Equipa d´O Ciclista

Clube de Jornalismo O Ciclista:

Coordenação: Dra. Graça Matos e Dra. Sara Castela

Dra. Miquelina Melo – Membro Honorário

Endereço de correio eletrónico - cj.eb23anadia@gmail.com

terça-feira, 2 de abril de 2019

Dia Internacional do Livro Infantil

     Hoje celebra-se o Dia Internacional Livro Infantil. Não vos vamos fazer “perder” muito tempo com explicações, pois o Dia fala por si.
     Vamos apresentar mais um poema escrito para o Dia da Poesia, mas que se adequa perfeitamente à comemoração do Dia Internacional Livro Infantil.
     Apreciem a poesia dos nossos alunos.
Equipa d’O Ciclista




segunda-feira, 1 de abril de 2019

Dia das Mentiras


O Dia das Mentiras, Dia da Mentira, dia das petas, dia dos tolos (de abril), dia da gafe, ou dia dos bobos, celebra-se anualmente no primeiro dia de abril.
Alguns países europeus e ocidentais comemoram este dia pregando partidas e espalhando boatos.
Pensa-se que a celebração desta data teve início em França. Desde o começo do século XVI, o Ano Novo era festejado no dia 25 de março, data que marcava a chegada da primavera. As festas duravam uma semana e terminavam no dia 1 de abril.
Após a adoção do calendário gregoriano, o rei Carlos IX de França determinou, em 1564, que o ano novo fosse celebrado a 1 de janeiro. Todavia, alguns franceses não gostaram desta alteração e mantiveram os festejos segundo o calendário antigo, ou seja, festejavam o início do ano a 1 de abril.
Estes foram ridicularizados por aqueles que passaram a seguir o novo calendário definido pelo rei Carlos IX. De forma a concretizarem essa ridicularização enviavam presentes invulgares e ridículos, bem como convites para festas que não existiam. Essas brincadeiras conhecidas como plaisanteries, terão dado origem ao atual e famoso Dia das Mentiras.


«Sabia que a maioria dos portugueses não consegue identificar notícias falsas?
Eurobarómetro revela que portugueses estão pouco conscientes da exposição ao fenómeno. Comissão Europeia manifesta-se preocupada.
Os portugueses parecem estar menos conscientes da exposição a notícias falsas, menos preparados para identificá-las e menos dispostos a considerá-las um problema no seu país e para o funcionamento das democracias do que o conjunto dos cidadãos dos 28 Estados-membros da União Europeia (UE), revela uma sondagem feita aos portugueses e encomendada e coordenada pela Comissão Europeia.
Neste Eurobarómetro, realizado entre os dias 8 e 19 de novembro de 2018 a nível nacional, menos de metade dos portugueses (46%) afirma-se capaz de identificar notícias deturpadoras da realidade ou falsas, quando a média na UE é de 58%. Uma situação que a Comissão Europeia considera “preocupante” no ano em que se vão realizar no país três atos eleitorais – europeias, legislativas e regionais da Madeira.
Os grupos sociodemográficos que menos frequentemente se afirmam capazes de identificar informação falaciosa são os compostos por indivíduos com mais de 55 anos (34%), pelos que deixaram de estudar com 15 ou menos anos (35%), pelos que se definem como pertencendo à classe trabalhadora (35%) e, sobretudo, por domésticas (10%).
Questionados sobre se a existência de notícias e informação que deturpam a realidade ou até são falsas é um problema, 51% dos portugueses responde que “sim”, mas essa média na UE é de 71%.
A sondagem revela também que a principal fonte de informação dos portugueses sobre política é a televisão (87%), quando essa média na união é 81%. As percentagens de portugueses que recorrem à televisão são, aliás, as mais elevadas dos 28 Estados-membros. A imprensa escrita (61%) e a Internet (41%) são as outras duas principais fontes de informação.
Porém, só menos de metade dos portugueses (43%) considera que a comunicação social pública não está sujeita à pressão política. Já os média em geral são vistos como plurais (77%), metade dos portugueses não considera que existem pressões comerciais ou política e 66% dizem que são de confiança
Fonte:
Equipa d’ O Ciclista

domingo, 31 de março de 2019

Clube de Ciência Viva


Mais uma atividade do "Clube de Ciência Viva" do AEA. Palestra "Biomateriais" dinamizada pela Dra. Helena Fernandes do Departamento de Engenharia de Materiais e Cerâmica da Universidade de Aveiro.
Os biomateriais têm vindo a sofrer uma enorme expansão e começam a ser utilizados em inúmeras aplicações clínicas, para reparar, reconstruir, substituir ou mesmo regenerar zonas lesadas do organismo.
Esta expansão está fortemente associada aos avanços tecnológicos da medicina reconstrutiva e regenerativa e ao aumento exponencial da esperança de vida média nas sociedades modernas.
Anabela Nunes, Coordenadora Departamento