Publicado pelo Clube de Jornalismo do Agrupamento de Escolas de Anadia. Notícias de atividades, opinião dos elementos da comunidade educativa sobre os mais diversos assuntos, trabalhos escritos pelos alunos no âmbito das várias disciplinas... e o que mais acontecer!
Equipa d´O Ciclista
Clube de Jornalismo O Ciclista:
Coordenação: Dra. Graça Matos e Dra. Sara Castela
Dra. Miquelina Melo – Membro Honorário
Endereço de correio eletrónico - cj.eb23anadia@gmail.com
sexta-feira, 3 de janeiro de 2014
quinta-feira, 2 de janeiro de 2014
quarta-feira, 1 de janeiro de 2014
Mensagem de Ano Novo do Diretor do AEA, Prof. Elói Gomes
Há um ano mencionei o facto do
anunciado 2013 ser um ano muito difícil para os portugueses em geral. Partindo
deste pressuposto referi, na altura, que poderia enunciar uma mão cheia de desgraças
que se aproximavam. Mas, como estávamos a iniciar um novo ano, acrescentei que
nada melhor que ser otimista e esperar que o já anunciado não se concretizasse.
Infelizmente, eles tiveram razão e eu não.
Hoje volto a reiterar a minha
esperança e a minha mensagem para todos os Ciclistas
e para os restantes portugueses é a mesma de há um ano que 2014 seja o ano da
reviravolta e de esperança para todos. Que 2014 traga mais empregos, mais
harmonia nas famílias (casa onde não há pão…), mais paz e o mais que possa
contribuir para a felicidade de cada um.
Elói Gomes,
Diretor do AEA
terça-feira, 31 de dezembro de 2013
Mensagem de Ano Novo da Equipa d´O Ciclista
Neste
último dia do ano, lembramos a longa caminha percorrida, em que os espinhos nos
dilaceraram o corpo e o coração. Mas foram decerto suavizados por momentos em
que a beleza, por muito breve e ténue que fosse, esteve presente. Esses
minúsculos pedaços de vida, que nos trazem alegria e nos fazem pensar que valeu
a pena erguer a cabeça e lutar, viver, sonhar!…
A Equipa
d’O Ciclista despede-se assim de 2013
e deposita em 2014 uma luz de esperança. E que nos traga a todos aquilo que
ansiamos!
A
Equipa
d´O Ciclista
Adriana
Matos,
Ana Francisca Marques,
Ana Neta,Ana
Patrícia Fernandes,
Beatriz Agante, Graça Matos, João
Rocha,
Manuel Garruço, Márcia Sousa, Margarida
Lagoa,
Margarida Pereira, Rúben
Saldanha, Sara Diana Castela,
Sofia Dias Ferreira e Sofia de Matos Pedrosa
Nota:
Postal construído pela Equipa do clube de Jornalismo d'O Ciclista.
segunda-feira, 30 de dezembro de 2013
domingo, 29 de dezembro de 2013
Carta do Oceano à humanidade
Estas são as cartas criadas pelos alunos na Oferta Curricular
de Oficina de Escrita Ativa. Foi-lhes pedido que se colocassem na pele de um
animal, de um objeto, entre outros e que através da carta fizessem alguns
apelos.
Sara Castela, O Ciclista
sábado, 28 de dezembro de 2013
Campo ou cidade?
Muitas pessoas hoje
em dia já não sabem o que hão de escolher: se o barulho das cidades ou o
sossego do campo.
Eu prefiro o campo à
cidade, pois no campo podemos, por exemplo, fazer as nossas próprias hortas,
com o cultivo de batata, feijão-verde, cenoura, beterraba, alface, couve,
couve-flor, entre outros produtos que fazem parte de uma alimentação saudável.
Por outro lado, no
campo, veem-se animais no pasto, respira-se o ar puro e podemos deliciar-nos
com o cheirinho das inúmeras flores e das árvores frondosas e verdejantes que
embelezam a paisagem, enquanto na cidade só se veem filas enormes de carros a poluírem o ambiente, não só de fumo como também de barulho. Porém, a cidade acaba por proporcionar ao cidadão melhores condições de vida, devido à existência de hospitais, tribunais, hipermercados, entre outros espaços, para além da existência de locais que podem ser procurados para puro divertimento.
Como podemos ver, os
dois sítios têm as suas vantagens e desvantagens. Ficará assim ao critério de
cada um fazer a sua respetiva opção.
Edna Almeida, nº 9, 9º C
sexta-feira, 27 de dezembro de 2013
Viver no campo ou viver na cidade?
As cidades são o local
onde muitas pessoas escolhem viver. Esta escolha deve-se ao facto de nas
cidades haver mais opções de trabalho e visto que se está perto de tudo,
facilita bastante a vida das pessoas.
Como mãe de crianças,
prefiro viver na cidade porque, por exemplo, enquanto deixo os meus filhos nas
atividades desportivas (e são muitas as escolhas de atividades), posso ir fazer
compras de qualquer coisa que me seja necessária, e há sempre necessidades,
quer seja para o jantar quer seja uma lâmpada ou outro utensílio. Na verdade,
facilita-me bastante a vida, apesar de ter de dar algumas voltas, embora esteja
tudo concentrado no centro e, por outro lado, poupo mais gasolina do que se
vivesse no campo e tivesse que ir à zona rural fazer compras.
No entanto, nem tudo
são vantagens ao viver na cidade. Refiro-me assim aos constantes
engarrafamentos; às buzinadelas dadas pelos habituais condutores apressados; ao
ambiente pesado de pessoas a andar de um lado para o outro, parecendo perdidas,
mas com a clara noção do seu destino: tudo o que um indivíduo dispensa para o
seu bem-estar.
Por vezes, penso que
viver no campo ia ser muito bom para aliviar o stress da cidade. Afinal acordar
com o chilrear dos pássaros, sentir o ar fresco e não poluído da natureza é o
sonho de qualquer um.
Em suma, viver na
cidade tem as suas vantagens e desvantagens, assim como no campo. Sendo assim,
a escolha entre um e outro depende de cada um de nós.
Ana Sofia Monsanto, nº 2, 9º C
quinta-feira, 26 de dezembro de 2013
Postal de Natal
Apesar de nos terem chegado à "redação" um pouco atrasadas, não quisemos deixar de partilhar as fotos do belo Postal de Natal que a Mariana nos enviou:

O Natal é o amor,
É paz, é tempo sonhado,
Mas qual será a cor
Deste tempo tão amado?!
Pensámos no Deus menino,
No presépio de Belém,
Como ele é rapazinho
A cor de oiro vai ficar bem.
Mariana Martins
Abreu, nº 18, 8º E
quarta-feira, 25 de dezembro de 2013
Mensagem Natalícia do Diretor do AEA, Prof. Elói Gomes
A fragilidade económica mundial é uma
realidade que afeta infelizmente muitas das famílias da nossa comunidade
educativa. São inúmeros os que vivenciam situações de desemprego, ou que
aspiram pelo 1º emprego e este tarda em surgir. A falta de emprego gera um sem
número de lacunas, tornando-se um ciclo vicioso difícil de gerir. Esta débil
situação económica acaba por não lhes permite satisfazer as suas necessidades
básicas. Só lhes resta uma pequena luz ao fundo do túnel chamada esperança. A
esperança em recuperar ou ter o primeiro emprego. A esperança que o estado
social não seja desmantelado. A esperança que quem decide, seja em Portugal ou
no resto do mundo, pense mais nas pessoas e menos na economia.
Desejo a toda a comunidade um Feliz
Natal.
Faço votos para que o espírito de
Natal permaneça nos nossos corações e que a mente de quem nos governa se
centralize mais nas pessoas e nas situações dramáticas em que muitas se
encontram.
Elói
Gomes, Diretor do AEA
terça-feira, 24 de dezembro de 2013
Mensagem de Natal
A Equipa d’O Ciclista deseja a todos um Natal cheio de amor, paz e que a esperança reine em todos os corações.
E não queremos deixar de partilhar
convosco o belo poema de António Gedeão:
É dia de passar a mão pelo rosto das crianças,
de falar e de ouvir com mavioso tom,
de abraçar toda a gente e de oferecer lembranças.
É dia de pensar nos outros e, também, nos que padecem,
de perdoar aos nossos inimigos, mesmo aos que não merecem.
A
Equipa
d´O Ciclista
Adriana Matos,
Ana Francisca Marques,
Ana Neta,Ana Patrícia Fernandes,
Beatriz Agante, Graça Matos, João Rocha,
Manuel Garruço, Márcia
Sousa, Margarida Lagoa,
Margarida Pereira, Rúben Saldanha, Sara Diana Castela,
Sofia Dias Ferreira e Sofia de
Matos Pedrosa
Nota:
Imagem retirada da Internet.
segunda-feira, 23 de dezembro de 2013
domingo, 22 de dezembro de 2013
Viver no campo ou na cidade?
Tanto
o campo como a cidade são sítios importantes para a vida das pessoas, mas ambos
têm aspetos negativos e positivos que podemos assinalar.
Para mim, o ambiente citadino é deprimente e
poluído quer a nível ambiental quer sonoro e ainda devido à ausência de
vegetação. Além disso, é muito prejudicial à saúde, pois apresenta situações
que levam ao aumento de risco de cancro, bem como a problemas de coração e
doenças respiratórias. O estado mental dos habitantes fica mais depressivo,
pois é cada um por si e raramente há comunicação entre os vizinhos ou pessoas
que passem na rua, porque a agitação é grande e o stress também. Mas é óbvio
que também tem as suas vantagens, como o acesso rápido ao comércio, o facto de
haver bons meios de transporte e mais empregos disponíveis.
O
campo é completamente o oposto da cidade e a meu ver, é a melhor opção,
principalmente pelo ar puro, pela liberdade, pela menor probabilidade de termos
problemas de saúde. Sendo assim, a condição física, social e mental do cidadão
é muito melhor, a acessibilidade da prática de desporto é maior e mais
apelativa. Relativamente às relações humanas, eu constato uma união entre as
pessoas maior, pairando no ar a simpatia e a alegria das crianças. O estado de
espírito das pessoas é muito mais calmo, mais aberto e mais saudável, graças a
alguns fatores como um ambiente paisagístico e tranquilizante.
Em
suma, na minha opinião, como hoje em dia o mais importante é a nossa saúde, é
mais valioso e favorável viver no campo.
Sofia Ferreira, nº 22º, 9º C
sábado, 21 de dezembro de 2013
Viver no campo ou na cidade?
Viver no campo ou na
cidade, qual será a melhor opção para um cidadão viver?
Na minha opinião,
viver no campo ou na cidade são duas situações muito diferentes, pois cada um
tem as suas vantagens e desvantagens.
No campo, existem
muitas vantagens, como por exemplo, o ar puro, logo podemos ter menos problemas
de saúde. Predomina uma vida mais calma, deixando assim de haver tanta agitação
no dia a dia e menos trânsito. Por outro lado, as pessoas no campo conhecem-se
todas e é onde há uma maior amizade e confiança entre elas. No entanto, existem
algumas desvantagens, tais como: a falta de meios de transporte, para que as
pessoas se possam deslocar; a falta de algum comércio; uma menor
empregabilidade e a falta de espaços de diversão, principalmente para os
jovens.
Na cidade, algumas
das vantagens são: o facto de haver bons meios de transporte, o que facilita o
deslocamento das pessoas consoante as suas necessidades; mais empregos para as
pessoas, devido à abundância de serviços prestados à população; um comércio
diversificado e ainda, a existência de diferentes espaços culturais.
Contudo, existem
desvantagens, como a poluição provocada, na maior parte das vezes, pelas
grandes fábricas e um maior stress entre as pessoas, causado pela agitação das
cidades. Outra grande desvantagem é a pouca confiança que as pessoas têm entre
si, pois o meio em que se encontram é muito maior do que no campo, onde todas
as pessoas se conhecem.
Assim, com todas
estas vantagens e desvantagens assinaladas tanto em relação ao campo como à
cidade, na minha opinião, apesar de viver no campo, eu preferiria viver na
cidade, pelo menos enquanto sou jovem e até ao princípio da idade adulta.
Depois, quando já estiver a aproximar-me do fim da minha “carreira”, talvez
pense em voltar novamente para o campo, onde a vida é de facto mais calma.
Guilherme,
9º C
sexta-feira, 20 de dezembro de 2013
Recordando o filantropo Alfred Nobel
112 anos de Prémios Nobel
-10 de Dezembro -
Os Prémios Nobel são atribuídos, anualmente, a 10 de Dezembro,
data de aniversário da morte do seu mentor Alfred Nobel, químico, engenheiro,
industrial sueco, criador da dinamite. Em 1895, Nobel doou a sua fortuna à
fundação que tem o seu nome, definindo o objetivo de distinguir personalidades
importantes em diversas áreas, independentemente de critérios como a
nacionalidade, a raça, a religião e a ideologia.
Os prémios Nobel são
atribuídos àqueles
que durante o ano anterior tenham contribuído para o bem da Humanidade, por
meio de pesquisas pioneiras, da invenção de técnicas importantes ou pelos
contributos que forneceram à humanidade. Deste modo, os laureados são
personalidades que durante um ano se distinguem em áreas como: a Paz; a Química
e a Física; a Medicina e a Literatura. Os prémios Nobel foram atribuídos pela
primeira vez em 1901, cinco anos após a morte do seu fundador.
Em 1968 criou-se um novo
prémio na área da Economia financiado pelo Banco Central Sueco.
Todos os prémios consistem
numa medalha de ouro, num diploma e numa quantia em dinheiro e são a mais
prestigiante distinção internacional nos domínios a que correspondem. Cada
prémio pode ter no máximo três laureados.
As cerimónias de entrega
realizam-se em Estocolmo, à exceção do nobel da paz que é entregue em Oslo.
O primeiro Nobel da Paz de
1901 pertenceu a Jean Henry Dunant, nascido em Genebra, banqueiro de profissão
e fundador da Cruz Vermelha e a Frédéric Passy, economista e advogado francês,
anticolonialista e fundador da Liga Iternacional para a Paz Permanente.
Os prémios Nobel não são atribuídos quando não existem
candidatos nomeados ou quando não existe informação suficiente, como aconteceu
durante as duas guerras mundiais.
Na história dos
prémios Nobel, Portugal obteve quatro atribuições. O mérito destas distinções foram
para Egas Moniz, que recebeu o Prémio Nobel da Medicina em 1949, para Carlos
Ximenes Belo e José Ramos Horta a quem foi atribuído o Nobel da Paz em 1996 e para
José Saramago, que recebeu o Prémio Nobel da literatura em 1998.
João
Rocha, n º 8, 9º A
quinta-feira, 19 de dezembro de 2013
Campo ou cidade?
Viver
no campo ou na cidade?
Eu cresci no campo.
Atualmente ainda vivo no campo. Não
posso negar que, às vezes, se torna monótono, porque fora do recinto da minha
casa não tenho nada com que me possa divertir ali. Por vezes, preferia até
viver numa grande cidade como o Porto ou Lisboa. Pelo menos, aí há sempre
coisas para fazer. Acho que a confusão, por vezes, até me relaxa. Mas até que
ponto é bom viver numa cidade, com todo o trânsito, todo o barulho, toda a
poluição? Por outro lado, as cidades tornam-se demasiado movimentadas.
Acho, então, que
viver uns meses numa cidade deve saber bem, mas não trocava por nada a minha
pacata aldeia. Na medida em que sabe tão bem acordar todos os dias e ir à
janela respirar o ar puro dos campos e observar a magnífica paisagem rural que
se pode ver do meu quarto. Sabe tão bem poder ir correr ao fim do dia pelo meio
das florestas e dos bosques. Sabe tão bem ir até ao jardim e passar lá uma
tarde na companhia de um bom livro e dos sons da natureza… Enfim, para mim, não
há nada melhor que todo aquele descanso e privacidade.
A meu ver, as cidades
prendem muito os seus habitantes. A confusão acaba por encurralá-los. Cada
habitante tem um espaço limitado para viver. Por outro lado, não é seguro andar
sozinho na rua sem preocupações. E claro, ao fim de algum tempo, numa cidade,
dá-se um aumento do stress.
Contudo, apesar de
tudo, tenho curiosidade de viver numa cidade, mas não me importava de passar o
resto dos meus dias no campo.
Clara Loureiro, 9º C
quarta-feira, 18 de dezembro de 2013
O tempo passa
Dia Internacional das Migrações
Nos anos 60, do
século XX, quem emigrava clandestinamente recorrendo a um passador, conhecia muito
bem o “código da fotografia rasgada”. O passador guardava metade da fotografia
de quem emigrava e a outra levava-a o emigrante que, uma vez chegado ao
destino, a remetia à família, em sinal de que chegara bem e que poderia ser
concluído o pagamento pela sua “passagem”.
Esta é a minha
história sobre esse passado…
Quero
apenas contar uma de tantas histórias que ainda continuam a ser uma realidade
no dia de hoje, em que se comemora o Dia
Internacional das Migrações.
O tempo passa
Parece que foi ontem
e, ao mesmo tempo, já quase nem recordo o dia que pela primeira vez tive
consciência que iam partir. Deixámos-vos em vossa casa, a de Portugal. Mas
sabia ou soube, nesse dia, que no dia seguinte já estariam longe… noutro lugar,
numa outra casa, num outro país. Em frente a vós, fui sorrindo, abracei,
beijei… despedi-me.
Quando regressava a
casa, a torrente de lágrimas invadiu-me e então, deixei que os gritos
invadissem a minha alma e explodi-os pela minha boca, tal era o vulcão em plena
atividade.
Entretanto, o tempo
foi passando, passando. Vocês foram indo e, de facto, regressavam sempre no
verão.
Chegámos a ir
visitar-vos e foi tão bom! Durante a viagem, eu sempre ia a perguntar se já
estávamos perto. Depois, finalmente me deparava com a surpresa dos avós e com a
beleza branca da neve. O frio lá fora fazia-se sentir, enquanto nós estávamos
no quentinho a deliciarmo-nos com as pipocas estaladiças, ao mesmo tempo que
víamos a neve que lá fora nos presenteava com o seu espetáculo.
Não sabem a
satisfação que tivemos, quando o pai me disse que vocês estavam aposentados. Aí
sonhei! Sim, era agora. Vinham definitivamente para Portugal. Erro meu!
Desculpas e mais
desculpas do avô, pois a avó estaria aqui… Mas, sim vamos passar mais tempo por
cá! Em tudo eu acreditei. Mas, afinal, não passou de mais uma ilusão. Feitas as
contas: tal ainda não aconteceu. Tu vais por um mês, depois são dois, três,… e
voltas, passado muito mas mesmo muito tempo depois.
E quando estás cá?
Bem, a história repete-se. Falas sempre em partir. Papelada para aqui, papelada
para ali. Há sempre tanto para fazer em França! E queres sempre arrastar a avó
contigo.
Para avô! Pelo menos
uma vez na tua vida pensa em ti, nos teus, pensa em mim e na tua outra neta.
Pensa em como gostaríamos
de te ter connosco e de desfrutar da tua companhia. De viver sem a sombra da
tua migração constante!
Adriana Matos, O Ciclista
Nota:
A primeira imagem foi retirada da Internet.
terça-feira, 17 de dezembro de 2013
Viver no campo ou na cidade?
Em qualquer sítio,
quer na cidade quer no campo, encontramos vantagens e desvantagens que nos
fazem escolher ou não um dos sítios para o nosso repouso, quando chegarmos à
idade mais avançada.
Nas cidades, temos um
ambiente muito agitado ao contrário do das aldeias que nos transmite uma paz e
serenidade impossíveis de existirem na cidade.
A meu ver, nas
aldeias, a população é mais unida devido às pequenas dimensões destes espaços.
Nas aldeias, a pequena povoação une-se para sussurrar os caprichos dos outros,
ver um simples jogo de futebol, “beber um copito”, ver se a Joana se vai casar
com o Duarte, na novela diária ou para dar apenas um “Bom dia!” ou uma “Boa
tarde!” a quem passa. No entanto, as oportunidades de trabalho e de carreira
são muito poucas ou até mesmo nulas. Enquanto isto, nas tempestuosas cidades,
não existe tempo para sorrir, apenas para andar e passar por tudo o que se
encontra à nossa frente, sem olhar para trás, numa vida agitada e solitária.
Esta vida que não sei se pode ser considerada vida, à que é arrastada por
problemas pessoais e, pelo facto, de não termos ninguém para nos dar uma
palavra amiga e para nos limpar as lágrimas. Mas, é aqui que estão concentrados
os grandes postos de emprego e as grandes oportunidades.
Ora, após esta minha
pequena reflexão, acabo por achar que viver no campo é melhor, pois estimula o
nosso lado social. Porém, também temos de ver que as cidades nos dão um melhor
nível de vida.
Para concluir,
considero ser de facto uma decisão bastante difícil de tomar mas, neste
momento, a minha prioridade é optar pela cidade, porque é onde se encontra o
meu local de estudo que me vai permitir ter, no futuro, uma boa carreira. Já
quando chegar a minha velhice, pretendo passá-la no campo junto de tudo aquilo
que, a meu ver, me faz sentir feliz e pacífica.
Margarida Costa Pereira, nº 15, 9º A
segunda-feira, 16 de dezembro de 2013
Campo ou cidade?
Viver
no campo ou na cidade depende de uma série de fatores. Muitas das vezes, por
questões profissionais, somos obrigados a residir num destes locais, mesmo
contrariados.
No meu ponto de
vista, entre morar no campo ou habitar na cidade, é bastante diferente, uma vez
que no campo temos direito a um descanso inédito cuja sinfonia do chilrear dos
pássaros não pode ser aproveitada na cidade.
No campo, quase todas
as pessoas se conhecem, existindo alguns trabalhos que são executados com a
ajuda de vizinhos e amigos. As relações são muito próximas, as pessoas mais
idosas são visitadas não só pela família, mas também pelas pessoas que vivem
nas imediações. Permanece ainda uma cooperação e um espírito de entreajuda que
já não existe na cidade.
No entanto, no campo,
não há acesso ao teatro, museus, bibliotecas, cinema, enfim, algumas atividades
culturais que existem nas cidades.
Nas cidades, o stress
provocado pela grande agitação, pelas grandes filas de trânsito, pela poluição
ambiental e pela poluição sonora influenciam negativamente as pessoas que lá
habitam tornando o ambiente péssimo, quase insuportável.
Assim sendo, na minha
opinião, o ideal seria viver no campo próximo da cidade.
João Pedro Rocha, nº 8, 9º A
domingo, 15 de dezembro de 2013
Viver no campo ou na cidade?
O tema que venho
tratar hoje é um tema que “tem pano para mangas”, já que entre as pessoas são
várias as opiniões que são apresentadas e algumas chegam aos extremos,
resultado talvez da faixa etária, das habilitações, das experiências de
vida…Não sei!
Neste meu texto,
apenas pretendo apresentar a minha opinião sobre as vantagens e desvantagens
sobre ambos os locais.
Talvez pela minha
tenra idade, pela minha inocência e pelos meus sonhos outrora construídos, o
meu maior sonho seja viver na cidade. Porém, a meu ver, a principal desvantagem
das cidades é a maneira como as pessoas se relacionam. Acho que as pessoas são
muito frias umas com as outras, são insensíveis e não se preocupam com mais
ninguém que não sejam elas próprias. Ao contrário do que acontece nas aldeias,
onde há um calor humano incrível, onde a solidariedade e a entreajuda são
palavras de ordem.
Outra parte boa de se
viver no campo é o ambiente, no qual predomina o ar puro, onde paira o cheiro a
flores que nos enche a alma e o chilrear dos passarinhos nos derrete o coração.
Mas com isto não quero dizer que viver no campo tenha tudo de positivo. Pois,
vejamos, a nível das oportunidades de emprego, por exemplo, a cidade ultrapassa
o campo com uma facilidade incrível. É na cidade que se encontram os maiores
hospitais, os maiores escritórios, as maiores indústrias entre outros espaços,
proporcionando assim um melhor nível de vida.
É também a nível de
eventos que a cidade ganha ao campo, especialmente se estivermos a falar de uma
cidade como a invicta, por exemplo, onde cada dia há um espetáculo, uma
corrida, um desfile, um concerto... Enfim, eventos sempre variados e
inovadores!
Com este meu texto,
pretendi assim mostrar algumas vantagens e desvantagens de ambos os locais,
mostrando assim que ambos os espaços são agradáveis. A escolha dependerá assim
da nossa personalidade e interesses.
Margarida Lagoa, nº 14, 9º
A
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