Equipa d´O Ciclista

Clube de Jornalismo O Ciclista:

Coordenação: Dra. Graça Matos e Dra. Sara Castela

Dra. Miquelina Melo – Membro Honorário

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terça-feira, 1 de março de 2011

Ana Rita Costa Pereira - Escritora

Entrevista


Olá! Estamos aqui para vos dar a conhecer melhor a escritora da nossa escola Ana Rita Costa Pereira.
Natural de Espairo, esta jovem de apenas 16 anos já se apresentou no mundo dos livros com duas obras “O sótão da D. Joana” e “Mundo de Magia”.
C: Tudo bem Rita?
AR: Sim, muito obrigada.
C: Com que idade começaste a escrever livros?
AR: Logo após completar treze anos.
C: O que te motivou para isso?
AR: Não sei ao certo. Talvez tenha sido o gosto por livros e por tudo o que eles escondiam que sempre demonstrei ter. Depois de ler tanta coisa e com tanto gosto pela escrita, não foi preciso muito mais para que um oceano de inspiração que invadisse ansioso por chegar ao papel.
C: Como vai a escrita do novo livro?
AR: Está na fase terminal, mas com todo o tempo necessário para os estudos tenho-me desleixado um pouco na escrita. Contudo, não deixo de arranjar um pouco de tempo, por alguns minutos que sejam, para fazer aquilo que realmente gosto de fazer, escrever.
C: Para além da escrita quais os teus outros passatempos?
AR: Gosto imenso de ler, ver séries policiais e ver filmes. Sou uma adolescente completamente normal que gosta de ouvir música e ver filmes.
C: Consegues conciliar a tua vida escolar com a escrita dos livros?
AR: Até agora sim. Apesar de os estudos me tirarem muito mais tempo nesta fase, consigo arranjar alguns minutos para escrever, de vez em quando.
C: Quais são as tuas tarefas em casa?
AR: Ah, as minhas tarefas! (sorriu) Costumo ajudar nas tarefas domésticas: lavar a loiça, lavar o chão, aspirar, …
C: Qual a tua sensação ao chegar aos estúdios da SIC?
AR: Surreal! Não fazia a mínima ideia do que estava realmente a acontecer. Parecia que tudo não passava de um sonho e que a qualquer momento iria acordar no mundo real. A Rita e o Francisco foram espetaculares, até mesmo nos bastidores. Aceitaram de imediato tirar fotos com toda a gente.
C: Alguma vez imaginaste chegar tão longe?
AR: Para dizer a verdade, devo muito a todas as pessoas que me apoiaram neste percurso, como os meus pais, a minha irmã e a minha prima, Dora Cristina. Sei que posso contar sempre com eles. Se cheguei onde cheguei, foi graças a eles.
C: Como foi a reacção dos teus amigos no dia seguinte à tua ida à televisão?
AR: Foi diferente. Até aquele momento ainda era uma desconhecida na “escola nova”, o “liceu”, mas depois daquele dia, foi tudo completamente diferente. E eu que sempre gostei tanto de passar despercebida.
C: Agora passando aos livros. De que fala o teu primeiro livro “O sótão da D. Joana”?
AR: O sótão da D. Joana conta a história de uma jovem rapariga de treze anos que numa noite tempestuosa decide ir explorar o sótão da avó, após ouvir alguns barulhos misteriosos. No entanto, percebe que aquele sótão é tudo menos normal e que um grande desafio espera por ela. Esta história mostra que não devemos fazer juízos precipitados das pessoas que nos rodeiam.
C: E o segundo livro, o “Mundo de Magia”?
AR: É a continuação do primeiro livro. A jovem, Rita, descobre que é a herdeira ao trono de um mundo paralelo e que um familiar malvado detém o poder. Como sempre o Bem derrota o Mal. Cada um dos livros revela um segredo da avó da Rita, a D. Joana.
C: Já que estamos a falar dos teus livros podes-nos dar um veredito sobre o teu terceiro livro?
AR: O terceiro livro, que ainda não tem título, vai contar a história de um grupo de jovens que, vendo a humanidade ser substituída por extraterrestres, aceitam a missão de salvar a nossa espécie.
C: Onde é que vais buscar toda a tua inspiração e imaginação?
AR: A todos os que me rodeiam, aos pequenos momentos, aos livros, aos sorrisos dos amigos e à ternura da família. A inspiração é como a alegria, está por todo o lado, basta saber onde a encontrar.
C: Passando à leitura qual é o tipo de obras que gostas de ler?
AR: Tenho uma preferência inevitável por ficção científica e aventura. Gosto muito de Harry Potter, Eragon, e outros do género. Contudo devo admitir que os melhores livros que já li, foram: “A Cabana” de W. P. Young e “A Melodia do Adeus” de Nicholas Sparks.
C: E o teu escritor favorito qual é?
AR: Não tenho uma preferência muito bem definida, mas gosto particularmente de Christopher Paolini, Nicholas Sparks, Isabel Allende, e outros mais.
C: Para além de ler como todas as raparigas da tua idade também gostas, como já afirmaste, de ouvir música. De que tipo de música gostas?
AR: Gosto de todo o tipo de música onde não esteja incluída a música tecno. Pop, rock, reagge, etc., ouço de tudo um pouco. Não posso deixar de confessar a minha preferência pelos Muse, Kings os Lion, e outros tantos que fazem por revolucionar a música de hoje.
C: Muito obrigada nos teres disponibilizado algum do teu tempo.
AR: O prazer foi todo meu. Que continuem a fazer boas entrevistas.

 
Aurora Cavaleiro, Luís Pedro Osório e Margarida Pereira, O Ciclista

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Vandalismo na nossa Escola

Hoje a nossa Escola foi vítima de mais um acto de puro vandalismo.A destruição cruel sofrida pelas mãos de pessoas sem escrúpulos deixou-nos a todos consternados e sem palavras.
Todos os actos de vandalismo em espaços e equipamentos são criticáveis. Mas, numa Escola onde estão os nossos filhos, irmãos, pais, tios, sobrinhos, netos, … onde há sempre alguém que se conhece, de quem se é amigo, é ainda mais intolerável e perverso.

Graça Matos, O Ciclista

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Porquê?

A história dos mineiros chilenos não terá deixado ninguém indiferente. Provocou comoção, ansiedade, esperança e, finalmente, satisfação. O bem de alguns foi preocupação de quase todos. Acima dos egoísmos estiveram sentimentos bons, valores que escasseiam nos tempos que correm: solidariedade, altruísmo, capacidade de trabalho, respeito pelos outros e pelas hierarquias. Tudo isso, posto em prática dentro e fora do quase túmulo, deu um final feliz a uma quase tragédia.
Porque é que me lembrei de escrever sobre um assunto acerca do qual toda a gente, no mundo inteiro, falou e/ou escreveu? Porque me recordo de ter pensado, enquanto via as imagens da chegada do último mineiro: Porque não existe esta solidariedade no dia a dia? Porque não se canalizam saberes  e energias para melhorar a vida das pessoas - de todas as pessoas? Porque é que cada indivíduo não dá o melhor de si mesmo em proveito próprio e da sociedade em que está inserido? Porquê a ganância, se tudo acaba mais cedo ou mais tarde? Porquê a guerra, qualquer guerra? Porquê a desvalorização dos valores que fariam da nossa uma sociedade mais justa? Porquê...?

Miquelina Melo, professora

sábado, 16 de outubro de 2010

A importância da sopa na alimentação

O consumo de sopa traz grandes benefícios para todos nós! Não só é muito saborosa, como tem nutrientes que nos ajudam a ter uma alimentação variada e muito saudável!

A sopa é indicada para quem

  • têm dificuldade em digerir;
  • sofre de falta de apetite;
  • necessita regular o apetite;
  • e, também, para controlar a ingestão compulsiva de alimentos nas crianças;
  •  tem qualquer idade…
 Motivos para comer sopa
    • Manutenção do peso ideal;
    • Geralmente apresenta um baixo valor calórico;
    • É de fácil digestão;
    • É importante para um bom funcionamento intestinal;
    • Sacia o apetite;
    • Regula o apetite;
    • Equilibra dietas desequilibradas;
    • Oferece uma grande riqueza de vitaminas, minerais e uma grande quantidade de fibras;
    • Fornece muitas substâncias protectoras e antioxidantes;
    • Não gera substâncias cancerígenas;
    • Previne a obesidade;
    • Regula os níveis de colesterol.
 Sabia que:
    • Portugal é o 1º consumidor de sopa da Europa. A nível mundial ocupa o 3º lugar.
    • A gastronomia portuguesa tem um forte enraizamento no consumo de sopa.
    • Muitos dos pratos hoje utilizados como principais derivam da sopa. Exemplos disso são: a caldeirada, o ensopado, a jardineira, … que não são mais do que sopas mais “secas” que viram o conteúdo de água diminuir.
Não se esqueçam de comer sopa diariamente!
Adriana Matos e Sofia Pedrosa, o Ciclista

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

Visita à Cerdeira (Serra da Lousã)

Nos últimos anos os professores e funcionários da nossa Escola têm feito "Visitas de estudo" a locais que, por algum motivo, lhes interessa conhecer ou revisitar. Servem para conviver e, também, para enriquecer os seus conhecimentos. O texto que se segue, escrito por uma professora, narra a visita a uma quinta de agricultura biológica na Cerdeira, pequena aldeia alojada numa das encostas da Serra da Lousã.

Partimos de manhãzinha,
de madrugada, não era,
quando todos entusiasmados,
lá partimos para a serra!

Quando saímos da escola,
prontinhos a viajar,
nem por sombra nós sonhámos
o que nos ia esperar.

De curva em contra curva,
chegámos perto da Cerdeira,
mas subir até à aldeia,
foi mesmo grande canseira!

E as cerejas docinhas,
que provámos no caminho,
deveram-se ao grande esforço,
do nosso colega Hermínio.

Bem sentadinhos no chão,
qual meninos d`infantário,
estivemos com atenção,
a saber qual era o trabalho.

“ Nós vamos tecer a serra”,
disse o nosso professor,
nós pusemos mão à obra,
trabalhámos com ardor.

E fizemos obras primas,
com materiais nunca pensados
e depois de terminarmos
estávamos todos cansados.

De sucalco em sucalco,
fomos todos em filinha,
afinal o que é aromática
e o que é erva daninha?

Chegada a hora de almoço,
estávamos esfomeados,
mas com comidinha à Bairrada,
ficámos logo tratados.

Ele era leitão e pão,
espumante, alface e laranja,
uvas, cerejas e bolos,
só nos faltou mesmo a canja.

Houve quem “barafustasse”,
não se agrada a todos, não é?
que o que faltava mesmo,
era termos um café!

Cantaram-se os parabéns,
a Aldora fazia anos,
com as velas a preceito,
para não haver enganos!

O trabalho continuou,
não era p`ra brincadeira,
que o diga quem visitou,
a aldeia da Cerdeira.

Por último um belo chá,
de ervas, pois já se vê,
e um rico requeijão,
com ervas, sabem porquê?

Porque fomos à Cerdeira,
ver as ervas aromáticas,
e não foi só teoria,
tivemos mesmo aulas práticas!...

Maria Helena Cravo Santos, professora

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Depois das férias

Mais um ano que começa. As férias foram longas, mas pareceram-nos tão pequeninas! A praia, a montanha, o rio, o mar ou a piscina parecem-nos já muito distantes…

O início das aulas é para todos um reviver de amigos e, também, um tempo para conhecer novos colegas. Mas, para além de ser um espaço de convívio, a escola é muito especial, porque nos ensina a crescer em conhecimento. Para aprender bem o que os professores explicam temos de estar atentos, de nos comportar bem e de estudar diariamente em casa.

Quanto a nós, Ciclistas, prometemos estar aqui para vos transmitir as novidades e muito mais.

Um bom ano lectivo para todos!

Adriana Matos e Sofia Pedrosa, O Ciclista

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Dia Internacional do Idoso

 No mundo, 600 milhões de seres humanos têm mais de 60 anos...
A Organização das Nações Unidas (ONU) designou, em 1990, o dia 1 de Outubro como Dia Internacional do Idoso. Esta decisão reconhece o facto de a população mundial estar a envelhecer e alerta para a necessidade de cuidar melhor daqueles que já cuidaram de nós. Celebrando a efeméride trazemos, para leitura e reflexão, um poema de Carlos Drummond de Andrade.


 (vídeo retirado do Youtube)

JOSÉ
E agora, José?
A festa acabou,
a luz apagou,
o povo sumiu,
a noite esfriou,
e agora, José?
e agora, você?
você que é sem nome,
que zomba dos outros,
você que faz versos,
que ama protesta,
e agora, José?

Está sem mulher,
está sem discurso,
está sem carinho,
já não pode beber,
já não pode fumar,
cuspir já não pode,
a noite esfriou,
o dia não veio,
o bonde não veio,
o riso não veio,
não veio a utopia
e tudo acabou
e tudo fugiu
e tudo mofou,
e agora, José?

E agora, José?
Sua doce palavra,
seu instante de febre,
sua gula e jejum,
sua biblioteca,
sua lavra de ouro,

seu terno de vidro, sua incoerência,
seu ódio - e agora?

Com a chave na mão
quer abrir a porta,
não existe porta;
quer morrer no mar,
mas o mar secou;
quer ir para Minas,
Minas não há mais.
José, e agora?

Se você gritasse,
se você gemesse,
se você tocasse
a valsa vienense,
se você dormisse,
se você cansasse,
se você morresse…
Mas você não morre,
você é duro, José!

Sozinho no escuro
qual bicho-do-mato,
sem teogonia,
sem parede nua
para se encostar,
sem cavalo preto
que fuja a galope,
você marcha, José!
José, pra onde?


Carlos Drummond de Andrade

terça-feira, 27 de julho de 2010

Férias

O Ciclista vai pedalar para férias desejando a todos descanso reparador.

BOAS FÉRIAS!

Tapada de Mafra

segunda-feira, 26 de julho de 2010

Em jeito de homenagem

Chegaram ou estão a chegar as férias e, portanto, mais tempo para ler. Foi pensando nisso que decidi postar de novo um texto que escrevi em jeito de homenagem a quem primeiro me incutiu o gosto pela leitura (meu pai) e a quem me proporcionou os meios para manter e aumentar esse amor pelos livros (a Gulbenkian):   

Quando eu era miúda, a televisão era coisa a inventar e, quando apareceu, era maravilha que apenas se podia admirar nas prateleiras dos cafés – prateleiras feitas a propósito e pregadas numa parede a uma altura estudada para que todos os clientes pudessem ver o ecrã e espantar-se com o engenho dos homens. Como é que podiam colocar, dentro de uma caixa tão pequena, homens, cavalos, carros, casas, cidades inteiras?!!
Sem televisão, computador, Internet e outras maravilhas da tecnologia que hoje já não maravilham por usuais, restava-nos a nós, crianças de então, a imaginação para criar mundos, visitar países, viver a nossa second life.
Bebíamos nos livros a inspiração para a nossa fantasia e a curiosidade e o gosto pelo conhecimento de outras realidades criaram, em muitos de nós, o gosto pela leitura.

É, assim, que eu recordo a Biblioteca Itinerante da Gulbenkian: uma carrinha com prateleiras a abarrotar de livros em todas as "paredes”. Parava na “Feira” da minha terra (uma espécie de praça onde se realizava uma feira mensal), uma vez por mês, à 2ª feira.
Entrei na carrinha pela primeira vez, pela mão do meu pai, tinha acabado a 2ª classe. Lembro os pequenos livros que o Sr. Professor Pêga, o “bibliotecário”, me recomendava então: as ilustrações, as histórias de príncipes e princesas que eram felizes para sempre ficaram na memória. E o primeiro livro “grande” que eu li, ainda na 3ª classe: a história atribulada da pequena Heidie, do seu velho avô e do amigo Pedro que viviam nas montanhas que gelavam no Inverno, lá num país que eu não sabia onde ficava.
E foi nessa biblioteca itinerante que eu alimentei a minha imaginação, fantasiei mundos que eram só meus, aprendi a respeitar e a amar os livros. Por causa dela acompanhei Os Cinco em todas as suas aventuras, viajei com Júlio Verne, vi episódios da nossa história pelos olhos de Alexandre Herculano, conheci outras histórias e outros autores. Por causa dela cresci e fui feliz.

A Biblioteca Itinerante da Gulbenkian estacionava na minha aldeia ao final da tarde, no Largo da Feira, uma vez por mês. E nós, jovens e adultos, fazíamos fila para entregar os livros lidos e requisitar outros (máximo de 7 volumes…) e usufruir de um verdadeiro serviço público.

Miquelina Melo, professora

Tapada de Mafra

terça-feira, 20 de julho de 2010

Fotos antigas (lá pelos anos 90...)

Primeiro (?) Passeio Cicloturístico à Barragem da Gralheira organizado pelo Clube da Floresta e campanha de limpeza dos espaços escolares (actividades realizadas, possivelmente, em anos diferentes).

segunda-feira, 19 de julho de 2010

Quadro de Valor e Excelência - 2009/2010

Fazemos uma pausa nas nossas recordações para informar que...

A Comissão de Avaliação do QVE divulga os resultados dos Quadro de Valor e Excelência, de acordo com o estipulado no Regulamento Interno e no respectivo Regimento.

domingo, 11 de julho de 2010

Recordando

Continuamos a recordar, através de imagens, pessoas que estudaram ou trabalharam na nossa escola. E porque as actividades lectivas terminaram e os alunos estão de férias, continuaremos a fazê-lo durante os próximos dias, até que esteja esgotado todo o material de que dispomos.
São testemunho de actividades extra-curriculares, convívios, festas de despedida...
As datas são apenas estimadas, já que não possuímos  informação sobre o ano exacto em que as fotografias foram tiradas.
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sábado, 3 de julho de 2010

Viagem ao Alentejo - 2º dia

Depois de uma boa noite de sono, levantámo-nos por volta das 7 horas, fizemos a nossa higiene pessoal e arrumámos tudo.
Quando todos estávamos prontos, cerca das 8:30h, fomos tomar o pequeno-almoço. Já de barriguinha cheia, arrumámos os sacos no autocarro.
Iniciámos a visita desse dia indo a pé até ao Paço Ducal, que ficava mesmo em frente ao seminário, onde dormimos.
A visita foi dirigida por uma guia que nos mostrou várias salas decoradas com peças de mobiliário, tapeçarias, quadros e porcelanas. Visitámos, ainda, a capela, a cozinha, os quartos do rei D. Carlos, da rainha D. Amélia e dos seus filhos e vimos algumas peças de vestuário da família Real que se encontravam nos quartos.
Quando a visita ao Paço Ducal terminou, fomos para o Museu dos Coches. Lá vimos vários meios de transporte de tracção animal, como coches, segues, berlindas, a diligência ou mala-posta, landaus (tipo de carruagem de dois bancos situados frente a frente). Num dos landaus estava retratado o Rei D. Carlos no dia em que foi assassinado. Ainda vimos os buracos dos tiros da pistola com que atiraram no rei.
Quando acabou a visita fomos, por volta das 12:30h, à Escola Secundária de Vila Viçosa para almoçar. Depois, partimos para Elvas. Na viagem vimos o aqueduto. Quando entrámos no Museu Militar o guia começou por nos dizer que do lado de lá da fronteira se avistava a cidade espanhola de Badajoz.
Primeiro, visitámos o exterior do museu e, depois, o interior.
Estava prevista a ida ao Forte da Graça, mas o guia disse-nos que estavam a proceder a obras de restauro e, então, não fomos.
Após esta visita partimos para a viagem de regresso. Parámos numa Área de Serviço para lanchar, recuperando as forças de uma longa viagem. Por volta das 21:00h chegámos à escola onde se encontravam já os nossos pais à espera.
Divertimo-nos muito!

Sofia Pedrosa, O Ciclista