam para fazer tendo a companhia uma da outra.
Estas irmãs são duas raparigas muito organizadas e como tal, antes de saírem de casa, fazem planos sobre o que precisam, para de seguida irem às compras. Sendo assim, cada uma fica encarregue de fazer uma lista de compras para apenas comprarem o que necessitam, evitando assim o que é desnecessário.
Um dia, mais precisamente num sábado, Joana e Francisca dirigiram-se ao supermercado mais próximo, onde já é habitual irem, para assim fazerem as suas compras.
Entretanto, passado uns dias, e sem se aperceber do porquê, Joana começou a sentir-se indisposta, com náuseas e vómitos. Francisca, no seu papel de irmã e amiga, aconselhou-a a ir ao médico e acompanhou-a. Mal chegaram ao hospital, Joana foi de imediato convidada a entrar para o gabinete do doutor. E assim que entrou, cumprimentou o médico, dizendo:
- Boa tarde, Dr. Henrique. Nos últimos dias, não me tenho sentido bem-disposta, estando assim com náuseas e vómitos.
- Boa tarde, menina Joana, o seu caso não é preocupante, mas diga-me uma coisa, sabe se comeu algum alimento estragado? É que, na minha função de médico de já há alguns anos, por norma as pessoas que têm esse tipo de sintomas normalmente ingeriram algum produto estragado ou fora da validade.
- Por acaso, nem pensei nisso mas posso verificar, pois faço reciclagem e, neste momento, não tenho muitas embalagens no lixo.
- Faça isso, Joana e se detetar que é essa a situação, volte cá para lhe passar a receita. Se não for esse o caso, venha de igual modo, pois tenho de a examinar para ver se não será um outro problema.
- Vou verificar, sim e obrigada.
Joana e Francisca, assim que chegaram a casa, dirigiram-se logo à cozinha para verificarem o lixo. Francisca, na divisão amarela, encontrou uma lata de ervilhas que estava fora da validade, disse à Joana e foram, de seguida, ao posto médico para contar o sucedido ao Dr. Henrique, que entretanto lhe receitou uns comprimidos.
Dias depois, decidiram ambas ir ao supermercado, onde tinham comprado o produto. Quando chegaram ao balcão de atendimento, pediram o livro de reclamações para apresentar a sua reclamação sobre o produto adquirido na loja e que estava impróprio para o consumo.
Seguidamente quiseram falar com o gerente do supermercado, para lhe dar conhecimento da situação e para o facto de ter tido como consequência uma indisposição que poderia ter acabado pior, se a pessoa que ingerisse o produto tivesse as defesas corporais mais em baixo.
Joana reconheceu que era seu dever saber o que estava a comprar e verificar a sua validade. No entanto, também é dever do supermercado ter especial atenção com os prazos e retirar os alimentos assim que deixem de estar aptos para consumo. Mesmo assim, e afirmando que também teria uma percentagem na culpa, Joana quis escrever no livro de reclamações para informar entidades superiores sobre o que se tinha passado.
Na verdade, existem cuidados a ter de parte a parte, e é muito importante que ambos sejam cumpridos para que não aconteçam situações semelhantes à da Joana, ou até mesmo piores.
Esta é uma história que pode ser tomada como exemplo, porém, podemos alargá-la a outros contextos de consumo e venda, sem nunca esquecer a máxima de que “o consumidor tem sempre razão”.

Ana Francisca Marques, O Ciclista

sexta-feira, 14 de março de 2014

Dia Internacional do Pi

O Dia do Pi (Π) é o dia que homenageia a constante π (pi). O texto, que hoje decidimos escrever, representa uma aula de Matemática diferente daquelas que normalmente os alunos costumam ter. Para ver que nem sempre estas são aquelas aulas…

Numa aula de Matemática
Wilson estava há pouco tempo em Portugal, mas dominava suficientemente o português para já compreender o que a professora dizia. Contudo, já tinha percebido o sentir da alma portuguesa da nossa Escola e as grandes diferenças que a separavam da inglesa, onde os alunos tinham um tratamento bem diferente, como ele próprio nos dizia.
Hoje, era o Dia do Pi. A professora de Mat., Matemática, queremos nós dizer na nossa linguagem estudantil, decidira falar-nos desta importante constante e começara a aula por escrever no quadro interativo “Dia do Pi” e perguntou, de seguida, se nos lembrávamos o que era o Pi.
Wilson não se fez de novas e colocou logo o braço no ar. A Dra. Maria fez questão de lhe dar a palavra.
- Claro, - disse ele no seu português saxónico – pie é uma deliciosa sobremesa…
A turma desatou em altas gargalhadas e a professora interveio com a sua voz de trovão.
- Para imediatamente com a brincadeira! Como te atreves?
- Mas, professora…
- Já te disse, não te atrevas a gozar com a minha cara. O Pi, Pi e não pie, é uma constante matemática cujo valor é de 3,14159 arredondado até à 5ª casa decimal - e vai escrevendo no quadro interativo, π = 3,14159, ao mesmo tempo que explica – é comemorado hoje. E sabem porquê?
Ana, a sabichona da turma, levanta então o braço e a professora vira-se para ela e acena a cabeça.
- Deve ser por 3,14 ser a aproximação mais conhecida de π e hoje é 14 de março, ou seja, 3 representa o mês de março e 14 representa o dia.
- Muito bem!
- Mas, “Stora”, ainda continuo a dizer que a torta também tem importância. – mais risos. – Pois, em Inglaterra, nós fazíamos sempre pies no dia do Pi!
- Está bem. Nós aqui também costumamos fazer tartes ou bolos com o símbolo do Pi e, quando acabarmos a aula, vamos ao bar que temos lá alguns belos exemplares para apreciarmos.
- Só? E não são comestíveis?
- São. Podem comprar.
- Nada é à borla!
- Vamos continuar. Neste dia de hoje, 14 de março, também é o dia do nascimento de Albert Einstein, o que junta mais fãs das ciências exatas às comemorações.
- “Stora”, isto é tudo muito bonito, mas realmente o melhor não era mesmo irmos ver se as pies têm os Pis bem calculados?
Após umas boas gargalhadas e de a professora ver que já não valia a pena continuar, pois a campainha estava a tocar, lá deixou que saíssemos, sem antes nos fazer passar uns tantos trabalhos para fazermos em casa, ou não fosse esta a disciplina mais “amada” de todos nós!


Adriana Matos e Sofia Pedrosa, O Ciclista

quinta-feira, 13 de março de 2014

A violência física e psicológica

No meu ponto de vista, a violência é um dos principais problemas de que hoje em dia se ouve falar mais.
 A violência é uma das causas que leva muitas pessoas à morte e, por outro lado, leva, muitas das vezes, aos divórcios entre casais. Por vezes, as pessoas não recorrem à violência física mas sim à psicológica que também é muito perigosa tanto ou mais que a violência física, só depende do ponto de vista de cada um de nós.
Na minha opinião, quem põe em prática a violência física e psicológica deveria ter uma pena prisional. Talvez assim a violência terminasse.
 A violência física é grave porque leva muitas vezes à morte, como pode também deixar as pessoas magoadas para o resto da vida. Mas a violência psicológica não lhe fica atrás, uma vez que não magoa por fora mas sim por dentro e pode levar também à morte, mais concretamente, ao suicídio. A meu ver, este tipo de violência até é pior porque as vítimas ficam marcadas para o resto da vida, enquanto a física muitas vezes pode deixar as pessoas com ferimentos ligeiros, mas isso passa.
O que eu recomendo às pessoas é que não façam aos outros o que não gostariam que lhes fizessem, que pensem antes de agir em vez de partirem logo para a violência. Tentem então conversar, acalmar os ânimos, já que esta é uma das principais causas que faz elevar a taxa de mortalidade e que, em alguns lares, faz com que as famílias se separem.


Pedro Oliveira, nº 19, 9º A

quarta-feira, 12 de março de 2014

Campo ou cidade?

Viver no campo ou na cidade, terão os dois lugares uma grande diferença?!
Sim, é verdade, há de facto uma grande diferença entre a vida na cidade e a vida no campo.
A vida no campo é uma vida serena, tranquila enquanto na cidade é mais agitada, mais movimentada, apressada e as pessoas vivem numa grande azáfama, embora haja mais recursos como hipermercados, lojas de roupa, lojas de tecnologia, escolas, monumentos e, além disso, há a vantagem de todos estes recursos estarem perto de nós.
Contudo, na minha opinião, a vida no campo é melhor do que na cidade, graças à sua calmaria e ao facto de nos proporcionar um ambiente mais pacífico, para além de não termos de andar constantemente a ser perturbados com os apitos das fábricas, com o som dos carros, a agitação, a pressa e muitas outras situações que se vivem na cidade, cujo ambiente tende a piorar de dia para dia, pois cada vez há mais confusão enquanto no campo os acontecimentos continuam sempre calmos.


Ricardo Fernandes, nº 20, 9º A

terça-feira, 11 de março de 2014

Dia Europeu Pelas Vítimas do Terrorismo


O dia 11 de março foi proclamado o Dia Europeu das Vítimas do Terrorismo numa homenagem a todos os que perderam a vida, familiares ou amigos, em ataques terroristas.
Esta é a história que lembra este dia…


Mahdi

Mahdi era um rapazinho sírio que vivia com os seus pais e a sua irmã nos Estados Unidos da América. Era uma criança muito inteligente que seguia incondicionalmente as regras incutidas e os ensinamentos transmitidos pelos pais. Mahdi era um aluno recém-chegado a Manhattan e por esse motivo tinha apenas um amigo, o Justin. Na verdade, tinha tido grandes dificuldades em adaptar-se a Manhattan, pois era uma cidade completamente diferente, onde já tinha estado, mas a pobreza da sua família obrigou-o a emigrar à procura de melhores condições de vida.
 O seu amigo, que era bastante pequeno para a idade que tinha, defendeu-o e orientou-o naquela nova cidade, naquela nova escola e naquele novo mundo. Felizmente o seu pai e a sua mãe estavam ambos empregados. A sua irmã encontrava-se numa universidade muito prestigiada, embora um pouco distante do local onde habitavam. Depois do primeiro impacto, a família de Mahdi estava muito feliz pela opção que tomara.
Num dia, em que as nuvens não permitiam ver o sol, Mahdi e o seu companheiro Justin saíram da escola depois da última aula. Os dois amigos estavam a planear o que iriam fazer, quando na praça West Village foram surpreendidos por um pequeno concerto, que não identificaram de imediato para que serviria. Eram muitas as pessoas que rodeavam aquele pequeno palco com cerca de metro e meio de altura. Mahdi, como estava muito ansioso por chegar a casa para relatar aos pais a excelente nota que tirara no teste, decidiu não se aproximar. No entanto, o espírito de curiosidade de Justin falou mais alto e optou por ir para o meio da multidão tentar descobrir o objetivo daquele concerto no centro da praça, enquanto Mahdi esperava por ele. Rapidamente percebeu que as canções tinham em vista uma grande angariação de fundos destinada a uma instituição que cuida de casos de fome em África.
Entretanto, Mahdi reparara na silhueta de um homem com uma estatura média, que na cintura trazia uma espécie de cartuchos quadrados. Era bastante semelhante aos vendedores de rifas e de boletins para a lotaria, mas naquele homem havia uma anormalidade: esses cartuchos estavam por dentro da camisola, quando num vendedor estariam bem à vista para chamar à atenção, porque todas as pessoas eram possíveis compradores. Mas da mesma maneira como lhe veio aquele pensamento à cabeça, da mesma maneira se sumiu na sua mente substituído pela ânsia de chegar a casa. Contudo, escassos segundos depois, uma explosão que empurrou Mahdi contra uma árvore seguida de um estrondo aterrador fizera estilhaçar no chão todas as vitrinas que protegiam as montras daquela bonita praça. Uma enorme nuvem de fumo impediu o jovem sírio de perceber o que tinha acontecido. O seu joelho tinha sido rasgado por um pequeno pedaço de vidro, o que o fazia cambalear. Momentos depois, furou por entre a nuvem de fumo e deparou-se com um cenário com o qual ficou chocado, pois todas as pessoas que estavam de pé a dançar estavam agora deitadas e rodeadas de poças de sangue, algumas delas tinham perdido até os membros. Este cenário aterrorizador fê-lo ficar parado e como que hipnotizado. Seguidamente, uma voz fez com que ele encarasse a situação e avançasse em auxílio dos mais necessitados. A voz que reconheceu de imediato chamou-o, e sem hesitar Mahdi foi ajudar Justin que estava gravemente ferido, pois um cabo de eletricidade cortara-o e tinha receio que pudesse ter fraturado uma ou duas costelas, porque Justin estava com grandes dificuldades em respirar. Instantes depois, Mahdi ficou muito aliviado ao ouvir o som da ambulância.
No final deste dia desastroso, o jovem levou alguns pontos no joelho. Porém, Justin não teve tanta sorte, pois estava prevista uma recuperação lenta mas, apesar de tudo, eficaz. Infelizmente, a maioria das pessoas que se encontravam naquele local acabara por falecer, umas logo após a explosão, outras já no hospital. A polícia percebeu que tinha sido um bombista suicida e Mahdi encaixou todas as peças e percebeu tudo naquele momento. A notícia rapidamente percorreu todo o país e as cadeias televisas só passavam reportagens em direto sobre o sucedido.
Mahdi não percebia o porquê daquele homem ter cometido tal crime. Dezenas de pessoas inocentes morreram e outras ficaram feridas. Porquê? Porque é que alguém consegue causar tanta dor a pessoas inocentes? Porquê o terrorismo?

João Pedro Rocha, O Ciclista

domingo, 9 de março de 2014

José Luciano de Castro

José Luciano de Castro Pereira Corte-Real nasceu em Oliveirinha, Aveiro, a 14 de Dezembro de 1834 e faleceu em Anadia, a  9 de Março de 1914. Faz hoje precisamente um século, por isso, O Ciclista não quis deixar de prestar uma homenagem a esta figura publica nacional, mas que também foi muito importante no nosso concelho e que teve igualmente um grande significado no nosso Agrupamento.
José Luciano de Castro, nome pelo qual ficou mais conhecido, foi advogado, jornalista e político que se notabilizou como um dos fundadores do Partido Progressista, ao qual presidiu a partir da morte de Anselmo José Braamcamp, em 1885. Deputado, ministro e presidente do Conselho de Ministros em diversas ocasiões, incluindo durante o ano de 1890, quando a 11 de Janeiro Portugal recebeu o ultimato britânico, do qual resultou a queda do seu governo e o início de uma longa crise política que terminou na implantação da República Portuguesa a 5 de Outubro de 1910. Foi ainda par do Reino, conselheiro de Estado; diretor-geral dos Próprios Nacionais; vogal do Supremo Tribunal Administrativo e governador da Companhia Geral de Crédito Predial Português.
Com a Alcunha de "A velha raposa", foi decerto uma das mais proeminentes figuras da cena política portuguesa nas últimas três décadas da Monarquia Constitucional Portuguesa, à qual se manteve sempre fiel, mesmo depois do seu derrube, em 1910.
Desde 1854 e enquanto ministro e deputado, apresentou às cortes diferentes propostas e projetos de lei, conforme consta do Diário das Sessões da Câmara dos deputados, acompanhados de relatórios importantes. Pertenceu a grande número de comissões parlamentares e extra­parlamentares.
No seu primeiro livro, Questão das subsistências, datado de 1856, editado quando ainda era um jovem deputado de 21 anos de idade, embora já colaborasse ativamente em vários jornais políticos, mostra a firmeza de princípios e a fé patriótica que, por mais de meio século, marcou a sua carreira pública. Dedicando-a a António Rodrigues Sampaio.
Em 1865 casa com a filha de Alexandre Ferreira de Seabra, advogado, jurisconsulto e presidente da Câmara Municipal de Anadia, que seria autor de um projeto de Código de Processo Civil concluído em 1869. Na sequência do seu casamento com Maria Emília Cancela Seabra, radica-se em Anadia.
Em 1869 e retratando a posição de charneira que José Luciano de Castro assumiria, Camilo Castelo Branco afirmava: É um desses homens que têm um destino fadado lá em cima, uma missão arrojada a cumprir cá em baixo: um caminho de glória a seguir para a esquerda, um capitólio de mexilhões cristalizados a chamá-lo para a direita.
Permanece em Lisboa até ao Verão de 1913 quando decidiu, já doente, partir para a sua casa em Anadia, onde faleceu no ano seguinte.
Foi sócio correspondente da Real Academia de Jurisprudencia y Legislación, de Madrid, e sócio honorário da Associação dos Advogados de Lisboa. A sua ligação a Anadia é recordada no nome da unidade de saúde que serve aquela localidade, o Hospital de José Luciano de Castro.
Recordamos, ainda, que quando foi inaugurada e durante longos anos a atual Escola Básica nº 2 de Anadia, teve o seu nome. Para aqueles que não sabem fica a informação, para os que sabem a recordação: Escola Preparatória José Luciano de Castro!

Graça Matos, O Ciclista


Nota:

Adaptações feitas a partir da Wikipédia.

sábado, 8 de março de 2014

Dia Internacional da Mulher

8 de março de 2014


Definir uma mulher
Definir uma mulher não é tarefa fácil!
E mais difícil ainda é defini-las a todas! Cada qual tem a sua maneira de ser, o seu estilo, a sua personalidade. Mas, no geral, uma mulher procura todos os dias a sua independência e liberdade, na esperança de atingir a sua própria identidade, ou seja, de se afirmar tal como é.
Uma mulher luta sempre, quer seja no trabalho para ser valorizada, respeitada e compreendida, quer perante a sociedade para ter um mundo melhor e mais justo, para que não haja violência e, sobretudo, pelos seus próprios direitos.
Uma mulher tenta sempre ser de tudo um pouco, moldando-se assim para as necessidades de cada pessoa, podendo ser a companheira, a amiga, a “rainha do lar”, entre muitas outras possibilidades.
Por ambição ou força de vontade, atualmente a mulher já ocupa lugares nas escolas, nas empresas, nas fábricas, na política, entre outros.
Há quem possa confundir maneira de ser com “feminilidade” ou simpática e compreensível com “liberal”, mas não me parece algo que esteja muito correto.
Em resumo, uma mulher ganha o mundo inteiro com a sua coragem e dedicação, traz paixão no olhar, luta pelos seus ideais e por aquilo que a faz feliz, ama incondicionalmente, vence o cansaço e não tem medo de chorar, rir e sonhar.
E, tal como disse no início, definir uma mulher não é fácil, quanto mais defini-las a todas, pois haverá sempre algo que ficará por dizer…

Beatriz Agante, O Ciclista

quinta-feira, 6 de março de 2014

O meio ambiente

A Terra, o nosso planeta, já não é o mesmo. O Homem tomou poder sobre ele, provocando a destruição de habitats de seres vivos, campos, florestas e os mares.
A poluição, que é muita, é de facto obra do ser humano. Constatamos assim que já não há respeito pelo próprio ar que respiramos, pelos muitos animais que se encontram extintos e, infelizmente, o tom “cinzento” pincelou o nosso planeta.
A meu ver, cada cidadão devia respeitar o meio ambiente, não o poluindo e passando a reciclar. Na verdade, existem pequenas coisas que todas as pessoas deviam fazer para um mundo melhor. Por exemplo, há muitas pessoas que deitam um papel para o chão ou uma lata que podiam reciclar e pensam que não faz diferença, mas são essas as diferenças que mostram o mundo em que estamos, existindo assim uma grande falta de civismo por parte de todos. Por estas razões, para que se crie um mundo melhor, todos mas mesmo todos deveríamos levantar-nos e pensar um pouco, e salvar o planeta Terra dos perigos que o rodeia, mudando de comportamento e um simples gesto já é positivo para o nosso mundo, “a nossa casa”.
Os seres vivos precisam de ser salvos e respeitados. Por isso, faço um apelo para que salvem o meio ambiente. Todos precisamos de um mundo melhor e saudável para melhorarmos o dia de amanhã.
Um gesto, um sorriso! 

Sandra Duarte, nº 21, 9º A

quarta-feira, 5 de março de 2014

A poluição, o sério problema dos nossos dias

Caros leitores, hoje, venho falar-vos de um tema que a cada dia que passa nos afeta cada vez mais: a poluição.
Conscientemente ou não, a cada dia que passa todos nós, incluindo eu e tu, contribuímos para que este problema se agrave cada vez mais!
Nós, habitantes do nosso tão querido planeta azul, cada vez menos azul, suponho, todos os dias ajudamos a afogá-lo mais neste mar tão negro de lixo e poluição!
A culpa deste desastre pode não ser só do ser humano, mas a maior parte dos danos causados no nosso planeta são ocasionados por nós. Por exemplo, quando colocamos inconscientemente um papel de rebuçado no chão ou quando não reparamos na composição de certos produtos como sprays, estamos a destruir a nossa casa!
E a geração futura? E quando os nossos filhos ou netos não tiverem as condições que temos hoje e às quais não damos valor? Aí, sim, vamos sentir-nos culpados pelas condições que os nossos entes queridos terão que suportar, por nossa culpa. Mas, quando esse dia chegar, já não vamos poder fazer nada, pois vai ser tarde demais. Por isso, antes de poluir, pensa que poderás estar a prejudicar a vida de alguém de quem gostes muito. Mas poderemos evitar tudo isso com pequenas palavras, ações ou gestos que nós usamos para ajudar e levar os outros a perceber a importância da nossa querida Mãe, a Terra, pois se todos nós ajudarmos isso não irá acontecer, e todo nosso planeta irá agradecer pelo que faremos por ele.
Para que isso aconteça, precisamos ser bem conscientes de todos os nossos atos e atitudes que tomamos. Vamos, então, pensar em tudo isto e começar agir de forma diferenciada.
Se a destruição e a poluição continuarem, todo o nosso planeta ficará completamente arruinado. Portanto, vamos controlar o nosso mundo para que ele não acabe rapidamente e veremos que tudo isto que está a acontecer, com a dose certa de empenho e dedicação, poderá ser perfeitamente controlado.


Margarida Carlota Lagoa, nº 14, 9º A

terça-feira, 4 de março de 2014

É Carnaval




É Carnaval
Ninguém leva a mal
E qualquer disfarce
É bem natural.

Confetti e purpurinas
Pairam pelo ar.
De várias academias
E em grande folia
Saem pessoas a sambar.

Em grande festa,
Tudo tem ritmo,
Até a grande orquestra
Se junta ao bailarico.

Eis que surgem as críticas
À situação do país
E o nosso Zé Povinho
Onde se há de meter?!

Mas como tristezas
Não pagam dívidas,
Saem todos à rua
Com uma espada nua
Para em grande euforia
Espalhar a alegria.


Turno nº 2, 8º E, Oficina de Escrita Ativa

Nota:
         Imagens adaptadas da Internet.

segunda-feira, 3 de março de 2014

Viver no campo ou na cidade

Como todos nós sabemos, a cidade e o campo são ambientes totalmente diferentes em termos do tráfego, do ar que se respira, da paisagem, das relações entre as pessoas, em termos de acessibilidade a determinados produtos e até mesmo na cultura.
Na minha opinião, no campo pode haver mais dificuldade em encontrar uma oportunidade de trabalho e ser preciso deslocarmo-nos até à cidade mais próxima. No entanto, essa deslocação é sempre mais calma do que as deslocações dentro da cidade. No campo, a vida é levada mais pacificamente não tendo nada a ver com o stress vivido na cidade. Por outro lado, enquanto nas grandes cidades a população é mais modernizada e jovem, a população que vive no campo é mais idosa e tem costumes e hábitos mais antigos. Dado que as pessoas no campo estão mais próximas umas das outras, verifica-se uma maior solidariedade, convívio e entreajuda. Pelo contrário, na cidade, as pessoas mal se conhecem e não estão disponíveis umas para as outras, tendo uma vida monótona e isolada do convívio. Devido à poluição nas cidades pelos carros, autocarros, indústrias, entre outras fontes que expelem poluentes para a atmosfera, a população da cidade que a respira poderá vir a ter problemas respiratórios, enquanto no campo isso já não acontece e como tal, o ar é mais puro, não estando poluído. Todavia é na cidade que temos um mais fácil acesso a escolas, hospitais, lojas, empresas, serviços, restaurantes, entre outros setores importantes para a vida das pessoas.
Na minha perspetiva, as vantagens de viver no campo superam as da cidade. Por isso, é muito agradável viver numa aldeia, mas ter uma cidade perto faz sempre falta.


Manuel Garruço, nº 12, 9º A

domingo, 2 de março de 2014

Violência, que realidade terrível!

São cada vez mais os casos de violência física e psicológica por esse mundo fora.
Talvez os agressores não sintam na pele o que fazem ou até mesmo o que dizem. As pessoas, que sofrem por violência física, tendem a defender-se e com essa atitude acabam por sofrer mais. Os que sofrem de violência psicológica tendem a esconder-se das outras pessoas, a terem a sua autoestima muito em baixo.
Ora, a meu ver, pessoas que sofrem ou já sofreram de qualquer ato violento têm a tendência a estar mais isoladas das pessoas amigas, familiares e até do mundo. Sentem-se, pois, sozinhas, sem ninguém com quem falar, sem vontade de fazer nada, sempre a pensar no mesmo assunto: "violência".
Os agressores, por sua vez, ficam satisfeitos com o que fazem, tendo assim o seu objetivo concretizado que é o de colocarem as pessoas tristes, sem conforto, sem ninguém, com medo do que elas possam dizer ou pensar. Na minha opinião, as pessoas deveriam denunciar estes atos, pois tal como nós gostaríamos que nos ajudassem os outros também assim o desejam.
Lembra-te: "Não façam aos outros o que não queres que te façam a ti!"
Respeita as pessoas, acima de tudo!

Lénia Silva, nº 11, 9º A

sábado, 1 de março de 2014

Acabemos com a violência!

A violência é um problema que cada vez afeta mais pessoas quer a pessoa que sofre como também aquela que a pratica.
A meu ver, a violência é algo que não deveria existir nem na comunidade escolar nem no Mundo, mas ninguém luta por isso.
Nas escolas fala-se muito de bullying, fazem-se muitas campanhas de sensibilização para denunciarmos esses casos, mas o que acontece?
Nada!
Uma suspensão nada vale. Pois, não há controlo e se não há controlo para o tabaco, drogas ou álcool, como é possível haver controlo nos casos de violência física ou psicológica?!
O meu apelo que deixo aos jovens é que, em vez de porem as pessoas de parte e pensarem naquilo em que são diferentes, comecem a pensar naquilo que vos une e em vez de agredirem ou ofenderem os outros, criem laços de amizade, de entreajuda e respeito, porque é assim que se cria uma sociedade melhor com cidadãos de valor e civismo.
 O conselho que dou às escolas é que comecem a punir a sério esses casos e não deixem que existam jovens desequilibrados mentalmente e que mais tarde podem vir a tornar-se criminosos.
O outro problema que também tem vindo a aumentar é a violência doméstica e que é uma das realidades mais tristes no nosso país e talvez porque a crise o provoque. Não sei…
Deixem assim de praticar a violência quer física quer psicológica!



André Correia, nº 5, 9º A